quarta-feira, 19 de outubro de 2011

100 anos de futebol em São Gabriel (RS)

No último dia 1 de outubro, o operador do blog, jornalista Nilo Dias, esteve em São Gabriel, onde fez o lançamento de seu livro "100 anos de futebol em São Gabriel".

O ato de venda e sessão de autógrafos foi realizado no Museu Nossa Senhora do Rosário Bonfim (antiga Igreja do Galo) e se constituiu em grande sucesso, com a presença de mais de 200 pessoas, entre autoridades locais e desportistas.

O prefeito da cidade, Rossano Gonçalves, por estar com um dos pés imobilizado, em razão de um acidente sofrido em sua propriedade rural, não teve condições de se locomover, mas foi representado por vários secretários municipais e assessores.

Para eventuais interessados na aquisição do livro "100 anos de futebol em São Gabriel", basta depositar R$ 56.00 ( R$ 50,00 do livro e R$ 6,00 do frete) na seguinte conta:

Caixa Econômica Federal
Agência: 0972 (Sobradinho-DF)
Conta: 013.00.010.331-1
Nome: Nilo Dias Tavares
Depois enviar comprovante de depósito para o e-mail nilodt@hotmail.com e seu endereço para remessa.

Abaixo, algumas das fotos de Joni Mendonça, em que aparecem o autor e convidados:

Nilo e esposa Teresinha Motta.

Nilo e esposa Teresinha, junto da professora Maria de Lourdes, a conhecida "Lourdinha".

Nilo e esposa Teresinha, sogro Gelcy Motta e esposa e a professora Maria de Lourdes.

Nilo, sua esposa Teresinha e o secretário Geral de Governo Municipal, Artur Goulart, o popular "Tuca Gente Boa".

Nilo ao lado do desportista e secretário municipal de Obras, Habitação e Urbanismo, Robson "Binho" Gonçalves.

Nilo e o secretário municipal de Turismo, Cultura, Desporto e Lazer, Nairo Gonçalves.

Nilo e o diretor de Comunicação Social da Prefeitura Municipal de São Gabriel, doutor Augusto Solano Lopes Costa.

Nilo com o ex-atleta e ex-presidente da S.E.R. São Gabriel, Eduardo Petrarca Léo e esposa Ana Rita.

Marli Cardoso, professora Maria de Lourdes (Lourdinha), Teresinha Motta, professora Adelma e Tânia, esposa do Luiz Sales.

Luiz Sales, seu filho Lucas, professora Maria de Lourdes (Lourdinha), Teresinha Motta e Tânia,esposa de Luiz Sales.

Nilo com o ex-craque do G.E. Gabrielense, Cherpa e esposa Anete.

Nilo e o professor Jorge Carvalho.

Nilo e Teresinha, acompanhados da senhora Marli Cardoso, viúva do saudoso desportista e tradicionalista, João Carlos Fagundes Cardoso e filho.

Nilo com os empresários e desportistas Amarílio Flávio Socca e Caio Rangel.

Nilo e o amigo Rui Barros, o "guardião" da memória de São Gabriel e um dos incentivadores para que o livro fosse escrito.

Nilo com o advogado e desportista, Roberto Guedes.

Nilo com o professor e desportista, Luiz Francisco da Rosa Meneghello.

Nilo e o empresário Marciano Filandro.

Nilo e oe engenheiro Jorge Simão.

Nilo com o radialista e desportista José Mendes Lucca.

Nilo com o advogado, escritor e colunista do "Jornal da Cidade", doutor João Alfredo Reverbel Bento Pereira.

Nilo com a esposa Teresinha, professora Cleusa Saccol dos Santos e filha Thais.

Nilo com o advogado e desportista, doutor Itajar Maldonado Chaves.

Nilo e o empresário do ramo imobiliário, Ilo "Toko".

Nilo com o advogado e desportista, doutor Francisco Bittencourt.

Nilo com o advogado, poeta e escritor, doutor José Antônio Macedo, "Doutor Poeta", patrono da Feira do Livro de São Gabriel deste ano.

Nilo com o empresário e desportista, Airton Medeiros.

Nilo e o jornalista e pastor evangélico, Cláudio Moacir Moreira.

Nilo e o empresário rural, Carlos Dácio Assis Brasil.

Nilo e o ex-atleta da S.E.R. São Gabriel, Caio Rocha.

Nilo e o advogado e desportista Clóbis Saccol dos Santos.

