Fotos: Acervo fotográfico do C.R. Vasco da Gama
1963 - Campeão do Torneio Pentagonal do México.
1963.
1960 - Goleiro Barbosa, já em fim de carreira.
1958 - Campeão do Torneio Rio-São Paulo.
1958.
1957 - Pelé com a camisa do Vasco. Foi no combinado Vasco-Santos.
1957. Almir, o "Pernambuquinho"".
Paulinho, lateral-direito.
1953 - Vasco 2 x 1 São Paulo. Gol de Pinga.
1953 - Campeão do Torneio Quadrangular Internacional do Rio.
1952.
1952 - Danilo, o "Principe".
1952 - Campeão Carioca.
1952 - Ademir recebe a faixa de campeão.
1950 - Decisão Vasco 2 x 1 América
1949 - Augusto, o capitão do "Expresso da Vitória".
1949 - Após marcar gol da vitória, Nestor é abraçado pelos companheiros.
1949 - Amistoso Vasco 1 x 0 Arsenal da Inglaterra.
1949.
1948. Cinquentenário do clube.
1948 - Sulamericano de clubes no Chile,gol de Friaçacontra o Colo Colo.
1948 - Barbosa defende pênalti, no Sulamericano de clubes do Chile.
1947 - Campeão Carioca Invicto. Eli - Maneca - Chico - Jorge - Augusto - Flávio Costa (técnico) - Lelé - Alfredo- acima Danilo - Barbosa - Friaça e Ismael, de agasalho
.1947 - Campeão Carioca Invicto.
1945 - Campeão do Torneio Início.
1945 - Campeão Carioca Invicto.
1945 - Campeão Carioca. Em pé: Argemiro - Eli - Berascochea - Augusto - Rodrigues - Rafagnelli e Ondino Vieira (técnico). Agachados: Mário Américo (massagista) - Santo Cristo - Ademir - Isaias - Jair da Rosa Pinto e Chico.
1944 - Campeão Invicto do Torneio Relâmpago.
1940 - Campeão do Torneio Luiz Aranha.
1936. Rei e Feitiço. O grande goleiro e o consagrado goleador, dois dos maiores craques do campeonato carioca de 1936, conquistado pelo Vasco pela FMD.
1935 - Último jogo de Domingos da Guia pelo Vasco, contra o River Plate da Argentina.
1934 - Rei - Lino - Fausto - Itália - Gringo - Carreirinho - Almir - Mola - Juca - Carnieri e Orlando.
1934 - Domingos da Guia de gorro, Rei e Russinho comandam a entrada do time no gramado de São Januário.
1933 - Domingos da Guia Gradim Fausto e Juca
1929 - Campeão Carioca
Fausto (Foto: Jornal dos Sports)
Fachada do Estádio de São Januário, no ano de sua inauguração.
Auxiliados pelo presidente do Vasco, Raul da Silva Campos (à esquerda) o presidente da CBD (hoje CBF) Oscar Rodrigues da Costa (à direita) e o major Sarmento de Beires (no centro) descerraram a fita inaugural do Estádio Vasco da Gama.
O presidente vascaíno Raul da Silva Campos ao lado do Presidente da República Washington Luís (de bengala) e diversas autoridades.
Time do Vasco com sua bandeira, entrando em campo para o jogo inaugural. A camisa ainda não tinha a faixa na diagonal.
O time vascaíno posa para a posteridade, com bandeiras dos 10 times do Rio de Janeiro na época (Algumas estão encobertas).
Observado pelos santistas Feitiço e Araken, Oscar Rodrigues da Costa, presidente da CBD (hoje CBF), dá o pontapé inicial do jogo Vasco x Santos. No centro da foto, o presidente vascaíno Raul da Silva Campos. As arquibancadas em curva ainda não existiam.
Vascaínos atrás do gol e nas sociais do estádio.
Multidão se acotovelou atrás do gol e nas arquibancadas.
O Estádio de São Januário foi inaugurado em 21 de abril de 1927. Até o início dos anos 40, quando o Pacaembu passou a fazer parte do cenário da cidade de São Paulo, foi o maior estádio brasileiro, com capacidade para mais de 30 mil pessoas, e palco de grandes clássicos nacionais, jogos do Brasil e manifestações políticas.
Muitos abnegados vascaínos abriram mão de parte de suas fortunas para ajudar a concretizar o sonho da casa própria. Um deles foi o industrial Zeferino de Oliveira, dono do Moinho da Luz. A Cervejaria Brahma também teve papel importante na construção da praça esportiva não apenas doando dinheiro como montando os bares da sede e ajudando na construção da sede náutica do clube.
