sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Times do Brasil (1)

Santa Catarina conquista o Brasil com o Criciúma.
Seleção Pernambucana de 1946.
Seleto, de Paranaguá (PR).
Lance de um jogo entre Internacional X São Paulo, de Rio Grande, pelo Gauchão (Foto: Zero Hora)
Uma das formações do Caicó, do Rio Grande do Norte.
Colo-Colo, da Bahia, em 1956.
Internacional, de Lajes (SC), em 1986 (Foto: Arquivo do jornal "Correio Lageano")

Novorizontino (SP), foto de 1973, época em que o time ainda se chamava Pima.
S.C. São Paulo, de Rio Grande (RS). Foto sem identificação.
Londrina (PR), em 1968. Em pé: Lidu - Pinduca - Tomás - Ado - Dobreu e Zequinha. Agachados: Varlei - Almeida - Gauchinho - Capitão e Dirceu.
Time do Cotinguiba (SE), em 1942.
1º quadro da Sociedade Recreativa Arealense, campeão do bairro Areal, em Pelotas, no ano de 1962.
Ferroviário, do Ceará em 1994. Em pé: Naza - Batista - Lima - Roberval - Santos e Branco. Agachados: Ricardo - Lima - Cicero - Ramalho - Basilio - Batistinha e Reginaldo.
Time do Ferroviário, do Ceará que disputou seu primeiro Campeonato Cearense em 1938. Em pé: José Severiano Almeida (diretor) - Oscar Carioca – Procópio – Adelzirio – Dudu – Bitonho - Zeca Pinto (atacantes) - Valdemar Caracas (treinador) e Alberto Gaspar de Oliveira (diretor). Agachados: Baiano – Zimba - Boinha (médios) - Zé Felix e Popó (zagueiros). Sentados: Gumercindo e Puxa-Faca (goleiros).
Este time do Caxias, conquistou o Gauchão 2000.
XV de Novembro, de Campo Bom (RS), em 1911.
Este time do Juventude, de Caxias do Sul ganhou o Gauchão de 1998.
Seleção cearense de 1954. Em pé: Manuelzinho - Nozinho - Ivan Merci - Damasceno e Filgueiras. Agachados: Moésio - Pacoti - Zé de Melo - Aldo e Guilherme.
Guarani, de Campinas, em 1955.
Time do Íris, de Pernambuco, em 1934.O Íris foi fundado no dia 23 de fevereiro de 1920, por funcionários da fábrica de tijolos do bairro da Torre, em Recife. Inicialmente, o clube iria se chamar Olaria Sport Club por causa da olaria (torre que são feitos os tijolos) que se encontra no centro do bairro e deu o nome ao lugar. Porém, em uma reunião entre funcionários, decidiram mudar o nome para Íris em relação da cor do time o azul e branco.
O mascote era o “Periquito Azul”. Foi vice-campeão pernambucano (1932); campeão da Liga Suburbana (1928) e da Copa Torre (1925, 1931 e 1933).
Sul América, do Amazonas, em 1970.
Vila Nova, de Nova Lima (MG) em 1971. Em pé: Arésio - Zé Borges - Bráulio - Daniel - Cassetete e Mário Lourenço. Agachados: Jésum - Paulinho - Cai Cai - Eduardo - Perrela - Piorra e Dias.
XV de Piracicaba no Paulistão de 1965 Em pé: Melo Aires (médico) - Muca - Pescuma - Proti - Virgílio - Neves e Dorival. Agachados: Nondas - Varlei de Carvalho - Picolé - Benê e Sabino.
Uma das formações do Metropol, de Criciúma (SC).

terça-feira, 27 de outubro de 2009

C.A. Paulistano: Os reis do futebol


Fotos: Acervo do C.A. Paulistano

Histórico

O Club Athlético Paulistano é um clube poliesportivo brasileiro sediado em São Paulo, fundado em 29 de dezembro de 1900. Sua sede encontra-se no Jardim América, próximo ao centro da cidade. Formou um importante clube de futebol no início do século XX, tendo vencido o Campeonato Paulista onze vezes (1905, 1908, 1913, 1916, 1917, 1918, 1919, 1921, 1926, 1927 e 1929).
Até hoje, o Paulistano, que fechou seu departamento de futebol em 1929, é o único clube a ter sido tetracampeão paulista consecutivamente, em 1916, 1917, 1918 e 1919. Nenhum clube paulista conseguiu igualar tal marca.
Seu uniforme titular era formado por uma camisa e calção brancos com detalhes em vermelho, e meias pretas . O segundo uniforme tinha camisa vermelha, calção branco e meias pretas
História
Renato Miranda, Olavo de Barros e Sílvio Penteado assistiram, no Colégio Mackenzie, uma partida de futebol deste contra o Internacional, e ficaram estusiasmados. Assim, começou a nascer a idéia de se criar uma nova equipe de futebol que fosse para brasileiros e que representasse a cidade.
No fim de dezembro de 1900, na rua São Bento, nº5, houve a reunião que selou definitivamente a fundação daquele que seria o maior time do país no seu tempo. Como um dos fundadores da Liga Paulista, o Paulistano disputou todos os campeonatos por ela promovidos até 1912.
Em 1913 ocorre a primeira cisão das ligas, e o Paulistano liderava a criação da APEA. Na verdade, a equipe discordava da popularização que o esporte estava sofrendo com o surgimento de clubes como Corinthians e Ypiranga. Em 1915, houve a desapropriação do terreno do Velódromo, o Club Athletico Paulistano ficou sem sua sede esportiva. Foi então decisiva a ação de um dos sócios fundadores, Manuel Carlos Aranha, neto, o Carlito Aranha que, juntamente com um grupo de rapazes, conseguiu que o time do Paulistano não acabasse. Um novo terreno foi adquirido no Jardim América, entretanto o Paulistano não possuía, de imediato, local para seus treinos. Carlito Aranha pediu emprestado os campos do Palestra Itália e do São Bento e, graças à sua iniciativa, a equipe de futebol do Paulistano pôde participar dos campeonatos. Por fim, em 1917, foi inaugurado o novo campo do Paulistano, o Estádio Jardim América. Em 1916, a LPF é extinta e a liga criada pelo Paulistano continuou forte de prestigiada. O Paulistano sagrou-se tetracampeão, em 1919, apesar de toda crise pela qual passava.
Em 1926 o futebol começava a partir para o profissionalismo e o Paulistano, fiel às raízes amadoras do esporte, foi contrário e fundou uma nova liga, a Liga dos Amadores de Futebol (LAF). A liga durou até 1929, quando o time resolveu fechar seu departamento de futebol.
Após ser campeão do último campeonato que disputou, o Paulistão de 1929, O time do Paulistano fez sua derradeira apresentação em 15 de dezembro de 1929. Em seu pequeno campo, o Estádio Jardim América, com bom público no dia, o Alvirubro jogou grande partida, impondo um 6x1 sobre o Antarctica Futebol Clube (que mais tarde teria grande importância para o legado futebolístico do Paulistano), com gols de Mílton (4), Friedenreich e Luizinho para o mandante, e Spitaletti para o time da Moóca. Sua última formação fora Nestor; Clodô; e Bartô; Romeu, Rueda e Abate; Luizinho, Joãozinho, Friedenreich, Milton e Zuanella. Fora o canto do cisne e uma digna e grandiosa despedida para o Gigante no esporte bretão, que legaria com herança ao mundo, em seu lugar, outro grande time.
Quando saiu dos campos, o Paulistano era disparado o melhor time do estado. Tinha onze títulos contra sete do Corinthians e três do Palestra, além de ter contado com Arthur Friedenreich que foi seu artilheiro por seis vezes. É até hoje, 2009, o único tetracampeão consecutivo do Campeonato Paulista (1916 a 1919, sendo que mantém em sua sala de troféus as duas taças oferecidas pela APEA).
Fato memorável do clube foi a excursão da equipe de futebol à Europa em 1925, graças à iniciativa do presidente do clube, Antônio Prado Júnior. A equipe disputou dez partidas na França, Suíça e Portugal, perdeu apenas uma das partidas e logo após o término da primeira, vencida com o placar de 7 X 2 sobre o selecionado francês, os brasileiros foram denominados pela imprensa francesa por "Les Rois du football". Algumas das bolas utilizadas na Europa estão na sala de troféus do clube, além de muitos documentos textuais e iconográficos que permitem conhecer com mais profundidade a riqueza de tal feito futebolístico.
Pode-se considerar que o Paulistano abriu as portas do continente europeu para o futebol brasileiro. Tanto que nos anos trinta alguns brasileiros foram representar o futebol europeu, principalmente na Itália. Houve o famoso Anfilogino Guarisi, Filó, que não só jogou em time italiano, como representou a Itália na Copa de 1934, sagrando-se campeão mundial.

EXCURSÃO DO PAULISTANO À EUROPA EM 1925

15/03/1925 Paris Paulistano 7 X 1 Seleção da França
22/03/1925 Paris Paulistano 3 X 1 Stade Français
28/03/1925 Cette Paulsitano 0 X 1 Cette
02/04/1925 Bordeaux Paulistano 4 X 0 Bastidienne
04/04/1925 Havre Paulistano 2 X 1 Havre/Normandie XI
10/04/1925 Strasbourg Paulistano 2 x 1 Strasbourg
11/04/1925 Berna Paulistano 2 X 0 Auto Tour
13/04/1925 Zurich Paulistano 1 X 0 Seleção da Suiça
19/04/1925 Rouen Paulistano 3 X 2 Rouen
28/04/1925 Lisboa Paulistano 6 X 0 Seleção de Portugal
JOGOS 10
VITÓRIAS: 9
EMPATES: 0
DERROTAS : 1
GOLS PRÓ: 30
GOLS CONTRA : 7
Após o fechamento do departamento de futebol, uma grande parte de seus jogadores e alguns membros da diretoria fundaram o que é hoje o São Paulo Futebol Clube.
O Club Athletico Paulistano conta com times de diversas modalidades esportivas amadoras, possuindo a única quadra no Brasil de pelota basca e gerou a Sociedade Harmonia de Tênis. É até hoje um dos clubes mais caros e exclusivos do Brasil. (Fonte: Wikipedia e outros)

C.A. Paulistano em 1928. (Foto: Almanach Esportivo de Thomaz Mazzoni)
Lances de um jogo entre Palestra X Paulistano, em 1928.(Foto: Almanach Esportivo de Thomaz Mazzoni)
Jogadores do Paulistano homenageados no retorno da excursão à Europa. (Foto Revista a A Cigarra. Reprodução Folha Imagem)
Recepção aos vitoriosos jogadores no porto do Rio de Janeiro. Foi formado um cortejo que acompanhou os jogadores até a sede do Fluminense.
A multidão aguarda ansiosa a atração do Flandria navio que trazia de volta para casa os Reis do Futebol, em 12 de maio de 1925.
Foto da equipe completa na frente do gol. Em pé: Orlando Pereira - Miguel Leite - Amphilóquio Guarisi Marques (Filó) - Sérgio Pereira - Antonio Carlos Seixas - Arthur Friedenreich (El Tigre) - Araken Patusca - Mário de Andrada e Silva - Ernesto Pujol Filho (Netinho) - Mário Cardim e Fernão de Moraes Salles. Agachados: Juan Mestres Alijostes - Caetano Caldeira - Luís Lopes de Andrade (Guarany) - Clodoaldo Caldeira - Francisco Abate - Epaminonas Motta - Maurício Villela - Bartholomeu Vicente Gugani (Barthô). À frente: Júlio Kuntz Filho e Nestor de Almeida. Estão ausentes os jogadores Durval Junqueira Machado e José Joaquim Seabra Neto, ambos do Rio de Janeiro.
Antonio Carlos Seixas lança para Friedenreich, no jogo em Strasbourg com o Selecionado Alsaciano.
Lance do jogo Paulistano x Strasbourg.
Friedenreich assiste à defesa do goleiro do C.A. Bastidienne.
Disputa de gol entre Barthô e jogador do C.A. Bastidienne na partida disputada em Bordeaux no dia 2 de abril. O Paulistano venceu por 4 a 0.
Os franceses observam a elegância dos jogadores brasileiros.
Junqueira e Friedenreich avançam para o ataque no jogo contra o Stade Français
Equipe que venceu o Stade Français por 3 a 1. Em pé: Antonio Prado Junior - Orlando Pereira - Amphilóquio Guarisi Marques (Filó) - Mário Andrada e Silva - Arthur Friedenreich - Durval Junqueira Machado - Ernesto Pujol Filho (Netinho) - Mariano Procópio e Juan Mestre Alijostes. Agachados: Bartholomeu Vicente Gugani - Sérgio - Nondas - Júlio Kuntz Filho - Francisco Abate e Clodoaldo Caldeira.
O Fabuloso salto de Nestor para defender um dos muitos ataques do selecionado francês no primeiro jogo dos brasileiros em campos europeus.
Equipe do C.A. Paulistano no primeiro jogo na França.
Equipes do CAP e do Internacional após o último treino no Brasil, em 8 de fevereiro de 1925, antes da excursão a Europa.
Friedenreich, artilheiro do campeonato paulista de 1921. (Foto Museu do C.A. Paulistano. Reprodução Norma Albano - Folha Imagem)
C.A. Paulistano em 1921 (Foto: Revista "Sports")
C.A. Paulistano em 1921. (Foto: Revista "Sports")
1919. Da esquerda para a direita Sérgio, Orlando, Rubens Sales, Mário Bueno, Carlito e Benedito. (Foto Museu do C.A. Paulistano. Reprodução Norma Albano - Folha Imagem)
C.A. Paulistano em 1919. (Foto: Revista "Sports")
Paulistano, campeão paulista de 1918. Ao centro Rubens Sales, abaixo dele, Friedenreich. (Foto Museu do C.A. Paulistano. Reprodução Norma Albano - Folha Imagem)
1918. Lance do jogo decisivo entre Paulistano X A.A. das Palmeiras. (Foto: Museu do C.A. Paulistano. Reprodução: Norma Albano, Folha de São Paulo)
Equipe do C.A. Paulistano em 1918.
Paulistano em 1917. (Foto: Museu do C.A. Paulistano. Reprodução: Norma Albano, Folha de São Paulo)
Paulistano em 1916. (Foto: Museu do C.A. Paulistano. Reprodução: Norma Albano, Folha de São Paulo)
Rubens Salles, craque do Paulistano nos tempos do Velódromo. (Foto: Alamanach Esportivo de Thomaz Mazzoni)
1907. O Velódromo antes de uma partida. (Foto: Museu do C.A. Paulistano. Reprodução: Norma Albano, Folha de São Paulo)
1906. A torcida no Velódromo, sede dos jogos do Campeonato Paulista. (Foto: Museu do C.A. Paulistano. Reprodução: Norma Albano, Folha de São Paulo)
Paulistano, campeão de 1905. (Foto: Museu do C.A. Paulistano. Reprodução: Norma Albano, Folha de São Paulo)
Velódomo, 1905. Gol do Paulistano contra o São Paulo Athletic. Foto: Museu do C.A. Paulistano. Reprodução: Norma Albano, Folha de São Paulo)
Mackenzie, Internacional, Paulistano, A.A. das Palmeiras e São Paulo Athletic, reunidos no Velódromo em 1905. (Foto: Museu do C.A. Paulistano. Reprodução: Norma Albano, Folha de São Paulo)
São Paulo Athletic X Paulistano em 1904. Pênalti para o Paulistano. (Foto: Museu do C.A. Paulistano. Reprodução: Norma Albano, Folha de São Paulo)
Paulistano e São Paulo Athletic em 1903. (Foto: Museu do C.A. Paulistano. Reprodução: Norma Albano, Folha de São Paulo)
Equipe do C.A. Paulistano em 1901.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

“Coxa” centenário (Final)

Inquilino do Jockey Club nos primeiros anos de existência, o Coritiba passou pelo Parque Graciosa Atlântica, no “Juvevê”, que era propriedade do associado Arthur Iwersen, antes de estabelecer-se no “Alto da Glória”, seu endereço há quase 80 anos. Em 1928, o clube fez um empréstimo na Caixa, a juros de 12% ao ano, e adquiriu por 120 contos de réis a área de 36.300 m², onde depois construiria o estádio.

Quatro anos depois estava de pé o Estádio Belfort Duarte – homenagem ao ex-jogador e dirigente do América carioca, famoso pelo jogo limpo. A obra contava com arquibancadas de madeira, e 36 refletores para iluminação. Durante 25 anos foram essas as acomodações. A inauguração oficial aconteceu no dia 20 de novembro de 1932, com a vitória do campeão paranaense sobre o América, campeão carioca, por 4 X 2.

Entre os anos de 1956 e 1963 o clube foi presidido pelo seu ex-atleta Aryon Cornelsen, que resolveu botar abaixo bóia parte do velho “Belfort Duarte”, para ampliar e modernizar o estádio. O dinheiro foi conseguido junto ao “Bolo Esportivo”, uma espécie de precursor da Loteca. As obras começaram no segundo ano do mandato. Lolô, irmão de Aryon, fez o projeto de graça e seu pai, Emílio, fiscalizou as obras. Fechado desde o início de 1958, o estádio foi reaberto no 49.º aniversário do clube.

Apenas a derrota por 3 X 1 no Atle-Tiba não estava nos planos. A ampliação terminou em 1979. O Estádio não se chamava mais “Belfort Duarte”, e sim “Couto Pereira”, em homenagem ao ex-dirigente falecido em 1976.

Em função da sua origem germânica, os times do Coritiba no início de sua história eram formados basicamente por descendentes de alemães, que com suas peculiares aparências, altos, fortes e claros, eram alvos fáceis para as provocações vindas das torcidas adversárias.

Em um clássico Atle-Tiba (Atlético X Coritiba), no ano de 1941, o ainda torcedor Jofre Cabral e Silva - que depois se tornaria presidente do time da Baixada -, exaltado ao extremo pelo fato do seu time estar perdendo, começou a gritar com o zagueiro Hans Breyer, chamando-o de “quinta-coluna”. Ao perceber que Breyer não lhe dava ouvidos, Jofre Cabral mudou o tom e passou a chamá-lo, incessantemente de “Coxa-Branca! Coxa-Branca!”.

Hans Egon Breyener era um alemão de Düsseldorf, que chegou aos seis anos de idade ao Paraná, fugindo da primeira grande guerra mundial e se tornou zagueiro do Coritiba no início dos anos 40.

Naqueles tempos de guerra, ser alemão, italiano e japonês era sinônimo de traidor. O apelido pegou. Mas o Coritiba venceu o Atlético nas finais do estadual e foi campeão. Breyner, profundamente entristecido com o episódio, retirou-se dos gramados. E a expressão “Coxa Branca” só foi reabilitada em 1969. Gritada nas arquibancadas do então Estádio Belfort Duarte.