Nilo e o provedor da Santa Casa de São Gabriel, Roque Montagner.

Nilo e o radialista Jota Bina.

Nilo e o historiador da cidade, Osório Santana Figueiredo.

Nilo e o consul do S.C Internacional, em São Gabriel, Valério Teixeira e esposa.

Nilo e o advogado, radialista e desportista, doutor Dagoberto Russomano Frederico Focaccia.

Nilo ao lado do presidente do São Gabriel F.C., André Petrarca.

Nilo e os amigos advogados, doutores Miguel Kodayse e Augusto Solano Lopes Costa.

Nilo e o ex-zagueiro da S.E.R. São Gabriel, Picaço.

Nilo e o empresário rural Luiz Eduardo Assis Brasil, o popular "Seco".

Nilo e o professor João Ribas.

Nilo e o empresário Abelino Brito e namorada Cleonice Simon.

Nilo ao lado do advogado Hamilton Cabreira Prates e esposa. Ele é filho do saudoso desportista José Helvécio Siqueira Prates.

domingo, 28 de agosto de 2011

Manifestações de amigos

02/11/2011

Timinho vagabundo. Na sua opinião, quem fez as pepeletas amarelas? Quem não sabe dar valor aos seus ídolos? Quem escorraçou o Zico?

Edmar Corrêa (edmar-correa2010@hotmail.com)

Cara, você tem um blog de fechar o comércio. As fotos que estão postadas até emocionam a gente, meus parabéns! Sobretudo as fotos do meu Bangu Atlético Clube. Assim sendo o convido também para o nosso blog EDMAR CORREA E SUA GENTE www.edmarcorreaesuagente.arteblog.com.br

Atenciosamente,
Maestro Edmar Correa .'.

05/09/2011

Cara os Flamerdistas tem mais é que engolir estas e muitas outras como por exemplo: maior goleada do Carioca , 24 a 0. Quem mais cedeu jogadores a seleção. Base das melhores seleções 58,62 e 70.

O Botafogo nunca foi time de propaganda e nunca dependeu de árbitros calhordas para ganhar titulos. Quando ele diz que o Botafogo so tem carioca, esquece do Tereza Herrera (Espanha), Commebol (Sul americana), duas vezes brasileiro e unico tetra Rio-São Paulo.

Más "urubú" que tem memória fraca não pode lembrar disto. Xô carniça, vai cuidar dos teus molengas que viraram saco de pancada no Brasileiro. Avaí e Bahia. Que vergonheira!!!

Por Anônimo

04/09/2011

Parabéns pelo acervo de fotos do Santos F.C.. Este blog está ajudando a preservar e regatar a memória do futebol brasileiro.

Grande abraço

Roberto Dias Alvares

31/08/2011

Falta uma foto do Chiqueta velho!heheh.

Por Chiquetinha em "O futebol de Dom Pedrito, minha terra natal".

29/08/11

Ao anônimo: timinho vagabundo é o da Gávea, que só ganha com a ajuda da arbitragem e a conivência da Rede Globo. Saudações botafoguenses!!!

Henrique Pereira - Pelotas (RS)

27/08/11

Caro Nilo

Gostei do blog, ainda mais pelo fato de ter duas fotos pinçadas do meu blog "XICO JÚNIOR E O FUTEBOL DE CANOAS", cujas são do meu acervo particular e me foram cedidas pelo ex-craque do E. C. Cruzeiro, Walter (Valtão) Spiess, obviamente que antes do seu falecimento, e que, na excursão à Europa teve a difícil tarefa de marcar o super craque Di Stefano.

E contam que, durante o jogo o endiabrado Di Stefano toda vez driblava o Valtão e esse, para conter o maior craque de então, teria "batido forte" em Di Stefano que reclamou, dizendo: " Jo soy el grand Di Stefano de la España". Ao que Valtão teria retrucado: "E eu sou o Valtão da Barreto". Chácara Barreto era uma Vila (hoje Bairro) de Canoas-RS.

Por Xico Júnior

21/08/11

Saudações!

Devo dizer que gosto imensamente deste blogue! Pode adicionar o meu link? Eu prometo que retribuo : http://davidjosepereira.blogspot.com

Saudosos cumprimentos!

David J. Pereira

02/08/11

A foto de 1990 é sim do Bangu, mas do Bangú A.C., de União dos Palmares, Alagoas. Eu sou o Presidente e filho do seu fundador, Jorge Peixoto. O clube foi fundado em 1957.

