quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Lembranças do passado

 1963. Paladino Futebol Clube, de Santa Rosa. Em pé: Germano Wust (presidente) - Wilson Codinotti (técnico) - Neri - Lauro Fenner - Nique - Júlio - Ernâni - Décio - Nino - Napoleão e Zeferino Soares (dirigente) . Agachados: ??? - Adão - ??? - Charles - Nely e Ney Silva. (Fonte: Blog do Aliança, de Santa Rosa)

1956. Esporte Clube Aliança, de Santa Rosa. Em pé: Nique - Décio - Sabiá - Diomarte - Marçal e Pingo. Agachados: Bogado - Adãozinho - Penicilina - Magre e Alceu. (Fonte: Blog do Aliança, de Santa Rosa)

 1919. S.C. Rio Grande. (Fonte: Revista "Vida Sportiva)


 1918. Esporte Clube Cruzeiro, de Porto Alegre (Fonte: Revista "Vida Sportiva")


1913. Lance de um jogo entre Guarany e Grêmio Portoalegrense, no Estádio "índio", em Bagé.

1913. Lances de um jogo entre Grêmio X Guarany, de Bagé, na Baixada.

1912. Primeira equipe formada pelo Riograndense, de Santa Maria.
      
1910. Guarany Foot Ball Club, de Bagé. (Fonte: Arquivo de Iba Mendes)

1902. 14 de Julho, de Santana do Livramento.

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Relíquias do futebol gaúcho

Pórtico do Estádio Ari Rodrigues ("Toca da Onça"), do Fluminense Futebol Clube, de Santana do Livramento. (Foto: Fernando Gomes/Jornal "Zero Hora", de Porto Alegre)

Fachada do Estádio Parque dos Álamos, do Sá Viana, de Uruguaiana (Foto: Fernando Gomes/Jornal "Zero Hora", de Porto Alegre)

Frente do Estádio Miguel Copatti, do Armour Futebol Clube de Santana do Livramento. (Foto: Fernando Gomes/Jornal "Zero Hora", de Porto Alegre)

Vista interna do Estádio Honório Nunes, do Grêmio Santanense. (Foto: Fernando Gomes/Jornal "Zero Hora", de Porto Alegre)

Estádio Felisberto Fagundes Filho, em Uruguaiana. (Foto: Fernando Gomes/Jornal "Zero Hora", de Porto Alegre)

2016. Lance de um jogo entre G.E. Bagé e Grêmio Portoalegrense B, pela Copa José Luis Barreto. (Foto: Jornal "Folha do Sul", de Bagé)

2012. Lance de um jogo entre 14 de julho, de Livramento e Riograndense, de Santa Maria, pela Copa FGF. (Foto: Jean Pimentel/Jornal "Zero Hora", de Porto Alegre)

2004. Lance de um jogo entre 15 de novembro, de Campo Bom (RS) e Santo André (SP), pela semifinal da Copa do Brasil. (Foto: Paulo Frankenf/Jornal "Zero Hora", de Porto Alegre)

2004. Ulbra, de Canoas, final do Gauchão contra op Internacional, de Porto Alegre. (Foto: Valdir Friolim/Jornal "Zero Hora", de Porto Alegre)

2004. Lance de um jogo entre Uruguaiana e Internacional, de Santa Maria, pela Copa FGF. (Foto: Rafael Happke/Jornal "Zero Hora", de Porto Alegre)

Lance de um jogo entre Uruguaiana e Riograndense, de Santa Maria, pela Série C, do "Gauchão" 2003. (Foto: Emerson Souza/Jornal "Zero Hora", de Porto Alegre)

2002. Sá Viana, de Uruguaiana, com o craque uruguaio Ruben Paz, ex-Internacional, de Porto Alegre. (Foto: Duda Pinto/Jornal "Zero Hora", de Porto Alegre)

1992. Dínamo, de Santa Rosa, no Campeonato Gaúcho da Série A. (Foto: Reprodução)

1992. Lance de um jogo entre Grêmio Santanense e Grêmio Portoalegrense. (Foto: Ronaldo Bernardi/Jornal "Zero Hora", de Porto Alegre)

1985. G.E. Brasil, de Pelotas, terceiro colocado no Campeonato Brasileiro. (Foto: Jornal "Diário Popular", de Pelotas)

Lance de um jogo entre Armour, de Santana do Livramento e Grêmio . (Foto: Arivaldo Chaves/Jornal "Zero Hora", de Porto Alegre)

1975. Armour Futebol Clube, de Santana do Livramento (Foto: Reprodução)

1974. Goleada histórica, Internacional 14 X 0 Ferro Carril, de Uruguaiana. Destaque para o goleiro Orlando, do time uruguaianense. (Foto: Reprodução)

1954. Grêmio Sportivo Renner, campeão gaúcho. (Foto: Reprodução)

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Grêmio Esportivo Sul Brasileiro


Fotos dos arquivos de Nage Mamed, Pedro Leal e Ademir Brum.

