terça-feira, 27 de outubro de 2009

C.A. Paulistano: Os reis do futebol


Fotos: Acervo do C.A. Paulistano

Histórico

O Club Athlético Paulistano é um clube poliesportivo brasileiro sediado em São Paulo, fundado em 29 de dezembro de 1900. Sua sede encontra-se no Jardim América, próximo ao centro da cidade. Formou um importante clube de futebol no início do século XX, tendo vencido o Campeonato Paulista onze vezes (1905, 1908, 1913, 1916, 1917, 1918, 1919, 1921, 1926, 1927 e 1929).

Até hoje, o Paulistano, que fechou seu departamento de futebol em 1929, é o único clube a ter sido tetracampeão paulista consecutivamente, em 1916, 1917, 1918 e 1919. Nenhum clube paulista conseguiu igualar tal marca.

Seu uniforme titular era formado por uma camisa e calção brancos com detalhes em vermelho, e meias pretas . O segundo uniforme tinha camisa vermelha, calção branco e meias pretas.

História

Renato Miranda, Olavo de Barros e Sílvio Penteado assistiram, no Colégio Mackenzie, uma partida de futebol deste contra o Internacional, e ficaram estusiasmados. Assim, começou a nascer a idéia de se criar uma nova equipe de futebol que fosse para brasileiros e que representasse a cidade.

No fim de dezembro de 1900, na rua São Bento, nº5, houve a reunião que selou definitivamente a fundação daquele que seria o maior time do país no seu tempo. Como um dos fundadores da Liga Paulista, o Paulistano disputou todos os campeonatos por ela promovidos até 1912.

Em 1913 ocorre a primeira cisão das ligas, e o Paulistano liderava a criação da APEA. Na verdade, a equipe discordava da popularização que o esporte estava sofrendo com o surgimento de clubes como Corinthians e Ypiranga. Em 1915, houve a desapropriação do terreno do Velódromo, o Club Athletico Paulistano ficou sem sua sede esportiva.

Foi então decisiva a ação de um dos sócios fundadores, Manuel Carlos Aranha, neto, o Carlito Aranha que, juntamente com um grupo de rapazes, conseguiu que o time do Paulistano não acabasse. Um novo terreno foi adquirido no Jardim América, entretanto o Paulistano não possuía, de imediato, local para seus treinos.

Carlito Aranha pediu emprestado os campos do Palestra Itália e do São Bento e, graças à sua iniciativa, a equipe de futebol do Paulistano pôde participar dos campeonatos. Por fim, em 1917, foi inaugurado o novo campo do Paulistano, o Estádio Jardim América. Em 1916, a LPF é extinta e a liga criada pelo Paulistano continuou forte de prestigiada. O Paulistano sagrou-se tetracampeão, em 1919, apesar de toda crise pela qual passava.

Em 1926 o futebol começava a partir para o profissionalismo e o Paulistano, fiel às raízes amadoras do esporte, foi contrário e fundou uma nova liga, a Liga dos Amadores de Futebol (LAF). A liga durou até 1929, quando o time resolveu fechar seu departamento de futebol.

Após ser campeão do último campeonato que disputou, o Paulistão de 1929, O time do Paulistano fez sua derradeira apresentação em 15 de dezembro de 1929. Em seu pequeno campo, o Estádio Jardim América, com bom público no dia, o Alvirubro jogou grande partida, impondo um 6x1 sobre o Antarctica Futebol Clube (que mais tarde teria grande importância para o legado futebolístico do Paulistano), com gols de Mílton (4), Friedenreich e Luizinho para o mandante, e Spitaletti para o time da Moóca. Sua última formação fora Nestor; Clodô; e Bartô; Romeu, Rueda e Abate; Luizinho, Joãozinho, Friedenreich, Milton e Zuanella. Fora o canto do cisne e uma digna e grandiosa despedida para o Gigante no esporte bretão, que legaria com herança ao mundo, em seu lugar, outro grande time.

Quando saiu dos campos, o Paulistano era disparado o melhor time do estado. Tinha onze títulos contra sete do Corinthians e três do Palestra, além de ter contado com Arthur Friedenreich que foi seu artilheiro por seis vezes. É até hoje, 2009, o único tetracampeão consecutivo do Campeonato Paulista (1916 a 1919, sendo que mantém em sua sala de troféus as duas taças oferecidas pela APEA).

Fato memorável do clube foi a excursão da equipe de futebol à Europa em 1925, graças à iniciativa do presidente do clube, Antônio Prado Júnior. A equipe disputou dez partidas na França, Suíça e Portugal, perdeu apenas uma das partidas e logo após o término da primeira, vencida com o placar de 7 X 2 sobre o selecionado francês, os brasileiros foram denominados pela imprensa francesa por "Les Rois du football". Algumas das bolas utilizadas na Europa estão na sala de troféus do clube, além de muitos documentos textuais e iconográficos que permitem conhecer com mais profundidade a riqueza de tal feito futebolístico.

Pode-se considerar que o Paulistano abriu as portas do continente europeu para o futebol brasileiro. Tanto que nos anos trinta alguns brasileiros foram representar o futebol europeu, principalmente na Itália. Houve o famoso Anfilogino Guarisi, Filó, que não só jogou em time italiano, como representou a Itália na Copa de 1934, sagrando-se campeão mundial.

