02/11/2011
Timinho vagabundo. Na sua opinião, quem fez as pepeletas amarelas? Quem não sabe dar valor aos seus ídolos? Quem escorraçou o Zico?
Edmar Corrêa (edmar-correa2010@hotmail.com)
Cara, você tem um blog de fechar o comércio. As fotos que estão postadas até emocionam a gente, meus parabéns! Sobretudo as fotos do meu Bangu Atlético Clube. Assim sendo o convido também para o nosso blog EDMAR CORREA E SUA GENTE www.edmarcorreaesuagente.arteblog.com.br
Atenciosamente,
Maestro Edmar Correa .'.
05/09/2011
Cara os Flamerdistas tem mais é que engolir estas e muitas outras como por exemplo: maior goleada do Carioca , 24 a 0. Quem mais cedeu jogadores a seleção. Base das melhores seleções 58,62 e 70.
O Botafogo nunca foi time de propaganda e nunca dependeu de árbitros calhordas para ganhar titulos. Quando ele diz que o Botafogo so tem carioca, esquece do Tereza Herrera (Espanha), Commebol (Sul americana), duas vezes brasileiro e unico tetra Rio-São Paulo.
Más "urubú" que tem memória fraca não pode lembrar disto. Xô carniça, vai cuidar dos teus molengas que viraram saco de pancada no Brasileiro. Avaí e Bahia. Que vergonheira!!!
Por Anônimo
04/09/2011
Parabéns pelo acervo de fotos do Santos F.C.. Este blog está ajudando a preservar e regatar a memória do futebol brasileiro.
Grande abraço
Roberto Dias Alvares
31/08/2011
Falta uma foto do Chiqueta velho!heheh.
Por Chiquetinha em "O futebol de Dom Pedrito, minha terra natal".
29/08/11
Ao anônimo: timinho vagabundo é o da Gávea, que só ganha com a ajuda da arbitragem e a conivência da Rede Globo. Saudações botafoguenses!!!
Henrique Pereira - Pelotas (RS)
27/08/11
Caro Nilo
Gostei do blog, ainda mais pelo fato de ter duas fotos pinçadas do meu blog "XICO JÚNIOR E O FUTEBOL DE CANOAS", cujas são do meu acervo particular e me foram cedidas pelo ex-craque do E. C. Cruzeiro, Walter (Valtão) Spiess, obviamente que antes do seu falecimento, e que, na excursão à Europa teve a difícil tarefa de marcar o super craque Di Stefano.
E contam que, durante o jogo o endiabrado Di Stefano toda vez driblava o Valtão e esse, para conter o maior craque de então, teria "batido forte" em Di Stefano que reclamou, dizendo: " Jo soy el grand Di Stefano de la España". Ao que Valtão teria retrucado: "E eu sou o Valtão da Barreto". Chácara Barreto era uma Vila (hoje Bairro) de Canoas-RS.
Por Xico Júnior
21/08/11
Saudações!
Devo dizer que gosto imensamente deste blogue! Pode adicionar o meu link? Eu prometo que retribuo : http://davidjosepereira.blogspot.com
Saudosos cumprimentos!
David J. Pereira
02/08/11
A foto de 1990 é sim do Bangu, mas do Bangú A.C., de União dos Palmares, Alagoas. Eu sou o Presidente e filho do seu fundador, Jorge Peixoto. O clube foi fundado em 1957.
Esse foi o nosso ultimo grande título. Tenho saudades dos grandes craques daquela geração. Para saber mais sobre o Bangú palmarino, é só entrar em http://nacaobanguense.blogspot.com e http://bangupalmarino.blogspot.com
Por Nação Banguense
26/07/11
Sem dúvida, uma bela combinação!
Por Anônimo. (E.C. Pelotas, uma glória do futebol gaúcho)
18/07/11
O Botafogo é um timinho vagabundo, só tem campeonato carioca. Time chorão.