HISTÓRICO


O Sul Brasileiro foi fundado no dia 6 de dezembro de 1936, como Bloco Sportivo Sul Brasileiro, em reunião ocorrida na casa do senhor Afrânio Pozo. Foram fundadores do clube: Nelso Nunes, Miron Pozo, João Pereira de Souza Sobrinho, Daraci Gomes, Darci Gomes, Hélio Ramos, Antônio Emerim, Wilson Gomes, Eugenio Castilhos e Lúcio Dias.

A primeira diretoria do Sul Brasileiro ficou assim estabelecida:

Presidente: Afrânio Cidade Pozo
Secretário: Lúcio Dias
Tesoureiro: Nelso Nunes

O presidente Heitor Scholl em 1955 adicionou uma cor no uniforme do clube. A cor em questão foi a vermelha, em razão do seu time de futebol Internacional de Porto Alegre, tornando-o uniforme tricolor. O primeiro uniforme consistia de calções brancos e camiseta alvinegra.

A primeira sede do Sul Brasileiro localizava-se na rua Lobo da Costa, atual Avenida Jorge Dariva, esquina com Machado de Assis. Em 1977, teve início a construção da nova sede junto ao campo de futebol, na gestão do presidente Alexandre Rodrigues Renda. O clube representou a cidade no Campeonato Estadual de Amadores em 1956.

O Sul Brasileiro é proprietário do Estádio dos Taquarais, com capacidade para 2.000 pessoas. O Taquarais possui cabine de imprensa e duas arquibancadas (uma lateral e outra de fundo).

A atual sede do G.E. Sul Brasileiro esta localizada na rua Garibaldi, 65 - Bairro Sul-brasileiro.


O principal rival do Sul Brasileiro é o GEPOL (Grêmio Esportivo Polivalente), clube da mesma cidade.


Atual sede do clube.


2018. bi-Campeão da cidade. (Foto: Litoral Mania)


2017. Campeão da cidade. (Foto: Litoral Mania)


2010. (Foto: Blog de Leonardo Rufino)

1961. Em pé: Mario - Joaquim - Dario - Ivo - Derli - Daltro e ??? (técnico). Agachados: Telmo - Baliza - Décio - Jorge Farias e Sagu.

1960. Em pé: Bebeco - Daltro - Joaquim - Pedrinho - Júlio - Edu e Castelhano (técnico). Agachados: Mimi - ??? - Roberto Prestes - Baliza - Vitor e Fabinho.

1959. Em pé: Ângelo - ??? – Toninho – Pedrinho - Lauro - Dario e Pereirinha. Agachados: Odon – Dionisio - Amadeu – Sargento Antônio - ??? e Zé Galo.

1958. Em pé: Nenê Scholl - ??? – Chinês - ??? – Noeli - Lauro Linhares e Luizinho. Agachados: ??? – Dalmo – Arildo - Amadeu - Sargento Antônio e Odon.


1956. Em pé:  Jator - Ângelo – Sérgio Peixoto – Marino - Egon e Linhares. Agachados:  Buteco – Dalmo – Sargento Antônio - Dionisio – Natal E Pinguinho (mascote).


1955. Em pé: Heitor Scholl (presidente) – Bonito – Egon – Pedrinho – Luizinho - Marino Linhares e Jorge Deriva (diretor). Agachados: Bino - Arizinho – Paulo Maia – Luis Leal - Chico Luvielmo a Pinguinho (mascote).

1954. Em pé: Adão Menger (técnico) - Linhares – Pedrinho - Lauro – Jorge Abrahão Alquate e Luizinho. Agachados: Bino Biavasky- Joãozinho - Davi e Chico Livielmo.

1952. Em pé: Jiruada - Nestor – Lauro – Pedrinho – Aldo - Quati - Luizinho - ??? e doutor Mario (presidente). Agachados: Vinicius – Nelson Kirsch – Ribas - Anflor e Luis Leal.