EXCURSÃO DO PAULISTANO À EUROPA EM 1925

15/03/1925 Paris Paulistano 7 X 1 Seleção da França
22/03/1925 Paris Paulistano 3 X 1 Stade Français
28/03/1925 Cette Paulsitano 0 X 1 Cette
02/04/1925 Bordeaux Paulistano 4 X 0 Bastidienne
04/04/1925 Havre Paulistano 2 X 1 Havre/Normandie XI
10/04/1925 Strasbourg Paulistano 2 x 1 Strasbourg
11/04/1925 Berna Paulistano 2 X 0 Auto Tour
13/04/1925 Zurich Paulistano 1 X 0 Seleção da Suiça
19/04/1925 Rouen Paulistano 3 X 2 Rouen
28/04/1925 Lisboa Paulistano 6 X 0 Seleção de Portugal
JOGOS 10
VITÓRIAS: 9
EMPATES: 0
DERROTAS : 1
GOLS PRÓ: 30
GOLS CONTRA : 7

Após o fechamento do departamento de futebol, uma grande parte de seus jogadores e alguns membros da diretoria fundaram o que é hoje o São Paulo Futebol Clube.
O Club Athletico Paulistano conta com times de diversas modalidades esportivas amadoras, possuindo a única quadra no Brasil de pelota basca e gerou a Sociedade Harmonia de Tênis. É até hoje um dos clubes mais caros e exclusivos do Brasil. (Fonte: Wikipedia e outros)

C.A. Paulistano em 1928. (Foto: Almanach Esportivo de Thomaz Mazzoni)

Lances de um jogo entre Palestra X Paulistano, em 1928.(Foto: Almanach Esportivo de Thomaz Mazzoni)

Jogadores do Paulistano homenageados no retorno da excursão à Europa. (Foto Revista a A Cigarra. Reprodução Folha Imagem)

Recepção aos vitoriosos jogadores no porto do Rio de Janeiro. Foi formado um cortejo que acompanhou os jogadores até a sede do Fluminense.

A multidão aguarda ansiosa a atração do Flandria navio que trazia de volta para casa os Reis do Futebol, em 12 de maio de 1925.

Foto da equipe completa na frente do gol. Em pé: Orlando Pereira - Miguel Leite - Amphilóquio Guarisi Marques (Filó) - Sérgio Pereira - Antonio Carlos Seixas - Arthur Friedenreich (El Tigre) - Araken Patusca - Mário de Andrada e Silva - Ernesto Pujol Filho (Netinho) - Mário Cardim e Fernão de Moraes Salles. Agachados: Juan Mestres Alijostes - Caetano Caldeira - Luís Lopes de Andrade (Guarany) - Clodoaldo Caldeira - Francisco Abate - Epaminonas Motta - Maurício Villela - Bartholomeu Vicente Gugani (Barthô). À frente: Júlio Kuntz Filho e Nestor de Almeida. Estão ausentes os jogadores Durval Junqueira Machado e José Joaquim Seabra Neto, ambos do Rio de Janeiro.

Antonio Carlos Seixas lança para Friedenreich, no jogo em Strasbourg com o Selecionado Alsaciano.

Lance do jogo Paulistano x Strasbourg.

Friedenreich assiste à defesa do goleiro do C.A. Bastidienne.

Disputa de gol entre Barthô e jogador do C.A. Bastidienne na partida disputada em Bordeaux no dia 2 de abril. O Paulistano venceu por 4 X 0.

Os franceses observam a elegância dos jogadores brasileiros.

Junqueira e Friedenreich avançam para o ataque no jogo contra o Stade Français.

Equipe que venceu o Stade Français por 3 a 1. Em pé: Antonio Prado Junior - Orlando Pereira - Amphilóquio Guarisi Marques (Filó) - Mário Andrada e Silva - Arthur Friedenreich - Durval Junqueira Machado - Ernesto Pujol Filho (Netinho) - Mariano Procópio e Juan Mestre Alijostes. Agachados: Bartholomeu Vicente Gugani - Sérgio - Nondas - Júlio Kuntz Filho - Francisco Abate e Clodoaldo Caldeira.

O Fabuloso salto de Nestor para defender um dos muitos ataques do selecionado francês no primeiro jogo dos brasileiros em campos europeus.

Equipe do C.A. Paulistano no primeiro jogo na França.

Equipes do CAP e do Internacional após o último treino no Brasil, em 8 de fevereiro de 1925, antes da excursão a Europa.

Friedenreich, artilheiro do campeonato paulista de 1921. (Foto Museu do C.A. Paulistano. Reprodução Norma Albano - Folha Imagem)


Friedenreich.

C.A. Paulistano em 1921 (Foto: Revista "Sports")

C.A. Paulistano em 1921. (Foto: Revista "Sports")

1919. Da esquerda para a direita Sérgio, Orlando, Rubens Sales, Mário Bueno, Carlito e Benedito. (Foto Museu do C.A. Paulistano. Reprodução Norma Albano - Folha Imagem)

C.A. Paulistano em 1919. (Foto: Revista "Sports")

Paulistano, campeão paulista de 1918. Ao centro Rubens Sales, abaixo dele, Friedenreich. (Foto Museu do C.A. Paulistano. Reprodução Norma Albano - Folha Imagem)

1918. Lance do jogo decisivo entre Paulistano X A.A. das Palmeiras. (Foto: Museu do C.A. Paulistano. Reprodução: Norma Albano, Folha de São Paulo)

Equipe do C.A. Paulistano em 1918.

