sexta-feira, 15 de maio de 2009

Grêmio F.B. Santanense em fotos


História

Fundando numa segunda-feira, no dia 11 de junho de 1913 por um grupo de jovens santanenses que costumavam se reunir na Barbearia do Ladário. Os documentos da fundação e dos primeiros anos do velho Colorado se perderam em um incêndio em 1919 na residência do então secretário do clube, Joaquim Sanz, que guardava toda a documentação relacionada ao clube.

Manda seus jogos no Estádio Honório Nunes, que recebe este nome em homenagem ao presidente da gestão de 1915. Honório Nunes quando esteve a frente do clube superou inúmeras dificuldades para manter o Grêmio Santanense em seus primeiros anos de existência. Deste então a presença do patrono é constante na vida do clube.

É a equipe mais vitoriosa de Santana do Livramento a nível estadual, onde entre seus triunfos constam o maior título do Estado, o Campeonato Gaúcho de 1937, também foi vice-campeão em 1939 e 1948.

Foi vice-campeão do Campeonato Gaúcho 2ª Divisão em 1991, Campeão e vice-campeão do Campeonato Gaúcho 3ª Divisão em 1967 e 2000 respectivamente.

O uniforme do Grêmio Santanense possui as cores alvi-rubra como as do Internacional e o nome Grêmio como o do Grêmio, as duas equipes mais importantes do estado.

Graças a muitos de seus jogadores e diretores, conseguiram através de campanhas dignas em toda sua história, fixar a marca inconfundível com forte identidade no estado, a camisa vermelha com as mangas brancas faz com que esse detalhe se diferencie de todos os outros times alvi-rubros do Rio Grande do Sul.

Depois de algumas boas campanhas nos anos 90 na Primeira Divisão Gaúcha, caiu para a Segunda Divisão Gaúcha em 1999 tendo um fraco desempenho no ano seguinte caindo para a Terceita Divisão Gaúcha, Voltou para a Sugunda Divisão em 2001 permanecendo até o ano de 2003, quando desistiu de competir, encerrando as atividades no futebol profissional. Em 2009 voltou a participar de competições municipais de futebol amador, sete e futsal.

Em 11 de junho de 2012, dia em que completou 99 anos, a Câmara de vereadores de Santana do Livramento realizou uma cerimônia para abrir a contagem regressiva do centenário do clube colocando em discussão a volta do colorado santanense ao profissionalismo. Contou com a presença de dirigentes e torcedores no evento. (Fonte: impedimento.org)

Campeão estadual (1937); vice-campeão gaúcho (1939 e 1948); Campeão municipal 19 vezes: (1922, 1923, 1925, 1933, 1935, 1936, 1937, 1938, 1939, 1946, 1948, 1953, 1957, 1961, 1962, 1963, 1967, 1975 e 1977); Campeão da Copa Internacional Rubens Hoffmeister (1975); vice-campeão gaúcho da 2ª Divisão (1991); Campeão gaúcho da 3ª Divisão (1967); vice-campeão gaúcho da 3ª Divisão (2000).

Por três vezes jogadores do Grêmio F.B. Santanense foram os principais artilheiros do Campeonato Gaúcho: Hortêncio Souza e Tom Mix (1937) e Mauro (1993, com 19 gols). Na 2ª Divisão, Mauro também se sagrou artilheiro em 1990, com 19 gols.

Campeões de Santana do Livramento

1906 até 1921- 14 de Julho
1922 e 1923- Grêmio Santanense
1924 - 14 de Julho
1925 - Grêmio Santanense
1926 - Independente
1927 a1932- 14 de Julho
1933- Grêmio Santanense
1934 - 14 de Julho
1935 a 1939- Grêmio Santanense (incluindo o Estadual de 1937)
1940 - Fluminense
1941 - 14 de Julho
1942 - Armour
1943 a 1945- 14 de Julho
1946 - Grêmio Santanense
1947 - Fluminense
1948 - Grêmio Santanense
1949 - 14 de Julho
1950 - Fluminense
1951 e 1952- 14 de Julho (incluindo o Regional de 1952)
1953 - Grêmio Santanense
1954 - Armour
1955 e 1956- 14 de Julho
1957 - Grêmio Santanense
1958 a 1960- 14 de Julho (incluindo o tri-campeonato Regional)
1961 a 1963- Grêmio Santanense
1964 a1966- 14 de Julho
1967 - Grêmio Santanense (incluindo o campeonato Regional)
1968 a 1971- Armour
1975 - Grêmio Santanense
1977 - Grêmio Santanense
1980 - Armour (incluindo o campeonato da 2ª Divisão da FGF)
1982 - 14 de Julho
1988 - Fluminense