Esse foi o nosso ultimo grande título. Tenho saudades dos grandes craques daquela geração. Para saber mais sobre o Bangú palmarino, é só entrar em http://nacaobanguense.blogspot.com e http://bangupalmarino.blogspot.com

Por Nação Banguense

26/07/11

Sem dúvida, uma bela combinação!

Por Anônimo. (E.C. Pelotas, uma glória do futebol gaúcho)

18/07/11

O Botafogo é um timinho vagabundo, só tem campeonato carioca. Time chorão.

Saudações rubronegras.

Por Anônimo.

10/06/11

Fried com o time de Germânia, em 1914. É preciso que se visite o clube em que começou a sua carreira, em 1909 e depois jogou também em 1911. No ano de 1914, Fried jogou no time paulista do Atlas (somente por um jogo) e Ypiranga.

O. Alexander.

06/06/11

Em Portugal o Paulistano não venceu a Seleção, mas o clube "Casa Pia AC", da Segunda Divisão, segundo o livro "Club Athletico Paulistano: um clube que cresceu com a cidade". (Club Athletico Paulistano, São Paulo, 1970).

Abraço, Oliver.

02/06/11

Ótimo post! Seu blog é fantástico!

Por Anônimo.

05/05/11

Aproveitando o ensejo, mister se faz salientar que o Botafogo só tem o maior número de jogadores cedidos para a Seleção Brasileira, por causa do incidente dos clubes com a CBD para a Copa de 1934.

Por sinal, a pior campanha da história da Seleção Brasileira em Copas do Mundo, que contava com 9 jogadores do Botafogo.

Por ser o único clube carioca que era contra o profissionalismo, o Botafogo jogou em uma liga a parte no Campeonato Carioca no início da década de 30, sem Flamengo, Fluminense, Vasco, Bangu e América. Por isso tornou-se tetracampeão.

Outro ponto curioso sobre o alvinegro: recentemente, o clube teve reconhecido o título da Taça Brasil de 68 como título brasileiro. O clube jogou contra apenas 3 adversários.

Foram 7 jogos, sendo que um deles, ganhou por wo. E o adversário mais forte foi o Metropol, de Santa Catarina, que nem existe mais.

É, "grande importância" tem mesmo o Botafogo para o futebol brasileiro...

Por Diego Moritz.

25/04/11

Tenho sobrenome Fiume, e gostaria de saber se Waldemar Fiume era parente de Emilio Fiume. Espero resposta.

Por Carolini F.G.

02/04/11

Eu gostaria de relembrar aqui um detalhe sempre mencionado pelo antigo jornalista Joao Saldanha. O Brasil só é o unico pais participante de todas as Copas do Mundo de futebol, porque o Botafogo FR se associou a CBD em 1934 para contratar e montar um time que fosse a Copa da Itália.

Este fato, unido a outro, de que o Botafogo é o clube brasileiro com maior numero de titulares nas finais em que o Brasil foi campeao mundial, demonstram a importância historica deste clube para a projeção internacional do nosso futebol.

Osvaldo, Fpolis.

27/03/11

Fiquei muito feliz em encontrar a foto do Brabâncio. Ele é meu avô, e eu não tinha a menor idéia de como ele era. Grata.

Por Vera Maria. (Futebol da Paraíba)

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Fotos: Acervo da Agremiação Sportiva Arapiraquense

Histórico

Em 1951, Arapiraca tinha como prefeito o Dr. Coaracy da Mata Fonseca. A cidade, ainda pequena, começava a trilhar o caminho do progresso. A feira já começava a se destacar em todo o Nordeste brasileiro. A empresa Camilo Colier estava construindo a estrada de ferro e isso exigia o trabalho de muita gente. E essas pessoas buscavam algum meio de diversão nos dias de folga.

Como não poderia deixar de ser, o futebol estava em primeiro lugar. E a pedido dos funcionários, a direção da empresa resolveu construir um campo de futebol.
Formou-se o time, que obteve o sugestivo nome de Ferroviário, com as cores preto e branco. As tardes de domingo da cidade passaram a ser mais movimentadas, pois seus habitantes tinham lugar certo para ir, o campo da estação.

