sábado, 16 de junho de 2018

Do túnel do tempo

Comercial, de Ribeirão Preto, em 1919. (Fonte: Revista "Fon-Fon")

Foto rara de 1919. Seleção da Liga Sportiva Fluminense - RJ. (Fonte: Revista "Vida Sportiva")

Os times do América, de Curitiba e Operário, de Ponta Grossa, em jogo realizado no ano de 1919. O time da capital ganhou por 4 X 0. (Fonte: Revista "Vida Sportiva")

Fênix (sem o ano) perfilado no campo do Luso Brasileiro (Rua do Passeio) (Fonte: "Futebol Maranhense")

sábado, 5 de maio de 2018

Os 10 estádios mais antigos do Brasil

Exclusivo levantamento feito pelo site “Faro de Gol” mostra os estádios mais antigos do país. Eles ficam em Pelotas, Belém, Curitiba, Bagé, Rio de Janeiro, Santos e Santana do Livramento. Veja abaixo.

1 - Boca do Lobo, do E.C. Pelotas, de Pelotas-RS. Inauguração: 25 de outubro de 1908, com o jogo Pelotas X Rio Grande. Capacidade: 23 mil lugares. Público recorde: 23 mil torcedores, no jogo Pelotas 2 X 3 Grêmio, em 2010. Em 1994, sediou amistoso do Pelotas contra a Rússia, que meses depois viria a enfrentar o Brasil na Copa do Mundo.

2 – Curuzu, do Paysandu, de Belém-PA. Inauguração: 14 de junho de 1914, com o jogo Paysandu 1 X 2 Remo. Nome oficial: Leônidas Sodré de Castro. Capacidade: 16 mil lugares. Público recorde: 18 mil torcedores, no jogo Paysandu 4 X 0 Avaí, em 2001. As ruas do bairro onde fica o estádio receberam na virada dos séculos 19 e 20 nomes em alusão à Guerra do Paraguai. Curuzu, a rua do estádio, refere-se à “Batalha de Curuzu”, enquanto o próprio Paysandu é uma homenagem a cidade uruguaia de um dos conflitos.

3 - Arena da Baixada, do Clube Atlético Paranaense, de Curitiba-PR. Inauguração: 6 de setembro de 1914, com o jogo Internacional-PR 1 X 7 Flamengo, do Rio de Janeiro. Nome oficial: Joaquim Américo Guimarães. Capacidade: 42 mil torcedores. Público recorde: 39 mil, no jogo Austrália 0 X 3 Espanha, pela Copa do Mundo de 2014. O estádio é mais antigo que o próprio Atlético, fundado em 1924, que herdou a casa do Internacional, time que o originou.

4 - Estrela D’Alva, do Guarany F.C., de Bagé-RS. Inauguração: 13 de junho de 1915. Nome oficial: Antônio Magalhães Rossel. Capacidade: 10 mil torcedores.

5 - Figueira de Melo, do São Cristóvão F.R., do Rio de Janeiro. Inauguração: 23 de abril de 1916, com o jogo São Cristóvão 1 X 1 Santos. Nome oficial: Ronaldo Nazário de Lima, desde 2013. Capacidade: 800 torcedores. Público recorde: 19 mil, no jogo São Cristóvão 2 X 3 Vasco, em 1926. O Santos adotou o uniforme branco inspirado no São Cristóvão, após o amistoso que marcou a inauguração do estádio.

6- Vila Belmiro, do Santos F.C., de Santos-SP. Foi inaugurado em 22 de outubro  de 1916, com o jogo Santos 2 X 1 Ypranga. Nome oficial: Urbano Caldeira. Capacidade: 16 mil torcedores. Público recorde: 32 mil, no jogo Santos 0 X 0 Corinthians, em 1964. Em 1955, foi o primeiro estádio do Brasil a ter um jogo televisionado ao vivo, no clássico Santos 3 X 1 Palmeiras, pelo Paulistão, exibido pela TV Record para São Paulo.

