segunda-feira, 16 de julho de 2018

Futebol de Ibicaraí (BA)

FOTOS E TEXTOS REPRODUZIDOS DO BLOG FUTEBOL DE IBICARAÍ, DE SANDOVAL NOVAIS

Time do Sport Club Vera Cruz, início da década de 1930. (Foto: Arquivo de Waldir Montenegro)

Com o futebol difundido no país, há relatos que, aproximadamente em 1934, foi construído o primeiro campo de futebol em Ibicaraí, na época ainda com o nome de Palestina, situado no local onde hoje é a Igreja Matriz do Senhor Menino, nas terras de propriedade de Antônio Joaquim. O campo teve pequena duração, de 1934 até 1940 aproximadamente, e lá aconteciam às primeiras partidas de futebol na localidade.

Time de futebol na década de 1940. Sem identificação. (Foto: Arquivo de Waldir Montenegro)

Clube Ibicaraí Esportes, em 1947, ainda no tempo que a cidade se chamava Palestina. (Foto: Arquivo de Nivaldo Melo)

Em 1940 o campo de futebol foi transferido para outro terreno cedido pelo senhor José Cachoeira. Neste local não havia nenhuma construção em suas proximidades. Era situado exatamente em frente, onde hoje esta construída a Igreja Adventista do Sétimo Dia.

Seu acesso se dava pelo começo da antiga Rua Jacaré (atual Tiradentes). Nesta época tinha o Clube Ibicaraí Esporte, mas o Clube Atlético era o grande time, onde atuavam o goleiro Milton Lavigne, Raimundo Neves, Alípio Caldas, Álvaro Alpoim, Wabi, Carlos Lavigne, Antônio Bahia (ponta direita, exímio driblador e goleador). Não esquecendo o ponteiro Vitrola vindo de outras paragens, bem como Duca, Pedro Pardinho, José de Júlio e tantos outros.

Passado alguns anos a família Cachoeira transferiu por venda sua fazenda a outro proprietário e este não mais, permitiu que se praticasse o futebol naquele local. Os amantes do futebol passaram a praticar no outro lado do Rio Salgado em campo já existente na fazenda São Salvador, de propriedade do Senhor Ursulino Teixeira de Nascimento, onde apelidaram de "Teixeirão".

Lá foram disputados jogos memoráveis, e o que se tem registro, foi o titulo do Ibicaraí Esporte Clube em 1949, com a seguinte formação: Osmar Estrela, Antônio Macário, Satu, Nivaldo Melo, Valdo, Pepê, Washington e os irmãos Carmecito e Vivaldo Maciel. O treinador naquela oportunidade era Boaventura, veterano que saiu do futebol itabunense.

Fluminense, de Raimundo Esteves, em 1958. Em pé: Raimundo Esteves - Carlito - João Neri -  Edvaldo - Antônio Fosco - Zé Esteves - Carlito 2º - Carlos e Walter. Agachados: Braço - Batucada - Rodrigo - Egdemo e Geraldo. (Foto: Arquivo de Maradona Esteves)

Já em 1951, o Fluminense, de Raimundo Esteves, jogando no "Texeirã" teve seus momentos de glórias. Em 1954, a "Pérola" sob a Presidência de Euclides Rosalino dos Santos sagrou-se campeão com a seguinte formação: Carlito, Edwaldo Costa, Nivaldo Melo, Valdo, Mendonça, Nailton, Carmecito, Carlos Sena, João Bahia, Noca, Betinho e Gaduca.

Em 7 de setembro de 1953 fundou-se a Liga Ibicaraiense Litero Esportiva, com as seguintes equipes: Pérola, de Euclides Rosalino; Ibicaraí Esporte Clube (origem dos alfaiates); Fluminense (origem sapateiros); Flamengo (origem dos comerciários); Juventus (Duca Dentista); São Salvador (da fazenda do mesmo nome); Santa Terezinha (dos Coquinhos) e Palmeiras, de Floresta Azul. 