O apelido acabou pegando e o que era para se transformar numa afronta, virou motivo de orgulho para a fiel torcida “Coxa”. Com o passar do tempo, o termo foi assimilado pela torcida coritibana e a expressão “Coxa” virou sinônimo do amor da galera. Tanto que se tornou hino: aos gritos de “Coxa eu te amo!”, a torcida saúda seu time nos momentos difíceis, algo que já se transformou em cultura dos torcedores alviverdes.

Em 1969 o Coritiba realizou a primeira excursão de um clube paranaense à Europa, se apresentando em gramados da Alemanha, Áustria, França, Bulgária, Holanda, Bélgica e Espanha. Os resultados dos jogos foram estes: Coritiba 1 X 1 Hamburgo (Alemanha); Coritiba 2 X 1 Colônia (Alemanha); Coritiba 0 X 0 Borússia Dortmund (Alemanha); Coritiba 1 X 5 Áustria Viena (Àustria); Coritiba 1 X 0 Saint Etienne (França); Coritiba 2 X 2 Red Star (França); Coritiba 2 X 5 Levski (Bulgária); Coritiba 0 X 0 Bordeaux (França); Coritiba 1 X 1 Feyenoord (Holanda); Coritiba 2 X 5 Anderletch (Bélgica); Coritiba 1 X 2 (Espanha) e Coritiba 5 X 2 Valência (Espanha). Foram disputadas 12 partidas, com um saldo de cinco empates, três vitórias e quatro derrotas, 18 gols pró e 25 contra.

• A rádio clube (PRB-2) acompanhou o clube, efetuando as transmissões com a narração de Ney Costa e comentários de Vinícius Coelho. O time-base do Coritiba na excursão foi Joel Mendes – Modesto – Roderley - Nico e Nilo - Paulo Vecchio e Rinaldo (Lucas) – Passarinho – Krüger - Kosileck e Edson. Além destes, também participaram Célio, Marinho, Rossi, Oldack, Oromar e Antoninho.O jogador Passarinho anotou o primeiro gol do Coritiba na excursão. O artilheiro foi Kosileck, com oito gols

Ao início de 1971 a Seleção Francesa realizou uma excursão pela América do Sul, quando enfrentou o Coritiba em histórico jogo, disputado no dia 18 de janeiro, no Estádio Couto Pereira. O time brasileiro venceu por 2 X 1, gols de Lech (França)aos 42 minutos, Peixinho aos 44 e Hermes aos 74 para o Coritiba. A renda somou Cr$ 113.932,00. O árbitro foi Armando Marques. Na preliminar Atlético Paranaense e Ferroviário, empataram em 1 X 1.

O Coritiba jogou com Célio – Hermes – Nico - Terto (Cláudio) e Nilo - Hidalgo (Bidon) e Lucas - Peixinho (Marcos) – Leocádio - Kruger (Hélio Pires) e Rinaldo. A Seleção da França com Marcel – Lemére – Bosquier - Djorkaeff e Rostagni - Mezi e Michel – Lech - Revelli (Molitor) - Loubet (Floch) (Herbé) e Beretta.

O maior título da história do Coritiba foi o de campeão brasileiro em 1985, sob o comando de Ênio Andrade. No Coritiba, armou uma equipe muito forte na marcação, com um futebol de resultados, classificando-se em primeiro lugar num grupo que tinha Corinthians, Joinville e Sport. Nas semifinais, o Coritiba eliminou o Atlético Mineiro em pleno Mineirão lotado. Depois de haver vencido por 1 X 0 no Couto Pereira, garantiu a vaga empatando em 0 X 0, em Belo Horizonte.

A decisão do título se deu em partida única no Maracanã. O Coritiba marcou primeiro com Índio cobrando falta. O Bangu, empatou aos 35 minutos com um gol do meia Lulinha. O jogo terminou em 1 X 1 e foi preciso uma prorrogação, que terminou sem gols. A decisão foi para as penalidades. Já era madrugada de primeiro de agosto. O Coritiba fazia um gol e o Bangu empatava até terminar a série em 5 X 5. Foi quando o ponta-esquerda banguense Ado chutou para fora. Gomes, cobrou bem e deu o título inédito ao Coritiba. O Maracanã aplaudiu de pé o primeiro Campeão Brasileiro da Nova República.

Outros títulos. Campeonatos estaduais: (1916, 1927, 1931, 1933, 1935, 1939, 1941, 1942, 1946, 1947, 1951, 1952, 1954, 1956, 1957, 1959, 1960, 1968, 1969, 1971, 1972, 1973, 1974, 1975, 1976, 1978, 1979, 1986, 1989, 1999, 2003 e 2004). Torneio do Povo, que foi disputado contra Flamengo, Internacional, Corinthians, Atlético Mineiro e Bahia (1973).

Após três anos na segunda divisão, o Coritiba retornou à elite do futebol brasileiro, em 1984, sendo eliminado nas quartas-de-finais, pelo então campeão Fluminense. Era apenas um aperitivo do que aconteceria no ano seguinte. No dia 31 de julho de 1985, após um empate em 1 a 1 com o Bangu, em pleno Maracanã, o Coritiba se sagrou campeão brasileiro, na disputa por pênaltis.

Em 1986, o Coritiba disputou a Copa Libertadores, mas o time foi eliminado ainda na primeira fase. No final da década de 80, mais precisamente em 1989, o hino popular, conhecido como "Coritiba Eterno Campeão", foi adotado pela torcida e cantado até hoje. Porém, neste mesmo ano a equipe se recusou a enfrentar o Santos e foi rebaixado no Campeonato Brasileiro, chegando à terceira divisão e retornando em 1993, mas caindo na mesma temporada e só voltando à elite em 1996.

A década de 90 foi ruim para o “Coxa”. Os títulos só retornaram em 1997, no Festival do Futebol Brasileiro, com uma vitória nos pênaltis, no Couto Pereira, sobre o Botafogo e o Paranaense de 1999, em cima do Paraná, após dez anos.

Os anos 2000 tiveram seus altos e baixos. Veio a conquista do bi-campeonato estadual, em 2003 e 2004, a volta à Libertadores, também em 2004, onde mais uma vez foi eliminado na primeira fase. Mas também ocorreu mais um rebaixamento no Brasileirão, em 2005. O acesso veio em 2007, com o título obtido no último minuto, e o 33º estadual em 2008, em cima do rival Atlético Paranaense.

Regino Réboli, 93 anos, é o mais antigo jogador vivo na história do clube. Ele jogou na década de 30 e era conhecido por “Hygino”. Foi campeão do Torneio Inicio em 1930 e 1932 e do Campeonato . Hygino participou do Coritiba quando foi campeão do Torneio Início em 1930 e 1932, dos campeonatos da cidade e do Estado em 1931 e do Torneio dos Cronistas Esportivos em 1932.

No mesmo ano foi inaugurado em 19 de novembro o estádio Belfort Duarte e lá estava Regino Réboli, pai de Homero Luiz Réboli, arquiteto e compositor, co-autor do Hino Oficial do Coritiba F. C. Paranaense. Réboli foi homenageado pela diretoria do “Coxa” neste ano de 2009. (Pesquisa: Nilo Dias)

(Foto: Acervo do Coritiba F.C.)

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

"Coxa" centenário (1)


1970.
1970. Excursão a Europa.
1970.
1969.
1968. Time do Coritiba que enfrentou a Seleção Brasileira.

1967.
1962.
1960. Excursão a Europa.
1960.

1947.

1940.
1938.
1934.

1926.

1918.

1912.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Manifestações de amigos

PESQUISA HISTÓRICA

Muito Obrigado Sr. Nilo Dias! Sua colaboração será de grande utilidade, não tenho nem palavras para lhe agradecer! Espero em breve poder lhe mandar o material publicado!

Lucas Lopes da Cruz

S.C. RETRÔ

Para comemorar os feitos históricos do Santa Cruz F.C. estamos lançando as camisas retrõ do mais querido. o endereço de meu e-mail é
sc_retro@hotmail.com

Willam D.

BRASILEIRÃO

Oi, amigo torcedor. Venha conhecer o blog livre de censura das companhias de mídia sobre futebol no Brasil. Ele é feito para todos os milhares dos nossos usuarios fanaticos. O brasileirão.com está lançando o Você Repórter. Com ele é possível enviar notícias, fotos, videos ou audios relacionadas seu time ou torcida. Você é convidado a criar e publicar notícias na nossa característica única: o Você Repórter foi introduzida para capacitar torcedores e torcidas para relatarem notícias locais para todo o povo a ver. Sua notícia será publicada imediatamente com o seu nome. Você tambem pode criar a pagina do seu time ou torcida local. Este é o melhor fórum social sobre futebol para você expressar suas opiniões.

Bem-vindo!

MEMÓRIAS DO SANTA CRUZ

Saudações Corais, Nilo Dias. Gostei do que vi e voce está de parabéns. Gostaria de convidar você para dar uma olhadinha no meu blog. Procurei colocar mais fotos e menos texto. Inclusive tem jogadores que desconheço o nome, mas todos podem me ajudar.

O endereço é: memoriasdosantacruz.blogspot.com

NOVO BLOG

Oi, Nilo Como vão as coisas aí? Estou te mandando este e-mail para dizer que estou também com um blog na Internet. Onde nele falo coisas sobre esporte, futebol em geral e história. O meu site é http://www.diariodoamaral.blogspot.com/.

Aproveite para comentar, criticar, elogiar ou até me dar sugestões para futuros temas. Não se preocupe com isso, ainda continuarei acompanhando o teu blog, que é muito bom. Até quem sabe me inspire pra fazer futuros artigos.

Um grande abraço

Mário Gayer do Amaral

CENTENÁRIO

Prezado Nilo

Como sabes, sou um apaixonado torcedor do Sport Club Rio Grande (assessor da presidência, conselheiro e com fortes raízes familiares ligadas a instituição).

Durante o Citadino 2009 (presidido por mim) acompanhei e, de certa forma, colaborei com o RioGrandense. Estreitei amizade com os que lutam para mantê-lo vivo e passei, por respeito a isso e amor a Cidade do Rio Grande, a ser, de certa forma, um "torcedor" do "Teimoso".

Faz pouco, fui procurado pelos dirigentes colorados dizendo que em envento programado para comemorar o Centenário, darão a mim a palavra, segundo eles, pela amizade demonstrada a instituição. Pediram que elaborasse "algo a falar".

Com admiração ao trabalho que desenvolves, de resgate à história escarlate, mando o texto que haverei de ler (ou declamar) em homenagem ao rival aniversariante e seus apaixonados, como tu.

Grande Abraço.

Flávio Ennes Cardone

MEMÓRIAS DO SANTA CRUZ

Saudações Corais, Nilo Dias.

Gostei do que vi e voce está de parabéns. Gostaria de convidar você para dar uma olhadinha no meu blog.Procurei colocar mais fotos e menos texto. Inclusive tem jogadores que desconheço o nome, mas todos podem me ajudar. O endereço é:
memoriasdosantacruz.blogspot.com

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

A.A. Caldense "a Veterana"

Resumo histórico

O futebol, introduzido no Brasil no final do século XIX por um grupo de ingleses residentes em São Paulo, chegou a Poços de Caldas em 1904, com a fundação do Foot-ball Club. Consta que um de seus fundadores, Paulino de Souza, naquela ocasião estudante de medicina da capital paulista, havia trazido uma bola de futebol, objeto desconhecido na vila.

Várias outras agremiações nasceriam no princípio do século XX. Mas alguns desses clubes desapareceram em seguida. Caso do Internacional F.C, que encerrou suas atividades no mês de fevereiro de 1925. Alguns remanescentes destas equipes se uniram naquele ano, formando a Associação Atlética Caldense, clube que hoje é o maior centro esportivo da cidade.

No dia 16 de novembro de 1925, alguns jovens esportistas, chefiados por João de Moura Gavião, reuniram-se na Photografia Selecta, sede provisória do time, situada na avenida Francisco Salles, perto do Hotel Lafaiete, para eleger a primeira diretoria, assim constituída:

João de Moura Gavião – presidente, professor Hugo Sarmento - vice-presidente, Romeu Chiacchio - 1º secretário, Cherubim Borelli - 2º secretário, Caetano Pereira – tesoureiro, Flaminio Maurício – procurador, Octávio Mantovani - diretor esportivo. A Comissão de Sindicância era composta por João de Oliveira Carmo, Antônio Ricci Júnior, Domingos Lamberti, Vitor Fortunato e Adolpho Guetti.

Os tempos iniciais foram difíceis, mas a esforçada associação despertou na mocidade um forte entusiasmo pelo futebol, que se tornava a coqueluche do momento. Sua comissão técnica trabalhou com afinco para que as agremiações possuíssem o melhor plantel da cidade.

Após algumas vitórias, em dezembro de 1925 o novo esquadrão enfrentou o Cruz Vermelha, campeão local. Mas, apesar de bem preparado, devido a uma chuva impertinente que caiu antes do jogo, foi derrotado por 3x2.

Esse revés não desanimou os valentes jogadores e, no ano seguinte, vários encontros amistosos com times de cidades vizinhas consagraram a Veterana nos meios esportivos regionais.

Fora criado o time, porém o grêmio social esportivo denominado Associação Atlética Caldense passou a existir após uma reunião realizada no dia 3 de abril de 1926, com a fusão da Caldense e o Gambrinus F.C. A primeira diretoria eleita foi constituída por: capitão Afonso Junqueira - presidente honorário, Fosco Pardini - presidente efetivo, Ulpiano César Mine - vice-presidente, João de Moura Galvão – tesoureiro, Cherubim Borelli - 1º secretário, Lourenço Batiston - 2º secretário, Hugo Sarmento - orador oficial e Arthur Cherchiai - colaborador. Dois dias depois houve uma reunião de trabalho a fim de colocar em prática o funcionamento da associação.

O falecimento prematuro do fundador João de Moura Gavião em 1927 trouxe o luto para a nascente da associação, que passou algum tempo desanimada e com reduzido ardor para a luta. No entanto, aos poucos o conjunto retomou o ritmo, batalhando com amor e energia para a glória do clube.

Durante a gestão do presidente João Porfírio Bueno Brandão, em 1928, a diretoria resolveu comemorar, daí por diante, a fundação da Caldense no dia 7 de setembro, por ser uma importante data cívica e coincidir com o feriado nacional. Esta determinação foi oficializada em 1943, na presidência de João Coelho da Silva.

No início de sua existência, o clube não possuía nem sede social e nem campo próprio. Existia apenas na cidade o campo do Internacional F.C., no atual jardim fonte luminosa, não havendo arquibancada nem gramado. Os torcedores ficavam em pé e os jogadores tinham que se contentar com um campo pelado e negro.

Antes mesmo da fundação do time, os jovens desportistas já tinham escolhido o terreno do “Chalé Procópio” para as atividades futebolísticas dos domingos. A partir de 1926, a Caldense começou a dar os primeiros passos para conseguir a área do coronel Christiano Osório de Oliveira, que naquela ocasião era um enorme brejo, onde a meninada ia caçar rãs.

Em 1929 uma comissão chefiada pelo prefeito Carlos Pinheiros foi a São João da Boa Vista pedir ao coronel Osório a cessão do imóvel.

O terreno, cedido a título precário, foi drenado e cercado de madeira. A partir dos anos 30, foi composta uma arquibancada rústica. Em 1947, a diretoria do presidente José Anacleto Pereira conseguiu da família de Christiano Osório um comando de uso, com o prazo de 20 anos, para as instalações do clube.

As diversas diretorias que se sucederam muito fizeram para o progresso e glória da agremiação, melhorando e iluminando o campo de futebol e iniciando a construção da quadra coberta, permitindo assim a realização de partidas noturnas e o desenvolvimento do esporte especializado.

A sede inicial e provisória do time da Caldense foi a Photographia Selecta, em 1925. Em seguida vários outros endereços: Palacete Cobra, na praça Pedro Sanches, antigo Cassino Gibimba, de 1938 a 1942, no Polietema, na avenida Francisco Salles até 1959, edifício Imperial até 1962 e, finalmente, em 1962 junto ao estádio Christiano Osório, a partir de dezembro de 1962, na gestão do presidente Antônio Megale. A sede social foi obtida no mesmo ano, com a doação oficial da família Osório. Com a posse do imóvel, vários melhoramentos foram realizados pelas diretorias subseqüentes, como a construção da piscina.

Entre 1960 e 1961 o futebol da Veterana ficou famoso nos meios esportistas pela campanha das 57 partidas invictas, o que proporcionou uma onda de entusiasmo entre associados e moradores de Poços de Caldas.

Durante a presidência do Dr. Antonio Megale, em 1962, a Caldense se tornou proprietária do terreno que compreendia o campo de futebol e as demais dependências esportivas, devido à doação definitiva feita por Cristiano Osório de Oliveira Filho, grande desportista e amigo de Poços de Caldas. Essa transação foi realizada graças ao empenho do prefeito David Benedicto Ottoni que, com a aprovação da Câmara Municipal, se comprometeu em troca a proceder o arruamento da chácara Osório pela prefeitura.

Com a posse do imóvel, vários melhoramentos puderam ser executados pelas diretorias subseqüentes, como a construção das piscinas, da sede social, dos ginásios, saunas, etc.

Lutando em seu próprio estádio, que foi durante muitas décadas o palco de memoráveis vitórias do Verdão, e após a edificação das quadras cobertas que possibilitaram a realização dos saudosos Jogos Abertos, a Caldense pôde se destacar nos meios esportivos, tornando-se orgulho dos poços-caldenses de nascimento e de coração.

Com a inauguração do Estádio Municipal Ronaldo Junqueira, em 1979, o campo da Associação Atlética Caldense foi desativado e em seu lugar foram construídas duas quadras de tênis, de peteca, um parque infantil, assim como uma nova piscina para atender o número de associados que a cada ano crescia.

No final da década de 1980, o clube adquiriu, na saída da cidade, uma área de treinamento do futebol profissional, denominada Ninho dos Periquitos. Na década de 1990, foi implantada a biblioteca Oscar Nassif, houve a ampliação da área de lazer com os quiosques construídos e a inauguração da piscina aquecida.

Em 2002, a Caldense conseguiu o maior título de sua historia, conquistando o Campeonato Mineiro. Apesar de uma campanha brilhante e difícil, a equipe verde e branca mostrou toda a capacidade ao lotar o estádio Ronaldão e derrotar o Nacional, levando o nome de Poços de Caldas ao futebol do Estado.

Na gestão do atual presidente, o futebol passou a ser incorporado o ano todo, sendo um sonho realizado pelos torcedores da Veterana. Na sede social aconteceram melhorias, com aquisição de aparelhos de musculação, reformas dos vestiários e, recentemente, com a nova grama do campo de futebol society.