Resumo

14 de Julho: 40 campeonatos e tetra campeão Regional
Grêmio Santanense: 19 campeonatos, campeão Estadual e campeão Regional
Armour: 7 campeonatos e campeão da 2ª divisão da FGF
Fluminense: 4 campeonatos
Independente: 1 campeonato

Vasco em Pelotas e Livramento

Num evento inédito, em 12 e 16 de outubro de 1949, o Vasco da Gama, do Rio de Janeiro realizou dois jogos amistosos no Rio Grande do Sul (Santana do Livramento e Pelotas). As rendas foram de 130 mil cruzeiros e de 160 mil cruzeiros, respectivamente, sendo recordes no interior de nosso Estado até aquele tempo.

Foram acontecimentos desportivos extraordinários e muita gente rumou às duas localidades para apreciar a então invencível esquadra cruzmaltina. Em Livramento, o árbitro foi Gilberto Martins e em Pelotas, Osvaldo Rolla (Foguinho, da Federação Gaúcha).

No primeiro jogo, Vasco da Gama 3 X 1 Combinado Santanense (formado por atletas do 14 de Julho e do Grêmio Santanense). Fiorelli marcou para os gaúchos. Heleno de Freitas, Ipojucan e Danilo Alvim, para o Vasco. Dias depois, em Pelotas, Vasco 3 X 2 E.C. Pelotas 2. Os três gols vascaínos foram marcados por Ipojucan).

Nos dois amistosos o Vasco da Gama utilizou os seguintes jogadores: Barbosa, Augusto, Laerte, Wílson, Ely, Alfredo, Danilo, Tão, Nestor, Ademir Menezes, Maneca, Ipojucan, Heleno de Freitas, Lima, Chico e Mário.

Time campeão estadual de 1937.

Sem a participação dos grandes da Capital, Grêmio Santanense e Rio-Grandense chegaram a decisão, depois de passarem, respectivamente, pelo Ferroviário de Bagé e Novo Hamburgo.
A decisão era para ser num a melhor de três partidas, mas foram necessárias quatro entre Grêmio Santanense e Rio-Grandense para se conhecer o campeão.

No primeiro jogo, em Rio Grande, deu Rio-Grandense 2 X 0. Depois, em Pelotas, houve um empate de 3 X 3 e vitória do Grêmio Santanense de 3 X 2. O título chegou em Bagé, com a goleada de 4 x 0. Todos os jogos ocorreram em janeiro de 1938.

O time base do Grêmio F.B. Santanense, no Campeonato Gaúcho de 1937 era este: Brandão – Alfeu e Seringa – Garnizé – Mascarenhas e Pepe Garcia (Pasqualito) – Sorro – Beca – Bido – Hortêncio Souza e Tom Mix. Técnico: Ricardo Diaz.

A cor do dinheiro

Na decisão de 1937, entre Grêmio F.B. Santanense X F.B.C. Rio-Grandense, de Rio Grande, a divisão da renda mostra claramente os exageros da Federação Rio Grandense de Desportos (FRGD), naqueles tempos.

A decisão foi em campo neutro, no estádio Estrela D’Alva, em Bagé , perante 3 mil expectadores. A renda somou 8 contos de réis (na época uma boa casa custava 20 contos de réis). Do total, 30% foi para o campeão, 20% para o vice e 50% para a FRGD. (Fonte: Gauchão, a história ilustrada de uma tradição)


O zagueiro do general

A baixa estatura para zagueiro e o jeitão descansado só enganavam a quem não via Alfeu Cachapuz Batista em campo. Não ao general Flores da Cunha, ex-governador do Estado.

O santanense Flores da Cunha queria um título gaúcho para a região da Fronteira, e para isso mandou uma expedição de avião, uma aventura naquela época. Levar para o Santanense o zagueiro negro que estava no Inter, emprestado pelo Guarany de Bagé.

Alfeu, de fato, ajudou seu novo time a ganhar o campeonato de 1937. Depois, foi jogar no Santos, de onde Ildo Meneghetti o trouxe de volta ao Inter, em 1940. Somando o título pelo Santanense com os que conquistou pelo Inter, hexa de 1940 a 1945 e bi em 1947 e 1948, Alfeu foi nove vezes campeão gaúcho.

Além de apoios como o do general Flores da Cunha, o Grêmio Santanense pôde contar em 1937 com muito dinheiro para montar o time campeão. As contribuições saiam do bolso dos prósperos produtores rurais da região e também do Cassino “A Caverna”, de onde parte das apostas na roleta era separada para o clube. Com essas garantias, o Santanense contratou até um técnico uruguaio, Ricardo Diaz. (Fonte: Gauchão, a história ilustrada de uma tradição)

Foto antiga do Estádio Honório Nunes.