Saudações rubronegras.
Por Anônimo.
10/06/11
Fried com o time de Germânia, em 1914. É preciso que se visite o clube em que começou a sua carreira, em 1909 e depois jogou também em 1911. No ano de 1914, Fried jogou no time paulista do Atlas (somente por um jogo) e Ypiranga.
O. Alexander.
06/06/11
Em Portugal o Paulistano não venceu a Seleção, mas o clube "Casa Pia AC", da Segunda Divisão, segundo o livro "Club Athletico Paulistano: um clube que cresceu com a cidade". (Club Athletico Paulistano, São Paulo, 1970).
Abraço, Oliver.
02/06/11
Ótimo post! Seu blog é fantástico!
Por Anônimo.
05/05/11
Aproveitando o ensejo, mister se faz salientar que o Botafogo só tem o maior número de jogadores cedidos para a Seleção Brasileira, por causa do incidente dos clubes com a CBD para a Copa de 1934.
Por sinal, a pior campanha da história da Seleção Brasileira em Copas do Mundo, que contava com 9 jogadores do Botafogo.
Por ser o único clube carioca que era contra o profissionalismo, o Botafogo jogou em uma liga a parte no Campeonato Carioca no início da década de 30, sem Flamengo, Fluminense, Vasco, Bangu e América. Por isso tornou-se tetracampeão.
Outro ponto curioso sobre o alvinegro: recentemente, o clube teve reconhecido o título da Taça Brasil de 68 como título brasileiro. O clube jogou contra apenas 3 adversários.
Foram 7 jogos, sendo que um deles, ganhou por wo. E o adversário mais forte foi o Metropol, de Santa Catarina, que nem existe mais.
É, "grande importância" tem mesmo o Botafogo para o futebol brasileiro...
Por Diego Moritz.
25/04/11
Tenho sobrenome Fiume, e gostaria de saber se Waldemar Fiume era parente de Emilio Fiume. Espero resposta.
Por Carolini F.G.
02/04/11
Eu gostaria de relembrar aqui um detalhe sempre mencionado pelo antigo jornalista Joao Saldanha. O Brasil só é o unico pais participante de todas as Copas do Mundo de futebol, porque o Botafogo FR se associou a CBD em 1934 para contratar e montar um time que fosse a Copa da Itália.
Este fato, unido a outro, de que o Botafogo é o clube brasileiro com maior numero de titulares nas finais em que o Brasil foi campeao mundial, demonstram a importância historica deste clube para a projeção internacional do nosso futebol.
Osvaldo, Fpolis.
27/03/11
Fiquei muito feliz em encontrar a foto do Brabâncio. Ele é meu avô, e eu não tinha a menor idéia de como ele era. Grata.
Por Vera Maria. (Futebol da Paraíba)
domingo, 28 de agosto de 2011
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Fotos: Acervo da Agremiação Sportiva Arapiraquense
Histórico
Em 1951, Arapiraca tinha como prefeito o Dr. Coaracy da Mata Fonseca. A cidade, ainda pequena, começava a trilhar o caminho do progresso. A feira já começava a se destacar em todo o Nordeste brasileiro. A empresa Camilo Colier estava construindo a estrada de ferro e isso exigia o trabalho de muita gente. E essas pessoas buscavam algum meio de diversão nos dias de folga.
Como não poderia deixar de ser, o futebol estava em primeiro lugar. E a pedido dos funcionários, a direção da empresa resolveu construir um campo de futebol.
Formou-se o time, que obteve o sugestivo nome de Ferroviário, com as cores preto e branco. As tardes de domingo da cidade passaram a ser mais movimentadas, pois seus habitantes tinham lugar certo para ir, o campo da estação.