Dentre os presidentes podemos destacar Atanagildo Morais de Assis, Euclides Rosalino dos Santos, Nicécio Bráulio Dantas, Nelson Monteiro Ferreira, Almir de Souza Luz e José Neri de Santana eleito três vezes.

Decorridos alguns anos o senhor Euclides Rosalino dos Santos, já engajado ao desenvolvimento do futebol junto a tantos outros entusiastas, resolveu adquirir um terreno ao senhor Abdalla Temer Habib para a construção de um novo campo, cujo local hoje é o "Estádio Euclides Rosalino dos Santos". 

Flamengo, de Hercílio Nunes. (Foto: Arquivo de Nivaldo Melo)

Tivemos em 1958, a campanha marcante do Flamengo, de Hercílio Nunes no velho campo de Ursulino Teixeira com os seguintes jogadores: Titia (goleiro extraordinário), Salvador Borges, Dida (irmão de Miu), Nivaldo Melo, Boca Rica, Orlando Mãozinha, Gajé, Miu Alfaite, Nelson Papo, Humberto e Domingos Fininho. 

Neste mesmo ano, no dia 6 de outubro, tivemos a fundação da Associação dos Estudantes Secundários de Ibicaraí (AESI), que se filiou a L.I.L.E. e disputou alguns campeonatos.

Em 1970, foi dado inicio a construção do muro do campo. Antes disso tinha um muro feito de taipá, (barro e vara) idealizado por Nicécio Bráulio Dantas. Graças a sua iniciativa pôde ser concretizado este sonho. 

A pedra fundamental foi colocada pelo professor Oscar de Queiroz  Matos, quando na oportunidade assumiu o Poder Executivo.

Construção do "Estádio Euclides Rosalino dos Santos. (Foto: Arquivo de Murilo Benevides).

Em 24 de julho de 1972 em sessão extraordinária, a diretoria da Liga Ibicaraiense Litéro Esportiva, reuniu-se sob a presidência do seu presidente José Neri de Santana, representantes dos clubes filiados, e diretores, além do então prefeito Raimundo Cordeiro de Almeida, cujo teor da reunião era para que se fizesse um convênio entre o Governo do Estado e a Prefeitura Municipal, para ampliação e obras de melhoramento do estádio municipal de futebol.

E isso só seria possível, se a área que correspondia o mesmo passasse ao patrimônio municipal. Esta era uma das exigências da Secretaria do Trabalho e do Bem Estar Social (SETRABES). 

Os representantes de clubes filiados a Liga, outorgaram plenos poderes para que o presidente da Liga Ibicaraiense Litéro Esportiva, fizesse a doação do terreno com as benfeitorias através de Escritura Publica, constando que a administração do Estádio, continuaria a ser gerida pela Liga Ibicaraiense Litéro Esportiva, organizando torneios, campeonatos, jogos amistosos e demais competições esportivas. 

Em 22 de outubro de 1972 foi inaugurado o Estádio com a construção de 30 metros de arquibancadas com capacidade para 1.000 pessoas, alambrados, muretas, vestiários para os atletas, sanitário público e revisão do gramado. 

Em homenagem a um dos maiores desportistas de todos os tempos passou a se chamar "Estádio Euclides Rosalino dos Santos". De lá pra cá, o "Euclidão", como e chamado carinhosamente pelos desportistas locais, testemunhou belos espetáculos futebolísticos, proporcionados por grandes craques daqui, e vindos de outras cidades.

"Estádio Euclides Rosalino dos Santos", na década de 1970. (Foto: Arquivo de Murilo Benevides).