O periquito sempre foi o mascote da Associação Atlética Caldense. No final de 2007, o clube resolveu lançar uma campanha para escolher o nome do simpático mascote.

Durante mais de 40 dias de promoção, 47.695 votos foram computados através de cupons e pela internet. Com 15.662 votos, Periquitão foi eleito o nome do mascote. Em segundo lugar ficou Verdão, que somou 14.218 votos. Veterano terminou na terceira colocação com 12.243 e Campeão foi o quarto lugar com 5.572. Entre os torcedores que votaram no nome Periquitão foi sorteado uma moto 0 km.

Equipe de futebol profissional da Caldense no retorno a primeira divisão do Campeonato Mineiro, em 1986.
Time da Caldense na inauguração do estádio Ronaldo Junqueira (Ronaldão), em setembro de 1979. Em pé: Demilton Vacarelli - Harley de Barros - Paulo César Alencar - Santana - Orlando - Ilair, Olimar, Jânio, Paulo Roberto, Walter, Amilton Vacarelli, Lourenço Ferreira - Neto - José Francisco (técnico). Agachados: gandula Anderson - massagista Ronaldo - Luiz Antônio - Armando - Baiano - Natal - Paulo César - Índio - Basílio e massagista Bolinha



Campeonato Brasileiro , outubro 1979. Capitães Paulo Roberto (Caldense) e Falcão (Internacional de Porto Alegre).
Time da Caldense no estádio Cristiano Osório, em 1978. João Regina - Gilberto Voador - Camilo - Paulo Roberto - Jânio - Orlando - massagista Ronaldo - Augusto - Emílio - Fabinho - Alves e Márcio.
Time da Caldense em setembro de 1971. Em pé: Miguel Zanetti - Nuno - Nogueira - Canhoto e Neto. Agachados: Paulinho - Osmar - Lelo - Ezio e Ganzepe.
Comemoração do Aniversário da Associação Atlética Caldense, em 7 de setembro de 1969. Da esquerda para a direita: Os repórteres Cid Chacon e José Carlos Garutti Salles, Jofre José Ferreira Santos (representando a Câmara Municipal), sua esposa Maria Aparecida Vacarelli Santos e Antônio Megale (presidente do clube). Na mesa: Benigno Gaiga e esposa.
A Campanha das 57 partidas invictas, em 1960. Em 24 de julho de 1960 a Caldense derrotou a Ferroviária de Araraquara (1x0), gol de Eurípedes. Da esquerda para a direita: Décio Alves de Morais - Miguel - Cuca - Zoe - Fubá - Lory - Dusca - Belmiro Fanelli (Gazeta Esportiva) e Walter Pereira. Agachados: Vacarelli - Alfredinho - Marquinhos Pedrinho e Eurípedes.
Palmeiras x Caldense, em 1958.
Registro do pontapé inicial do jogo dado pelo governador de São Paulo, Ademar de Barros, acompanhado por Tino (capitão da Caldense) e Waldemar Fiume (capitão do Palmeiras). Ao fundo (lado direito), Oscar Nassif e o filho Luiz Nassif.
Início da construção do Ginásio Ronaldo Junqueira, em 1957.
Posse de Alfredo Santa Maria como presidente do clube, em janeiro de 1953. Discursando, ao centro, Fosco Pardini. Presença de conselheiros, diretores e sócios. Antiga sede situada à avenida Francisco Salles, 281.
Chegada da grama do “Estádio Chalé Procópio”, em 1949. Na foto: Antolin Rodrigues, Varella, Domingos Lamberti, Décio Alves de Morais e funcionários da prefeitura.
Reunião da Diretoria e Conselho da Associação Atlética Caldense em 1949, presidida pelo prefeito Miguel Carvalho Dias (com o microfone). À direita: Caio Affonso Junqueira, Aloíso Lobato, Sebastião Pinheiro Chagas, Willian Macedo Martins, Décio Alves de Morais, Alvino Hosken de Oliveira, José Carlos Magalhães, José Anacleto Pereira, Ademar de Souza e Silva, David Paiva Cortês, Walter Carvalho, Chafic Frayha. Em pé: Darci Domenico, Alexandre Xandó, Manoel Gonçalves, não identificado, Renato Santos, Horácio de Paiva, Orfeu, não identificado, Alfredo Lopes, Luiz Souza Moreira, Luiz Duarte, Nicanor Castilho e Sebastião Menelau.
Despedida de Mauro Ramos de Oliveira da Caldense, em 1948. Mauro Ramos de Oliveira juntamente com Júlio Teixeira de Andrade e torcedores deixam o estádio Cel. Cristiano Osório.
Caldense de Mauro Ramos de Oliveira, na década de 1940. Em pé: Esaú - Tino - Amado - Orfeu - Paulo Ferreira - Tião Vacarelli - Julio Teixeira e Pedro Ponce. Agachados: Chavéco - Sila - Maran - Jordão - Mauro Ramos de Oliveira - Tatinho - Saraiva e Hermenegildo.
Posse do 1º Conselho Deliberativo da Associação Atlética Caldense em 29 de outubro de 1943.
Arquibancada do Estádio Cristiano Osório em dia de jogo da Caldense. Década de 40.
O ídolo Arthur Friendereich apitou o jogo entre Caldense e Pernambuco, em 1942, em Poços de Caldas. Na foto: Venício Bertozzi, José Anacleto Pereira, Friendereich, Tenente João Coelho, Oscar Nassif, Sargento Rafael Zarour, Décio Alves de Morais, jornalista e diretores do Pernambuco de Belo Horizonte.
1941. Francisco Consolo, técnico - Júlio Teixeira - Maran - Tatão - Hélio Abreu -Jaime - Lolo - Vitor Cheberle - Hélio Gaiga - Tião Vacarelli - Canjerê e Alemãozinho.
1929. Salles, bandeira - Caetano Lamberti - Atílio Vince - Vitute - não identificado - Luiz Veronesi - Eusébio - Armando - Vince - José - Walter - Moretti e Otávio Mantovani.
1929. Em pé: Danfero Cherchiai,massagista - Cássio Amarante - Cavini - Euzébio - Bernardo - Tatão - José - Mário Xandó e Mário Pavesi. Agachados: Tatu - Egidio - Careca - Caetano e Scassioti.
1928. Renato Santos - Antenor Prezzia - Arthur Messias- Bernardo - Otávio Mantovani - Salvador - Luizinho - Tatão - Caetano Lamberti - Careca - João Gomes - Tatu - Augusto Scassioti - Domingos Lamberti - Novelino Prezzia e João Porphiro Brandão Júnior. Sentado: José Berloffa.

sábado, 12 de setembro de 2009

Futebol da Paraíba (Final)

Resumo histórico

07 de Setembro de 1925, nasce o mais querido da Paraíba

(...)02 de Setembro daquele mesmo ano, em uma quinta-feira, à noite ocorreu uma reunião no clube dos comerciários, onde hoje está localizado o prédio da Associação Comercial, na avenida Floriano Peixoto. Naquela data Antonio Fernandes Bióca, que ficara entusiasmado com o grande número de interessados na proposta, marcara uma reunião formal para o dia 07 de Setembro, com o propósito de oficializar a criação de uma agremiação esportiva em Campina Grande.

Assim, no dia 07 de Setembro de 1925, às nove horas da manhã, compareceram à residência de Bióca, que ficava vizinho ao antigo cine Babilônia, José de Castro, José Eloy Junior, Amélio Leite, Plácido Véras, José Sodré, Zacarias Ribeiro, José Rodolfo, Olívio Barreto, José Casado, Alberto Santos, Osmindo Lima e Luiz Gomes.

O anfitrião ficou desanimado com o baixo número de pessoas presentes, diante do público que vira na reunião anterior e pensou até em desistir da empreitada, mas mesmo com o reduzido número de participantes à reunião, a idéia de desistência não prosperou e passou-se a escolher o nome da nova agremiação esportiva, vários nomes surgiram, mais não se chegou a nenhum consenso, pois o intuito era criar algo novo e original, então essa escolha ficou para a próxima reunião, conforme ficou registrado na ata número 07, do Treze Futebol Clube, de 07/09/1925.

Entusiasmados diante da receptividade do público quanto à noticia de que um novo clube de futebol estava surgindo na cidade, os futuros atletas alvinegros marcaram uma segunda reunião, sob a coordenação de Bióca, que fora escolhido como presidente interino, sendo o assunto da pauta a escolha do nome da agremiação. Mais uma vez as idéias foram surgindo, mais nenhuma original, essa agremiação deveria ter um nome diferente de todas as outras já existentes.

Os pontos positivos deste encontro foram o acordo de que o nome do novo clube deveria ser algo original e a definição das cores, que também deveriam ser diferentes dos demais clubes, então Plácido sugeriu o preto-e-branco que para sua surpresa foi logo aceito por todos, quanto ao nome não se chegou a nenhum consenso novamente.

No dia 20 de outubro de 1925, novamente os treze desportistas estavam reunidos na casa de Bióca, discutindo um nome para o clube, que até então era apenas rotulado como uma “sociedade desportiva”, conforme observa a ata de número 03. Em certo instante José Casado levanta-se e conta o número de presentes à reunião e observou que eram treze componentes desde a primeira reunião, então sugeriu duas opções Treze SPORT CLUBE ou TREZE FUTEBOL CLUBE e como a atividade a ser desenvolvida seria o futebol, ficaram com a segunda opção. Nascia ali o mais querido da Paraíba.

Na manhã seguinte, quando a noticia se espalhou pela cidade à população ficou surpresa com a escolha do interessante nome para a agremiação que surgia, mas embora tendo nome exótico nome, o destino do “Galo da Borborema” (expressão de autoria do poeta Murilo Buarque, fazendo alusão ao número 13 no “jogo do bicho”) seria o de voar alto como as águias. Daí no primeiro jogo,o novo clube já contara com torcida junto ao campo de areia.

A História do Treze Futebol Clube – Cronologia

O Treze Futebol Clube surgiu do carinho e da paixão pelo futebol de treze desportistas. Alberto Santos, Osmindo Lima, Olívio Barreto, Zacarias Ribeiro, José Casado, Plácido Véras, José de Castro, José Eloy, José Rodolpho, José Sodré, Amélio Leite, Luiz Gomes e Antônio Bióca reuniram-se naquele dia, na residência do último, com o propósito de fundar uma sociedade esportiva.

O nome foi uma proposição de José Casado, fundamentada no número de sócios que haviam assinado a primeira ata. Já as cores foram propostas por Plácido Véras.
A história do Treze é grandiosa, não podendo ser resumida em poucas palavras. De modo detalhado, em 2006 foi lançado o livro "Treze Futebol Clube: 80 anos de história".

Fotos: Diário da Borborema e Arquivo pessoal de Luciano Jordan.


2008.
2007.
2006.
Em 2005, Lula com a camisa do Treze ao lado de Ronaldo e Cássio Cunha Lima.
2001.
1997.
1995.
1985.
1984.
1983.
1982.
1981.
1978.
1972.
1959.
1958.
Garrincha com a camisa do Treze, em 1958.
Exemplar histórico de 1952.
Estádio Presidente Vargas

Fundado em 17 de março de 1940 o Estádio Presidente Vargas é um dos orgulhos do torcedor Trezeano e um dos maiores patrimônios de um clube de Futebol da Paraiba.
Localizado no Bairro de São José, bairro próximo ao centro de Campina Grande, o Estádio abriga a maioria dos jogos do Treze Futebol Clube no campeonato paraibano e alguns jogos da série C do Campeonato Brasileiro.

Vem sofrendo manutenção constante e reformas em sua infra-estrutura para adequar melhor as instalações a nossa torcida, funcionários, imprensa e todos que ali estejam. A ampliação do número de espaços na arquibancada geral se faz necessário para que possamos ampliar os espaços e a receita com arrecadações com jogos. A Diretoria já iniciou estudos para a ampliação da arquibancada geral, em breve será lançada uma campanha para o erguimento desses espaços.

Infra-estrutura

Capacidade do Estádio: 10.000 pessoas; Capacidade de cabines de imprensa: 6; Capacidade de cadeiras: 500; Capacidade de arquibancadas: 9500; Número de vestiários: 3; Número de banheiros: 7; Número de portões de acesso: 8.


Resumo histórico

Em 12 de Abril de 1915, a nata da sociedade local fundou um clube dançante, o CAMPINENSE CLUBE. Foram fundadores : Elias Montenegro, Dino Belo, Antonio Lima, Sebastião Capiba, João Honório, Horácio Cavalcanti, Manoel Colaço, Luiz Soares, Antonio Cavalcanti, César Ribeiro, Valdemar Candeia, Nhô Campos, Sindô Ribeiro, Severino Capiba, Adauto Belo, Basílio Agostinho de Araújo, José Amorim, Tertuliano Souto, Gumercindo Leite, Martiniano Lins, José Aranha, Alberto Saldanha, Acácio de Figueiredo, Arnaldo Albuquerque, Gilberto Leite, José Câmara, Alexandrino e Adauto Melo.

Como ainda não contava com sede própria, o novo clube passou a funcionar no Colégio Campinense. Detalhe digno de assinalar foi a escolha do nome do novo sodalício. Reuniões e mais reuniões se sucediam e não se chegava a um acordo. Finalmente, o jovem e brilhante advogado Hortênsio Ribeiro, numa “quente” reunião propôs que o clube se chamasse Campinense. Esse nome retratava tudo, inclusive o bairrismo dos seus fundadores. E obteve votação unânime.

O Dr. José Câmara presidiu a diretoria provisória, no entanto, foi eleito o primeiro presidente no ano seguinte. A posse foi solenizada com um jornal falado, o “Campinense Clube”. A solenidade foi no palco do Cine Teatro Apolo, rua Maciel Pinheiro, onde era a Livraria Pedrosa (a velha ).

FUTEBOL

Embora o rubro-negro de Campina Grande tenha começado a trajetória em 1915, sua torcida precisou esperar até 1960 para poder comemorar a conquista de um titulo estadual, em virtude de uma norma que estava em vigor desde 1919, que proibia a existência de um departamento de futebol na estrutura administrativa do clube, e só revogada em 1954. em compensação, a vitória abriu a série do hexacampeonato estadual, feito inédito e até hoje não repetido pelos clubes paraibanos.

O CAMPINESE CLUBE é o maior clube de futebol da Paraíba, tendo a sede social em Campina Grande , no bairro da Bela Vista. Lá também está sendo construido im centro de treinamento. Único Hexacampeão paraibano o Campinense Clube acumula diversos títulos e é carinhosamente chamado pela imprensa paraibana de “Equipe Cartola”.

2008. Time que subiu para a Série B do Brasileiraõ. Em pé: Sergio (aux. Supervisão) - Dorgival(Supervisor) - Rai - Fabiano Silva - Pantera - Ricardo Oliveira - Charles Wagner - Jorge Hipolito (preparador de goleiros). Agachados: Washington - Paulinho Macaiba - Fabio - Elvis - Marquinhos Marabá - Déda (mordomo) e Robério (aux. goleiro).
Campeão Paraibano de 2008.
2004, Campeão Paraibano.
1993, campeão.
1991.

1971/1975 Penta-Campeão.
1960/1966
Equipe de 1954. Em pé: João Pequeno - Wilson - Ribôte - Edilson - Cariri e Zé Souto. Agachados: Luizinho - Itamir - Rimar - Bismarck - Nelson e Wanda.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Futebol da Paraíba (01)

Resumo histórico

Em 1908, um grupo de rapazes que estudava em outros centros, voltou à Parahyba (atual João Pessoa) para férias escolares. No dia 10 de janeiro daquele ano, o acadêmico Eugênio Soares chegaria do Rio de Janeiro com uma bola de couro para a prática futebolística. Surgiu então a ideia de fundar-se um time de futebol que levou o pomposo nome de “Club de Football Parahyba”, seguindo a tradição de denominar os nomes na língua inglesa. Para o espetáculo inaugural, dividiram-se em duas equipes: Norte e Sul.

No dia 15 de janeiro de 1908, após as providencias necessárias, no “Sítio do Coronel Manoel Deodato”, ns proximidades da atual Praça da Independência na capital do Estado, ocorreria o primeiro match-treino de futebol na Paraíba, entre as equipes anteriormente divididas. Segundo consta, um grande público compareceu ao local para testemunhar o fato.

Em 23 de fevereiro de 1908, às 16 horas, o Parahyba realizaria o seu segundo match-treino. Fora demarcado um campo de futebol, que seria denominado de “Derby”, sendo colocadas várias cadeiras à margem da cancha de jogo, cedidas pelo Teatro Santa Rosa, destinadas aos convidados. Este segundo jogo terminaria empatado em 1 tento.

Foi nesta data que Bióca assistiu a uma partida de futebol pela primeira vez, quase que por acaso. Acompanhando o seu pai pela cidade de Parahyba, quando da entrega de uma certa quantidade de carne para ser embarcada em um dos navios que aportara em Cabedelo, fora informado que haveria uma nova apresentação deste esporte.

Acabaria por tomar gosto pelo jogo, passando a praticá-lo ao lado de outros esportes, como ginástica e caminhadas. A partir daí, começou a atuar nos campos improvisados de Parahyba como “Keeper” (goleiro) e, vez ou outra, jogando de “full back” (beque central).

Terminadas as férias escolares de 1908, os rapazes voltaram aos seus colégios e o Club de Football Parahyba dissolveu-se. Mas a “semente” futebolística lançada ao solo fecundaria e, em 1909, seria fundado o Parahyba United, vindo em seguida o Red Cross e, depois, o América. Todos eles enfrentariam o grande problema para a prática do esporte naquela época: a falta da bola, o que terminava por provocar, algumas vezes, intervalos bem acentuados entre os jogos, enquanto se esperava a chegada da pelota, vinda do Rio de Janeiro.

Fonte da Pesquisa: Livro Treze Futebol Clube: 80 anos de história (Capítulos 1 e 2).
Autor: Mário Vinícius Carneiro Medeiros

Fotos: Livro "A história do futebol paraibano", de Walfredo Marques.

Walfredo Marques, autor do livro "A história do futebol paraibano"
Sousa, campeão paraibano de 2009.



Em 1961, no Rio de Janeiro, Walfredo Marques, autor do livro "A história do futebol paraibano", com João Havelange, presidente da CBF na época.






Doutor João Santa Cruz de Oliveira, eleito presidente da Liga Desportiva Paraíba em 15 de dzembro de 1931, permaneceu no cargo até 1935.





América F.C., campeão de 1923. Em pé: Queiroz - Meireles - João Augusto - Rabêlo - Jair - Edgar - Pimenta e Silvestre. Agachados: João Albuquerque - Simeão e Chaguinha.