Mas a construção da estrada de ferro foi concluída. O Ferroviário acabou. A diversão das tardes de Domingo não existia mais. No entanto, empresários e autoridades da cidade não estavam conformados com o vazio provocado pela falta do futebol. Após várias discussões, surgiu, assim, no dia 25 de setembro de 1952, a ASSOCIAÇÃO SPORTIVA DE ARAPIRACA, era "o" ASA que surgia da força empreendedora do Sr. Antônio Pereira Rocha, o primeiro presidente.
O time que nasceu campeão
O primeiro campeonato do qual participou foi o de 1953. E começou com o pé direito. Foi Campeão Alagoano logo na sua primeira participação. O regulamento da competição determinava que o campeão da capital decidiria com o campeão do interior. O ASA, bravamente, venceu o campeonato do interior. O campeão da capital, Ferroviário, no entanto, recusou-se a disputar as partidas finais. A Federação Alagoana de Futebol proclamou o ASA campeão alagoano de 1953 em ato publicado na "Gazeta de Alagoas" do dia 7 de abril de 1954.
A torcida sempre acompanha o clube.
Vice-campeão da Série C de 2009.
2009.
2005. Campeão alagoano.
2003. Campeão alagoano.
2001. Bicampeão alagoano.
2000. Depois de 47 anos de espera, o ASA sagrou-se campeão alagoano pela segunda vez.
1983. Em pé: Jurandi - Paulo Silva - Paulinho Carimbó - ??? - Luis Carlos Gogó e Toninho. Agachados: Almir Palhinha - Zé Carlos Baiano - Norinho e Neco.
Time de 1982.
Ainda 1979/1980.
1979/1980. Em pé: Pompéia - Eribaldo - Paulo Roberto - Paulo Silva - Zeca e Zé Alberto. Agachados: Joãozinho - Adailton - Marcos Itabiana - Carioca e Esquerdinha.
1979.
Excursão na década de 1960
Na década de 60 o ASA ficou conhecido como “Fantasma das Alagoas” em razão das suas brilhantes excursões pelo Nordeste brasileiro, desbancando times da região. Em 1977 a associação passou a ser AGREMIAÇÃO SPORTIVA ARAPIRAQUENSE, continuando a ser o mesmo ASA.
Em 1979 fez excelente campanha no campeonato brasileiro, ficando conhecido nacionalmente pela brilhante classificação para a segunda fase da competição com cinco vitórias consecutivas.
Acebilio foi um craque. Usava a inteligência, evitava os obstáculos, racionalizava o esforço e consagrou um estilo.
Um atleta de futebol com a intensidade exata da força, direção infinitamente correta, sentido rigorosamente certo. Era o equilíbrio físico, técnico e mental representado da melhor forma.
Tudo isso era Acebilio em seus melhores tempos. Viveu sua vida vestindo a camisa do ASA de Arapiraca, onde se sagrou campeão alagoano em 1953 e atuou por 20 anos. Fora do futebol foi professor e sempre soube manter suas amizades.
Sebastião Siqueira da Silva, o Cecé, era Pernambucano, mas Arapiraquense de coração. Começou sua carreira no ASA em dezembro de 1952 e um ano depois conquistou o Campeonato Alagoano, sagrando-se a revelação da competição.
O jogador ficou conhecido como “O Arataca”, pois era um jogador técnico, com chute forte e se deslocava com muita facilidade,
1953.
1953. Com as faixas de campeão
O título alvinegro de 1953, apesar de ser do conhecimento dos torcedores que comemoraram a conquista, acabou sendo esquecido pela mídia. Há que ser lembrado que Arapiraca em 1953 era apenas a sexta maior cidade do Estado de Alagoas (hoje é a segunda maior) e não tinha emissoras de rádio ou jornais. E acabou acontecendo a velha máxima de que uma mentira de tanto ser repetida acaba se tornando "verdade". No caso, a mentira era o título do Ferroviário da capital, amplamente divulgado.