EQUIPES NA HISTÓRIA

Bela Vista – 1986. Em pé: Celso – Nozinho – Guilherme – Domingos - João Branco - Raimundo Kipar e Toito. Agachados: Zeca Branco – Dino – Badega – Nilton - João Sete e Pide. (Foto: Arquivo Elpidio Bispo)


Independente – 1977. Em pé: Péricles – Pimba – Cochise – David – Paty – Cordeirinho - Carlos Pereira – Eros e Ivanzinho. Agachados: Paulo Vagal - Carlinhos de Pidunga - Dica de Bonifácio – Geninho – Dedeza - Washington de Bonifácio e Bananinha. (Foto: Arquivo Péricles Batista)


Palestina – 1975. Em pé: Zezinho – Picolino – Geraldão – Josué - Neto e Bob Nelson. Agachados: Filemon – Val – Dadá - Zé Carlos e Tinho. O menino Adilson, filho de Dadá. (Foto: Arquivo Dadá Cardoso)



Esporte Clube Juventus – 1973. Em pé: Bujão – Machado - Zé Mamão - Tonho Mota – Ismênio - Tonho Jibóia - Luiz Ceplac - Castelo e Afonso Pimenta. Agachados: ??? – Mario – Cordeirinho -Paulo Caimbá - Mirialdo e Gerson. (Foto: Arquivo de Murilo Benevides)

Arsenal Futebol Clube – Campeão de 1968. Em pé: Mil - Cosme Protásio – Messias – Anchieta - Antônio Couto - Vando e Naldinho. Agachados: Benigno da Silva – Crente – Fofo - Orlando Borges e Antônio Burrinha. (Foto: Arquivo Miu Alfaiate)

Centro Esportivo Municipal (CEM), em 1958. Em pé: Chico Guenen – Vando – Eduardo – Bebé – Nininho - Sergipe e Adelmo. Agachados: Vardo - Boca Rica - João Calazans - Nelson Papo e Egdemo. (Foto: Arquivo de "Miu Alfaiate").

Pérola Futebol Clube – 1957. Em pé: Edivaldo - Nivaldo Melo – Valdo – Calixto – Mendonça -  Nailton e Carmecito. Agachados: Carlos Sena - João Bahia – Noca - Betinho e Gaduca. (Foto: Arquivo de Nivaldo Melo)

Ibicaraí Atlethico Club – 1952. Em pé: Vavá de Chicão – Mil – Djalma - Washington e Fininho. Agachados: Deusdete - Antônio Barreto – Ives - Rodrigo e Zé Esteves. Deitado: o goleiro Edson Marciel. (Foto: Arquivo de Miu Alfaiate)

domingo, 15 de julho de 2018

O maior time do mundo

Francisco Vares, o Chico Vares, fez os seis gols do Inter no Gre-NAL de 6 X 1 em 30 de Julho 1916, na Chácara dos Eucaliptos. Nessa foto de 1911 (apenas ilustrativa) ele ainda jogava no Pelotas.

Gre-Nal nos anos 20

Estádio dos Eucaliptos ou Ildo Meneghetti (Presidente do Inter na época). A inauguração foi em 15 de março de 1931, com um Gre-Nal, vencido pelo Internacional por 3 X 0, gols de Javel.

1941. Em pé: Júlio - Macedo - Assis - Alfeu - Alvaro, Pedrinho - Magno e Lery. Agachados: Moacir, Tesourinha, Russo, Marques, Ruy, Carlitos, Castilhos e Toreli.

Time de 1944. Em pé: Ivo Winck - Nena - Viana - Ávila - Alfeu e Abigail. Agachados: Tesourinha - Vilalba - Adãozinho - Eliseu e Carlitos.

1945. Em pé: Nena - Ivo Winck - Viana - Ávila - Ilmo e Alfeu. Agachados: Tesourinha - Ruy Motorzinho - Adãozinho - Eliseu e Carlitos.

1946. Tesourinha e Adãozinho.

Tesourinha, (Osmar Fortes Barcellos) jogou no Internacional de 1939 até 1949 fez 179 gols.

1948. Jogo em comemoração ao Bi-Campeonato Gaúcho, amistoso contra o Botafogo, no Rio de Janeiro. Em Pé: Ivo - Nena - Maravilha - Alfeu - Viana e Abigail. Agachados:Tesourinha - Ghizzoni - Adãozinho - Villalba e Carlitos.