Fachada do Estádio Honório Nunes (Foto: Peleia)

Estádio Honório Nunes, do Grêmio Santanense. (Foto: Panorâmio)

Estádio Honório Nunes, Tribuna de Honra. (Foto: Panoramio)

2012.  Durante o encerramento das comemorações aos 189 anos de Sant’Ana do Livramento, o prefeito Wainer Machado fez a entrega de diversas homenagens a entidades e empresas locais, e uma em especial dedicada ao esporte.

O empresário Luis Paulo Dutra recebeu um diploma de Reconhecimento Público ao Grêmio Foot-Ball Santanense, que está completando o seu centenário. Para o prefeito, o Grêmio Santanense é um dos clubes mais populares da Fronteira e continua fazendo história de garra e determinação, tendo sido inclusive campeão gaúcho, feito este obtido por poucos clubes do interior do Estado, fora do eixo da dupla Gre-Nal.

O Grêmio Santanense foi fundando numa segunda-feira, no dia 11 de junho de 1913 por um grupo de jovens santanenses que costumavam se reunir na "Barbearia do Ladário". Os documentos da fundação e dos primeiros anos do velho Colorado se perderam em um incêndio em 1919 na residência do então secretário do clube, Joaquim Sanz, que guardava toda a documentação relacionada ao clube. (Fonte: Jornal “A Platéia)



Time de 1997. (Foto: Acervo Volnei Santana)


Time de 1996. (Foto: Acervo Volnei Santana)

1996 - Vitória de 1 X 0 sobre o Grêmio. (Foto: Acervo do ex-jogador "Pino")

1996 - Lance do jogo Grêmio Santanense 1 X 0 Grêmio Portoalegrense. (Foto: Acervo do ex-jogador "Pino")

Grêmio Santanense sem o ano. (Foto: Acervo de César Suzana Lídia dos Santos)

Grêmio Santanense sem o ano. (Foto: Acervo de César Suzana Lídia dos Santos)

Lance de um jogo entre Grêmio F.B. Santanense e S.E.R. Caxias, pelo Campeonato Gaúcho de 1995. (Foto. J. Larrea)

1993. Lance de um jogo Grêmio Santanense 1 X 3 Internacional. Foi o último jogo do zagueiro Célio, com a camisa colorada da Capital. (Foto: Futebol Gaúcho)

1993. (Foto site: wwww.filhosdesantana.com.br)

Equipes do Grêmio F.B. Santanense e Grêmio F.B. Portoalegrense juntos na foto, antes de um jogo amistoso em 1991, acertado pela transferência do jogador Pino, para o clube da capital (Foto: Acervo Volnei Santana)

Jorge Roberto Fernandes Alves, o Alvim jogou no Penãrol, de Montevidéu. (Foto: Divulgação)

Alvim, no Penãrol, de Montevidéu.

Alvim nasceu em Porto Alegre para desembarcar na fronteira com o Uruguai ainda na infância. Com 17 anos, já trajava a jaqueta vermelha de um Grêmio, a contradição que o Santanense nunca pôde evitar. Um ano após o seu início, mais especificamente em 1967, passou a atuar no time principal do colorado de Livramento. Uma temporada bastou para que aquele centroavante de trato suave com o tento atraísse outros olhares. O jornalista uruguaio Martín Correa, de reputação intocada por toda a Banda Oriental, havia recomendado o futebol de Alvim para o maior time da América daqueles anos: o Peñarol já tricampeão da Copa Libertadores.

Rúben Catalde, dirigente do "Carbonero" nos anos 60, não ousou duvidar dos escritos de Correa e contratou Alvim sem observar um só minuto do seu jogo. Em 1968, ainda flertando com a maioridade, Alvim passou a defender o amarelo e negro do Peñarol. Estreou no mítico gramado do deslumbrante "Centenário" contra o Central Español – quadro que devia ameaçar tanto os grandes quanto assusta nos dias de hoje. O placar, Alvim não lembra, mas garante a vitória do aurinegro e o seu primeiro gol em território oriental. O cartão de visitas – que, para a imprensa uruguaia, o credenciou como o “substituto de Alberto Spencer”, o maior artilheiro da história da Libertadores – não garantiria apenas sorrisos na sua passagem pelo estrangeiro.