7 – Baenão, de propriedade do Clube do Remo, de Belém-PA. Foi inaugurado em 15 de agosto de 1917, com o jogo Reserva Naval X Seleção da Liga Paraense de Foot-Ball. Nome oficial: Evandro Almeida. Capacidade: 17 mil torcedores. Público recorde: 33 mil pessoas, no jogo Remo 5 X 2 Paysandu, em 1976. O nome foi herdado da rua onde está o estádio, a Travessa Antônio Baena.

8 – Laranjeiras. Do Fluminense F.C., do Rio de Janeiro. Inaugurado em 11 de maio de 1919, com o jogo Brasil 6 X 0 Chile. Nome oficial: Manoel Schwartz. Capacidade: 8 mil torcedores. Público recorde: 25 mil pessoas, no jogo Fluminense 3 x 1 Flamengo, em 1925. O estádio foi palco do primeiro jogo da Seleção Brasileira, 2 X 0 sobre o Exeter City, da Inglaterra. A última vez que foi utilizado em jogos oficiais do Fluminense foi em 2003.

9 - Estádio Ulrico Mursa,da Portuguesa Santista, de Santos-SP. Foi inaugurado em 5 de dezembro de 1920, com o jogo Portuguesa Santista 6 X 0 Sírio, de São Paulo. Tem capacidade para 7 mil torcedores. Público recorde: 12 mil pessoas, no jogo Portuguesa Santista X Corinthians, em 1952. Um dos maiores beneméritos da Portuguesa, o engenheiro Ulrico Mursa doou o terreno onde o clube construiu o estádio, e por isso foi homenageado com seu nome no batismo.

10 - Estádio João Martins, do E.C. 14 de Julho, de Santana do Livramento-RS.Inaugurado em 13 de abril de 1921. Capacidade: 7 mil torcedores. É o estádio do terceiro clube mais antigo em atividade no Brasil, fundado em 1902, dois anos depois do S.C. Rio Grande-RS e Ponte Preta. Em 1995, foi local de preparação da seleção brasileira para a Copa América. (Foto: Jornal "A Platéia")

terça-feira, 17 de abril de 2018

O Fantasma do Fragata

Estádio General Nicolau Fico. Foto menor, Centro de inegração do Mercosul. (Fonte: Álbum Estádios)


2009. (Fonte: Anotando Futebol)


Sem o ano. Mortosa era o técnico. (Fonte: Anotando Futebol)

1966. Em pé: Cascudo – Onete – Sérgio – Noredin - Osmarino, e Betinho. Agachados: Paraguaio – Gilnei – Lelo - Wilson Carvalho e Dias. (Fonte: Anotando Futebol)(Foto: Acervo do Futebol de Pelotas)

2005. Em pé: Fábio Amaral – Lovato – Xexo – Goico - Marcio Abrão - Paulo Roberto – Vanderlei – Miro – Evanor - Paulo Sérgio - Vagner e Janir. Agachados: Palhinha – Macedo – Gaucius - Luis André – Claiton – Tedy – Douglas – Gil - Edenilso e Massei. (Foto: Acervo do Futebol de Pelotas)

2004. Em Pé: Alex Figueiredo - Michel Gomes – Cirilo - Cleiton e Roger.
Agachados: Dido – PC - Leandro Guerreiro – Adãozinho - Vagson e Kico. (Foto: Acervo do Futebol de Pelotas)

2004. Em pé: Evanor – Miro – Cirilo – Cleiton - Dido e Alex Figueiredo. Agachados: Paulo Cesar – Manga - Leandro Guerreiro - Michel Gomes e Gil. (Foto: Acervo do Futebol de Pelotas)

2004. Em Pé: Renato - Michel Gomes – Evanor - Cirilo e Alex Figueiredo. Agachados: Leandro Guerreiro – Dido – Vagson - Manga e Cleiton. (Foto: Acervo do Futebol de Pelotas)