No entanto, o cidadão arapiraquense Dr. José Pereira Neto, já na década de 90, trouxe a prova do esquecido, pela mídia, título de 1953, ao pesquisar e redescobrir a Gazeta de Alagoas com o ato homologatório de 1953. O ato que colocou o ASA de Arapiraca na lista dos campeões alagoanos está exposto no Museu dos Esportes do Estádio Rei Pelé. Graças a esse primeiro título, o ASA também ficou conhecido como "O time que já nasceu campeão".
1953. O ASA conseguiu seu primeiro título após vencer o campeonato do interior e o Ferroviário, vencedor do torneio da capital recusar a disputar as partidas finais.
terça-feira, 26 de julho de 2011
O "Mecão" potiguar
Histórico
O América Futebol Clube foi fundado em 14 de julho de 1915, na residência do juiz Joaquim Homem de Siqueira, situada na Rua Vigário Bartolomeu. Seu primeiro presidente foi o amazonense radicado em Natal, Francisco Lopes de Freitas. Curioso saber que as cores iniciais do time eram o azul e o branco, e não o vermelho e o branco atuais.
A oficialização jurídica do clube tem uma história curiosa. Sobre isto, existe uma versão que diz que o então Coronel Júlio Canavarro de Negreiros Melo, no dia 3 de junho de 1918, furou a única bola que o clube tinha para treinar e jogar, tendo sido o América obrigado a possuir personalidade jurídica para poder entrar com uma ação indenizatória. Para tanto, os Estatutos foram registrados pela primeira vez no dia 3 de julho de 1918, no Primeiro Ofício de Notas, em documento assinado pelo então presidente Oswaldo da Costa Pereira.
Os jogadores do América eram provenientes do bairro da Cidade Alta. Nos seus primeiros sete anos de existência, os recursos financeiros do clube vinham em grande parte do bolso de Aguinaldo Tinôco, um dos seus fundadores e que também era zagueiro e capitão do time.
O primeiro título americano veio em 1919. Foi o primeiro campeonato de futebol promovido pela Liga de Desportos Terrestres no estado. Três anos mais tarde, o clube conquistou seu segundo troféu e em 1926, abriu o caminho para o primeiro bicampeonato da competição. Na década de 50, a equipe alvirrubra repetiu o bom desempenho em competições estaduais, conquistando o bicampeonato em mais duas ocasiões: 1951, 1952 e 1956, 1957.
Nos anos 70 a equipe natalense marcou presença em campeonatos brasileiros. Em 1973, ganhou o troféu Norte-Nordeste, também conhecido como Taça Almir. Neste mesmo ano, disputando a primeira divisão do brasileiro, ficou em 25º lugar, dentre os 40 times que disputavam a competição. A partir de 1979, o clube iniciou a sua maior série de vitórias no campeonato estadual, sendo tetracampeão.
O América voltou a ser notícia no cenário do futebol brasileiro, nos anos 90. Em 1996, Liderado pelo habilidoso meia Moura, a equipe do Rio Grande do Norte conquistou o vice-campeonato nacional da segunda divisão, estando no ano seguinte entre os principais clubes do Brasil. Em mais uma demonstração de força, a equipe potiguar venceu a Copa do Nordeste de 1998, derrotando o Vitória-BA na final por 3 a 1.
No ano 2000 o time chegou às quartas de final da Copa do Brasil, desclassificando entre outras equipes o Sport, em plena Ilha do Retiro.
O amargo descenso de 2004 à Série C culminou numa ascensão meteórica, jamais vista no futebol brasileiro. Após conseguir o acesso para a Série B em 2005, o América fez uma grande campanha em 2006 e ficou em quarto lugar, posição que o garantiu no Brasileirão de 2007.
FUNDADORES
Quanto ao número de fundadores do América Futebol Clube, existem duas versões. A primeira, origina-se de uma carta em resposta a uma solicitação do ex-Presidente do clube, o desportista José Rodrigues de Oliveira, enviada pelo então Juiz de Direito da cidade de Acari, dr. Oscar Homem de Siqueira, um dos fundadores do clube e seu ex-Presidente, na qual nominou como 25 o número de fundadores do América.