Antônio Fernandes Bióca, fundador e jogador do Red Cross, introdutor do futebol em Campina Grande, no ano de 1913 e goleiro do Cabo Branco, no ano de sua fundação (1915). Grande animador do futebol provinciano desde o seu apareciemento. Foi ainda o fundador e primeiro presidente do Treze de Campina Grande, em 1935.
Piragibe Brabâncio de Souza Lemos foi um dos fundadores e primeiro presidente do Club de Foot Ball Parahyba, a primeira agremiação futebolistica do Estado, fundada em 19 de fevereiro de 1908.

domingo, 6 de setembro de 2009

Manifestações de amigos

De: ALBERTO HELDER (alberto.helder@gmail.com)

SOLICITAÇÃO‏

Caro Nilo Dias

Parabéns pelos seus blogues. Sou um seu visitante assíduo.

Entretanto, estou a elaborar um trabalho com o antigo Árbitro FIFA ANÍSIO Augusto MORGADO, português, que, em 1951, foi para África e, um tempo depois, rumou para o Brasil onde dirigiu jogos de vários campeonatos estaduais.

O que pretendia saber é se ele ainda é vivo ou, no caso de ter falecido, qual a data (dia, mês e ano). E só!

Consegui contactar a Conservatória do Registo Civil de Torre de Moncorvo, que me deram alguns elementos, tais como o casamento em 1942, com Diamantina Martins Mendes, que se verificou na Freguesia de Santo Ildefonso, Porto, Portugal. O assento de nascimento 205/1918. Não têm registada a data do falecimento, se é que se verificou, claro.

Peço, pois, o especial favor de tentar obter esta informação, o que muito me sensibilizaria. Anexo alguns dados que encontrei na net.

PS-Ver hoje, amanhã e sempre: www.albertohelder.blogspot.com (Actualizado diariamente desde Agosto de 2007. Temas divulgadas até agora: 732).

Nota: Tenho dado muita atenção à arbitragem brasileira, assuntos que, com muito empenho e gosto, vou dando a conhecer.

Aquele abraço

Alberto Helder

De: Alex Tonel (freefootball2@gmail.com)

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De: Lucas Lopez da Cruz (lucasofg3@hotmail.com)

Pesquisa histórica - URGENTE‏

Bom dia sr. Nilo Dias.

Sou aluno de Educação Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, faço parte do Grupo de pesquisa em memórias do Esporte, mais ligado ao associativismo esportivo no Rio Grande do Sul. Tenho acompanhado seu belíssimo trabalho e gostaria de que o senhor, se possível, me ajudasse.

Estou no momento atual trabalhando em uma pesquisa relacionada aos clubes de ciclismo de POA, e encontrei no seu Blog um artigo que se refere a tentativa de criação de um clube de futebol a partir de cliclistas da União Velocipédica, sendo que no meu trabalho todas as evidencias apontam para o fim do cliclismo em clubes ser decorrente do crescimento do futebol na cidade. Gostaria de lhe pedir a referência que o senhor utilizou naquela matéria, pois ela seria de suma importância para a minha pesquisa!

Fico a disposiçao para auxiliar o senhor em pesquisas que correspondam ao tema histórico, pois tenho um bom material sobre futebol também! Desde já muito obrigado pelo seu tempo.

Lucas Lopez da Cruz - Porto Alegre (RS)
Mat. 00161328
Grupo PET Educação Física UFRGS
Grupo NEHME

Santa Cruz‏
De: Valter Azevedo (vazevedope@yahoo.com.br)

Grande Nilo, muito bom todo o texto. Agradeço ao amigo a matéria. Já coloquei o link no blogdosantinha, o principal da nossa torcida. Abração, amigo!

Valter Azevedo - Recife (PE)

De: SILVIO BASSANI BASSANI (silvio-bassani@hotmail.com)

Fotos antigas a cores‏

Olá pessoal, quero tirar três dúvidas com vocês que são especialistas em futebol:
1) Existem fotos a cores de Portugal na Copa de 1966, até no jogo com o Brasil, inclusive já vi. E existe foto da seleção brasileira posada e a cores na Copa de 1966? Nos jogos contra Bulgária, Hungria e Portugal?

2) Existe foto a cores da seleção da Alemanha Campeã Mundial de 1974, com os jogadores em pé e agachados, na final ou com a mesma escalação da final contra a Holanda?

3) Existe foto a cores da seleção da Inglaterra Campeã Mundial de 1966, com os jogadores em pé e agachados, na final ou com a mesma escalação da final contra a Alemanha?

Vcs podem tirar essa dúvida? Não dá para me mandar as fotos existentes para o meu e-mail?

Atenciosamente
Silvio Bassani Bassani

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Cruzeiro E.C., glória do futebol mineiro (Final)

Astros da constelação celeste

Kleber.
Fábio.
Thiago Ribeiro.
Ramires.
Marcelo Moreno.
Alex.
Sorin.
Ronaldo.
Paulo César Carioca.
O grande dirigente Felicio Brandi.
Wilson Piazza.
Wilson Piazza.
Dirceu Lopes.
Tostão.
Joãozinho.
Raul Plasmann.
Cláudio Adão.
Palhinha.
Rizzinho.
Nogueirinha.
Amaury de Castro.
Abelardo.
Flâmula.

sábado, 29 de agosto de 2009

Cruzeiro E.C., glória do futebol mineiro (03)

Camisas do Cruzeiro, ano a ano

Abaixo segue a evolução da camisa de um dos maiores clubes brasileiros de futebol, o Cruzeiro. Desde sua fundação, o clube já mudou de nome e cores, sendo bastante interessante observar esse desenvolvimento.

Fornecedores de Material Esportivo

Topper (1984-1985)
Adidas (1986-1989)
Finta (1990-1996)
Rhumell (1997-1998)
Topper (1998-2005)
Puma (2006-

Patrocinadores Master
Coca-Cola (1989-1994)
Energil C (1996-1999)
Fiat (2000-2003)
Siemens (2004-2005)
Xerox (2006-

Patrocinadores secundários
Gelmax e Telebingão Campeão (1998-1999)
Ceras Grand Prix (2000-2001)
Lousano (2001-2003)
Aethra (2007)-

1950 a 1956, Cruzeiro. Devido ao estado precário dos sistemas de iluminação dos estádios, o Cruzeiro lançou um uniforme para os jogos noturnos: camisa branca com gola, punhos e o escudo azul; calção azul e meias brancas. O uniforme durou 9 anos.
1942, Ypiranga. Camisa usada uma única vez, no jogo em que o Cruzeiro atuou com o nome de Ypiranga.
1940 a 1942. Neste período houve uma modificação radical no uniforme. A camisa passou a ter faixas horizontais verde e vermelha, gola e punhos brancos com o escudo ao centro. O calção branco e as meias vermelhas. Com este uniforme aconteceu a conquista do Campeonato da cidade de 1940, após 10 anos de jejum. O apelido também mudou de "periquito" para "tricolor".
1921, Palestra Itália.1921. O primeiro uniforme do time foi improvisado. Era camisa verde escura, calção branco e meias verdes. Foi com ele que o clube marcou a sua estréia no dia 3 de abril, no Estádio do Prado Mineiro, com uma vitória de 2 X 0 sobre o Combinado Villa Nova e Palmeiras, de Nova Lima.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Cruzeiro E.C., glória do futebol mineiro (2)


2009, Libertadores.
2008.
2007, Simpsons.
2007.
2006.
2005, jogo Cruzeiro 2 X 1 Velez Sarfield.
2004.
2003, Copa do Brasil.
2003, campeão mineiro.
2003.
2002, vice-campeão da Copa São Paulo de Futebol Júnior.
2002, Copa Sul-Minas.
2001, Copa Sul-Minas.
2001, Cruzeiro X Colo Colo do Chile, pela Copa Mercosul.
2000, Copa do Brasil.
1997, bi da Libertadores.
1997, Cruzeiro X Cristal.
1997. Dortmund X Cruzeiro.
1996, Nagoya X Cruzeiro.
1996.
1996.
1996.
1995.
1994.
1993.
1992.
1992, Cruzeiro X Racing.
1992, Cruzeiro X Atlético Nacional, jogo em que Renato Gaúcho fez 5 gols.
1991, Cruzeiro X River Plate.
1988, Cruzeiro X Nacional.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Cruzeiro E.C., glória do futebol mineiro (1)

História

ESSE TIME JÁ SE CHAMOU PALESTRA, YALE, YPIRANGA E CRUZEIRO,

Palestra Itália

O Cruzeiro Esporte Clube surgiu de um antigo sonho da colônia italiana de Belo Horizonte de fundar uma associação esportiva que a representasse. Em dezembro de 1920, aproveitando a presença do cônsul da Itália em Belo Horizonte, vários desportistas da colônia resolveram levar a idéia da criação de um clube de futebol. No dia 2 de janeiro de 1921, foi fundado oficialmente a Societá Sportiva Palestra Italia.

As cores adotadas pelo Palestra foram as mesmas da bandeira italiana. O primeiro uniforme do Clube foi camisa verde, calção branco e meias vermelhas, com detalhes em branco e verde.

O primeiro jogo do Palestra aconteceu no dia 3 de abril de 1921, no estádio do Prado Mineiro. O Palestra venceu por 2 a 0 um combinado formado por jogadores de dois times de Nova Lima ( Villa Nova e Palmeiras). Porém, a primeira apresentação oficial da nova equipe ao público foi em um jogo contra o Atlético-MG. Vitória Palestrina por 3 a 0. A equipe era composta por Nullo, Henriqueto e Polenta; Grande, Gallo e Checchino; Pederzoli, Parizi, Nani, Attílio e Armandinho.

Em 1925, ocorreu a extinção da cláusula do estatuto que impedia a participação de atletas de outras nacionalidades no time do Palestra. Outra modificação feita foi o aportuguesamento do nome do Clube que passou a se chamar Sociedade Sportiva Palestra Itália.

Em 30 de janeiro de 1942, em plena 2ª Guerra Mundial, o governo brasileiro, através de um decreto lei, proibiu do uso de termos e denominações referentes às nações inimigas. Neste dia, o Palestra Itália passou a se chamar Palestra Mineiro.

Nasce o Cruzeiro Esporte Clube

A idéia de transformar a equipe em uma entidade totalmente brasileira só foi concretizada em 29 de setembro de 1942, quando a diretoria aprovou uma nova mudança no nome do Clube, que passou a se chamar Ypiranga. No entanto, o time atuou com este nome em apenas uma partida.

Finalmente, no dia 7 de outubro de 1942, em uma reunião entre sócios e dirigentes, foi aprovado o novo nome: Cruzeiro Esporte Clube. Uma homenagem ao símbolo maior da pátria, a constelação do Cruzeiro do Sul, o nome do maior time de futebol de Minas Gerais foi sugerido pelo ex-presidente do Clube, Oswaldo Pinto Coelho.

1987.
1986.
1984.
1984.
1983.
1978.
Perfumo, Zé Carlos e Roberto Batata.
1977.
1977, campeonato brasileiro.
1977.
1976. Raul com a Taça Libertadores da América.
1976, poster.
1976.
1976. Cruzeiro X River Plate, da Argentina.
Nelinho marca em cobrança de falta o gol que abriu a goleada histórica sobre o River Plate da Argentina, na decisão da Libertadores de 1976 no Mineirão.
1976.
1976.
1976. Campeão da Libertadores. Em pé: Darci Meneses - Piazza - Moraes - Nelinho - Vanderlei e Raul. Agachados: Eduardo - Zé Carlos - Palhinha - Jairzinho e joaozinho.
Cruzeiro 1976. Em pé: Eduardo - Nelinho - Mariano - Piazza - Moraes e Ozires. Agachados: Guido (massagista) - Roberto Batata - Palhinha - Jairzinho - Joãozinho e Raul.
1976.
1976, Cruzeiro X Alianza.
1976, Cruzeiro 4 X 1 River Plate.
1976, Cruzeiro X River Plate.
1975.
1974.
Tetracampeão mineiro, 1972, 1973, 1974, 1975.
1971.
O time de 1969. Em pé: Vanderlei - Fontana - Pedro Paulo - Piazza - Mário Tito e Raul. Agachados: Nocaute Jack (massagista) - Natal - Zé Carlos - Tostão - Dirceu Lopes e Rodrigues.
1968.
Um misto em 1967 com Tostão. Disputou quatro amistosos na América do Norte. Em pé: William - Tonho - Dawso - Ílton - Vavá e Murilo. Agachados: Antoninho - Zé Carlos - Batista - Tostão e Marco Antônio.
1967. Cruzeiro X peñarol.
Pedro Paulo desarmando um atacante do Peñarol do Uruguai no Mineirão em partida válida pela Libertadores de 1967.
1967. Cruzeiro X Peñarol.
1966.
1965.
1961, tricampeão mineiro.
1959.
1956.
1945.
1945, ataque do Cruzeiro: Braguinha - Lazaroti - Niginho - Ismael e Alcides.
1944.
Década de 1940.
1940, campeão mineiro.
1936.
Primeiro time profissional do Cruzeiro em 1933, no campo do Barro Preto, antes da vitória por 4 X 1 sobre o Retiro, de Nova Lima (MG, em 19/11/1933, que garantiu o vicecampeonato da cidade. O Villa Nova havia sido o campeão antecipado. Da esquerda para a direita: Matturio Fabbi (o primeiro treinador da história do Cruzeiro) - Odilon - Mundico - Barata (que se tornaria presidente do Sete de Setembro em 1947) - Raul - Bengala - Caieira - Calixto - Souza - Jovem - Alcides e Piorra. Sentados: Álvaro e o goleiro Geraldo.
Década de 1930.
Década de 1930.
Década de 1930.
1926, campeão mineiro.
Time de 1920.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Manifestações de amigos

SILVIO BASSANI BASSANI (silvio-bassani@hotmail.com)

Olá é do site reliquias do futebol? Eu gostaria de saber se já foi publicado fotos do Cruzeiro de Minas Gerais.Eu não consigo achar as seguintes fotos e gostaria de saber se vcs as tem ou se existem; se há possibilidade de publicá-las ou se já foi publicado:

Cruzeiro campeão da Taça Libertadores de 76 a cores, ( a foto do time no 3º jogo contra o River, lembrando que Ronaldo jogou no lugar do Jairzinho).
Cruzeiro campeão da Taça Brasil de 66 a cores;
Cruzeiro vice brasileiro de 74 e 75 a cores, o time nos jogos finais e a cores;
Cruzeiro vice campeão mundial de 76 contra o Bayern a cores;
Cruzeiro vice campeão da Libertadores de 77 a cores contra o Boca Juniors.

Homero disse...

BOA TARDE. PARABÉNS PELO ÓTIMO TRABALHO APRESENTADO. FELIZMENTE AINDA EXISTEM PESSOAS QUE SE INTERESSAM E SE ESFORÇAM PARA MANTER VIVA O CHAMA DO AMOR PELO FUTEBOL E EM ESPECIAL PELO MEU E.C. PELOTAS. E NESSE DIA SEGUINTE AO ACESSO A PRIMEIRA DIVISÃO É MAIS GRATIFICANTE AINDA. UM GRANDE ABRAÇO.

HOMERO QUEIROGA-PELOTAS-RS email/msn hlsq@hotmail.com

gerson disse...

Excelente reportagem sobre o Grêmio Santanense. parabéns.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Zé Pulula, o craque sertanejo

As fotos abaixo nos foram remetidas pelo ex-atleta Zé Pulula, que jogou por vários clubes profissionais do país. Contato: pululadasilva@gmail.com

José Eustáquio Pulula da Silva, o Lula, ou Zé Pulula, jogou como ponteiro direito pelo Clube Atlético Paraminense (PR), Rio Branco (MG), Mixto (MT), Londrina (PR), Clube Esportivo Operário Varzeagrandense (MT) e Paulista de Jundiai. Em 1977, no melhor de sua carreira sofreu duas sérias contusões: fratura da clavicula e ligamentos do joelho direito rompidos. No ano seguinte abandonou o futebol.

Hoje Zé Pulula mora em Várzea Grande, onde é comunicador sertanejo e jornalista. É casado com dona Odilza Maria e pai de dois filhos, Rafael Rodrigo e Ivonete e já tem uma linda neta, Maria Eduarda, a Duda.

Odenir, Mazurkiezwicz e Zé Pulula, no Operário de Várzea Grande.
Paulista de Jundiai 1978-1979. Em Pé: Edson - Marco - Cícero - Domingos - Wálter Paulista e Santos. Agachados: Zé Pulula - Bosco - Souza - Gil e Wágner .
Clube Esportivo Operário Várzeagrandense (CEOV)1976. Em pé: Nezinho - Zé Mário - Paulo Vitor - Justino Guará - Joilson e lateral desconhecido. Agachados: Nélio Ramos - Dener - Puruca - Rui e Odenir.
Paulista de Jundiaí (SP) 1976-1977. Em pé: Edson Mug - Marco - Djalma Santos - Cícero - Lásaro e Fernandinho. Agachados: Zé Pulula - Mosca - Brayner - Wagner e Brinda.
Mixto de Cuiabá,1973-1974. Em pé: Romulo - Fernandão - Felizardo - Luziano - Adão - JK e Henrique Gory. Agachados: Renê - Cecílio - Nato - Filinto e Arnô.
Operário Varzeagrandense 1973: Lira - Joel - Carlos Pedra - Marcio Gaguinho - Paulo Fernandes - Tyressólys e massagista. Agachados: Zé Pulula - César - Bife - Gilson Lira e Ruiter.
Londrina (PR) 1972. Em pé: Plinio - João Batista - Marinho - Jeremias - Neneca e Japonês. Agachados: Neco - Zé Pulula - Gilberto - Toquinho - Canhoto I e Canhoto II.
Londrina (PR)1972. Em pé: Nicola - Lásaro - Hale - Café - Joel Camargo - Zé Rubens e Carlos César. Agachados: Mickey - Gauchinho - Zé Pulula - Petronilio - Zé Miguel e Neco.
Plantel do selecionado matogrossense na década de 1970.

sábado, 1 de agosto de 2009

Manifestações de amigos

Melissa Assumpção disse...

Olá

Meu avô foi jogador do 14 de Julho lá por meados de 54/56. Seu nome era Dirnei Viera.

Estou fazendo o levantamento hitórico de minha família, e peço gentilmente seu auxílio. Jogou com Nei Save, Canário, época de jogadores como Breno, Jorge (boca de Leão), Caçapava.

Busco fotos, informações, enfim, tudo o possível..

Prezado Nilo Dias

Primeiramente, muito obrigado pelo espaço ao amado, glorioso e histórico Cruzeiro.
Me permita, por favor, a algumas colaborações:

Legendas de fotos - Para sua identificação faço uma hipotética numeração das fotografias de cima para baixo.