2001. (Foto: Acervo do Futebol de Pelotas)

1997. Em pé: Eduardo – Afonso – Pablo – Sandro - Júlio Cesar e Fábio.
Agachados: Alexandre - Paulo Peter – Edinho - Mussa e Henry. (Foto: Acervo do Futebol de Pelotas)

1997. (Foto: Acervo do Futebol de Pelotas)

1996. Em pé: Murilo – Rafael – Hélio – Alessandro - Mozo e Agnaldo. Agachados: Elton Livramento - Paulo Peter – Manga - Paulo Alexandre e Délcio.
(Foto: Acervo do Futebol de Pelotas)

1981. Em pé: Beto – Bastos – Becão – Walter - Dilson e Reginaldo. Agachados: Paulinho – Fernando – Floriano - Jorge e Plínio. (Foto: Acervo do Futebol de Pelotas)


1967. Time 3°colocado no Campeonato Gaúcho e Campeão do Interior. Em pé: Cascudo - Noredim - Caramuru - Osmarino e Betinho. Agachados: Noel - Gilnei - Paraguaio - Lelo - Wilson Carvalho e Dias. O treinador desse timaço era o capitão Hugo Romeu. (Foto: Acervo do Futebol de Pelotas)


1966. Em pé: Cascudo – Onete – Sérgio – Noredin - Osmarino, e Betinho. Agachados: Paraguaio – Gilnei – Lelo - Wilson Carvalho e Dias. (Fonte: Anotando Futebol)

1962. Oscar Urruty – Cascudo – Paulinho – Noredin - Artêmio e Setembrino. Agachados: Lelo – Raimundo - Ney Silv -, Wellington e Macalé. (Foto: César Freitas)


Em pé da esquerda para a direita: Onete – Edelfo - Luiz Carlos – Setembrino - Noel e Valério. Agachados: Celso – Lelo – Welington - Canhoto e Ney Silva. (Foto: Arquivo de César Freitas)


Sem o ano. Nóia, Longa e João Francisco. (Foto: Acervo do Futebol de Pelotas)


1950. Terceiro colocado no Campeonato da Cidade. (Fonte: Revista do Esporte)


Lance de um clássico Brasil X Farroupilha, nos anos 1950. (Foto: Arquivo de Nelci Jambeiro)


Torcida do Grêmio Atlético Farroupilha provavelmente no final dos anos 50. (Fonte: Aequivo de Nelci Jambeiro)

Vendo essas duas fotos pude identificar o caríssimo Jambeiro, que por muito tempo jogou no Farroupilha, com Valério, Valdoma, Breno, Dario, Lelo, Canhoto e Spilmann, entre outros. Não só por ter jogado futebol, porém com ele servi seis anos, no então 9º RI.

Na primeira foto aparece isolado de frente para a trave, na segundo esta em meio à torcida em pé e fardado com quepe na cabeça e seu sorriso indefectível, provavelmente já terceiro sargento. Serviu também muitos anos com meu pai, na época subtenente Floribal Farias Teixeira.

Grande Jambeiro, um homem simples e alegre que tinha a música no coração e fala ligeira. Grande Jambeiro, que lástima que depois que solicitei meu desligamento do Exército nunca mais tenha visto este então sargento da Banda do Regimento, mas ficou a lembrança que eu sempre carrego das pessoas dignas que passaram pela minha vida.

Grande Jambeiro que abrilhantava os carnavais no "Aguenta se Puder".
Mesmo por foto fico emocionado em rever meu caríssimo irmão de farda e amigo do peito. Muita emoção. Grande Jambeiro. 

Fiquei tão emocionado ao ver o caríssimo Jambeiro que até esqueci de deixar um grande abraço ao Nelcy Jambeiro Filho e dizer o quanto admirava o seu pai, tanto como jogador, como músico e como camarada de armas.