A segunda, é a informação prestada pelo esportista Carlos Fernandes Barros, também fundador e ex-Presidente do América, ao desportista Gil Soares de Araújo, hoje com 97 anos de vida e ainda de memória prodigiosa, ex-atleta do América no passado distante, além de representante do Clube por alguns anos junto à Federação, afirmando que foram 27 os fundadores, cuja informação, Gil Soares divulgou na edição de “O POTI” de 11/09/1983.
Assim, ambas as informações, com o total geral de 34 fundadores do América deve merecer acatamento, oferecidas que foram por dois homens públicos do mais alto nível e conceituados em todo o Estado do Rio Grande do Norte, além de americanos fervorosos, e a quem o América ficou devendo uma larga e inestimável folha de serviços.

"Boca do Dragão". Em resposta ao sucesso de seu maior rival, o ABC, dono do "Frasqueirão", como é conhecido o Estádio Maria Lamas Farache, localizado entre os espigões de Ponta Negra, o América, vai construir nas proximidades da BR-304, entre Natal e Macaiba, na Região Metropolitana de Natal seu trunfo de concreto, bem maior que o do rival, com capacidade de 55 mil torcedores. Será maior do que o Machadão. Contará ainda com 8 elevadores, bares, espaço reservado para exploração comercial e restaurante. Deverá, segundo os dirigentes do clube, ser um marco para a arquitetura da Grande Natal.
Sede própria.
Ubirajara.
Souza.
Saquinho.
Scala.
Moura, o "Principe Negro".
1998. Taça do Nordeste.
Hélcio Jacaré, o maior ídolo da era "Castelão".
1982. Ivan Silva, capitão do título, carregado pela torcida.
1982. Tetra Estadual. Em pé: Arturzinho - Saraiva - Lúcio - Ivan Silva - Rafael - Baltazar e Vassil. Agachados: Curió - Ailton - Silva - Gilson e Severino.
1979-1980-1981. Tricampeão Estadual. Em pé: César - Ivan - Jailson - Lúcio - Baltazar e Vassil. Agachados: Sandoval - Norival - Militão - Didi Duarte e Severinho.
1975. Bicampeão Estadual. Em pé: Ivan Silva - Ubirajara - Zeca - Odélio - Mário Braga e Olimpio. Agachados: Reinaldo - Pedrada - Washington - Hélcio Jacaré e Ivanildo.
1974-1975. Bicampeão Estadual.m pé: Otávio - Ivan Silva - Mário Braga - Djalma - Edinho e Cosme. Agachados: Macarrão (massagista) - Jangada - Garcia - Santarém - Santa Cruz - Hélcio e Reinaldo.
1973. Campeão da Taça Almir.
1971.
Assis e Pancinha.
1967. Campeão Estadual. Em pé: Lolô - Paulo Tubarão - Bagadaão Biu - William - Arandir - Dedê - Rui - Souza - Eliezer e Rodrigues. Agachados: Macarrão (massagista) - Magno - Assis - Nazareno - Pancinha - Véscio e Valdir.
1966. Copa Norte-Nordeste de Ftsal. Em pé: Salvador Lamas - Dwight - Assis - Jorge Moura - Bira Mota - Zé Silum e Macarrão. Agachados: Washington - Bel - Toinho - Dodoca - Arturzinho - Totinha e Eunélio.
1957. Campeão Etadual. Em pé: Chico - Mauricio - Papagaio - Edvaldo - Marçal e Mauro. Agachados: Gilvandro - Juarez - Cezimar - Saquinho e Wallace.