O Peñarol contava com cinco estrangeiros no seu plantel e apenas três poderiam entrar em campo. Nos primeiros meses, Alvim limitava-se a correr em amistosos ou em desafios do segundo quadro – muito pouco para quem atravessou a fronteira sonhando em abraçar o continente. A solução pensada foi um breve empréstimo para uma equipe do interior, a fim de manter o centroavante na ativa. Mas Alvim desencantando já estava. Regressou meses depois a Montevideo, disposto a não prosseguir como a estrela turva do Peñarol. Em outubro de 68, viajou à sua Livramento para disputar um amistoso contra a seleção local – partida pela qual a renda pagaria a sua transferência para o Uruguai. E sentiu saudades do vento fronteiriço.

A abrupta decisão de abdicar do sonho uruguaio e retornar àquela rotina não ofuscou o futebol goleador de Jorge Alvim. Os seus domingos novamente eram domingos de vitórias e de balançar dos cordões na Vila Honório Nunes, a cancha do Grêmio Santanense. Isso até 1972, ano em que os quatro clubes da cidade (Grêmio, 14 de Julho, Armour e Fluminense, que cedeu a camiseta) mesclaram as suas forças. O Fluminense, até então inexpressivo longe dos limites fronteiriços, transformou os triunfos em finais inescapáveis para as partidas como local e meteu-se na divisão principal do Gauchão de 73.

Mas Alvim conhecia na pele as conseqüências talhadas por ilusões e já não dependia apenas do esporte para sobreviver. Dividia o seu tempo entre o campeonato gaúcho e a Secretaria de Saúde de Livramento desde 1970. Finda a participação na elite com o selecionado local, Alvim pensou em sossegar e encerrar prematuramente a carreira. Enquanto tecia análises infinitas sobre o que já viveu e o que traria o porvenir, recebeu uma proposta desde Uruguaiana: o Ferro Carril, repleto de santanenses, queria contar com os seus gols para o Gauchão de 1976. De modo que o “sim” rendeu a tarde mais comentada de sua carreira.

Corria o campeonato de 1976 quando o Ferro Carril rompeu as entranhas rio-grandenses e desceu em Porto Alegre. Na tarde de 23 de maio, o modesto elenco uruguaianense ainda contemplava a beira do Guaíba quando o Inter de Manga, Figueroa, Carpegiani e Valdomiro adentrou o gramado. Foram os impiedosos e famosos 14 X 0. Alvim não disfarça e dispara um riso sonoro: “não me pergunte o que aconteceu. Não tínhamos o que fazer.” Foi a maior goleada da história do campeonato gaúcho. Do jogo, o espirituoso Alvim não guarda mágoas – só lamenta a impotência do goleiro Orlando a cada vez que os colorados empurravam o esférico para as redes. Um ano mais tarde, pendurou as botinas e virou policial civil. Hoje, se diverte em peladas amigáveis – quando não é importunado por jornalistas.

Time de 1967. (Foto site: wwww.filhosdesantana.com.br)
1967. (Foto: Arquivo do clube)

1965. Aspirantes do Grêmio Santanense, campeão municipal. (Fotos: Filhos de Santana)

No pavilhão do Grêmio Santanense, em 1965. (Foto site: wwww.filhosdesantana.com.br)

Década de 1960, sem identificação.

Sem identificação.

Foto sem o ano. (Foto site: wwww.filhosdesantana.com.br)

Sem identificação.

Foto de antigos jogadores, não temos o ano. (Foto site: wwww.filhosdesantana.com.br)

Sem o ano. (Foto: Impedimento)

Sem identificação.

Foto muito antiga,provavelmente dos primeiros anos do clube. (Foto site: wwww.filhosdesantana.com.br)

Romeu Figueiredo, atleta campeão estadual de 1937.

1937. Campeão Gaúcho. (Foto: Puro Futebol)

Pessoas reunidas durante jogo do Santanense, com torcedores as costas. Foto sem identificação.

Grêmio Santanense, campeão municipal de 1923. (Foto: Acervo do Grêmio F.B. Santanense)

Reliquia do Grêmio Santanense. (Foto: Paulo Capincho)

FOTOS SEM IDENTIFICAÇÕES PUBLICADAS NO FACEBOOK DO EX-ATLETA "PINO" MACHADO XAVIER



No campo do 14 de Julho.

Do Facebook de Rogério Moura Silva.


Clássico Gre-Quá, no campo do 14 de Julho.

14 comentários:

acrizzi disse...

parabéns pelas fotos, belo material!

acrizzi disse...

apenas duas correções: o nome correto do estádio do Grêmio Santanense é Honório Nunes e não Honório Lemos, como foi escrito em uma das fotos e a foto do jogo de 1991 em que O Grêmio Santanense enfrentou o Grêmio Portoalegrense não foi pelo campeonato gaúcho, mas sim um amistoso para comemorar a venda do volante Pino ao time de Porto Alegre e aconteceu no Estádio Municipa Atílio Paiva, em Rivera/Uruguai.
Grande abraço

Melissa Assumpção disse...