Paulistano em 1917. (Foto: Museu do C.A. Paulistano. Reprodução: Norma Albano, Folha de São Paulo)

Paulistano em 1916. (Foto: Museu do C.A. Paulistano. Reprodução: Norma Albano, Folha de São Paulo)

Rubens Salles, craque do Paulistano nos tempos do Velódromo. (Foto: Alamanach Esportivo de Thomaz Mazzoni)

1907. O Velódromo antes de uma partida. (Foto: Museu do C.A. Paulistano. Reprodução: Norma Albano, Folha de São Paulo)

1906. A torcida no Velódromo, sede dos jogos do Campeonato Paulista. (Foto: Museu do C.A. Paulistano. Reprodução: Norma Albano, Folha de São Paulo)

Paulistano, campeão de 1905. (Foto: Museu do C.A. Paulistano. Reprodução: Norma Albano, Folha de São Paulo)

Velódomo, 1905. Gol do Paulistano contra o São Paulo Athletic. Foto: Museu do C.A. Paulistano. Reprodução: Norma Albano, Folha de São Paulo)

Mackenzie, Internacional, Paulistano, A.A. das Palmeiras e São Paulo Athletic, reunidos no Velódromo em 1905. (Foto: Museu do C.A. Paulistano. Reprodução: Norma Albano, Folha de São Paulo)

São Paulo Athletic X Paulistano em 1904. Pênalti para o Paulistano. (Foto: Museu do C.A. Paulistano. Reprodução: Norma Albano, Folha de São Paulo)

Paulistano e São Paulo Athletic em 1903. (Foto: Museu do C.A. Paulistano. Reprodução: Norma Albano, Folha de São Paulo)

Equipe do C.A. Paulistano em 1901.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

“Coxa” centenário (Final)

Inquilino do Jockey Club nos primeiros anos de existência, o Coritiba passou pelo Parque Graciosa Atlântica, no “Juvevê”, que era propriedade do associado Arthur Iwersen, antes de estabelecer-se no “Alto da Glória”, seu endereço há quase 80 anos. Em 1928, o clube fez um empréstimo na Caixa, a juros de 12% ao ano, e adquiriu por 120 contos de réis a área de 36.300 m², onde depois construiria o estádio.

Quatro anos depois estava de pé o Estádio Belfort Duarte – homenagem ao ex-jogador e dirigente do América carioca, famoso pelo jogo limpo. A obra contava com arquibancadas de madeira, e 36 refletores para iluminação. Durante 25 anos foram essas as acomodações. A inauguração oficial aconteceu no dia 20 de novembro de 1932, com a vitória do campeão paranaense sobre o América, campeão carioca, por 4 X 2.

Entre os anos de 1956 e 1963 o clube foi presidido pelo seu ex-atleta Aryon Cornelsen, que resolveu botar abaixo bóia parte do velho “Belfort Duarte”, para ampliar e modernizar o estádio. O dinheiro foi conseguido junto ao “Bolo Esportivo”, uma espécie de precursor da Loteca. As obras começaram no segundo ano do mandato. Lolô, irmão de Aryon, fez o projeto de graça e seu pai, Emílio, fiscalizou as obras. Fechado desde o início de 1958, o estádio foi reaberto no 49.º aniversário do clube.

Apenas a derrota por 3 X 1 no Atle-Tiba não estava nos planos. A ampliação terminou em 1979. O Estádio não se chamava mais “Belfort Duarte”, e sim “Couto Pereira”, em homenagem ao ex-dirigente falecido em 1976.

Em função da sua origem germânica, os times do Coritiba no início de sua história eram formados basicamente por descendentes de alemães, que com suas peculiares aparências, altos, fortes e claros, eram alvos fáceis para as provocações vindas das torcidas adversárias.

Em um clássico Atle-Tiba (Atlético X Coritiba), no ano de 1941, o ainda torcedor Jofre Cabral e Silva - que depois se tornaria presidente do time da Baixada -, exaltado ao extremo pelo fato do seu time estar perdendo, começou a gritar com o zagueiro Hans Breyer, chamando-o de “quinta-coluna”. Ao perceber que Breyer não lhe dava ouvidos, Jofre Cabral mudou o tom e passou a chamá-lo, incessantemente de “Coxa-Branca! Coxa-Branca!”.

Hans Egon Breyener era um alemão de Düsseldorf, que chegou aos seis anos de idade ao Paraná, fugindo da primeira grande guerra mundial e se tornou zagueiro do Coritiba no início dos anos 40.

Naqueles tempos de guerra, ser alemão, italiano e japonês era sinônimo de traidor. O apelido pegou. Mas o Coritiba venceu o Atlético nas finais do estadual e foi campeão. Breyner, profundamente entristecido com o episódio, retirou-se dos gramados. E a expressão “Coxa Branca” só foi reabilitada em 1969. Gritada nas arquibancadas do então Estádio Belfort Duarte.