1919. Time que conquistou o primeiro título americano.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
A Locomotiva Grená

Histórico
A Desportiva Capixaba é um clube de futebol da cidade de Cariacica, no Espírito Santo. Fundada no dia 17 de junho de 1963 com o nome de Desportiva Ferroviária (na época administrada pela Companhia Vale do Rio Doce), é um dos principais clubes do Espírito Santo. Possui 16 estaduais, 1 Série B de 2005 e uma Copa Espírito Santo de 2008, entre outro títulos menores, além é claro de participações na Série A do Brasileirão. Também possui de acordo com as pesquisas a segunda maior torcida entre os clubes capixabas. É conhecida como “Grená”, “Locomotiva” e “Tiva”.
O clube nasceu Associação Desportiva Ferroviária Vale do Rio Doce, em 17 de junho de 1963, como resultado da fusão de Vale do Rio Doce, Ferroviário, Cauê, Guarany, Valeriodoce e Cruzeiro, todos formados por ferroviários da Companhia Vale do Rio Doce. Foi a própria diretoria da empresa que tomou a iniciativa de fomentar a união, pois seus funcionários viviam à porta dos diretores pedindo ajuda para os cinco clubes isoladamente.
A primeira diretoria da Desportiva Ferroviária foi formada por João Carlos F. Linhares, presidente de honra; José Coradini, presidente executivo; Ludgero César Sarcinelli Garcia, vice-presidente; Lino Santos Gomes, assessor; além de mais 33 pessoas, todas estas com funções subalternas.
Em 1964 o clube da Vale do Rio Doce conquistou seu primeiro estadual, o primeiro de muitos que viriam pela frente. Em 1965 repetiu a dose.
Para incentivar a união, a companhia prometeu – e depois cumpriu – construir um estádio e doá-lo ao novo clube. Assim, surgiu o Estádio Engenheiro Araripe em 1966, em Jardim América, Cariacica (ES), então com capacidade para 36 mil torcedores.
Em 1967 voltou a ser campeão capixaba, feito que também se repetiu em 1972. Em 1973 a “Tiva” estreou na elite do futebol brasileiro, sendo que o representante do Espírito Santo ficou em 27° lugar no geral. Em 1974 foi campeã capixaba em cima do Rio Branco, tendo direito de disputar o Brasileirão mais uma vez no ano de 1975, onde fez uma campanha fraca, ficando na 37° posição.
Voltou a ser campeã capixaba em 1977 e ficou em uma posição ruim em 1978. Conquistou um tricampeonato capixaba entre 1979 e 1981, voltando a conquistar o “Capixabão” em 1984, quando foi campeão vencendo o Rio Branco por 2 x 0 no quadrangular final. Em 1986 repetiu a dose e venceu o campeonato.
Em 1989 ganhou mais um “Capixabão”, época em que os times do interior começavam a ter o domínio dos títulos. Disputou a sua primeira Copa do Brasil em 1990, quando foi eliminada na primeira fase pelo Botafogo.
A Desportiva sempre revelou bons jogadores nas suas divisões de base. As duas principais revelações do grená já vestiram a camisa da Seleção Brasileira: o meia Geovani e o ponta-esquerda Sávio. Ambos começaram nas escolinhas do clube de Jardim América. Geovani nasceu em Cariacica, pertinho da sede do Desportiva e foi lançado aos 16 anos no time profissional. É o maior ídolo da história do clube. Sávio deixou a Desportiva mais cedo, aos 14 anos, indo para o Flamengo, onde projetou-se a ponto de chegar à Seleção Brasileira.
Os anos 90 marcaram uma nova fase na era da Desportiva, mas antes o clube fez boas campanhas, ganhando os títulos de 1992, 1994 e 1996.
A “Locomotiva Grená” fez uma excelente campanha na Série B de 1998, passando pela primeira fase, eliminando a Tuna Luso, passando pela terceira fase e chegando ao decisivo quadrangular final, onde disputou o acesso pau-a-pau com o Gama, Botafogo-SP e Londrina. O clube grená tentou muito, mas não conseguiu o acesso, que foi impedido após ser goleado pelo Botafogo no Santa Cruz por 5 x 1.