Carlitos, Ruy, Tesourinha, Maravilha e Ávila recebem orientações do técnico Carlos Volante (treinador argentino que ficou no Internacional em 1947 e 1948).


1952. Oreco, Milton e Florindo.



Luizinho, Jerônimo e Bodinho num treino em Salvador para o Torneio Régis Pacheco em 1953. Ao fundo o técnico, Teté.

1963 José Pinheiro Borda era Português chegou ao Brasil em 1929.  Presidente da Comissão de Obras do Beira-Rio. Em julho 1963, lançou a pedra fundamental. Dali em diante, diariamente era visto no canteiro de obras.



1964. Jorge Andrade.

Luiz Carlos Scala, zagueiro colorado nos anos 1960..

1968. Laurício, Scala, Pontes, Jorge Andrade e Élton formando barreira no Gre-Nal de 0 X 0 no Olímpico, pelo "Robertão".

Haílton Corrêa de Arruda o Manga, defendeu o Internacional de 1974 até 1977. 

Luís Carlos Melo Lopes, o Caçapava, atuou no Internacional de 1973 a 1979.

Anos 1970. Figueroa, 320 jogos e 26 gols com a camisa rubra, fizeram do grande zagueiro um dos maiores jogadores de todos os tempos do futebol gaúcho. (Fonte: Museu da Pelada)

Dadá Maravilha (Dario) fez 36 gols atuando no inter de 1976  a 1977.  

1980. Falcão.

Rúben Paz chegou ao Inter em 1982.

Dunga foi revelado no Inter em 1983.

Vagno Célio do Nascimento Silva ou Célio Silva, jogou no Colorado de 1991 a 1993 (Foto de 1992 antes da partida contra o Palmeiras em SP).



sábado, 16 de junho de 2018

Do túnel do tempo

Comercial, de Ribeirão Preto, em 1919. (Fonte: Revista "Fon-Fon")

Foto rara de 1919. Seleção da Liga Sportiva Fluminense - RJ. (Fonte: Revista "Vida Sportiva")

Os times do América, de Curitiba e Operário, de Ponta Grossa, em jogo realizado no ano de 1919. O time da capital ganhou por 4 X 0. (Fonte: Revista "Vida Sportiva")

Fênix (sem o ano) perfilado no campo do Luso Brasileiro (Rua do Passeio) (Fonte: "Futebol Maranhense")

sábado, 5 de maio de 2018

Os 10 estádios mais antigos do Brasil

Exclusivo levantamento feito pelo site “Faro de Gol” mostra os estádios mais antigos do país. Eles ficam em Pelotas, Belém, Curitiba, Bagé, Rio de Janeiro, Santos e Santana do Livramento. Veja abaixo.

1 - Boca do Lobo, do E.C. Pelotas, de Pelotas-RS. Inauguração: 25 de outubro de 1908, com o jogo Pelotas X Rio Grande. Capacidade: 23 mil lugares. Público recorde: 23 mil torcedores, no jogo Pelotas 2 X 3 Grêmio, em 2010. Em 1994, sediou amistoso do Pelotas contra a Rússia, que meses depois viria a enfrentar o Brasil na Copa do Mundo.

2 – Curuzu, do Paysandu, de Belém-PA. Inauguração: 14 de junho de 1914, com o jogo Paysandu 1 X 2 Remo. Nome oficial: Leônidas Sodré de Castro. Capacidade: 16 mil lugares. Público recorde: 18 mil torcedores, no jogo Paysandu 4 X 0 Avaí, em 2001. As ruas do bairro onde fica o estádio receberam na virada dos séculos 19 e 20 nomes em alusão à Guerra do Paraguai. Curuzu, a rua do estádio, refere-se à “Batalha de Curuzu”, enquanto o próprio Paysandu é uma homenagem a cidade uruguaia de um dos conflitos.