O apelido acabou pegando e o que era para se transformar numa afronta, virou motivo de orgulho para a fiel torcida “Coxa”. Com o passar do tempo, o termo foi assimilado pela torcida coritibana e a expressão “Coxa” virou sinônimo do amor da galera. Tanto que se tornou hino: aos gritos de “Coxa eu te amo!”, a torcida saúda seu time nos momentos difíceis, algo que já se transformou em cultura dos torcedores alviverdes.

Em 1969 o Coritiba realizou a primeira excursão de um clube paranaense à Europa, se apresentando em gramados da Alemanha, Áustria, França, Bulgária, Holanda, Bélgica e Espanha. Os resultados dos jogos foram estes: Coritiba 1 X 1 Hamburgo (Alemanha); Coritiba 2 X 1 Colônia (Alemanha); Coritiba 0 X 0 Borússia Dortmund (Alemanha); Coritiba 1 X 5 Áustria Viena (Àustria); Coritiba 1 X 0 Saint Etienne (França); Coritiba 2 X 2 Red Star (França); Coritiba 2 X 5 Levski (Bulgária); Coritiba 0 X 0 Bordeaux (França); Coritiba 1 X 1 Feyenoord (Holanda); Coritiba 2 X 5 Anderletch (Bélgica); Coritiba 1 X 2 (Espanha) e Coritiba 5 X 2 Valência (Espanha). Foram disputadas 12 partidas, com um saldo de cinco empates, três vitórias e quatro derrotas, 18 gols pró e 25 contra.

• A rádio clube (PRB-2) acompanhou o clube, efetuando as transmissões com a narração de Ney Costa e comentários de Vinícius Coelho. O time-base do Coritiba na excursão foi Joel Mendes – Modesto – Roderley - Nico e Nilo - Paulo Vecchio e Rinaldo (Lucas) – Passarinho – Krüger - Kosileck e Edson. Além destes, também participaram Célio, Marinho, Rossi, Oldack, Oromar e Antoninho.O jogador Passarinho anotou o primeiro gol do Coritiba na excursão. O artilheiro foi Kosileck, com oito gols

Ao início de 1971 a Seleção Francesa realizou uma excursão pela América do Sul, quando enfrentou o Coritiba em histórico jogo, disputado no dia 18 de janeiro, no Estádio Couto Pereira. O time brasileiro venceu por 2 X 1, gols de Lech (França)aos 42 minutos, Peixinho aos 44 e Hermes aos 74 para o Coritiba. A renda somou Cr$ 113.932,00. O árbitro foi Armando Marques. Na preliminar Atlético Paranaense e Ferroviário, empataram em 1 X 1.

O Coritiba jogou com Célio – Hermes – Nico - Terto (Cláudio) e Nilo - Hidalgo (Bidon) e Lucas - Peixinho (Marcos) – Leocádio - Kruger (Hélio Pires) e Rinaldo. A Seleção da França com Marcel – Lemére – Bosquier - Djorkaeff e Rostagni - Mezi e Michel – Lech - Revelli (Molitor) - Loubet (Floch) (Herbé) e Beretta.

O maior título da história do Coritiba foi o de campeão brasileiro em 1985, sob o comando de Ênio Andrade. No Coritiba, armou uma equipe muito forte na marcação, com um futebol de resultados, classificando-se em primeiro lugar num grupo que tinha Corinthians, Joinville e Sport. Nas semifinais, o Coritiba eliminou o Atlético Mineiro em pleno Mineirão lotado. Depois de haver vencido por 1 X 0 no Couto Pereira, garantiu a vaga empatando em 0 X 0, em Belo Horizonte.

A decisão do título se deu em partida única no Maracanã. O Coritiba marcou primeiro com Índio cobrando falta. O Bangu, empatou aos 35 minutos com um gol do meia Lulinha. O jogo terminou em 1 X 1 e foi preciso uma prorrogação, que terminou sem gols. A decisão foi para as penalidades. Já era madrugada de primeiro de agosto. O Coritiba fazia um gol e o Bangu empatava até terminar a série em 5 X 5. Foi quando o ponta-esquerda banguense Ado chutou para fora. Gomes, cobrou bem e deu o título inédito ao Coritiba. O Maracanã aplaudiu de pé o primeiro Campeão Brasileiro da Nova República.

Outros títulos. Campeonatos estaduais: (1916, 1927, 1931, 1933, 1935, 1939, 1941, 1942, 1946, 1947, 1951, 1952, 1954, 1956, 1957, 1959, 1960, 1968, 1969, 1971, 1972, 1973, 1974, 1975, 1976, 1978, 1979, 1986, 1989, 1999, 2003 e 2004). Torneio do Povo, que foi disputado contra Flamengo, Internacional, Corinthians, Atlético Mineiro e Bahia (1973).

Após três anos na segunda divisão, o Coritiba retornou à elite do futebol brasileiro, em 1984, sendo eliminado nas quartas-de-finais, pelo então campeão Fluminense. Era apenas um aperitivo do que aconteceria no ano seguinte. No dia 31 de julho de 1985, após um empate em 1 a 1 com o Bangu, em pleno Maracanã, o Coritiba se sagrou campeão brasileiro, na disputa por pênaltis.