Mas a construção da estrada de ferro foi concluída. O Ferroviário acabou. A diversão das tardes de Domingo não existia mais. No entanto, empresários e autoridades da cidade não estavam conformados com o vazio provocado pela falta do futebol. Após várias discussões, surgiu, assim, no dia 25 de setembro de 1952, a ASSOCIAÇÃO SPORTIVA DE ARAPIRACA, era "o" ASA que surgia da força empreendedora do Sr. Antônio Pereira Rocha, o primeiro presidente.

O time que nasceu campeão

O primeiro campeonato do qual participou foi o de 1953. E começou com o pé direito. Foi Campeão Alagoano logo na sua primeira participação. O regulamento da competição determinava que o campeão da capital decidiria com o campeão do interior. O ASA, bravamente, venceu o campeonato do interior. O campeão da capital, Ferroviário, no entanto, recusou-se a disputar as partidas finais. A Federação Alagoana de Futebol proclamou o ASA campeão alagoano de 1953 em ato publicado na "Gazeta de Alagoas" do dia 7 de abril de 1954.

A torcida sempre acompanha o clube.

Vice-campeão da Série C de 2009.

2009.

2005. Campeão alagoano.

2003. Campeão alagoano.

2001. Bicampeão alagoano.

2000. Depois de 47 anos de espera, o ASA sagrou-se campeão alagoano pela segunda vez.

1983. Em pé: Jurandi - Paulo Silva - Paulinho Carimbó - ??? - Luis Carlos Gogó e Toninho. Agachados: Almir Palhinha - Zé Carlos Baiano - Norinho e Neco.

Time de 1982.

Ainda 1979/1980.

1979/1980. Em pé: Pompéia - Eribaldo - Paulo Roberto - Paulo Silva - Zeca e Zé Alberto. Agachados: Joãozinho - Adailton - Marcos Itabiana - Carioca e Esquerdinha.

1979.

Excursão na década de 1960

Na década de 60 o ASA ficou conhecido como “Fantasma das Alagoas” em razão das suas brilhantes excursões pelo Nordeste brasileiro, desbancando times da região. Em 1977 a associação passou a ser AGREMIAÇÃO SPORTIVA ARAPIRAQUENSE, continuando a ser o mesmo ASA.

Em 1979 fez excelente campanha no campeonato brasileiro, ficando conhecido nacionalmente pela brilhante classificação para a segunda fase da competição com cinco vitórias consecutivas.

Acebilio foi um craque. Usava a inteligência, evitava os obstáculos, racionalizava o esforço e consagrou um estilo.

Um atleta de futebol com a intensidade exata da força, direção infinitamente correta, sentido rigorosamente certo. Era o equilíbrio físico, técnico e mental representado da melhor forma.

Tudo isso era Acebilio em seus melhores tempos. Viveu sua vida vestindo a camisa do ASA de Arapiraca, onde se sagrou campeão alagoano em 1953 e atuou por 20 anos. Fora do futebol foi professor e sempre soube manter suas amizades.

Sebastião Siqueira da Silva, o Cecé, era Pernambucano, mas Arapiraquense de coração. Começou sua carreira no ASA em dezembro de 1952 e um ano depois conquistou o Campeonato Alagoano, sagrando-se a revelação da competição.

O jogador ficou conhecido como “O Arataca”, pois era um jogador técnico, com chute forte e se deslocava com muita facilidade,

1953.

1953. Com as faixas de campeão

O título alvinegro de 1953, apesar de ser do conhecimento dos torcedores que comemoraram a conquista, acabou sendo esquecido pela mídia. Há que ser lembrado que Arapiraca em 1953 era apenas a sexta maior cidade do Estado de Alagoas (hoje é a segunda maior) e não tinha emissoras de rádio ou jornais. E acabou acontecendo a velha máxima de que uma mentira de tanto ser repetida acaba se tornando "verdade". No caso, a mentira era o título do Ferroviário da capital, amplamente divulgado.
No entanto, o cidadão arapiraquense Dr. José Pereira Neto, já na década de 90, trouxe a prova do esquecido, pela mídia, título de 1953, ao pesquisar e redescobrir a Gazeta de Alagoas com o ato homologatório de 1953. O ato que colocou o ASA de Arapiraca na lista dos campeões alagoanos está exposto no Museu dos Esportes do Estádio Rei Pelé. Graças a esse primeiro título, o ASA também ficou conhecido como "O time que já nasceu campeão".

1953. O ASA conseguiu seu primeiro título após vencer o campeonato do interior e o Ferroviário, vencedor do torneio da capital recusar a disputar as partidas finais.