NOTA DO BLOG: Agradeço a colaboração e já providenciei a colocação das legendas nas fotos.

Dei uma olhada no "reliquias" realmente muito bom.O Xavante vai bem, joga domingo em casa a primeira do mata-mata c/ o América Mineiro, se passar já estará na B. O Presidente atual esta no terceiro mandato, e vem realizando um bom trabalho, mantendo a folha e outros compromissos financeiros em dia. A noticia ruim do fim de semana foi o falecimento do Dinei Avelar(o homem do placar)

Um grande abraço. Rogério

Milton disse

Mais uma vez é mostrado como o Flamengo ganha as coisas, no roubo, no golpe. E além do mais, essa história de humildade é pura lorota, só branquinhos e riquinhos jogavam. Não só no Flamengo, mas tambem nos outros clubes do Rio de Janeiro. Se fosse pelo Vasco, os verdadeiros humildes não podiam exercer o direito de jogar futebol. Vocês, com o apóio da Flaglobo são os campeões do apito amigo.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

O "estrelado" de Porto Alegre


História

O Cruzeiro foi fundado no dia 14 de julho de 1913. Uma agremiação que desbravou o mundo e originou as categorias de base no Rio Grande do Sul. Inicialmente, fora sugerido o nome de "14 de Julho" para o novo clube, devido ao dia de sua fundação. Porém, um dos fundadores sugeriu que se chamasse Cruzeiro.
O primeiro estádio do clube foi a Vila Cruzeiro, que estava localizada na Estrada do Mato Grosso (atual Avenida Bento Gonçalves, no Bairro Partenon). Em 1920 o Cruzeiro mudou-se para o Caminho do Meio, estádio onde ficou durante 18 anos. No ano de 1929, depois de ter conquistado a cidade por duas vezes, 1918 e 1921, conquistou o Estado, na sua primeira participação (participou, depois, dos campeonatos de 1961 a 1965, 1968 a 1973, 1976 a 1979).
O Cruzeiro teve na sua história altos e baixos. Nos primeiros 50 anos de sua existência, foi um clube que incomodava os grandes times, chegando a ser reconhecido como a terceira força de Porto Alegre, atrás apenas de Grêmio e Internacional.
Outro período áureo foi o pioneirismo gaúcho em excursões para a Europa[1], Ásia e o Oriente Médio, na virada do ano de 1953 para 1954.
Depois de 11 dias viajando de navio jogaram contra times considerados grandes, como Real Madrid (segurou o empate em 0 a 0)[1], Lazio, Fenerbahçe, Besiktas e Galatasaray SK, além da Seleção de Israel (foi o primeiro time brasileiro a jogar em Israel) e da Turquia. Tiveram resultados positivos. Jogaram 15 partidas, venceram sete, empataram quatro e perderam outros quatro, marcando 28 e sofrendo 20 gols. Voltando com um aproveitamento de 55,55%.
A excursão foi tão capacitada que o clube voltou no ano de 1960 à terra dos desbravadores. Nesta viagem, jogaram contra times como Sevilla, Bayern Hof, Dínamo de Zagreb e outros, além de seleções como Tchecoslováquia, Seleção Olímpica Dinamarca e Bulgária.
E voltaram com um aproveitamento parecido, 54,16%, jogando 24 partidas, com 11 vitórias, seis empates e sete derrotas, marcando 39 gols e sofrendo 35. Com essa campanha, conseguiu um título, o Torneio de Páscoa de Berlim, um campeonato importante para a época, o primeiro título intercontinental de futebol de um clube gaúcho. Para exemplificar como a segunda excursão foi satisfatória, os dirigentes do Randers, um dos adversários na excursão, enviaram uma carta ao Cruzeiro onde eles afirmavam que nunca iam esquecer do time que tinham o derrotado.
No dia 7 de março de 1941, o Cruzeiro inaugurou o Estádio da Montanha (no bairro Medianeira), então o maior da cidade[1], derrotando o São Paulo FC por 1 a 0, gol de Gervásio, com mais de 20.000 pessoas presente.
Na década de 1940 o clube faz seu grande esforço de crescimento. Em 1944 contratou o técnico húngaro Emeric Hirchl, que trouxe consigo a famosa dupla de atacantes italianos Flamini e Lombardini, que já haviam atuado pela seleção nacional e haviam atuado na Argentina e na Lazio, da Itália.[1] Antigos dirigentes do clube costumavam dizer que, se o Internacional não estivesse em uma fase tão boa na primeira metade dos anos 1940, talvez hoje o Cruzeiro fosse um terceiro time grande na cidade.
Além desses títulos, o Cruzeiro conta na sua galeria com o primeiro Torneio Internacional de Páscoa de Mar del Plata, na Argentina, em 1961, e sagrou-se o primeiro Campeão da Taça Governador do Estado em 1970.
A decadência do clube começou no final da década de 1960, quando o presidente Rafael Peres Borges vendeu o Estádio da Montanha para a construção de um cemitério (batizado com o nome do Papa João XXIII e localizado próximo ao Estádio Olímpico Monumental, do Grêmio, no bairro Medianeira). O último jogo do Cruzeiro na Montanha ocorreu no dia 8 de novembro de 1970, com vitória do Cruzeiro por 3 X 2 sobre o Liverpool do Uruguai. Muitos torcedores deixaram o local chorando.
Na década de 1970, o clube construiu o Estádio Estrelão (na Avenida Protásio Alves, bairro Protásio Alves), seu estádio atual, inaugurado em abril de 1977. Em 1979 o futebol profissional do clube entrou em recesso, só voltando em 1991.
Em 2008, o Cruzeiro disputou duas competições: a Segunda Divisão Gaúcha e a Copa FGF. Na primeira, o Cruzeiro fez uma boa campanha na primeira fase, com 15 pontos em 10 jogos. Entretanto, na segunda fase, o time da Capital decepcionou e não ganhou nenhum jogo dos 14 a serem disputados, ficando na lanterna da chave e adiando por mais um ano a subida de divisão.
Neste mesmo ano, nas categorias de base, o clube chegou à final do Campeonato Gaúcho de Juniores, sendo derrotado pelo Internacional por 3-2 no placar agregado (2 X 0 e 0 X 3). Na Copa Lupi Martins, o Cruzeiro conseguiu se classificar à segunda fase, fazendo 20 pontos em 16 jogos e ficando em quinto do grupo; nas oitavas de final, entretanto, foi eliminado pelo Novo Hamburgo, com o placar agregado de 4 X 1 (1 X 1, 3 X 1).

TÍTULOS

Estaduais: Campeonato Gaúcho (1929); Campeonato Citadino de Porto Alegre (1918, 1921 e 1929). Outras Conquistas: Torneio Triangular de Porto Alegre (1943); Taça Cidade de Porto Alegre (1947); Torneio Extra da Cidade de Porto Alegre (1943); Torneio da Páscoa de Berlim - Alemanha (1960); Torneio Internacional de Mar del Plata (1961); Torneio Início de Porto Alegre(1943, 1951 e 1962); Taça Governador do Estado (1970);
Basquete: Campeonato Gaúcho de Basquete (Masculino) (1945, 1948*, 1949, 1950, 1951, 1952, 1953, 1956, 1968, 1970, 1972 e 1973); Futebol de Salão: Campeonato Gaúcho de Futebol de Salão (1958 e 1959).

ARTILHEIROS

Campeonato Gaúcho

1.Nestor - 1929.
2.Paraguaio - 1969 (8 gols).

O Cruzeiro desde a sua origem revelou grandes craques e muitos atletas que passaram pelo Cruzeiro ao longo deste quase 100 anos chegaram à Seleção Brasileira, como Aníbal Candiota, Moderato Wisintainer (primeiro gaúcho a jogar uma Copa do Mundo em 1930), Juvenal Amarijo, Luizinho, Irno, Claudio Danni, Alfredo Mostarda, Picasso, Valdir de Morais, Airton Ferreira da Silva, Ortunho, Batista e tantos outros grandes jogadores que já vestiram a camisa Estrelada como Espir Rivaldo, Marne Demeneghi, Mario Andrade, Jorge Andrade, Hermes, Henrique, Arlem, Pio, Vieira, Cacildo, Marino, Arceu, Miguel, Bido, Pio, Canavieira, Bezerra, Antunes (irmão do Zico), Jarbas, Daizon e João Pontes, Laoni Luz, Julio César, Heraldo, Paraguaio, Serginho, Nicola, Chico Spina, Lettieri, Itamar, Doraci, Claudio Leite, Marcelo Rosa, Djair, Vergara, Paulo Santos, Pinga, Manú, Jair Gomes, Elton Correia, Zé Luís, Michel Bastos, Diguinho, Rafael Sobis...e muitos outros.

O CRUZEIRO É O ÚNICO TIME DO PLANETA QUE JOGOU UMA PARTIDA DE COPA DO MUNDO

Claro que não são só essas 19 pessoas que sabem da história. Está nos jornais da época que o Esporte Clube Cruzeiro emprestou o seu uniforme para o México em 1950.
História - Porto Alegre sediou duas partidas do Mundial de 1950. As partidas foram realizadas no Estádio Ildo Meneghetti, mais conhecido como Eucaliptos, pertencente ao S. C. Internacional. Jogaram Iuguslávia 4 X 1 México, em 28 de julho, e México 1 x 2 Suíça, em 2 de julho.
Na época, o México não utilizava o verde e branco, usava em vermelho grená muito parecido com o vermelho sangue da Suíça. A Fifa determinou que haveria um sorteio, ganho pelo México. Num gesto altruísta, a seleção mexicana cedeu à Suíça o direito de usar a camisa vermelha. Então, os mexicanos resolveram homenagear um time de Porto Alegre, porque foram bem recebidos na cidade, e pediram o uniforme de uma equipe porto-alegrense.
A sede do Cruzeiro ficava na rua Porto Alegre, onde está o Cemitério João XXIII, no bairro Azenha, portanto bem próximo ao Eucaliptos, que fica na rua Silveiro, no bairro Menino Deus. O Grêmio foi preterido porque era mais longe, lá na Mostardeiro - a avenida Goethe cruza o que seria a goleira da direita das tribunas. O Inter não poderia ceder o fardamento por ser vermelho tal qual o da Suíça.
O professor Eugênio Vasconcelos, de 55 anos, é professor de história e presidente do clube avi-azul. Na época, o Cruzeiro detinha o maior patrimônio entre os clubes da capital. Foi o primeiro clube gaúcho a ir para a Europa, destaca o professor.
Jogo A manchete do Correio do Povo do dia 2 de julho de 1950 estampava: "Porto Alegre conhecerá a equipe que empatou com o Brasil". A expectativa em torno da equipe alpina era enorme.
Os ingressos foram colocados à venda por módicos Cr$ 100,00 para as cadeiras, Cr$ 25,00 para as gerais e sócios, Cr$ 15,00 para os familiares de sócio e Cr$ 10,00 para os colegiais. Para se ter uma idéia do valor do dinheiro na época, o jornal custava Cr$ 0,80.
A partida entre Cruzeiro - ou melhor, México - e a Suíça acabou com vitória dos helvéticos por 2 a 1, gols de Bader (11min) e Tamini (45min). Casarin (88min) descontou para os estrelados mexicanos.
Preparação - Porto Alegre se preparou para receber os dois jogos da Copa do Mundo. O estádio do Internacional foi ampliado para poder acomodar 35 mil pessoas e a prefeitura doou Cr$ 500.000,00, numa bela manobra do vereador Ildo Meneghetti, que depois seria prefeito e se tornaria o patrono colorado. O clube do Menino Deus tentou conseguir verbas através de sua torcida, que não correspondeu à emissão dos bônus lançados pelo Colorado.
O gramado dos Eucaliptos teve suas dimensões aumentadas para atender às especificações da Fifa. O relvado, como dizem os portugueses, foi para 108m de comprimento por 72m de largura. Também foi necessário cercar o campo de jogo com tela, um avanço na época. Construíram-se dois túneis para acesso dos jogadores ao campo, colocaram postes para iluminação e instalaram cabines para a imprensa.
Um Gre-Nal inaugurou o "novo estádio" colorado. Lotação máxima, que não se repetiu na Copa. Em 24 de junho, o Grêmio venceu o dono do campo por 1 a 0, gol de Ariovaldo. A arbitragem era do renomado Mister Cyril John Barrick, o juiz inglês que apitava os jogos do Campeonato Gaúcho.
O governador do Estado, senhor Valter Jobim, estava presente na inauguração. Abelard Jacques Noronha, ex-presidente colorado, esportista e playboy nas horas de folga, recebeu as seleções na Cidade Sorriso.
A França não participou da Copa porque teria de jogar em Porto Alegre e quatro dias depois estaria em campo em Recife, Pernambuco, a mais de 3.000 quilômetros de distância. Por isso, a capital dos gaúchos só teve dois jogos no Mundial de 1950.

Saiba mais

Estádio Eucaliptos lotava em dia de clássico. Durante a Copa do Mundo de 1950 recebeu bom público. Foi uma grande festa para a sociedade de Porto Alegre.
Equipes: Suíça: Hug; Neury e Bocquet; Lusenti, Eggimann e Quinche; Tamini, Antenen, Friedlaender, Bader e Fatton. Técnico: Karl Rappan . México: Carbajal; Gutierrez e Roca; Gómez, Ochoa e Ortiz; Guevara, Flores Casarín, Borbolla e Velázquez. Técnico: Octávio Vial
Gols: Bader (Suíça) - 11 min Tamini (Suíça) - 45 min e Casarín (México) - 88 min - Arbitragem: Ivan Eklind, Suécia; Gunner Dahlner, Suécia; Sérgio Bustamonte, Chile
Local: Estádio Eucaliptos - Horário: 15h - Renda: Cr$ 94.700,00 - Público: 9.000 pagantes. Fonte: Nildo Júnior )

O novo estádio "Estrelão".
Time de 2008.
Formação do E.C. Cruzeiro, com Rafael Sóbis e Diguinho. (Foto: Acervo do E.C. Cruzeiro)
Timaço do Cruzeiro no Gauchão de 1970. Em pé: Henrique - Miguel - Ortunho - Bido e Arceu. Agachados: Arlém - Arnaldo - Joãozinho - Pio e Laoni. Este time foi Campeão da Copa Governador de 1970 e quarto colocado no Gauchão daquele ano.(Foto: Acervo do E.C. Cruzeiro)
Time de 1969. Em pé: Valdir de Morais - Ortunho - Bido - Claudio Danni - Zico e Heraldo. Agachados: Arlém - Antunes (irmão de Zico) - Didi Pedalada - Pio e Vieira. (Foto: Acervo do E.C. Cruzeiro)
Time de 1968. Em pé: Jarbas - Zico - Cláudio - Heraldo - Silveira e Renato. Agachados: Arlem - Joãozinho - Didi Pedalada - Pio e Vieira (Foto: Acervo do E.C. Cruzeiro)



Charge com o time do Cruzeiro durante excursão à América Central em janeiro de 1962.
No Monumental de Nuñez, Tonico é o sexto de pé da esquerda para a direita. (Acervo do ex-jogador Tonico)

Time do Cruzeiro durante o Torneio de Filgueiras, na Espanha, em 1960. O time da casa, o Filgueiras, que foi derrotado pelo Cruzeiro, jogou reforçado por quatro grandes jogadores brasileiros que atuavam na Espanha e aparecem na foto Joel, Didi, Evaristo de Macedo e Vavá.
Cruzeiro de volta a Europa, em 1960. (Foto: Acervo do E.C. Cruzeiro)


Inicio de 1954, volta do Cruzeiro da excursão a Europa e Oriente Médio.
Início de 1954. Retorno da delegação cruzeirista da Europa. (Foto: Acervo do E.C. Cruzeiro)
Recepção calorosa à delegação cruzeirista em plena Praça da Alfândega, na volta a Porto Alegre. (Foto: Acervo do ex-jogador Tonico)
Foto recente do ex-jogador Tonico (De seu Acervo pessoal)
“Os brasileiros esperam por sol e campo seco no jogo de hoje, no Estádio Grüne Au. A foto mostra quatro integrantes do E.C. Cruzeiro, de Porto Alegre, depois da chegada na estação da cidade de Hof” : Chagas, Tonico, Cacique e Joel. (Foto: Acervo do ex-jogador Tonico)
Em Limoges, na França, o Cruzeiro bateu a equipe de mesmo nome por 2 X 1, segundo os jornais “sob chuva e grossa pancadaria”. A Folha Esportiva anotava que a partida terminou em meio a uma confusão, quando o zagueiro Henri Kowal, do time francês disse ter sido atacado por vários brasileiros. “Foram só uns empurrões. Os repórteres gostam de enfeitar”, minimizou Tonico. (Acervo do ex-jogador Tonico)
Uma das formações do Cruzeiro na excursão a Europa. Em pé: Luiz Torres - Nonô - Tonico - Salvador II - Ivo Meyer e Candinho. Agachados: Abrahão Lerman (massagista) - Tesourinha II - Raul Cagliari - Sérgio - Cará e Elálio. Foto: Acervo do ex-jogador Tonico)




Foto 22 - O time do Cruzeiro posando com a seleção de Israel no primeiro jogo de um time brasileiro no Estado de Israel em janeiro de 1954. (Foto: Acervo do E.C. Cruzeiro)
Clássico Inter-Cruz em 1945 no estádio da Timbaúva. (Foto: Acervo do E.C. Cruzeiro)
Troca de gentilezas antes de um jogo. (Foto: Acervo do E.C. Cruzeiro)
Tesourinha II. (Foto: Acervo do E.C. Cruzeiro)
1959. Estádio da Montanha, clássico Inter-Cruz. Goleiro Irno defende, em jogo finalizado 1 X 1 (Foto: Acervo do E.C. Cruzeiro)
Clássico Inter-Cruz em 1945 no estádio dos Eucaliptos. (Foto: Acervo do E.C. Cruzeiro)
Time que enfrentou o Real Madrid. (Foto: Acervo do E.C. Cruzeiro)