Em 1986, o Coritiba disputou a Copa Libertadores, mas o time foi eliminado ainda na primeira fase. No final da década de 80, mais precisamente em 1989, o hino popular, conhecido como "Coritiba Eterno Campeão", foi adotado pela torcida e cantado até hoje. Porém, neste mesmo ano a equipe se recusou a enfrentar o Santos e foi rebaixado no Campeonato Brasileiro, chegando à terceira divisão e retornando em 1993, mas caindo na mesma temporada e só voltando à elite em 1996.

A década de 90 foi ruim para o “Coxa”. Os títulos só retornaram em 1997, no Festival do Futebol Brasileiro, com uma vitória nos pênaltis, no Couto Pereira, sobre o Botafogo e o Paranaense de 1999, em cima do Paraná, após dez anos.

Os anos 2000 tiveram seus altos e baixos. Veio a conquista do bi-campeonato estadual, em 2003 e 2004, a volta à Libertadores, também em 2004, onde mais uma vez foi eliminado na primeira fase. Mas também ocorreu mais um rebaixamento no Brasileirão, em 2005. O acesso veio em 2007, com o título obtido no último minuto, e o 33º estadual em 2008, em cima do rival Atlético Paranaense.

Regino Réboli, 93 anos, é o mais antigo jogador vivo na história do clube. Ele jogou na década de 30 e era conhecido por “Hygino”. Foi campeão do Torneio Inicio em 1930 e 1932 e do Campeonato . Hygino participou do Coritiba quando foi campeão do Torneio Início em 1930 e 1932, dos campeonatos da cidade e do Estado em 1931 e do Torneio dos Cronistas Esportivos em 1932.

No mesmo ano foi inaugurado em 19 de novembro o estádio Belfort Duarte e lá estava Regino Réboli, pai de Homero Luiz Réboli, arquiteto e compositor, co-autor do Hino Oficial do Coritiba F. C. Paranaense. Réboli foi homenageado pela diretoria do “Coxa” neste ano de 2009. (Pesquisa: Nilo Dias)

(Foto: Acervo do Coritiba F.C.)

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

"Coxa" centenário (1)


1970.
1970. Excursão a Europa.
1970.
1969.
1968. Time do Coritiba que enfrentou a Seleção Brasileira.

1967.
1962.
1960. Excursão a Europa.
1960.

1947.

1940.
1938.
1934.

1926.

1918.

1912.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Manifestações de amigos

PESQUISA HISTÓRICA

Muito Obrigado Sr. Nilo Dias! Sua colaboração será de grande utilidade, não tenho nem palavras para lhe agradecer! Espero em breve poder lhe mandar o material publicado!

Lucas Lopes da Cruz

S.C. RETRÔ

Para comemorar os feitos históricos do Santa Cruz F.C. estamos lançando as camisas retrõ do mais querido. o endereço de meu e-mail é
sc_retro@hotmail.com

Willam D.

BRASILEIRÃO

Oi, amigo torcedor. Venha conhecer o blog livre de censura das companhias de mídia sobre futebol no Brasil. Ele é feito para todos os milhares dos nossos usuarios fanaticos. O brasileirão.com está lançando o Você Repórter. Com ele é possível enviar notícias, fotos, videos ou audios relacionadas seu time ou torcida. Você é convidado a criar e publicar notícias na nossa característica única: o Você Repórter foi introduzida para capacitar torcedores e torcidas para relatarem notícias locais para todo o povo a ver. Sua notícia será publicada imediatamente com o seu nome. Você tambem pode criar a pagina do seu time ou torcida local. Este é o melhor fórum social sobre futebol para você expressar suas opiniões.

Bem-vindo!

MEMÓRIAS DO SANTA CRUZ

Saudações Corais, Nilo Dias. Gostei do que vi e voce está de parabéns. Gostaria de convidar você para dar uma olhadinha no meu blog. Procurei colocar mais fotos e menos texto. Inclusive tem jogadores que desconheço o nome, mas todos podem me ajudar.

O endereço é: memoriasdosantacruz.blogspot.com

NOVO BLOG

Oi, Nilo Como vão as coisas aí? Estou te mandando este e-mail para dizer que estou também com um blog na Internet. Onde nele falo coisas sobre esporte, futebol em geral e história. O meu site é http://www.diariodoamaral.blogspot.com/.

Aproveite para comentar, criticar, elogiar ou até me dar sugestões para futuros temas. Não se preocupe com isso, ainda continuarei acompanhando o teu blog, que é muito bom. Até quem sabe me inspire pra fazer futuros artigos.

Um grande abraço

Mário Gayer do Amaral

CENTENÁRIO

Prezado Nilo

Como sabes, sou um apaixonado torcedor do Sport Club Rio Grande (assessor da presidência, conselheiro e com fortes raízes familiares ligadas a instituição).

Durante o Citadino 2009 (presidido por mim) acompanhei e, de certa forma, colaborei com o RioGrandense. Estreitei amizade com os que lutam para mantê-lo vivo e passei, por respeito a isso e amor a Cidade do Rio Grande, a ser, de certa forma, um "torcedor" do "Teimoso".