Vasco e Santos fizeram a primeira partida da história do estádio. O Peixe venceu por 5 X 3, com gols de Evangelista (2), Arakem, Osmar e Feitiço. Para o Vasco descontaram Negrito, Galego e Pascoal.
O Peixe entrou em campo com Tuffy, Bilu e Davi; Alfredo, Julio e Hugo; Omar, Camarão, Feitiço, Arakem e Evangelista. O Vasco atuou com Nelson, Espanhol e Itália; Nesi, Claudionor e Badu; Pascoal, Torterolli, Galego, Russinho e Negrito.
Em março de 1928 foram inaugurados os refletores do estádio em partida em que o Vasco bateu o uruguaio Wanderes por 1 X 0.
1925.
Um grande exemplo
Um exemplo da importância dos clubes ocorreu no dia 7 de abril de 1924. Na ocasião, o Vasco bateu o pé e recusou a proposta da Associação Metropolitana de Esportes Atléticos para disputar o Campeonato Carioca principal com a condição de eliminar de seus quadros 12 atletas negros, mulatos ou nordestinos, quase todos pobres, considerados pela AMEA jogadores “de profissão duvidosa”.
O pesquisador Alexandre Mesquita elaborou detalhado texto publicado no site http://www.netvasco.com.br/news/noticias15/64032.shtml Netvasco que eu faço questão de reproduzir aqui. É a maior contribuição do Vasco não só para o futebol, mas para a história do Brasil. Afinal, ajudou a acabar com o preconceito no esporte e em boa parte da sociedade.
A resposta histórica
“Rio de Janeiro, 7 de Abril de 1924.Ofício nr. 261
Exmo. Sr. Dr. Arnaldo Guinle
M.D. Presidente da Associação Metropolitana de Esportes Atléticos
As resoluções divulgadas hoje pela imprensa, tomadas em reunião de ontem pelos altos poderes da Associação a que V.Exa tão dignamente preside, colocam o Club de Regatas Vasco da Gama numa tal situação de inferioridade, que absolutamente não pode ser justificada nem pela deficiência do nosso
campo, nem pela simplicidade da nossa sede, nem pela condição modesta de grande número dos nossos associados.
Os privilégios concedidos aos cinco clubes fundadores da AMEA e a forma por que será exercido o direito de discussão e voto, e feitas as futuras classificações, obrigam-nos a lavrar o nosso protesto contra as citadas resoluções.
Quanto à condição de eliminarmos doze (12) dos nossos jogadores das nossas equipes, resolve por unanimidade a diretoria do Club de Regatas Vasco da Gama não a dever aceitar, por não se conformar com o processo por que foi feita a investigação das posições sociais desses nossos consócios, investigações levadas a um tribunal onde não tiveram nem representação nem defesa.
Estamos certos que V.Exa. será o primeiro a reconhecer que seria um ato pouco digno da nossa parte sacrificar ao desejo de filiar-se à AMEA alguns dos que lutaram para que tivéssemos entre outras vitórias a do campeonato de futebol da cidade do Rio de Janeiro de 1923.
São esses doze jogadores jovens, quase todos brasileiros, no começo de sua carreira e o ato público que os pode macular nunca será praticado com a solidariedade dos que dirigem a casa que os acolheu, nem sob o pavilhão que eles, com tanta galhardia, cobriram de glórias.
Nestes termos, sentimos ter que comunicar a V.Exa. que desistimos de fazer parte da AMEA. Queira V.Exa. aceitar os protestos de consideração e estimade quem tem a honra de se subscrever, de V.Exa. At. Vnr. Obrigado
(a) Dr. José Augusto Prestes
Presidente”
1923. Leitão, Nélson e Mingote.
1923 - Campeão Carioca. Em pé: Nicolino - Lingote - Nelson - Leitão - Artur e Bolão. Agachados: Paschoal - Torterolli - Arlindo - Ceci e Negrito.
1923 - Campeão Carioca.
1922. A Taça Constantino. motivo de festa na sede vascaína.
Celebração pela participação no Torneio Início de 1921.
Time de 1921.
1916. Primeira equipe do Vasco.
Adão Antônio Brandão autor do primeiro gol do Vasco.












































