1953. Time do Cruzeiro que excursionou a Europa. (Foto: Acervo do E.C. Cruzeiro)

EXCURSÃO DO CRUZEIRO DE PORTO ALEGRE À EUROPA/ORIENTE MÉDIO EM 1953

RESULTADOS

- 08.11.1953 - CRUZEIRO DE PORTO ALEGRE 0 X 0 REAL MADRID (ESPANHA), em Madri – Espanha
- 11.11.1953 - CRUZEIRO DE PORTO ALEGRE 0 X 4 TOULOUSE (FRANÇA), em Toulouse – França
- 22.11.1953 - CRUZEIRO DE PORTO ALEGRE 6 X 2 LAUSANNE SPORTS (SUÍÇA), em Lausanne – Suíça
- 25.11.1953 - CRUZEIRO DE PORTO ALEGRE 0 X 0 TORINO (ITÁLIA), em Turim – Itália
- 02.12.1953 - CRUZEIRO DE PORTO ALEGRE 0 X 0 LAZIO (ITÁLIA), em Lazio – Itália
- 08.12.1953 - CRUZEIRO DE PORTO ALEGRE 2 X 1 MACCABI TEL-AVIV (ISRAEL), em Tel-Aviv – Israel
- 11.12.1953 - CRUZEIRO DE PORTO ALEGRE 1 X 0 MACCABI PETACH-TIKVA (ISRAEL), em Petach – Israel
- 15.12.1953 - CRUZEIRO DE PORTO ALEGRE 5 X 0 HAPOEL HAIFA (ISRAEL), em Haifa – Israel
- 17.12.1953 - CRUZEIRO DE PORTO ALEGRE 0 X 0 SELEÇÃO DE ISRAEL, em Tel-Aviv – Israel
- 19.12.1953 - CRUZEIRO DE PORTO ALEGRE 0 x 2 BESIKTAS (TURQUIA), em Beskitas – Turquia
- 20.12.1953 - CRUZEIRO DE PORTO ALEGRE 1 X 2 SELEÇÃO DA TURQUIA, em Istambul – Turquia
- 24.12.1953 - CRUZEIRO DE PORTO ALEGRE 2 X 5 FENERBAHÇE (TURQUIA), em Ancara – Turquia
- 27.12.1953 - CRUZEIRO DE PORTO ALEGRE 3 X 2 GALATASARAY (TURQUIA), em Ancara – Turquia
- 03.01.1954 - CRUZEIRO DE PORTO ALEGRE 4 X 2 ESPANYOL (ESPANHA), em Barcelona – Espanha
- 06.01.1954 - CRUZEIRO DE PORTO ALEGRE 2 X 0 ESPANYOL (ESPANHA), em Barcelona – Espanha

RESUMO

15 jogos
7 vitórias
4 empates
4 derrotas
26 gols marcados
20 gols sofridos
SALDO: + 6

Orceli, jogador do Cruzeiro em 1952.
1952. Equipe do Cruzeiro: Em pé: Valdão - Laerte Terceiro - Dioli - Danton - Laerte Segundo e Leo. Agachados: Rubens Hoffmeister - Nardo - Orcelli - Casquinha e Jarico. (Foto: terceirotempo.ig.com)
Time de 1945. (Foto: Acervo do E.C. Cruzeiro)

A TEMPORADA DO SÃO PAULO F.C. EM PORTO ALEGRE

Transcrição do artigo publicado na revista Esporte Ilustrado, nº 158, de 17 de abril de 1941, quando o São Paulo fora convidado à inaugurar o estádio do Cruzeiro de Porto Alegre - então forte time gaúcho. E, como perceberão, não se podia dizer o mesmo do SPFC...
Após as brilhantes exibições do Gymnasia y Esgrima de Buenos Aires, foi dado a conhecer ao público desportivo portalegrense o quadro do S. Paulo F. C. da Paulicéa.
Vencedores dos "mens-sana" por larga contagem os sampaulinos eram tidos como grandes adversários dos clubs gaúchos. Esperava-se, mesmo, empolgantes partidas. Nada disso, porém, aconteceu. Porque? Digamo-lo francamente: o São Paulo em suas duas exibições não apresentou bom futebol. Foi derrotado em ambas as partidas pela diferença mínima é bem verdade, mas convenhamos que, dos seus adversários, ao Cruzeiro faltou o arremate e o Internacional cansou no início do 2º tempo. Não fossem estes os defeitos dos clubes pôrto-alegrenses e os sampaulinos regressariam com o amargor de duas graves derrotas. Vamos resumir as 2 partidas:

CRUZEIRO X S. PAULO

Para a inauguração de seu novo estádio o Cruzeiro convidou o São Paulo F. C. Depois de uma imponente parada atlética houve diversas cerimônias sendo por fim entoado o Hino Nacional por todos os assistentes.
Com o pontapé inicial, dado pelo exmo. secretário das Obras Públicas, foi dado início à partida, tendo os dois quadros a seguinte constituição:
São Paulo: King - Fiorotti - Squarza - Lola - Walter - Orozimbo - Bazzoni - Teixeirinha - Emédio (sic) - Remo (Jofre) - Novelli.
Cruzeiro: Marne - Só - Coelho - Ferrari (Zezé) - Wiezer - Canali - Saladura - Bruno - Louzada (Rico) - Rey - Gervásio.
A partida transcorreu algo movimentada, destacando-se nos dois quadros os seguintes players: Só - o melhor dos 22 em campo - Canali - Ferrari - Ruy [antes escrito Rey, n/t] - King - Fiorotti - Orozimbo e Remo.
O único goal da tarde foi assinalado aos 36 minutos do 2º tempo por Gervásio, que se aproveitou de uma defesa parcial de King.
Cruzeiro: 1 - S. Paulo: 0.
Público: Calculado em 20.000 pessoas.
Renda: 30:000$000.

INTERNACIONAL X S. PAULO.

Este jogo foi realizado quarta-feira à noite. Os colorados gauchos iniciaram o jogo com um apetite de leão. Permaneceram durante os primeiros dois minutos bombardeando o arco de King. Aos 4 e aos 9 minutos Carlitos atingiu as redes do irmão de Teleco [King era irmão do famoso jogador do Corinthians]. Depois dêstes 13 minutos sufocantes os paulistas se refazem e finalmente aos 20 minutos Teixeirinha assinala bonito goal. Mas logo após Carlitos - sempre Carlitos – marca em school enviezado [nem idéia do que seria isso] o 3º ponto do Internacional, ponto êsse que constituiu um verdadeiro "frango" de King. Revezam-sem as cargas e finaliza o 1º tempo com 3 x 1 no placard.
Na 2ª fase, Brandão, que vinha sendo o grande esteio dos colorados, cansou e, ao que parece, contagiou seus companheiros que nada mais fizeram. Só então a assistências percebeu que além do Internacional havia outro quadro no campo... Sim, porque aí começou a se locomover uma máquina acionada por Lola, agora como chave do quadro. E esta máquina pressionava cada vez mais, a despeito dos esforços de Alfeu e, notadamente, de Pedrinho. Aos 25 minutos, por fim, Teixeirinha trouxe a bola até as proximidades do arco, de onde, então, fulminou Rubens. 3 x 2 e esperanças de um empate para os sampaulinos. A máquina que varava o centro do campo era, porém, inofensiva dentro da área e o score manteve-se irredutível até o fim.
Valores: Remo foi a maior figura em campo, a despeito de seu tamanho... Seguiram-lhe em ordem: Brandão, Orozimbo, Sílvio Pirillo, Carlitos, Alfeu e Teixeirinha.
Juiz: Alvaro Silveira. Atuou regularmente ambas as partidas do S. Paulo em P. Alegre.
Renda: Cerca de 19:000$000.
Quadros: Internacional: - Rubens; Alfeu e Risada; Mascrinha (Nenê), Brandão (Nick), Pedrinho; Tesourinha, Russinho, Silvio Pirillo, Rui (Castillos) e Carlitos.
S. Paulo: - King; Fiorotti e Squarza; Lola (Zachlis), Walter (Lola - !!! Voltou ao jogo) e Orozimbo; Bazzoni, Teixeirinha, Hemedio, Remo e Paulo (Novelli).
1941. Cobertura jornalistica da festa inaugural do Estádio da Montanha. (Foto: Acervo do São Paulo F.C.)
O velho e histórico Estádio da Montanha.
1941. Lance do jogo inaugural do Estádio da Montanha, entre E.C. Cruzeiro X São Paulo F.C. Foto: Acervo do São Paulo F.C.)
1941. Lance do jogo inaugural do Estádio da Montanha, entre E.C. Cruzeiro X São Paulo F.C. Foto: Acervo do São Paulo F.C.)
1941. Solenidade no centro do gramado, antes do jogo E.C. Cruzeiro X São Paulo F.C., na inauguração do Estádio da Montanha (Foto: Acervo do E.C. Cruzeiro)
1941. Convite para inauguração do Estádio da Montanha.(Foto: Acervo do E.C. Cruzeiro.)
1945. Excursão ao Paraná. Visita a sede do Coritiba. (Foto: Acervo do E.C. Cruzeiro)
No velho estádio Joaquim Américo, antes de um jogo contra o Atlético Paranaense. No time do Cruzeiro, agachados, aparecem os italianos Flamini e Lombardini, que jogaram na Lazio, na Argentina e chegaram ao Cruzeiro em 1944 com o técnico húngaro Emeric Hirschl. (Acervo do E.C. Cruzeiro)

sábado, 25 de julho de 2009

O mais querido do Brasil (final)

FOTOS: FLAESTATÍSTICA E FLAPÉDIA

Histórico do Flamengo

Data de Fundação

O Clube de Regatas Flamengo foi fundado no dia 17 de Novembro de 1895 (porém comemora no dia 15, data da Proclamação da República e feriado nacional), na casa nº 22 da Praia do Flamengo (porém a idéia surgiu no Café Lamas, no Largo do Machado), com o nome "GRUPO DE REGATAS DO FLAMENGO", que mudaria para Clube de Regatas Flamengo em 1902, por sugestão de Mario Pederneiras.
As primeiras cores: Azul(da Baía da Guanabara) e o Ouro(das riquezas brasileiras), que em 1896 foram trocadas para o Vermelho e Preto atuais, devido ao Azul e Ouro desbotarem com muita facilidade por causa da salinidade das águas da Baía da Guanabara e do sol, além da dificuldade na importação do tecido da França e da Inglaterra.

Os Fundadores

- José Agostinho Pereira da Cunha;
- Mario Espinola;
- Augusto da Silveira Lopes;
- Nestor de Barros.
- Além de : José Félix Cunha Meneses, Felisberto Laport, Napoleão Coelho de Oliveira, Francisco Lucci Collas, José Maria Leitão da Cunha, Carlos e Eduardo Sardinha, Mauricio Rodrigues Pereira, Desiderio Guimarães, George Lenzinger, Emido José Barbosa e Domingos Marques de Azevedo (Guarda Marinha que foi escolhido como o 1º presidente do clube). Todos os nomes citados assinaram a ata de fundação do clube em 1895.

Os uniformes

- Papagaio Vintém (Preta e Vermelha quadriculada) : Primeiro uniforme do futebol usado em 1912 e 1913, além de amistosos no ano de 1995, ano do centenário. Esta camisa foi criada para diferenciar do uniforme do remo a pedido dos atletas do remo.
- Cobra Coral (Preta, Vermelha com frisos brancos entre as listras): 1914 a 1916, trocadas devido a semelhança com as cores da Alemanha que era inimiga mundial, durante a primeira guerra mundial.
- Vermelha e Preta (horizontalmente) : A partir de 1916 (no jogo Flamengo 3x1 São Bento em 04/06/1916, usada até hoje com algumas variações na espessura das listras e com o escudo do clube sendo colocado em 1999 no lugar das letras CRF (abreviatura de Clube de Regatas Flamengo). Em 29/09/2004 no jogo Flamengo 0x0 Corinthians (SP) pelo Campeonato Brasileiro a camisa vermelha e preta, volta a ter estampado as inicias C.R.F no lugar do escudo, porem sem as 4 estrelas brancas referentes aos 4 tris e seu lugar fica apenas a estrela dourada em referencia a conquista do mundial interclubes.
- 2º Uniforme (camisa branca com uma faixa horizontal rubro negra no centro, com o escudo do clube) : Criado em 1937 para ser utilizada basicamente em jogos noturnos ou para diferenciar de outros adversarios que fossem rubro-negros também. Mudando em 1981 para ombros e manga vermelho e preto e o restante branco. Durou até o segundo semestre de 1992, voltando para a faixa horizontal rubro negra no centro, com o escudo no centro .
Outros Uniformes : Na decada de 90 foram criados mais 3 uniformes, com a seguintes descrições.
- Camisa toda vermelha com frisos pretos nos ombros e nas laterais: camisa criada no ano de 2000 como terceiro uniforme e utilizada no torneio Rio-São Paulo do mesmo ano, que porém não trouxe muita sorte, pois o clube sofreu 4 derrotas em 4 jogos. Foi usada também no último jogo do segundo turno do campeonato carioca de 2000 contra o Vasco, com o resultado de 0x0 e definitivamente aposentada.
- Camisa toda preta com frisos vermelhos nos ombros e nas laterais : Camisa criada em 1999 como a primeira tentativa de um terceiro uniforme e usada apenas no jogo contra o Gremio (RS) no dia 21/07/1999 e logo aposentada.
- Camisa com listras nas cores azul, ouro, vermelha e preta horizontalmente em degradeé : Criada em 1995 para homenagear o centenário do clube, porém esta camisa não foi utilizada em nenhum jogo, devido a reprovação do Conselho Deliberativo.

Os Mascotes

O Popeye : Criado nos anos 40 pelo cartunista argentino Mollas, que representava a força e a valentia com que o clube revertia situações quase que impossíveis.
O Urubu : Em 1969, o urubu surge como símbolo oficialmente. A ave aparece em campo com uma bandeira do clube no pescoço pouco antes do início de Flamengo x Botafogo, onde o Flamengo vence, quebrando um tabu. O mascote foi estilizado pelo cartunista Henfil, do Jornal do Sports. A troca foi realizada principalmente pelo Popeye ser um herói americano, porém nunca deixou de ser lembrado.

Como surgiu o título "O mais querido do Brasil"

Foi em 1927 que o Flamengo ganhou outra importante disputa com o Vasco. Tudo aconteceu quando o Jornal do Brasil lançou um concurso para escolher "O Clube mais querido do Brasil". O vencedor levaria a "Taça Salutaris", troféu de cerca de um metro e meio, banhado em prata, oferecido por uma engarrafadora de água mineral do mesmo nome.
O procedimento do torcedor era levar o rótulo do produto preenchido com o nome do seu time na sede do Jornal do Brasil. Ao final quem tivesse mais votos, Flamengo ou Vasco, ganhava o concurso. Simpatizantes dos dois clubes mobilizaram-se para a batalha. Os portugueses encheram sacolas e mais sacolas de rótulos. Por serem comerciantes tinham maior poder aquisitivo é claro.
Mas os Rubro-Negros não se deram por vencidos e brilhantemente reverteram o golpe português, que saiu pela culatra. No dia da apuração, disfarçados (com escudinhos do vasco na lapela e sotaque lusiatno) receberam os cupons dos "patrícios" e depejaram tudo fora. No começo, nas latrinas do predio do jornal e mais tarde , no poço do elevador.
Saiu o resultado e a "Salutaris" é levada em triunfo para a Praia do Flamengo, onde se segue um longo e debochado carnaval. Os vascaínos protestam , fazem questão de divulgar o episodio, achando que com isso iriam estragar a reputação Rubro-Negra. Mas outra vez o tiro sai pela culatra. O cartaz do Flamengo só faz aumentar. Afinal, a imaginação, inteligência, criatividade e a audácia de seus torcedores superaram o poderio economico e as armações vascaínas. Armações que vemos até hoje e que na maioria das vezes destruímos dentro e fora de campo. O vasco que enxugue as lágrimas sempre.

O maior artilheiro

Zico (Arthur Antunes Coimbra - data nascimento: 03/03/1953 - Quintino - RJ) 508 gols em 727 jogos.

O jogador que mais vezes jogou

Júnior (Leovegildo Lins Gama Júnior - data nascimento: 29/06/1954 - João Pessoa - PB) 857 jogos e 73 gols.

As maiores goleadas já aplicadas

C.R. Flamengo 16 x 2 Mangueira (RJ) Campeonato Estadual - 03/05/1912
C.R. Flamengo 16 x 2 River (RJ) Campeonato Estadual (AMEA) - 14/05/1933
As maiores goleadas já sofridas :
C.R. Flamengo 2 x 9 Botafogo (RJ) Campeonato Estadual - 29/05/1927
C.R. Flamengo 2 x 9 Motherwell (Escócia) Amistoso - 26/04/1960
O Maior artilheiro em um jogo : Durval - 7 gols
C.R. Flamengo 13 x 1 Campos (Campos - RJ)
Amistoso
30/04/1950 - Estadio: ? - Campos dos Goytacazes - RJ
Time: Garcia, Newton, Job, Biguá, Bria, Valter, Aloísio, Arlindo, Durval, Beto e Esquerdinha.
Gols: Durval(7), Esquerdinha(2), Arlindo(2) e Aloísio(2).

O autor do primeiro gol da história do clube e a ficha técnica da primeira partida

1ª Partida : C.R. Flamengo 16 x 2 Mangueira (RJ)

Campeonato Carioca - 1º Turno
03/05/1912 - Estádio: Campos Sales - Rio de Janeiro
Time: Baena, Píndaro, Nery, Curiol, Gilberto, Galo, Baiano, Arnaldo, Amarante, Gustavo e Borgerth.
Gols: Gustavo*(5), Arnaldo(4), Amarante(4)Alberto Borgeth(2),Galo.

Autor do 1º Gol da História

Gustavo (Gustavo Adolpho de Carvalho - Nascimento: 19/02/1894 - local : Sorocaba - SP)

Ata de fundação.

O marinheiro Popeye

O argentino Molas foi o criador de vários símbolos da torcida dos clubes de futebol que ainda perduram. O Flamengo era reconhecido por um Popeye pela sua força; o Vasco da Gama, pelo Almirante; o Fluminense, por um Cartola; o América, por um Diabinho; o Botafogo, um inquieto Pato Donald, só para dar alguns exemplos. Na Argentina, os grandes clubes também eram reconhecidos pelos desenhos espirituosos deste artista.
Com o Flamengo Molas tem uma estória cativante. Num dos campeonatos vencidos pelo Flamengo, propôs ao diretor do jornal, Mário Filho, fazer um desenho que ocuparia toda a página e a idéia foi aceita. Molas desenhou o casamento de Miss Campeonato com Popeye numa igreja com todos os detalhes, inclusive com um padre casando-os.
Os demais clubes foram personificados conforme já relatado, mas do lado de fora da igreja; eles apenas olhavam o prêmio que o Flamengo levava. Foi um êxito fantástico no ano de 1943. A edição esgotou-se e no dia seguinte teve que ser repetida com idêntico sucesso, a pedido dos leitores.
Na época em que o Brasil era governado pelo Presidente Getúlio Vargas e quando o Flamengo ganhou seu primeiro tricampeonato, Molas desenhou na capa o Popeye, numa pose clássica, mas na forma de posar de Getúlio — no lugar do cachimbo desenhou o tradicional charuto habitual nas mãos do Presidente.
O desenho era enorme e foi assim intitulado: Flamengo, o ditador do futebol novamente campeão. Houve confusão na redação, mas infundada: vendeu-se toda a edição. No dia seguinte, Getúlio solicitou o desenho original para pendurá-lo no seu gabinete.