Faz pouco, fui procurado pelos dirigentes colorados dizendo que em envento programado para comemorar o Centenário, darão a mim a palavra, segundo eles, pela amizade demonstrada a instituição. Pediram que elaborasse "algo a falar".

Com admiração ao trabalho que desenvolves, de resgate à história escarlate, mando o texto que haverei de ler (ou declamar) em homenagem ao rival aniversariante e seus apaixonados, como tu.

Grande Abraço.

Flávio Ennes Cardone

MEMÓRIAS DO SANTA CRUZ

Saudações Corais, Nilo Dias.

Gostei do que vi e voce está de parabéns. Gostaria de convidar você para dar uma olhadinha no meu blog.Procurei colocar mais fotos e menos texto. Inclusive tem jogadores que desconheço o nome, mas todos podem me ajudar. O endereço é:
memoriasdosantacruz.blogspot.com

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

A.A. Caldense "a Veterana"

Resumo histórico

O futebol, introduzido no Brasil no final do século XIX por um grupo de ingleses residentes em São Paulo, chegou a Poços de Caldas em 1904, com a fundação do Foot-ball Club. Consta que um de seus fundadores, Paulino de Souza, naquela ocasião estudante de medicina da capital paulista, havia trazido uma bola de futebol, objeto desconhecido na vila.

Várias outras agremiações nasceriam no princípio do século XX. Mas alguns desses clubes desapareceram em seguida. Caso do Internacional F.C, que encerrou suas atividades no mês de fevereiro de 1925. Alguns remanescentes destas equipes se uniram naquele ano, formando a Associação Atlética Caldense, clube que hoje é o maior centro esportivo da cidade.

No dia 16 de novembro de 1925, alguns jovens esportistas, chefiados por João de Moura Gavião, reuniram-se na Photografia Selecta, sede provisória do time, situada na avenida Francisco Salles, perto do Hotel Lafaiete, para eleger a primeira diretoria, assim constituída:

João de Moura Gavião – presidente, professor Hugo Sarmento - vice-presidente, Romeu Chiacchio - 1º secretário, Cherubim Borelli - 2º secretário, Caetano Pereira – tesoureiro, Flaminio Maurício – procurador, Octávio Mantovani - diretor esportivo. A Comissão de Sindicância era composta por João de Oliveira Carmo, Antônio Ricci Júnior, Domingos Lamberti, Vitor Fortunato e Adolpho Guetti.

Os tempos iniciais foram difíceis, mas a esforçada associação despertou na mocidade um forte entusiasmo pelo futebol, que se tornava a coqueluche do momento. Sua comissão técnica trabalhou com afinco para que as agremiações possuíssem o melhor plantel da cidade.

Após algumas vitórias, em dezembro de 1925 o novo esquadrão enfrentou o Cruz Vermelha, campeão local. Mas, apesar de bem preparado, devido a uma chuva impertinente que caiu antes do jogo, foi derrotado por 3x2.

Esse revés não desanimou os valentes jogadores e, no ano seguinte, vários encontros amistosos com times de cidades vizinhas consagraram a Veterana nos meios esportivos regionais.

Fora criado o time, porém o grêmio social esportivo denominado Associação Atlética Caldense passou a existir após uma reunião realizada no dia 3 de abril de 1926, com a fusão da Caldense e o Gambrinus F.C. A primeira diretoria eleita foi constituída por: capitão Afonso Junqueira - presidente honorário, Fosco Pardini - presidente efetivo, Ulpiano César Mine - vice-presidente, João de Moura Galvão – tesoureiro, Cherubim Borelli - 1º secretário, Lourenço Batiston - 2º secretário, Hugo Sarmento - orador oficial e Arthur Cherchiai - colaborador. Dois dias depois houve uma reunião de trabalho a fim de colocar em prática o funcionamento da associação.

O falecimento prematuro do fundador João de Moura Gavião em 1927 trouxe o luto para a nascente da associação, que passou algum tempo desanimada e com reduzido ardor para a luta. No entanto, aos poucos o conjunto retomou o ritmo, batalhando com amor e energia para a glória do clube.

Durante a gestão do presidente João Porfírio Bueno Brandão, em 1928, a diretoria resolveu comemorar, daí por diante, a fundação da Caldense no dia 7 de setembro, por ser uma importante data cívica e coincidir com o feriado nacional. Esta determinação foi oficializada em 1943, na presidência de João Coelho da Silva.

No início de sua existência, o clube não possuía nem sede social e nem campo próprio. Existia apenas na cidade o campo do Internacional F.C., no atual jardim fonte luminosa, não havendo arquibancada nem gramado. Os torcedores ficavam em pé e os jogadores tinham que se contentar com um campo pelado e negro.

Antes mesmo da fundação do time, os jovens desportistas já tinham escolhido o terreno do “Chalé Procópio” para as atividades futebolísticas dos domingos. A partir de 1926, a Caldense começou a dar os primeiros passos para conseguir a área do coronel Christiano Osório de Oliveira, que naquela ocasião era um enorme brejo, onde a meninada ia caçar rãs.