1951. Em pé: Adão Menges – Lauro - Pedrinho – Jorge Dariva – Nestor -  Luizinho e doutor Mário Darni (presidente). Agachados: Nélson Kirsch – Ribas – Anflor - Apis e Marino Marques.

Sem identificação. 

Sem identificação.

Sede antiga do GESB. (Arquivo: Nage Mamed, Pedro Leal e Ademir Brum.) 

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

O futebol de Roraima


HISTÓRICO

Um ano após a criação do Território Federal do Rio Branco, depois do Território Federal de Roraima, em 1 de outubro de 1944, aconteceu a fundação do Atlético Roraima, que ficou marcado como um dos clubes mais antigos e existente até o dia atual.  

O fundador foi Adolfo Brasil, com seus amigos Peri e Dorval Magalhães, Ibrahim e Felipe Xaud, entre outros comerciantes. É conhecido como "Clube dos Milionários", devido seus sócios serem comerciantes e fazendeiros de renome na cidade de Boa Vista. 

Após a separação e discordância de alguns sócios do Atlético Roraima, em 26 de outubro de 1946, surgiu o Baré. Estes sócios foram Aquilino Mota Duarte, Aristante Gonçalves Leite, Carmélio, doutor Rinaldes, Jorge Fraxe, Mário Abdala e Roberto Aiad.

Com o surgimento dos primeiros clubes, fez-se necessária a criação de uma entidade que coordenasse as disputas. No dia 23 de julho de 1948, foi fundada a Federação Riobranquense de Desportos, posteriormente chamada de Federação Roraimense de Desportos. Em 1974, mudou para Federação Roraimense de Futebol.

O primeiro campo de futebol existiu nas proximidades onde se encontra hoje o Hotel Aipana em frente a praça do Centro Cívico. Além de Atlético Roraima, Parima e Baré, o campo era frequentemente utilizado pelos peladeiros, pelos moradores que jogavam pelos clubes e seus amigos.

Outros campos surgiram depois. O campo localizado hoje onde funciona a escola Oswaldo Cruz era palco, de disputas de grandes clubes hoje extintos da Amazônia (Amazonas), Rio Branco, Bangu, Flamengo e Operário.

O legado velho João Mineiro, herói quase anônimo, mestre de obras que trabalhou de graça e fez o primeiro estádio por sua conta e o esforço de seus funcionários, principalmente, jogadores de seu clube o ― Operário. Depois, ganhou o nome do estádio, que existiu onde hoje fica a Maternidade Nossa Senhora de Nazaré.

Somente um portal solitário na praça ―João Mineiro, simboliza as lembranças de uma praça de esporte que foi palco dos melhores momentos do futebol roraimense. 

O mestre de obras João Mineiro é considerado por muitos como um dos maiores desportistas que Roraima conheceu, pois não só construiu um estádio e montou um time de operários, como também mandava buscar operários, bons que jogavam futebol para reforçar os outros times.

Em 1974 foi disputado o primeiro Campeonato Roraimense de Futebol pela atual Federação. Além disso, houve outros campeonatos pela Federação Rio-Branquense de Desportos e Roraimense de Desportos. O profissionalismo ainda estava distante de todos os clubes.

O primeiro campeonato profissional de Roraima aconteceu em 1995. Apenas três clubes participaram, dois de Boa Vista (Atlético Roraima e Baré) e um de Mucajaí (Progresso). 

A primeira partida foi realizada em 28 de maio de 1995: Baré 4 X 0 Progresso. O campeonato foi dividido em três turnos, dois dos quais vendido pelo Roraima e um pelo Baré. Na final, realizada em 30 julho de 1995, o Roraima venceu o Baré, por 2 X 0.

Pioneiros e referência do futebol Macuxi

Nascido em 5 de fevereiro de 1955, natural de Três Passos, Rio Grande do Sul, João Euclides Junges chegou a Roraima em 19 de janeiro de 1981. Em seu discurso através de seu livro publicado, Euclides cita Boa Vista comparável ao Rio de Janeiro, começando pela televisão. 

