segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

O time da "Baixada Rubra"


Fotos: Arquivo da S.E.R. Caxias do Sul, clube que deu seguimento ao G.E. Flamengo e Associação Caxias de Futebol.

1971. Foi o último ano do G.E. Flamengo. Diante de uma crise financeira, o Flamengo uniu-se ao seu maior rival, o Juventude, originando, no dia 14 de dezembro daquele ano, a Associação Caxias de Futebol. 

A entidade, que usava uniforme nas cores preto e branco, teve Cláudio Eberle como seu primeiro presidente. Quatro anos depois, o Juventude desfez a sociedade e voltou ao futebol. O Flamengo continuou como Caxias, mas com o nome de Sociedade Esportiva e Recreativa Caxias do Sul e com o uniforme grená, azul e branco.

Antigo Estádio Estádio Baixada Rubra.

1963.


1962.


1958.

1957.

1953. Campeão da cidade.

1952. Em pé: João Pacheco - Maninho - Findiga - Isaldo - Getúlio - Isaias - Gordinho e Russo. Agachados: Neixinho  -Raul Marçal - Sebastião  -Vital e Deomar.

Time de 1951, campeão da cidade.

Formação campeã de 1951.

Os campeões caxienses de 1951.

1951. Lance de jogo.

1951. Comemoração do título de campeão da cidade.

1951. Três atletas campeões pelo G.E. Flamengo.

1951. Time campeão da cidade. (Foto: A. Pastori)

1951. Campeão da cidade.

1951. Inauguração do Estádio da Baixada.

1950.

1947. Campeão da cidade. Ari - Detânico - Higinio - Ariosto - Chicão - Letti - Chibarro - Pavão - Machado - Alemãozinho - Ladi - Sadi - Sarará e Cruz. Na foto não aparece Pussuca, que participou da decisão.


O Grêmio Esportivo Flamengo (atual Sociedade Esportiva e Recreativa Caxias do Sul) foi fundado no dia 10 de abril de 1935. O time nasceu da fusão dos clubes Rio Branco e Rui Barbosa.

As circunstâncias que envolveram o surgimento do Flamengo, estão diretamente ligadas ao seu mais tradicional rival, o Juventude. Germano Pisani, presidente do Rio Branco, procurou o presidente do Rui Barbosa, Sílvio Toigo e propôs uma fusão entre os clubes. Eles pensavam que se unindo forças iriam ter condições de enfrentar os maiores rivais, especialmente o Juventude que dominava o futebol de Caxias do Sul na época.

A primeira diretoria do Grêmio Esportivo Flamengo foi formada por Sílvio Toigo (presidente), Bôrtolo Facchin e Germano Pisani (vice-presidentes), Alfredo Caberlon e Mário Menegaz (secretários), Guerino Bedin e Ítalo Bertuzzi (tesoureiros). (Na foto o time de 1935)

Casa onde o G.E. Flamengo foi fundado.

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Taubaté, o "Burro da Central"

Conheça a história centenária do E.C. Taubaté visitando o blog www.nilodiasreporter.blogspot.com

Fotos: Arquivo do E.C. Taubaté

2015 - Na Copa São Paulo de Futebol Junior.

2014 - Time de Futsal.

2013 - Time Sub-20.

2012 - Time de Handebol.

2010 - Time de Rugby.

2006 (Foto: Fernando Martinez)

1991.

1989.

1985.
1984.

1980.

1980 - Edmar, artilheiro do Campeonato Paulista.

1979.


1961.

1954.

1952.

1950 - No Campo do Bosque.

1949 - Jogo Votorantim 2 x 2 Taubaté.

1948 - Em Aparecida (SP).

1934 - No Campo do Bosque o Taubaté recebeu o Fluminense, do Rio de Janeiro.

1919 - Taubaté, Campeão do Interior.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Histórias do Pari IX

"BALAS FUTEBOL", COM O CORINTHIANS NOS ANOS 50

by historiasdopari

Falávamos em edições anteriores das “Balas Futebol”, de grande aceitação no bairro. Pois bem, na década de 50 , o Corinthians tinha um verdadeiro esquadrão, vejam no álbum de figurinhas do citado artigo.


DRAGÃO DO PARI F.S.

Foto da década de 60, na quadra da Força Pública que havia na João Teodoro com Tiradentes. Em pé: Josir  - Fernando e Cá. Agachados: Nelsinho Maia - Gilson e Olavinho. Um timaço! (Foto: Arquivo da Família Ramos)

VETERANOS 1990
historiasdopari

Na foto cedida pelo Wilson Pirolito , tirada no campo do Vigor , vemos os veteranos do E. C. Flamengo do Pari. E entre outros destacamos: Tito Noronha, Formiga, Carecão, irmão do Jura, Albeja, Pelegrini, Jura e o próprio Pirola. A maioria desses jogadores no passado foram craques de bola.

INFANTIL DO ALIANÇA - 1952

1952 - Mingo, Porcel, Mário TV e Nardão, em foto do Arquivo do Domingos Curci Sobrinho.

R O S E I R A, O DONO DA ÁREA!!!