Em 1929 uma comissão chefiada pelo prefeito Carlos Pinheiros foi a São João da Boa Vista pedir ao coronel Osório a cessão do imóvel.

O terreno, cedido a título precário, foi drenado e cercado de madeira. A partir dos anos 30, foi composta uma arquibancada rústica. Em 1947, a diretoria do presidente José Anacleto Pereira conseguiu da família de Christiano Osório um comando de uso, com o prazo de 20 anos, para as instalações do clube.

As diversas diretorias que se sucederam muito fizeram para o progresso e glória da agremiação, melhorando e iluminando o campo de futebol e iniciando a construção da quadra coberta, permitindo assim a realização de partidas noturnas e o desenvolvimento do esporte especializado.

A sede inicial e provisória do time da Caldense foi a Photographia Selecta, em 1925. Em seguida vários outros endereços: Palacete Cobra, na praça Pedro Sanches, antigo Cassino Gibimba, de 1938 a 1942, no Polietema, na avenida Francisco Salles até 1959, edifício Imperial até 1962 e, finalmente, em 1962 junto ao estádio Christiano Osório, a partir de dezembro de 1962, na gestão do presidente Antônio Megale. A sede social foi obtida no mesmo ano, com a doação oficial da família Osório. Com a posse do imóvel, vários melhoramentos foram realizados pelas diretorias subseqüentes, como a construção da piscina.

Entre 1960 e 1961 o futebol da Veterana ficou famoso nos meios esportistas pela campanha das 57 partidas invictas, o que proporcionou uma onda de entusiasmo entre associados e moradores de Poços de Caldas.

Durante a presidência do Dr. Antonio Megale, em 1962, a Caldense se tornou proprietária do terreno que compreendia o campo de futebol e as demais dependências esportivas, devido à doação definitiva feita por Cristiano Osório de Oliveira Filho, grande desportista e amigo de Poços de Caldas. Essa transação foi realizada graças ao empenho do prefeito David Benedicto Ottoni que, com a aprovação da Câmara Municipal, se comprometeu em troca a proceder o arruamento da chácara Osório pela prefeitura.

Com a posse do imóvel, vários melhoramentos puderam ser executados pelas diretorias subseqüentes, como a construção das piscinas, da sede social, dos ginásios, saunas, etc.

Lutando em seu próprio estádio, que foi durante muitas décadas o palco de memoráveis vitórias do Verdão, e após a edificação das quadras cobertas que possibilitaram a realização dos saudosos Jogos Abertos, a Caldense pôde se destacar nos meios esportivos, tornando-se orgulho dos poços-caldenses de nascimento e de coração.

Com a inauguração do Estádio Municipal Ronaldo Junqueira, em 1979, o campo da Associação Atlética Caldense foi desativado e em seu lugar foram construídas duas quadras de tênis, de peteca, um parque infantil, assim como uma nova piscina para atender o número de associados que a cada ano crescia.

No final da década de 1980, o clube adquiriu, na saída da cidade, uma área de treinamento do futebol profissional, denominada Ninho dos Periquitos. Na década de 1990, foi implantada a biblioteca Oscar Nassif, houve a ampliação da área de lazer com os quiosques construídos e a inauguração da piscina aquecida.

Em 2002, a Caldense conseguiu o maior título de sua historia, conquistando o Campeonato Mineiro. Apesar de uma campanha brilhante e difícil, a equipe verde e branca mostrou toda a capacidade ao lotar o estádio Ronaldão e derrotar o Nacional, levando o nome de Poços de Caldas ao futebol do Estado.

Na gestão do atual presidente, o futebol passou a ser incorporado o ano todo, sendo um sonho realizado pelos torcedores da Veterana. Na sede social aconteceram melhorias, com aquisição de aparelhos de musculação, reformas dos vestiários e, recentemente, com a nova grama do campo de futebol society.

O periquito sempre foi o mascote da Associação Atlética Caldense. No final de 2007, o clube resolveu lançar uma campanha para escolher o nome do simpático mascote.

Durante mais de 40 dias de promoção, 47.695 votos foram computados através de cupons e pela internet. Com 15.662 votos, Periquitão foi eleito o nome do mascote. Em segundo lugar ficou Verdão, que somou 14.218 votos. Veterano terminou na terceira colocação com 12.243 e Campeão foi o quarto lugar com 5.572. Entre os torcedores que votaram no nome Periquitão foi sorteado uma moto 0 km.

Equipe de futebol profissional da Caldense no retorno a primeira divisão do Campeonato Mineiro, em 1986.
Time da Caldense na inauguração do estádio Ronaldo Junqueira (Ronaldão), em setembro de 1979. Em pé: Demilton Vacarelli - Harley de Barros - Paulo César Alencar - Santana - Orlando - Ilair, Olimar, Jânio, Paulo Roberto, Walter, Amilton Vacarelli, Lourenço Ferreira - Neto - José Francisco (técnico). Agachados: gandula Anderson - massagista Ronaldo - Luiz Antônio - Armando - Baiano - Natal - Paulo César - Índio - Basílio e massagista Bolinha