Em maio de 1999 após longas negociações, a Desportiva Ferroviária anunciou o início de uma nova fase em sua história: a de clube-empresa, conforme a Lei Pelé, vendendo 51% de suas ações para o grupo Frannel, de derivados de petróleo, e passando a chamar-se Desportiva Capixaba S.A. O clube passou a ser comandado por Marcelo Villa-Forte, no qual o clube começou o seu calvário.
Em 1999 o clube grená fez péssima campanha na Série B, mas não rebaixou por conta da bagunça ocorrida no campeonato. A má campanha se repetiu em 2000, mas ao mesmo tempo ganhou o estadual.
Em 2001 não conseguiu ser campeão capixaba e foi rebaixado para a Série C do Brasileirão, juntamente com o também capixaba Serra. No ano seguinte foi rebaixada em pleno “Capixabão”, voltando em 2004 após o vice campeonato de 2003, perdendo o título para o Vilavelhense. O clube estava sem dienheiro e em dívidas.
Em 2005 se licenciou das competições, tendo que disputar a Segunda Divisão em 2006, onde foi eliminada ainda na primeira fase do torneio, parecia o início do final daquele clube tradicional do futebol brasileiro.
Mas em 2007 o clube grená teve uma reviravolta, conseguiu o acesso e chegou até a final contra o Rio Bananal, vencendo por 3 x 1 no Engenheiro Araripe com mais de 15 mil grenás no estádio, assim conquistando o título da Segunda Divisão do Espírito Santo.
Em 2008 contou com o reforço de Sávio, revelado pelo clube e ex-jogador do Flamengo e Real Madrid-ESP. Porém o brilho do atacante no clube não adiantaram muita coisa, já que o clube lutou contra o rebaixamento, mas acabou por escapar do descenso. No mesmo ano de 2008 disputou a Copa ES e fez uma grande campanha, chegando ao título do torneio em cima do maior rival Rio Branco no Engenheiro Araripe lotado, garantindo vaga na Copa do Brasil de 2009.
No ano de 2009 também fez uma pífia campanha no estadual, não conseguindo nem manter a grandeza da equipe, senda eliminada na primeira fase, já na Copa do Brasil teve insucesso e foi eliminada precocemente pelo Fortaleza.
Em 2010 sufoco para a torcida grená, já que mesmo com os gols de Zé Afonso pela Desportiva, a “Locomotiva” foi rebaixada novamente para a segunda divisão, porém entrou nos tribunais para vencer o Espírito Santo de Anchieta. A briga se arrasta até hoje, mas está prevalecendo o rebaixamento da tradicional equipe de Cariacica.
Estádio Engenheiro Alencar de AraripeLocal: Cariacica (ES)
Capacidade: 20.000 pessoas
Inauguração: 16 de janeiro de 1966, no jogo Desportiva 0 x 3 América (RJ)
Primeiro Gol: Roberto Almeida, da Desportiva (contra)
Recorde de Público: 27.600 pagantes, no jogo entre Flamengo 0 x 1 Vitória, em 1995
Propriedade: Desportiva Capixaba
Observação: Alencar de Araripe foi engenheiro da Vale do Rio Doce e morreu antes da construção do estádio. Jardim América é o bairro em que o estádio fica localizado
2008. Campeã da Copa Espirito Santo.
2007. Campeã da Segunda Divisão Capixaba.
2000. Campeã capixaba.
Entrada no gramado do Estádio Engeneheiro Araripe, no final dos anos 90.
1996. Campeã capixaba.
1994. Campeã capixaba.
1992. Campeã capixaba.
1986. Campeã capixaba.
1984. Campeã capixaba.
1974. Campeã capixaba.
1964. Campeã capixaba.
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