Um outro detalhe. O último jogador que está quase embaixo da trave deve ser o Paulo de Souza Lobo, o "Galego". A foto por ser antiga não é nítida, porém com quase certeza seria ele. (Professor Pedro A. C. Teixeira)



Os jogadores festejam a conquista do Campeonato Farroupilha, em 1935, na Timbaúva, em Porto Alegre, frente o Grêmio. (Fonte: Cacellain)

Moldura existente na sede do G.A. Farroupilha, com os campeões gaúchos de 1935. (Foto: Súmulas Tchê)



1935. O Regimento, de Pelotas, campeão farroupilha. (Fotos: Acervo do Futebol de Pelotas)

Foi no domingo, dia 27 de outubro de 1935, há 83 anos, portanto.
Terceiro e último jogo decisivo daquele Campeonato Gaúcho, em Porto Alegre. O título ficou com o Grêmio Atlético 9º Regimento de Infantaria, de Pelotas, após vitória sobre o Grêmio Porto-alegrense por 2 X 1.

Russinho fez o gol do Grêmio. Cerrito e Cardeal, os do quadro pelotense na "negra", já que cada time havia vencido uma.

O 9º Regimento, devido a este título, em 1943, trocou de nome. Passou a se chamar Grêmio Atlético Farroupilha, numa homenagem a sua maior conquista, até hoje.

Mudança esta, imposta por uma norma do Presidente Getúlio Vargas que proibia clubes esportivos de terem nomes de entidades militares.


O Grêmio, campeão citadino daquele ano, queria muito o título estadual, pois o vencedor seria aclamado o “Campeão Farroupilha” (alusivo ao 1º Centenário da Revolução de mesmo nome) e esta láurea valeria por cem anos, ou seja, até 2035.


O ETERNO OUTUBRO NAS LEMBRANÇAS FARROUPILHAS

Por: Henrique König

1935 foi um ano especial. No carnaval, a regulamentação dos desfiles no Rio de Janeiro e o primeiro título ficando com a Portela, com a Estação Primeira de Mangueira como vice. Nos Estados Unidos, nasciam o músico Elvis Presley e o cineasta Woody Allen.

O alemão Hans Spemann venceu o prêmio Nobel por suas pesquisas sobre a influência das células em tecidos e órgãos. Outro alemão, contra o nazismo, Carl von Ossietzky recebeu o Nobel da Paz.

Apesar da luta do jornalista pelo pacifismo, a Alemanha, então de regime nazista, caçava à cidadania alemã de judeus e proibia o casamento entre os perseguidos e os alemães. A Itália, fascista, invadia cruelmente o país africano Etiópia.

No campo da literatura, tínhamos as primeiras aparições da série Luluzinha. Monteiro Lobato lançava três obras e o poeta português Fernando Pessoa veio a falecer em novembro.

Antes de novembro, porém, o marco na história do futebol gaúcho, no ano de centenário da Revolução Farroupilha. O Campeonato do Rio Grande do Sul foi disputado em outubro. O combinado, inclusive pelo então governador Flores da Cunha, seria de que o vencedor seria declarado como campeão por 100 anos.

No ano de 1934, o Farroupilha, então 9º Regimento de Infantaria foi muito prejudicado pela arbitragem na final contra o Internacional, perdeu por 1 a 0 e prometeu retornar ao estadual para sair de vez com a taça inédita. Feita a promessa, o ano de 1935 prometia fortes emoções aos torcedores do clube.

Nas preliminares, o Grêmio Atlético 9º Regimento passou pela zona litoral, quando derrotou o São Paulo de Rio Grande em duas oportunidades. 2 a 0 em Pelotas, com gols de Coruja e Cardeal. Novo placar de 2 a 0 em Rio Grande, com gols de Cerrito e novamente Coruja.