Ídolos históricos

Zizinho.

Zico.
Zico e Pelé.
Sávio.
Rubens.
Renato Gaúcho.
Mozer.
Júnior.
Joel Martins.
Joel Santana, técnico.
Em pé: Gerson, Frade e Dida. Agachados: Joel e Babá.
Doval.
Dida.
Dequinha.

Biguá.
Bebeto e Zico.
Bebeto.
Andrade.
Adriano.
Adílio.
Fleitas Solich, técnico.
Rondinelli.
Flávio Costa, técnico.
Evaristo de Macedo;
Domingos da Guia.
Benitez.
Romário.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

O mais querido do Brasil (4)

FOTOS: FLAESTATÍSTICA E FLAPÉDIA



Flamengo, 2008.
Flamengo, 2007.


Flamengo, 2004.




Flamengo, 1999.





Flamengo, 1993.
Flamengo, 1992.

Flamengo, 1990.
Flamengo, 1989.

Flamengo, 1987.
Flamengo, 1986.
Flamengo, 1985.
Flamengo, 1984.

Flamengo, 1982.
Flamengo, 1981.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

O mais querido do Brasil (3)

FOTOS: FLAESTATÍSTICA E FLAPÉDIA
















Flamengo, 1966.
Flamengo, 1965.
Flamengo, 1964.


Flamengo, 1961.

Flamengo, 1959.


Flamengo, 1956.
Flamengo, 1955.
Flamengo, 1954.
Flamengo, 1953.
Flamengo, 1952.
Flamengo, 1951.

terça-feira, 21 de julho de 2009

O mais querido do Brasil (2)

FOTOS: FLAESTATÍSTICA E FLAPÉDIA


Flamengo, 1950.

Flamengo, 1948.



Flamengo, 1944.
Flamengo, 1943.
Flamengo, 1942.

Flamengo, 1939.






Flamengo, 1932.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

O mais querido do Brasil (1)

FOTOS: FLAESTATÍSTICA E FLAPÉDIA

Fundado no dia 17 de novembro de 1895 o, inicialmente chamado, Grupo de Regatas do Flamengo começou a surgir da idéia de José Agostinho Pereira da Cunha que, numa noite de setembro de 1895, perguntou a Nestor de Barros, Mário Spíndola e Augusto da Silveira Lopes o que achavam em de se fundar um clube de remo, “era só uma frase, dita numa mesa de bar.

Nunca poderiam adivinhar que ela seria a centelha de uma paixão que iria incendiar milhões de pessoas e influir no destino dos esportes no Brasil”. Estes concordando, e logo a notícia se espalha pelo Largo do Machado, tendo várias adesões na noite seguinte.

Pherusa foi o nome dado ao barco, comprado pelo grupo, de qualidade duvidosa pois “era de segunda ou terceira mão, já passara por mar brabo e precisava de reparos”. Os sete membros do grupo formado para apanhar o barco, comandados por Mário Spíndola, partiram numa tarde. Saíram com o Pherusa para Ponta Caju, que não resistiu ao vento e a chuva e naufragou.

Os tripulantes de uma lancha salvaram a todos, com exceção de Bahia que havia sumido ao tentar nadar até a praia para procurar ajuda. Bahia havia conseguido chegar à praia mas só reencontrou seus amigos, já sem esperanças no dia seguinte.

Um novo barco foi adquirido e denominado Scyra, reunindo um grupo de dezoito pioneiros, que elegeram a primeira diretoria, escolhendo as cores do uniforme, inicialmente o azul e ouro em listras horizontais, que posteriormente seria trocado pelo rubro-negro em 1896.

Enfim estava fundado o Grupo de Regatas do Flamengo, que “Em 1902, por sugestão do poeta Mario Pederneiras, grande carioca e já rubro-negro roxo, outra mudança nos estatutos corrigiria o nome oficial do grupo, para Clube de Regatas do Flamengo – para sempre”.






















quinta-feira, 9 de julho de 2009

Manifestações de amigos

Escudos Gaúchos:
Olá amigo! Parabéns pelas fotos da sua página, muito legal mesmo. Abração!

Jorge Vieira disse...
Nilo!
Teu blog é muito legal, parabéns.

Anônimo disse...
A combinação é perfeita:Música e futebol.Chico e Pelotas.Parabéns!!! Show de bola.

terça-feira, 7 de julho de 2009

G.E. Brasil, o "xavante" pelotense (final)

FOTOS: ACERVO DO G.E. BRASIL


Torcida xavante.
Gramado do Bento Freitas.
Cláudio Milar, o grande ídolo do time, que morreu tragicamente ao inicio deste ano, no acidente com o ônibus do G.E. Brasil.


Suly Cabral Machado, que defendeu a Seleçao Brasileira.
Joaquinzinho, pouco antes de seu falecimento.
Joaquinzinho.

Quando excursionava pelo interior do Rio Grande do Sul, o garoto Pelé, então com 16 anos, e que aos poucos ia se firmando na equipe titular do peixe, foi sondado, sem saber, por dirigentes gaúchos, os quais ficaram impressionados com o talento mostrado pelo jovem de canelas finas e corpo franzino, na partida disputada no dia 22/03/57, no empate do Santos diante da equipe do Brasil de Pelotas.

Essa sondagem deu-se no saguão do Grande Hotel de Pelotas, quando o presidente do time local, Clóvis Russomano, ouviu do técnico Lula o pedido de liberação do atacante Joaquinzinho, o grande destaque daquele time. O presidente gaúcho respondeu que só liberaria o atleta caso o Santos pagasse CR$ 400 mil e cedesse também “aquele negrinho rápido” que o técnico Lula houvera colocado em campo no segundo tempo. O técnico Lula disse que não haveria negócio, pois aquele menino era um talento a ser lapidado e que o clube santista não tinha interesse em se desfazer do jovem craque, pondo fim à conversa.

Esse relato é a verdadeira história da tão decantada troca de Pelé por Joaquinzinho, a qual até hoje se comenta no sul do país.

Tibirica, um símbolo do clube.
Birinha (foto atual), formou com Caçapava um grande meio de campo.

2009. Amistoso entre Brasil e Botafogo (RJ).
2007, Gauchão. Em pé: Matheus - Rodrigo Feijão - Régis - Glauber e Alex Martins. Agachados: Cláudio Milar - Evaldo - Marcos Basilio - Reinaldo - Maykon e Júlio.
2006, Série C do Brasileiro. Em pé: Matão - Willian - Régis - Evaldo - Everton Severo e Rodrigo Feijão. Agachados: Cláudio Milar - Júlio - Carlos Alberto - Dudu e Renato.
2005, Gauchão. Em pé: Aládio - Careca - Paulinho - Evaldo - Marcelo Pitol e Rudi. Agachados: Tiago Rodrigues - Marcos Tora - Jé - Júlio e Alê Menezes.
2004. Campeão do Acesso. Em pé: Michel Alves - Paulinho - Aládio - Careca - Ismael e Joel. Agachados: Marcos Tora - Júlio - Claudio Milar - Silvano e Silveira.
1998. Terceiro lugar no Gauchão. Em pé: Pino - Marquinhos - Vladimir - Valdir - Cássio - Silvan e Ademir. Agachados: Josias - Tailson - Murilo e Luis Gustavo.
1997. Em pé: Fábio - Renato - Júnior - Sérgio Márcio - Zózimo - Hélcio e Cássio. Agachados: Gilson - Tiririca - Evanor - Lima - Élton Corrêa e Luizinho Vieira.
1995, campeão da Coapa Giugliani Filho. Em pé: Pablo - Ézio - Marquinhos - Nelson e Silva. Agachados: Dido - Clairton - Leandro - Luisinho e Dario.
1992. Em pé: Olde - Hélio - Oswaldo - Silva - Marco Aurélio e Clausemir. Agachados: Dido - Gilson - Vander - Zé Carlos e Netinho.
Equipe de 1989.
1985, Brasil 2 X 0 Flamengo (RJ).
1984, campeão do interior.
1983. Em pé: Doraci - Mauro - Hélio - Bastos - Amauri e Luiz Felipe Scolari (treinador). Agachados: Junior Brasilia - Jurandir - Livio - André - Zezinho e Ernani.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

G.E. Brasil, o "xavante" pelotense (1)

FOTOS: ACERVO DO G.E. BRASIL


Resumo histórico do clube

A história do G.E.Brasil teve início depois de uma divergência entre dirigentes e jogadores do Sport Club Cruzeiro do Sul, que era mantido e dirigido por funcionários da Cervejaria Haertel.
O campo do S.C. Cruzeiro do Sul situava-se num terreno ao lado da Cervejaria Haertel. Certo dia, colaboradores do clube, que estavam colocando uma cerca ao redor do campo, viram chegar no local alguns rapazes, jogadores do S.C.Cruzeiro do Sul, os quais de imediato foram treinar.
Este fato irritou aqueles que estavam trabalhando na referida cerca. Mandaram que os outros parassem com o jogo e fossem ajudá-los. Frustados os rapazes foram embora. Por ironia do destino, dois daqueles rapazes inconformados com o ocorrido caminharam até um terreno próximo ao local onde hoje está situado o estádio do G.E.Brasil, ficaram ali sentados na grama pensando e discutindo a idéia de fundar um time de futebol, eram eles os saudosos Breno Corrêa da Silva e Salustiano Brito.
Resolveram eles marcar uma reunião de fundação do clube que teve como lugar o prédio de nº56 da rua Santa Cruz, em Pelotas, residência do Sr. José Moreira de Brito, pai de Salustiano.
Ficando a sua primeira diretoria assim constituida: Dario Feijó, presidente; Silvio Corrêa da Silva, vice; Walter da Rocha Pereira, 1º secretário; Raymundo Pinto do Rego, tesoureiro; Breno Corrêa, adjunto; Manoel Joaquim Machado, Ulysses Dias Carneiro, Manoel Ribeiro de Souza, Nicolau Nunes, Paulinho Dias de Castro e Mário Reis, diretores; E estava fundado o G.E.Brasil em 7 de setembro de 1911, extamente na data comemorativa a Independência do Brasil.
Alusivo a este fato, foi decidido que as cores da camiseta seriam verde e amarela. Possivelmente, as cores inicialmente adotadas no fardamento do G.E.Brasil, seja o primeiro fato histórico da rivalidade com o E.C.Pelotas.
Naquela época houve muita polêmica porque o fardamento dos dois clubes eram parecidos. Como o E.C.Pelotas inspirou-se nas cores do Clube Caixeral (azul e amarelo) para seu fardamento, o G.E.Brasil resolveu adotar as cores do Clube Diamantinos (vermelho e preto), mudando então as cores do fardamento.

1983, vice-campeão gaúcho. Em pé: Bastos - Marco Antônio - Hélio - Amauri - Mauro e Ernani. Agachados: Júnior Brasilia - Jurandir - Livio - André e Zezinho.
1983. Terceiro colocado no Campeonato Brasileiro. Em pé: Hélio - João Luiz - Silva - Jorge Batata - Doraci e Valdoir. Agachados: Júnior Brasilia - Bira - Livio - Andrezinho e Zezinho.
1976, campeão da cidade. Em pé: Raul Santos - Sérgio - Antônio Carlos - Amadeu - Tino e Euclides. Agachados: Mickey - Rosa Lopes - Ênio Fontana - Tarso e Eusébio.
1972, campeão da Copa Governador do Estado. Em pé: Otávio - Fernando Xavier - Celso Augusto - Birinha - Suly e Toinho. Agachados: Vanderlei - Cacau - Paulo Renato - Fernando e Carlinhos.
Equipe de 1971.
1970, campeão cidade. Em pé: Djanir - Suli - Evonir - Moacir - Jair Viana e Manoel. Agachados: Wanderlei - Régis - João Francisco - Marcos e Wilson Carvalho.
1961. Em pé: Osvaldo Barbosa - Catarina - Caçapava - Candiota - Canário e Geóvio. Agachados: Edi - Toquinho - Betinho - Birinha e Pintinho.
Equipe de 1954.
1953. Bi-campeão da cidade e vice-campeão estadual.
1952. Em pé: Seara - Cinza - Duarte - Tavares - Badia - Osvaldo - Táboa - Dario e Vergara. Agachados: Mortosa - Tico - Rui - Caizé - Darcy - Negrito - Galego e João Borges.
Time que em 1950 venceu a seleção do Uruguay. Em pé: Tibirica - Bedeu - Dias - Tavares - Dario - Azambuja e Chico Fuleiro (treinador). Agachados: Mortosa - Galego - Darcy - Manoelzinho e Plinio.
1946, campeão da cidade. Em pé: Tibirica - Juvenal - Tavares - Chico Fuleiro - Ari Machado e Munheco. Agachados: Mortosa - Hernandes - Tite - Scamparini e Chambão.
Formação de 1946.
1944. Em pé: Nelson - Garcia - Betinho - Leal - Tavares - Chico Fuleiro e Alvim. Agachados: Mortosa - Sadi - Toto - Birilaão e Plinio.
1942. Em pé: Teté (treinador) - Leal - Alvim - Tavares - Chico Fuleiro - Bedeu - Patronato e Escobar (goleiro reserva). Agachados : Chambão - Queçaba - Plínio - Tupã - Birilão e Amaral.
1942, Bi-campeão Citadino. Em pé Teté (técnico) - Bedeu - Patronato - Alvim - Chico Fuleiro - Tavares e Leal. Agachados: Massinha - Chambão - Tupã - Birilão e Amaral.
1941. Em pé: Teté (treinador) - Leal - Patronato - Paulinho - Alvim - Ramon - Jesus - Tavares - Chico Fuleiro - Bedeu e Munheco. Agachados: Bento - Amaral - Birilinha - Pepito - Massinha - Nede e Quida.
1937. Campeão municipal invicto. Em pé: Chiquinho - Balbuena - Teotônio - Colher - Nelson Garcia e João da Cruz. Agachados: Geraldino (massagista) - Tavares - Tatão - Dirceu - Lamas - Lauro - Jesus e Carioca (reserva)
1932. Em pé: Pacheco - Gradim - Mortosa - Osório goleiro - Barbosa - Botão - Solferino e Fruto. Agachados: Eugênio - Teotônio - Dirceu e Balbuena.
1931. Em pé: Alvim - Gradim - Mortosa - Fruto - Barbosa - João Cruz e Eugênio (reserva). Agachados: Valério - Italiano - Teotônio - Sulferino - Ivo e Osório (goleiro, deitado).
Equipe de 1930.
1921. Escalção: Farias - Alberto - Proença - Rossel - Ignácio - Floriano Nunes - Dias - Tica - Pedrinho e Waldomiro.
1919, time campeão gaúcho. Floriano - Alvariza - Alberto Farias - Proença - Rossel - Babá - Gerlach - Ary Nunes e o goleiro Oswaldo Franck.
Time de 1917. Em pé: Jorge Farias - Pelágio Proença - João Frederico Gerlach - Ignácio Gerlach e Darwin Bueno. Ajoelhados: Floriano Lourenço - Waldomiro Victória (Babá) e Ismael Alvariza. Sentados Pedro Zabaleta - ??? - ???
Equipe de 1915.

domingo, 28 de junho de 2009

Manifestações de amigos

Caro Nilo,

Parabéns pelo blog. Adoro fotografia e particularmente as históricas.

Se você me permite, gostaria de fazer uma contribuição às informações contidas no blog.

É que em uma foto de Paulo Cesar Lima (Caju), na legenda lê-se "e companheiro". No caso, o companheiro é Roberto Miranda, grande artilheiro botafoguense, contemporâneo de Paulo Cesar, Gerson, Jairzinho e Cia.

Grande abraço,
Luís Eduardo

Resposta: Obrigado pela ajuda. Já fiz a correção.

Getúlio

Olá, o senhor tem mais fotos do Grêmio Santanense de 1937? Se tiver o hino também fico grato... meu avô fez parte desse time campeão do estado.

Abraços!

Gostaria que você colocasse em seu blog fotos do Cigano e do goleiro Ricardo, fotos da década de 70 e 80 e 90.

Agradeço até mais

Felipe

Hamilton Freitas disse...

Parabéns pelo blog. Encontrei ao procurar alguma referência sobre o radialista José Adão. Acabei vendo as fotos dos times de futebol de salão da TV Rio Grande e do Riograndense entre outras.

Um grande abraço. Vou recomendar o blog.

Hamilton Freitas - jornalista, editor chefe do Jornal Agora do Rio Grande (RS)

salessoria@hotmail.com

Observando seu acervo fotográfico só posso elogiar seu currículo e carreira de jornalista! Sucessos!

Flavio disse...

Fantástico seu trabalho de pesquisa e muito bom o seu blog. Tenho um site de escudos de times de futebol para futebol de botão e com prazer estou colocando o seu blog na minha lista de blogs indicados. Abraço!

Flávio.

De João Carlos Munari

A PROCURA DA FOTO DA SEMI FINAL DE 1976‏

Sr.Nilo, tenho acompanhado com muita admiração o seu trabalho no blog.Preciso lhe perguntar sobre uma esquecida foto semelhante a que está no anexo.

A foto é a da comemoração do Falcão na semi final de 76 contra o Atletico MG,porém,a foto do mesmo lance e que procuro há muitos anos, mostra o mesmo Falcão correndo para comemorar, com o goleiro do Atletico de joelhos e a bola mansamente parada no fundo da rede.

Minhas esperanças de encontrar esta foto estão se tornando remotas (uma vez havia um quadro no vestiário do Beira Rio) e,no dia em que a encontrar, farei um poster do tamanho de toda a parede da garagem na minha casa.

Tenho alguma chance de encontrá-la? Qual a sua opiniâo?

abraço e boa semana

Joao Munari

UNIFORME BRANCO DA ÉPOCA DO ROLO COMPRESSOR DO INTERNACIONAL‏

Sr.Nilo, uma pequena contribuição: o trio do rolo compressor do Internacional,Alfeu,Nena e Ávila,dos anos 40 .

Observe a camiseta branca. São pouquíssimas as fotos dos anos 30,40,50 e 60 aonde podemos ver o uniforme reserva do Colorado.Conheço apenas esta, a do jogo do cinquentenário em 1959 e de campeão gaúcho de 61. Estou falando de 3 fotos em 31 anos(1930 a 1961)!

Bom final de semana

João Munari

sábado, 27 de junho de 2009

E.C. Pelotas, uma glória do futebol gaúcho (Final)



Peças do "Memorial do Centenário"

Carnaval do centenário.
Passeata dos 100 anos.
Jogo dos ex-atletas no Centenário do clube.
Torcida áureo-cerúlea.
Alexandre Xoxó.
Jogo do Centenário, Pelotas 2 X 1 Internacional (PA).