“Roseira” é também o nome de um rapaz do bairro. Sim, nome, porque ninguém sabe o seu verdadeiro nome civil e de tanto o chamarem por esse apelido, praticamente o rapaz incorporou o cognome. Quando pré-adolescente tinha acnes no rosto e como a molecada não perdoa nada, nasceu o “Roseira”.

Rapaz esforçado, honesto, trabalhador, um verdadeiro cara família, como diz a linguagem popular. Aliado a essas virtudes é um emérito contador de histórias. Eu, ouvinte de casos como sabem os leitores deste nosso blog, quando encontro com ele as ouço com a máxima  atenção. E com a licença do nosso contador de hoje, irei contá-las aos poucos.

Pena, que devido ao corre-corre desta São Paulo maluca, poucas vezes batemos papo. Porém quando conversamos são horas a fio , principalmente ouvindo as suas narrativas.

“Roseira” conta que ele é o maior goleador do C. A. Flor do Brás de toda a longa história do negro esmeraldino. Os demais presentes nos bate-papos, principalmente os mais idosos, lembram dele jogando no Flor. Alto, esguio, bola na área era com ele mesmo, era só centrar e correr para o abraço.

Porém, um dia aconteceu algo estranho, encontrou com um rapaz que há muito não via, o Luvanor, acompanhado de um colega de trabalho. Após as apresentações de praxe, Luvanor falava para o seu amigo das virtudes do “Roseira”, não só pessoais, como de dançarino nos bailes do Silva Telles, Casa do Minho, etc.

Depois começou a falar sobre o craque que o nosso herói de hoje havia sido, craque disciplinado , pontual, não arranjava brigas, mas também não fugia do pau. O “Roseira” foi inchando, inchando , parecia mais um ramalhete e não uma simples roseira.

Lembra daquele jogo contra o time tal e aquele outro lá em Lausane Paulista e aquele na Vila Maria? Incrível, o Luvanor, não deixava o herói falar, ele só balançava a cabeça que sim.

Porém, ai porém, numa altura da conversa, Luvanor disparou, lembra daquele pênalti que você defendeu no Festival do Estrela? Pronto, o “Roseira” murchou, ele não era e nunca foi goleiro e sim centroavante, goleador, o maior da história do Flor do Brás.

“Roseira” baixou a cabeça, pediu licença pois tinha um compromisso e foi embora, pensando consigo mesmo, o Luvanor me confundiu com outra pessoa e se sentiu o maior dos injustiçados da várzea pariense.

Logo ele, que havia feito gols memoráveis, que deram títulos e taças aos times que envergou a camisa, principalmente o Flor, o Casemiro de Abreu e o Corinthinha do Brás.

Gols de peixinho, de bicicleta, de voleio, faltas no ângulo, lá onde a coruja faz o ninho, gols de calcanhar, até de bico. Tudo isso não reconhecido pelo Luvanor que o confundiu com o seu maior adversário, o goleiro, aquele que nada constrói, só estraga prazeres, o anti climax, poxa!

Logo o Luvanor, um cabeça de bagre, grosso, ruim de bola, que só jogou naquele time lá da várzea do Canindé, porque a irmã dele era noiva do dono do time.

“Roseira”, não tem problema, todos que o viram ou que escutaram falar, sabem do seu valor e jamais o confundirão com um simples goleiro, porque sabem que ele era o gigante da área, o matador. E isso é o que interessa, o reconhecimento de nós, torcedores, jogadores, sejamos aliados ou adversários.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Cosmopolitano Futebol Clube


Conheça a história desse clube da cidade de Cosmópolis (SP), que este ano completara 100 anos, visitando a página "www.nilodiasreporter.blogspot.com".

Fotos: Acervo "Grupo Filhos da Terra". Publicadas no blog Acervo Cosmopolitano

1986 - Festa com a "Banda do Brejo".

Faixa no interior do Estádio Thelmo de Almeida.

1965 - Estádio Thelmo de Almeida, demolido no inicio dos anos 2000.

1961 - Convite para noitada dançante.

1961 - Primeiro "Baile das Debutantes".

Início dos anos 1960. Primeira sede oficial, vendida no final da década de 80.

1959 - Arquibancadas cheias no Thelmo de Almeida, em jogo contra o Botafogo, da Usina Ester.

1958 - Baile de Carnaval.

Time de 1950.

1944 - Panfleto.

1944 - Baile da Chita.

1938 - Carteira de Sócio.


1935 - Lembrança do aniversário de 20 anos de fundação do clube, trazendo na tipografia impressa o "Hymno do Cosmopolitano".

Década de 1930. Carteirinha de sócio.

1927 - Jogo entre Cosmopolitano X Conchal F.C., pela "Taça Apito".

1920 - Time campeão. Em pé: Antonio Pínto - Telmo de Almeida - Amadeu Tortelli - Cunha - Brasilino - Raquetti e Augusto. Ajoelhados: Ceará - Afonso e Zeca. Sentados: Tcheco - Carrara e Amérusco Zuckini.

15-11-1919 - Inauguração do Campo do Cosmopolitano Futebol Clube

1917 - Primeiro time oficial do Cosmopolitano F.C. Em pé: Ferrucio - Tcheco - Manolo e ???. Abaixo: Marcelo - Ceará e Zeca. Sentados: Telmo de Almeida - José Lugli - Antônio Simões - Fritz e Sebastião de Almeida.