3 - Arena da Baixada, do Clube Atlético Paranaense, de Curitiba-PR. Inauguração: 6 de setembro de 1914, com o jogo Internacional-PR 1 X 7 Flamengo, do Rio de Janeiro. Nome oficial: Joaquim Américo Guimarães. Capacidade: 42 mil torcedores. Público recorde: 39 mil, no jogo Austrália 0 X 3 Espanha, pela Copa do Mundo de 2014. O estádio é mais antigo que o próprio Atlético, fundado em 1924, que herdou a casa do Internacional, time que o originou.

4 - Estrela D’Alva, do Guarany F.C., de Bagé-RS. Inauguração: 13 de junho de 1915. Nome oficial: Antônio Magalhães Rossel. Capacidade: 10 mil torcedores.

5 - Figueira de Melo, do São Cristóvão F.R., do Rio de Janeiro. Inauguração: 23 de abril de 1916, com o jogo São Cristóvão 1 X 1 Santos. Nome oficial: Ronaldo Nazário de Lima, desde 2013. Capacidade: 800 torcedores. Público recorde: 19 mil, no jogo São Cristóvão 2 X 3 Vasco, em 1926. O Santos adotou o uniforme branco inspirado no São Cristóvão, após o amistoso que marcou a inauguração do estádio.

6- Vila Belmiro, do Santos F.C., de Santos-SP. Foi inaugurado em 22 de outubro  de 1916, com o jogo Santos 2 X 1 Ypranga. Nome oficial: Urbano Caldeira. Capacidade: 16 mil torcedores. Público recorde: 32 mil, no jogo Santos 0 X 0 Corinthians, em 1964. Em 1955, foi o primeiro estádio do Brasil a ter um jogo televisionado ao vivo, no clássico Santos 3 X 1 Palmeiras, pelo Paulistão, exibido pela TV Record para São Paulo.

7 – Baenão, de propriedade do Clube do Remo, de Belém-PA. Foi inaugurado em 15 de agosto de 1917, com o jogo Reserva Naval X Seleção da Liga Paraense de Foot-Ball. Nome oficial: Evandro Almeida. Capacidade: 17 mil torcedores. Público recorde: 33 mil pessoas, no jogo Remo 5 X 2 Paysandu, em 1976. O nome foi herdado da rua onde está o estádio, a Travessa Antônio Baena.

8 – Laranjeiras. Do Fluminense F.C., do Rio de Janeiro. Inaugurado em 11 de maio de 1919, com o jogo Brasil 6 X 0 Chile. Nome oficial: Manoel Schwartz. Capacidade: 8 mil torcedores. Público recorde: 25 mil pessoas, no jogo Fluminense 3 x 1 Flamengo, em 1925. O estádio foi palco do primeiro jogo da Seleção Brasileira, 2 X 0 sobre o Exeter City, da Inglaterra. A última vez que foi utilizado em jogos oficiais do Fluminense foi em 2003.

9 - Estádio Ulrico Mursa,da Portuguesa Santista, de Santos-SP. Foi inaugurado em 5 de dezembro de 1920, com o jogo Portuguesa Santista 6 X 0 Sírio, de São Paulo. Tem capacidade para 7 mil torcedores. Público recorde: 12 mil pessoas, no jogo Portuguesa Santista X Corinthians, em 1952. Um dos maiores beneméritos da Portuguesa, o engenheiro Ulrico Mursa doou o terreno onde o clube construiu o estádio, e por isso foi homenageado com seu nome no batismo.

10 - Estádio João Martins, do E.C. 14 de Julho, de Santana do Livramento-RS.Inaugurado em 13 de abril de 1921. Capacidade: 7 mil torcedores. É o estádio do terceiro clube mais antigo em atividade no Brasil, fundado em 1902, dois anos depois do S.C. Rio Grande-RS e Ponte Preta. Em 1995, foi local de preparação da seleção brasileira para a Copa América. (Foto: Jornal "A Platéia")