Após, em 6 de outubro, passou pelo Rio Branco de Santa Vitória por 6 a 3, com gols de Bichinho (3), Cerrito, Coruja e Itararé para os pelotenses. Assim, o 9º Regimento de Infantaria venceu os adversários da zona litoral e conseguiu índice para disputar o Gauchão em Porto Alegre.

Depois de fazer um elástico 8 a 3 sobre o Guarani de Bagé, o Novo Hamburgo caiu no caminho de nossos campeões na fase semifinal da competição. A partida foi realizada em 17 de outubro de 1935 no estádio dos Eucaliptos e terminou em 3 a 2 para o 9º Regimento, com gols de Bichinho (2) e Celistro.

Na outra semifinal, o Grêmio Porto Alegrense aplicou 6 a 0 no Grêmio Santanense para ir à grande decisão. Com os mandos todos em Porto Alegre, o tricolor era o favorito e queria sacramentar a temporada especial, após já ter vencido grenais.

A primeira partida encaminhou o favoritismo, com uma vitória dos gremistas por 3 a 1, em 20 de outubro. A revanche veio na segunda partida, com um marcador de 3 a 0 para os pelotenses, em gols de Gasolina, Bichinho e Cerrito, ainda na etapa inicial da tarde de 24 de outubro.

No regulamento, constava a decisão como uma série melhor de três. Após uma vitória para cada lado, o jogo-extra foi marcado para 27 de outubro de 1935.

O 9º Regimento foi a campo com goleiro Brandão, os defensores Jorge e Chico Fuleiro, os meias Ruy (Folhinha), Itararé e Celistro e os atacantes Birilão, Bichinho (Coruja), Cerrito, Cardeal e Gasolina. 

O quadro pelotense venceu o duelo derradeiro por 2 X 1, com o lendário Cardeal marcando o primeiro e o gol do título sendo anotado por Cerrito, o mito. Um público de cerca de 15 mil torcedores assistiu ao feito no estádio Timbaúva, hoje local de uma rede de supermercados na capital gaúcha, no bairro Santa Cecília.

Com uma enorme festa dentro de campo e os louros colhidos em presença de autoridades do Rio Grande do Sul, o Grêmio Atlético 9º Regimento sagrou-se campeão Farroupilha, título que rebatizou o clube após proibição da primeira nomenclatura durante o governo de Getúlio Vargas, em 1941.

A imagem é de um quadro, exposto até hoje na sede do Grêmio Atlético Farroupilha. A eufórica torcedora Vilma Machado de Brito prestou sua homenagem ao narrar o que viu na chegada do 9º Regimento, após a conquista válida por 100 anos, ao Porto de Pelotas. A pintura, conforme suas descrições, foi feita pelo artista Saulo Moraes.


Ficam os agradecimentos às fontes de pesquisa para este texto: edições do jornal Diário Popular de outubro de 1935 e o Blog do Fantasma, atualizado pelo jornalista e ex-assessor do Farroupilha, Leandro Lopes. (Fonte: Pagina Oficial do Grêmio Atlético Farroupilha)

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Campeões estaduais 2018

Sobradinho Esporte Clube, campeão do Distrito Federal.



Sport Clube Corinthians, campeão paulista.

Botafogo de Futebol e Regatas, campeão carioca.

Esporte Clube Bahia, campeão baiano.

Ceará Sporting Club, campeão cearense.

Atlético Paranaense, campeão do Paraná.

CSA, campeão alagoano.

Serra, campeão capixaba.



Cuiabá, campeão do Mato Grosso.


Operário, campeão do Mato Grosso do Sul.

Clube do Remo, campeão paraense.


Manaus Futebol Clube, campeão amazonense.


Botafogo, campeão da Paraíba.

Náutico, campeão pernambucano.

Figueirense, campeão de Santa Catarina.


Moto Clube, campeão maranhense.

Rio Branco, campeão acreano.