No dia 29 de janeiro de 1975, a Rede Amazônica de Televisão, com sua sede em Manaus, instalou oficialmente a TV Roraima (canal 4). No início, a programação da nova emissora na época recebia as programações gravadas de Manaus e, enviada para Boa Vista em malotes, sendo exibida três ou quatro dias após a chegada

Em 1976, a Rede Amazônica firmou contrato com a Rede Globo, embora permanecesse com a Band até 1982, quando dá exclusividade à programação da Rede Globo, que incluía os jogos do Campeonato Carioca de Futebol. Isso incentivou toda uma geração a torcer pelos times do Rio de Janeiro e, em partes, explica o grande número de flamenguistas existentes em Roraima.

Ao dia da chegada de João Euclides a Boa Vista, seu irmão ―Olavo Ratão, agendou um encontro com os diretores do River, um dos principais times de futebol local. O Ratão estava na cidade desde outubro de 1980, convidado pelo governador do ex-Território Federal de Roraima, o Brigadeiro Ottomar de Sousa Pinto.

Na época, o governador fretou avião e trouxe moradores de Cruz Alta e das regiões adjacentes para trabalhar na agricultura do Estado. O encontro com os diretores do Clube aconteceu na "Peixada Panorama", localizada às margens do Rio Branco, onde hoje funciona a belíssima Orla Taumanan. Euclides e seu irmão Ratão tiveram jantar com o presidente do River, Raimundo Bezerra de Oliveira, proprietário de uma transportadora, e seu vice-presidente, já falecido, Artur Machado, próximo a mesa de um jornalista conhecido como Jadir Correa, diretor da TV Roraima naquela época.

Olha só, temos um representante da imprensa aqui – disse ele, referindo-se ao Jadir. Já estou vendo uma manchete do esporte televisivo de amanhã: “River contrata atleta desconhecido na calada da noite”.

No dia seguinte, Euclides foi apresentado para fazer o primeiro coletivo no time do River, no campo de terra da Igreja do Aparecida. Eram tempos difíceis do futebol de Roraima que predominavam até os dias de hoje. O profissionalismo foi implantado na década seguinte, com atuação em partidas sem receber qualquer tipo de salário ou apoio financeiro.

O legado de João Mineiro

Contratado como carpinteiro pela Construtora Antonio Dias Martins, as pessoas sempre sonham com dias melhores. A construtora em que trabalhavam fora contratada para construir 50 casas populares e 5 escolas no Território Federal de Roraima. A empresa contratava de preferência empregados solteiros. Assim, os dois se enquadraram no perfil da construtora.

Embarcaram no Rio de Janeiro nove operários da construtora, entre eles estavam os dois amigos. Partiram num jato da Cruzeiro do Sul com escalas em Cuiabá e Manaus, levaram mais dois dias para chegar no seu destino, Boa Vista, Roraima. 

O que eles encontraram na terra de Macunaima não foi nada animador (Cidade Pequena). Com aproximadamente mil moradores, quase não havia transportes e a energia elétrica era desligada no meio da noite.

Naquela época em Boa Vista não havia ajudante de pedreiro, os mesmos eram importados de Belém do Pará. Os operários foram contratados por período de um ano, ao término do prazo de contrato, a maioria dos funcionários decidiram ficar no antigo território de Roraima e trabalhar por conta própria. Com auxílios dos empresários locais foi construído o Estádio João Mineiro.

O estádio batizado com seu nome foi local de encontro dos desportistas roraimenses, por uma década inteira. Baré, Roraima, São Raimundo, São Francisco e São Paulo, foram algumas das agremiações que desfilaram no Estádio.

Roberto Silva foi um dos maiores artilheiros daquele palco esportivo, jogou praticamente toda carreira defendendo as cores do Baré. Roberto costumava festejar os seus gols junto com a torcida uniformizada do time vermelho e branco. Eram 60 garotas vestidas com a camisa do time e passavam o jogo todo gritando e incentivando a equipe do Baré.

O "Estádio João Mineiro" sempre foi palco de grandes espetáculos. Um belo dia um atleta chamado "Garrincha" desfilou seu talento no campo de terra do Mineiro. Ele mesmo, o anjo das pernas tortas, o maior porteiro direito de todos os tempos. Esse fato aconteceu no ano de 1973, ele atuou um tempo pelo time do São Raimundo e o outro tempo pelo time do Baré.

O bom goleador roraimense

Um homem de caráter e que se envolve até hoje nos dias atuais do futebol no Estado, acima de tudo, um dos melhores que Roraima já viu jogar, o ex atacante e artilheiro, Roberto da Silva, é uma referência na história do futebol local. 