Campeonato Brasileiro , outubro 1979. Capitães Paulo Roberto (Caldense) e Falcão (Internacional de Porto Alegre).
Time da Caldense no estádio Cristiano Osório, em 1978. João Regina - Gilberto Voador - Camilo - Paulo Roberto - Jânio - Orlando - massagista Ronaldo - Augusto - Emílio - Fabinho - Alves e Márcio.
Time da Caldense em setembro de 1971. Em pé: Miguel Zanetti - Nuno - Nogueira - Canhoto e Neto. Agachados: Paulinho - Osmar - Lelo - Ezio e Ganzepe.
Comemoração do Aniversário da Associação Atlética Caldense, em 7 de setembro de 1969. Da esquerda para a direita: Os repórteres Cid Chacon e José Carlos Garutti Salles, Jofre José Ferreira Santos (representando a Câmara Municipal), sua esposa Maria Aparecida Vacarelli Santos e Antônio Megale (presidente do clube). Na mesa: Benigno Gaiga e esposa.
A Campanha das 57 partidas invictas, em 1960. Em 24 de julho de 1960 a Caldense derrotou a Ferroviária de Araraquara (1x0), gol de Eurípedes. Da esquerda para a direita: Décio Alves de Morais - Miguel - Cuca - Zoe - Fubá - Lory - Dusca - Belmiro Fanelli (Gazeta Esportiva) e Walter Pereira. Agachados: Vacarelli - Alfredinho - Marquinhos Pedrinho e Eurípedes.
Palmeiras x Caldense, em 1958.
Registro do pontapé inicial do jogo dado pelo governador de São Paulo, Ademar de Barros, acompanhado por Tino (capitão da Caldense) e Waldemar Fiume (capitão do Palmeiras). Ao fundo (lado direito), Oscar Nassif e o filho Luiz Nassif.
Início da construção do Ginásio Ronaldo Junqueira, em 1957.
Posse de Alfredo Santa Maria como presidente do clube, em janeiro de 1953. Discursando, ao centro, Fosco Pardini. Presença de conselheiros, diretores e sócios. Antiga sede situada à avenida Francisco Salles, 281.
Chegada da grama do “Estádio Chalé Procópio”, em 1949. Na foto: Antolin Rodrigues, Varella, Domingos Lamberti, Décio Alves de Morais e funcionários da prefeitura.
Reunião da Diretoria e Conselho da Associação Atlética Caldense em 1949, presidida pelo prefeito Miguel Carvalho Dias (com o microfone). À direita: Caio Affonso Junqueira, Aloíso Lobato, Sebastião Pinheiro Chagas, Willian Macedo Martins, Décio Alves de Morais, Alvino Hosken de Oliveira, José Carlos Magalhães, José Anacleto Pereira, Ademar de Souza e Silva, David Paiva Cortês, Walter Carvalho, Chafic Frayha. Em pé: Darci Domenico, Alexandre Xandó, Manoel Gonçalves, não identificado, Renato Santos, Horácio de Paiva, Orfeu, não identificado, Alfredo Lopes, Luiz Souza Moreira, Luiz Duarte, Nicanor Castilho e Sebastião Menelau.
Despedida de Mauro Ramos de Oliveira da Caldense, em 1948. Mauro Ramos de Oliveira juntamente com Júlio Teixeira de Andrade e torcedores deixam o estádio Cel. Cristiano Osório.
Caldense de Mauro Ramos de Oliveira, na década de 1940. Em pé: Esaú - Tino - Amado - Orfeu - Paulo Ferreira - Tião Vacarelli - Julio Teixeira e Pedro Ponce. Agachados: Chavéco - Sila - Maran - Jordão - Mauro Ramos de Oliveira - Tatinho - Saraiva e Hermenegildo.
Posse do 1º Conselho Deliberativo da Associação Atlética Caldense em 29 de outubro de 1943.
Arquibancada do Estádio Cristiano Osório em dia de jogo da Caldense. Década de 40.
O ídolo Arthur Friendereich apitou o jogo entre Caldense e Pernambuco, em 1942, em Poços de Caldas. Na foto: Venício Bertozzi, José Anacleto Pereira, Friendereich, Tenente João Coelho, Oscar Nassif, Sargento Rafael Zarour, Décio Alves de Morais, jornalista e diretores do Pernambuco de Belo Horizonte.
1941. Francisco Consolo, técnico - Júlio Teixeira - Maran - Tatão - Hélio Abreu -Jaime - Lolo - Vitor Cheberle - Hélio Gaiga - Tião Vacarelli - Canjerê e Alemãozinho.
1929. Salles, bandeira - Caetano Lamberti - Atílio Vince - Vitute - não identificado - Luiz Veronesi - Eusébio - Armando - Vince - José - Walter - Moretti e Otávio Mantovani.
1929. Em pé: Danfero Cherchiai,massagista - Cássio Amarante - Cavini - Euzébio - Bernardo - Tatão - José - Mário Xandó e Mário Pavesi. Agachados: Tatu - Egidio - Careca - Caetano e Scassioti.
1928. Renato Santos - Antenor Prezzia - Arthur Messias- Bernardo - Otávio Mantovani - Salvador - Luizinho - Tatão - Caetano Lamberti - Careca - João Gomes - Tatu - Augusto Scassioti - Domingos Lamberti - Novelino Prezzia e João Porphiro Brandão Júnior. Sentado: José Berloffa.