Outra foto aérea do Estádio da Boca do Lobo.
Vista aérea do Estádio da Boca do Lobo.


O time do Bra-Pel dos 90 anos (Pelotas 4 X 0). Em pé: Sandro - Roger - Wilson - Matarazo - Marco Aurélio e Sandro. Agachados: Pedro Paulo - Dido - Chiquinho - Liminha e Gilmar.
Parreira e Zagalo vieram a Pelotas observar os russos.
Time do Pelotas que em fevereiro de 1994 jogou um amistoso contra a Seleção da Rússia, com vitória dos visitantes por 2 X 1. Em pé: Eugênio - João Scherer - Gilmar - Zé Ricardo - Bruno e Élton. Agachados: Túlio - João Carlos - Pianelli - Juarez e Luis Carlos Gaúcho.
Pelé com a camisa do Pelotas.
"Rei Dadá" com a camisa do Pelotas.
César Sampaio com a camisa do Pelotas.
Em 1988 Chico Buarque esteve em Pelotas participando do II Latino Música. Aproveitou um momento de folga para uma pelada entre cantores na Boca do Lobo. E vestiu a camisa azul e amarela.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

E.C. Pelotas, uma glória do futebol gaúcho (2)






Flávio Corrêa, revelação do futebol de Rio Grande jogou no Pelotas na década de 80.
Time do Bra-Pel 335, disputado em fevereiro de 1987, com empate em 1 x 1.
Ademir Alcântara, na festa do centenário.
Trapo em homenagem a Ademir Alcântara.
Time de 1984.



Flávio Minuano no jantar dos 100 anos.
Flávio Minuano no jogo dos ex-atletas, coememorativo ao centenário do clube.
Os artilheiros do Brasil em 1977.
Flávio Minuano, artilheiro do Gauchão 1977.
Boca do Lobo, 1969.

Flâmula de 1965.
O Torneio do Sesquicentenário da cidade foi ganho pelo Pelotas. Na foto, em pé: Cascudo - Bonzo - Darli - Américo - Jari e Candinho. Agachados: Anito - Puccinelli - Serafim Romano - Nezito e Zé Francisco.
Flâmula de 1960.
Getúlio Saldanha, um símbolo do clube.
Paulo de Souza Lobo, o "Galego", um dos grandes treinadores do Pelotas.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

E.C. Pelotas, uma glória do futebol gaúcho (1)

Nesta sequência de fotos históricas do E.C. Pelotas, quero homenagear alguns áureo-cerúleos ilustres da minha época de jornalista e radialista esportivo na cidade de Pelotas: Antônio Carlos Alves, meu parceiro em memoráveis transmissões esportivas; Carlos Roberto Brauner, grande narrador de futebol e companheiro de jornadas esportivas na Rádio Pelotense; Luiz Carlos Martinez, outro companheiro de rádio; Volney Castro, com quem tive a honra de trabalhar na Rádio Pelotense, nos tempos da rua Félix da Cunha; o saudoso Marcos Rezende, que coloquei na imprensa e trabalhamos juntos por algum tempo; os grandes goleiros Joãozinho e Ayres Apolinário; o craque salonista Clóvis Prestes; o meu amigo de muitos anos, Luiz Carlos Knopp; os presidentes Edgar de Moura Ronhelt, Cândido Lopes Neto, Dirceu Mattos, Luiz Antônio de Melo Aleixo, Vicente Gervini, Sérgio Chin dos Santos Wilmar Schild e Sidnei Gomes. Alguns de saudosa memória, outros ainda prestando serviços ao clube; o saudoso Emílio Nunes, pai do ex-goleiro salonista Emilinho, meu amigo; o imortal Valmúrio, autor e intérprete do hino do clube. E tantos outros que a memória já gasta pelos 68 anos de idade, não permite lembrar.

HISTÓRIA DO CLUBE

O Esporte Clube Pelotas começou a surgir na noite de 13 de setembro de 1908, quando, numa reunião na casa do Dr. Joaquim Luiz Osório, na Rua 15 de Novembro, 471, foi acertada a fusão de dois clubes: Club Sportivo Internacional e Foot-ball Club.
Participaram da reunião os senhores: Joaquim Luiz Osório, Leopoldo de Souza Soares, Francisco Rheingantz e João Frederico Nebel. Os dois primeiros eram presidentes do Internacional e do Foot-ball Club, respectivamente.
O objetivo era fundar, na época, uma associação desportiva que estivesse à altura do progresso que Pelotas vinha experimentando. Caso a fusão fosse concretizada, o novo clube, em homenagem à cidade, levaria o seu nome e as suas cores seriam o azul e o amarelo.
As negociações foram crescendo e, no dia 11 de outubro de 1908, nos salões do Club Caixeral, os sócios dos dois clubes aceitaram a proposta e criaram o SPORT CLUB PELOTAS.
O primeiro grande triunfo futebolístico do E. C. Pelotas ocorreu no dia 24 de outubro de 1909 quando, jogando em seu estádio (A Boca do Lobo), derrotou o Sport Club Rio Grande (clube de futebol mais antigo do país), que desde a sua fundação nunca havia perdido uma partida.
Seguiram-se ainda outros feitos memoráveis dentro do futebol: organização do primeiro torneio intermunicipal de futebol do RS em 1910; jogo contra o "scratch" uruguaio em 1911 (primeira partida disputada pela seleção uruguaia no país); disputa de inúmeras partidas contra clubes e seleções argentinas, gaúchas, cariocas e paulistas; realização, em 1918, do Congresso Rio Grandense de Futebol, que resultou na criação da Federação Gaúcha de Futebol, por iniciativa do E. C. Pelotas; além de outras realizações.
Pelo seu pioneirismo e tradição em competições, o E. C. Pelotas sempre foi e sempre será considerado um dos principais clubes esportivos do estado, colecionando ao longo de sua história inúmeros títulos, não só no futebol mas também em outros esportes: futsal, tênis, basquete, hóquei, remo, natação e atletismo, entre outros.

Deraldo, Bedeuzinho, Cascudo e Bunde, na festa dos 50 anos do E.C. Pelotas, em 1958.(Foto: Revista "Pelotas 90 anos")
(Foto: Acervo do E.C. Pelotas)
(Foto: Acervo do S.C. Pelotas)
O craque Zizinho, no centro, em jogo com o São Paulo em 1958. (Foto: Acervo do S.C. Pelotas)
(Foto: Acervo do E.C. Pelotas)
(Foto: Acervo do E.C. Pelotas)
(Foto: Acervo do E.C. Pelotas)
(Foto: Acervo do E.C. Pelotas)

Em 1957, o Pelotas começava a sua história no futebol de salão da cidade. Formou a sua primeira equipe para praticar um esporte que fora trazido aara Pelotas pela Agremiação Pelotense de Esportes.
Na então cancha de asfalto, onde hoje está a Churrascaria Lobão, o áureo-cerúleo passou a jogar o futebol de salão, esporte que mais tarde daria muitas glórias ao clube da avenida Bento Gonçalves.
Formavam nesta equipe, perfilados na foto: Luiz Carlos Martinez (grande narrador de futebol da cidade) - Luis Rosa (Rosinha) - Fernando Viana (Vianinha) - Aldrovando Dutra - Luis Carlos Oliveira Joca) - Paulo de Souza Lobo (Galego) e Aldrovando Loureiro (Gringo). (Foto e texto: Revista "Pelotas 90 anos").
(Foto: Acervo do E.C. Pelotas)
(Foto: Acervo do E.C. Pelotas)
(Foto: Acervo do E.C. Pelotas)
1953. Campeão de Aspirantes (Foto: Diário Popular)
Time de 1951.(Foto: Revista "Pelotas 90 anos")

Campeão do Interior e Vice-Estadual em 1945. Naquele ano disputaram o campeonato local as equipes do S.C. Pelotas, G.S. Brasil, G.S. Ideal, C.A. Bancário, G.A. 9º Regimento e 7 de Abril. (Foto: Revista "Pelotas 90 anos")
1944. Em 1944, a família Osório faz negócio e dá ao clube um decisivo patrimônio. Foi uma boa troca. Dia 11 de outubro de 1944, dia do 36° aniversário do Esporte Clube Pelotas, o Clube assumiu uma dívida de impostos e recebeu da família Osório a área onde hoje se encontra seu estádio: um grande terreno em ponto central e comercialmente estratégico, com nada menos de 58 unidades comerciais alugadas: a Churrascaria Lobão, a Galeteria Lobão, outras 23 unidades comerciais construídas ao redor do estádio e 33 lojas e salas do Shopping Lobão. (Na foto do acervo do E.C. Pelotas, o ato de assinatura da compra da área onde se situa o estádio).
Do Guarany de Bagé, ao S.C. Pelotas. (Foto: Acervo do E.C. Pelotas)
Mário Reis, um dos maiores jogadores da história do E.C. Pelotas chegou ao clube em 1924, atendendo convite do seua amigo Dinarte Tavares. Antes, ele jogara pelo G.S. Brasil e nos extintos Rio Branco e Guarani.
Com a camisa azul e amarela foi campeão estadual em 1930 e camepeão pelotense em 1925, 1928, 1930, 1932 e 1933. Disputou três campeonatos brasileiros defendendo o scratch do Rio Grande do Sul, em 1926, 1928 e 1931. (Foto: Acervo do S.C. Pelotas)
Museu do E.C. Pelotas, com destaque para a Taça de Campeão Gaúcho de 1930. (Foto: Acervo do E.C. Pelotas)
Taça do Campeonato Estadual de 1930. (Foto: Acervo do E.C. Pelotas)
Campeão de 1930. (Foto: Revista "Pelotas 90 anos")
Time de 1930.
Gravura do pavilhão, na década de 1930 (Foto: Acervo do E.C. Pelotas)
Estádio da Boca do Lobo, em 1930. (Foto: Diário Popular)
(Foto de 1926: Acervo do E.C. Pelotas)
Magnifica pista de patinagem", era um dos atrativos do estádio do Sport Club Pelotas, destacados pela revista "Rio Grande do Sul Sportivo", da Livraria do Globo, em 1919, dois anos depois da inauguraçaão do estádio. "Alí, innumeras senhoritas e cavalheiros da melhor sociedade pelotense faziam exercicios diários".
O club contava ainda com "duas excellentes pellonses de lawn tennis, frequentadas pela mais distincta sociedade pelotense". Ao lado das canchas, existia "um rico pavimento construido de vidros multicôres, de onde as famílias assistiam aos torneios".
Causavam impressão o "alteroso mastro semaphorico, que marcava o resultado dos jogos, os vários pavilhões, todos illuminados a luz electrica, com instalações subterrâneas e postes, muito elegantes e bem dispostos".
A revista desce a detalhes, ao descrever as primeiras instalações do clube. Define como magnifico o campo de futebol, perfeitamente gramado e com as dimensões próprias para matchs oficiais, 100,60 X 73,12 metros. Informa que a cancha foi promptificada sobre uma rede de drenos, na qual empregaram-se mais de 10 mil tijolos e um sem número de carradas de areia, escória, cascotes, etc".
Elogiáveis eram a facilidade de escoamento das águas, as duas telas de arame que circundavam o campo e dois alterosos anteparos, de tela de arame, divididos em quadros, que evitam a sahida da bola, em dias de partida. E o artistico gradil da pista de patinação. (Foto e texto: Revista "Pelotas 90 anos")
Equipe de 1917. (Foto: Acervo do E.C. Pelotas)
Campeão municipal de 1912. (Foto: livro "O Futebol em Pelotas", de Eliseu de Mello Alves)
Inauguração do campo em 1908. Pedro Luis Osório cortou a fita simbólica.
Ex-dirigentes (Foto: Acervo do E.C. Pelotas)
Sócios fundadores. (Foto: Acervo do E.C. Pelotas)
Doutor Pedro Luiz Osório, Grande Benemérito e Patrono do Esporte Clube Pelotas. Foi prefeito, médico ilustre, diretor da Faculdade de Farmacia e Odontologia, presidente da secção pelotense da Cruz Vermelha e presidente do Asilo de Mendigos. (Foto e texto: Revista "Pelotas 90 anos")
(Foto: Acervo do E.C. Pelotas)
(Foto: Acervo do E.C. Pelotas)

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Manifestações de amigos

Oi Grande Amigo Nilo, tudo bem? Parabéns pelo Blog.

Professor Paulo Mancha - Rio Grande (RS)

acrizzi disse...
parabéns pelas fotos, belo material!

2.6.09
acrizzi disse...

Apenas duas correções: o nome correto do estádio do Grêmio Santanense é Honório Nunes e não Honório Lemos, como foi escrito em uma das fotos. E a foto do jogo de 1991 em que O Grêmio Santanense enfrentou o Grêmio Portoalegrense, não foi pelo campeonato gaúcho, mas sim um amistoso para comemorar a venda do volante Pino ao time de Porto Alegre, e aconteceu no Estádio Municipal Atílio Paiva, em Rivera/Uruguai.

Grande abraço

Agradeço ao amigo e já providenciei a correção na legenda da foto do jogo Grêmio Santanense X Grêmio Portoalegrense. A troca de nome do estádio, é falha na própria foto do site "filhosdesantana" e não tem como corrigir.

Miguel Barros disse...

Boa Tarde

Foi com alguma surpresa que conheci este espaço. E digo surpresa pelo facto do nome deste mui nobre blogue ser igualzinho ao meu... Parece que ambos tivemos a mesma ideia (embora o meu Museu Virtual do Futebol seja como o próprio nome indica um museu do futebol a nível global).

E parece que ambos temos uma paixão pelo futebol, não só como simples adeptos mas também como jornalistas...

Devo dizer que gostei imenso deste seu blogue caro colega, permita-me trata-lo assim. Aqui se respira futebol, a história deste belo jogo é retratada de uma forma sublime. Parabéns. Fiquei fã... e prometo voltar mais vezes

Cumprimentos desde Portugal

Miguel Barros

Agradeço sua mensagem e vou visitar seu blog.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Fotos históricas


Olaria 1970. Em pé: ??? - Haroldo - Pedro Paulo - Luis Carlos - Feijão - ??? - Afonsinho - ??? e Alfinete. Agachados: ??? - Osni - ??? - Miguel - Roberto Pinto - ??? e ???.


Portuguesa de Desportos (SP), em 1961.
Equipe do Tuna Luso Comercial, de Belém do Pará em 1983.
Time do Colo-Colo, da Bahia que enfrentou em amistoso, o Botafogo (RJ) em 1956.
Equipe do Tuna Luso Comercial, súper campeão invícto de 1955. Em pé: Mário - Ney - Sarará - Nonato - Maneca - Satiro e Muniz. Agachados: Juvenil - Teixeirinha - Estanislau - China e Acapú.

Aymorés, de Ubá (MG), com Ary Barroso no gol.
Madureira (RJ), na década de 1940: Tarzan - Milton - Brandão - Olavo - Gdofredo - Baiano - Esteves - Esquerdinha - Bebeto e Durval.
Time do Juventus, campeão do "Paulistinha" .
Delegação do Juventus, de São Paulo, com o Papa Pio XII, em 1953.
Cerimônia da mudança de nome de Cotonifício Rodolfo Crespi, para Clube Atlético Juventus.
Equipe e dirigentes do Cotonifício Rodolfo Crespi, de São Paulo, na década de 1920.
Palestra, campeão paulista de 1916.
Primeiro time do Bangu, do Rio de Janeiro, em 1906. (Foto: Museu dos Esportes)

Club Rio Cricket, no início do século passado.
Jogos Atléticos de 1908, no Club Rio Cricket.
1908. Ground do Clube Rio Cricket, de Niterói (RJ).
Time do Rio Cricket em 1911.
O Rio Cricket, clube de Niterói (RJ), fundado em 1872, quando os ingleses construiram a primeira quadra de tênis no Brasil, tem sua história contada no livro "Rio Cricket e Associação Atlética: mais de um século de paixão pelo esporte", que conta a sua trajetória de 137 anos em prol do esporte.
Instalado no coração de Icaraí, o clube ostenta em sua sede um grande trecho de Mata Atlântica e um bem cuidado gramado que há 111 anos tem sido palco de esportes ingleses como o críquete, o futebol, o hóquei e o rúgbi. Foi lá que Oscar Cox, filho de um dos fundadores do clube, promoveu a partida de futebol histórica, marco oficial do início do esporte no Estado do Rio, em 1901.
Desde então o Rio Cricket tem participado do futebol fluminense e brasileiro, seja como fundador das primeiras ligas esportivas no início do século XX, seja como celeiro de atletas. Das escolinhas de futebol do RCAA saíram craques do futebol nacional como Leonardo, que integrou a seleção brasileira tetra-campeã em 1994 e que hoje atua como dirigente do Milan, na Itália.
A obra, com o selo da Editora Arte e Ensaio, é de autoria de Patrícia Iorio e Vitor Iorio.
Esta foto de 1905 mostra atletas do Paulistano, Mackenzie, São Paulo Athletic, Internacional, Fuminense (RJ) e Germânia, por ocasião de torneio realizado em São Paulo (Foto: Site do Milton Neves)

terça-feira, 26 de maio de 2009

Manifestações de amigos

Guia EXCLUSIVO Futebol alternativo Série C

Acesse www.fatv.zip.net e leia todas as contratações, chances e destaques dos 20 times que disputam a terceira divisão do Brasileirão

terça-feira, 19 de maio de 2009

Publicações esportivas

Revista do Inter, Especial Centenário.
Revista Goool, comemorativa aos 100 anos do S.C. Internacional.
Revista Trivela comemorativa ao Centenário do S.C. Internacional.
Revista Placar especial do Centenário do S.C. Internacional.
Revista Conmebol.
Programa do jogo Internacional X Barcelona, Mundial de Clubes 2006.
Histórias de Futebol.
Grandes Momentos do Esporte.
O Estado de Minas.
Revista Raça Corinthiana.
Revista da FPF.
Revista do Futebol.
Revista Os 100 Grandes Craques do Futebol Brasileiro.
Revista Fascículo.
Revista Timão.
Rombo, revista italiana.
Revista Panorama.
São Paulo Notícias.
Revista Planeta Futebol.
Revista Nossas Copas.
Revista Paulistão 1977.
Revista do Flamengo.
Veja, 1983.
Corpo Azul.
Revista Futebol.
Manchete Sportiva, 1958.
Jornal "A Noite Ilustrada", 1953.
Revista do Fluminense.
Gazeta Sportiva, 1942.
Guanabara, 1960.
Fatos e Fotos.
Esporte e Educação, número 1.
Álbum do Esporte. 1962.