Nascido em 28 de abril de 1948, popularmente conhecido como Roberto Silva, triunfou e dedicou grande parte de sua vida ao futebol em Roraima. O ex atacante e artilheiro construiu histórias no passado e jogou ao lado de grandes jogadores como Zico, também ex atacante do Clube de Regatas Flamengo, do Rio de Janeiro, "Garrincha", do Botafogo RJ e Edu, ex jogador do Santos SP.

Como todo sonho de garoto que tem paixão por futebol, Roberto Silva, acompanhava em sua infância aos jogos que eram realizados em Boa Vista no antigo "Estádio João Mineiro", palco do cenário que trouxe diversos times profissionais na década de 60. Clubes amazonenses, amapaenses, paraenses e até do Rio de Janeiro como: Botafogo, Fluminense e Flamengo mencionado acima.

O estádio recebeu o nome de João Mineiro na época, em homenagem ao mestre de obras com o próprio nome, que construiu o antigo lugar para disputas de futebol em Boa Vista. 

Hoje o espaço do cenário de futebol onde atuaram grandes clubes entre a década de 1950 e 1970, está situado na Maternidade Nossa Senhora da Conceição, no bairro São Francisco. Ainda hoje, existe o portão de entrada histórico do antigo estádio do futebol.

Ao completar 18 anos, Roberto Silva, iniciou sua carreira como jogador na categoria juvenil de futebol, no clube do São Paulo de Boa Vista em 1961. Silva passou dois anos no clube e foi campeão em dois anos consecutivos pelo São Paulo de Boa Vista nos anos de 1961 e 1962. Após sair da categoria de juvenil, Roberto Silva deu continuidade à sua carreira como jogador de futebol sempre representando seu Estado.

Após deixar o São Paulo de Boa Vista, assinou o contrato com o Baré Futebol Clube. Após atuar no Baré, Roberto Silva começou a construir sua história no futebol local, com muitos gols em decisões de partidas importantes.

Seu grande rival difícil de ganhar nas competições locais na época, era o Grêmio Atlético Sampaio (GAS). Defendendo o Baré, o ex artilheiro e atacante enfrentou adversários de grande clubes como: Fast, Rio Negro, Nacional, Olímpico, Rodoviário e São Raimundo, todos times mencionados do Amazonas, outros como Olímpico e Rodoviário atualmente extintos.

Clubes de elite carioca como: Flamengo, Botafogo e fluminense do Rio de Janeiro, também duelaram em solo roraimense contra o Baré de Roberto Silva. Barelista de coração, Silva foi o primeiro jogador a marcar gol do primeiro "Copão da Amazônia" realizado em 1975 no "Estádio João Mineiro". 

Além de fotos e arquivos e documentos de partidas oficiais, foram registrados mais de 800 gols marcados em sua carreira de futebol entre os anos de 1973 e 1978 com a camisa do Baré.

Roberto Silva encerrou sua carreira como jogador profissional no São Raimundo Esporte Clube, de Roraima em 1980. Após pendurar suas chuteiras consagradas com centenas de gols, o ex atacante passou a trabalhar como técnico, e assumiu seu clube do coração, Baré em 1995. 

Sua trajetória no futebol local como jogador mostra o orgulho pelo esporte macuxi e a paixão que o público roraimense tem pelo futebol. Como torcedor barelista, Silva define seu clube como eterno campeão. (Fonte: Universidade Federal de Roraima)


São Paulo, de Roraima, sem o ano.

1983. Selecionado de Roraima. (Foto: Cacellain)

1954. Seleção de Roraima.

1950. Baré, campeão do Torneio Início. (Foto: Cacellain).

1949. Equipe de aspirantes do Baré Esporte Cube, de Boa Vista, na época capital do Território Federal do Rio Branco, que sagrou-se campeã. Em pé: Luiz do Valle (segundo secretário), Sabá, Domingos, Lula, João, Átino e Zeno. Agachados: Ademar - Aquilino - Zé Maria - Pinheiros e Mário. 

1924. Jogo na então Vila da Boa Vista, entre as equipes do Rio Branco Sport Clube e Boa Vista Sport Club.


Torcedores e jogadores carregando a bandeira do Rio Branco Sport Club, que havia derrotado o time do Boa Vista Sport Club, em jogo realizado na Vila de Boa Vista, em 1924.


Club Negro, campeão de Rio Branco. Sem o ano.