Olá
Meu avô foi jogador do 14 de Julho lá por meados de 54/56. Seu nome era Dirnei Viera. Estou fazendo o levantamento hitórico de minha família, e peço gentilmente seu auxílio. Jogou com Nei Save, Canário, época de jogadores como Breno, Jorge (boca de Leão), Caçapava. Busco fotos, informações, enfim, tudo o possível..

gerson disse...

Excelente reportagem. parabéns.

dinair muniz disse...

Sou filha de um homem de pernas magicas e coraçao colorado.Um goleador nato,uma estrela de raro brilho que despontava no ceu verde do gramado.O coringa dos campeoes:Pedro Seringa.Tenho uma riqueza em fotos e reportagens da epoca de ouro do Gremio Santanense

NILO DIAS REPÓRTER disse...

Cara Denair, gostaria que me enviasse por e-mail as fotos, para eu colocar no blog. Desde já agradeço.

Anônimo disse...

Meu pai é o Alpheu, o zagueiro do General, e ele sempre me falou da honra de jogar nesse grande time do Gremio Santanense. Ele e o Brandão (goleiro) mantiveram a amizade aqui em Porto Alegre até o seu falecimento em 1990.
Um abraço

Alpheu Cachapuz Baptista Filho

Anônimo disse...

Como Sant´Ana do Livramento foi ficar sem um clube na principal competição do estado, que tristeza ter que ficar só na lembrança.

leandro stracke nando disse...

Bem gue o gremio santanense cuide de seu patrimonio emcuanto esta licenciado para preparar se para a volta com boa estrutura com time bem formado nao deixem o patrimonio fisico acabar senao e o fim por gue nas fotos esta mal cuidado ou sao fotos antigas mas e um time trasdiciomal do interior gaucho tem gue voltar logo .

Dinamara Muniz Teixeira disse...

Eu sou filha de um jogador campeão do gremio santanense em 1937 existem muitas fotos desta época que são do meu pai e estavam com o ex-prefeito e finado Guilherme Basedas Costa e hoje estão com a viuva Tania que morava em uma chacara no mingote e parece que depois da viuves veio para cidade se me ajudar a recuperaqr tais fotos e documentários de jornais eu ficarei grata.

Anônimo disse...

Uma correção a ser feita, José Antônio Flores da Cunha é Santanense de nascimento e não uruguaianense como consta no texto ( foi Prefeito de Uruguaiana ).

Darcy Garim Ribeiro disse...

Parabéns pelo documentário. Tenho 62 anos e me emocionei ao ver tão bela matéria. A saudade desse tempo só sabe quem viveu. Lembro do América do Rio, quando o jogador quebrou a perna. estavam hospedados no Grande Hotel. Lembro quando Ney Savi morreu no trem para um jogo em Bagé. Também quando o 14 ganhou um campeonato no Armour e jogadores e torcida vieram a pé até a cidade. Lembro também do jogo do Fluminense contra o Inter, quando Dorinho foi levado. Saudades do Gre-Quas. Valeu...

Max F. disse...

Parabéns pela matéria, é emocionante, eu vivia no estádio quando novinho, assistindo treinos, nos jogos, vestiários e até na escolinha de futebol, sou sobrinho do falecido massagista Ivo Fernandes. Na década de 90 também me motivaram a ir ao estádio assistir os jogos, meus vizinhos Clairton (sapuca) e Claudiomiro(kiri), que época boa, tenho orgulho desse pessoal!!!!

Emílio Aguiar disse...

Passei minha infância praticamente dentro do Estádio Honório Nunes do Grêmio Santanense, sou de família colorada de Sant´Ana, meu pai e meu tio fizeram parte da história do nosso Grêmio, trabalhando pelo engrandecimento do clube, dedicando grande parte de suas vidas em prol do colorado santanense, no auge de sua glória, deste criança acompanhei o Grêmio em todos os seus jogos no citadino e no estadual, lembro do título de Campeão do Centenário em 1957 e tantos outros. Meu tio era genro do Sr. Olavo Barcellos, que residia dentro do estádio, pois era o zelador e pai do Ivo e Eli que envergaram a jaqueta colorada, durante anos, me criei dentro daquele estádio, vi passarem por lá grande jogadores como Amorim, Breno, Reis, Bazotti, cacaio, chico preto, jerônimo, sonha, adilson, canário, xiru, vespasiano, cavalinho, vicente(caverá) e tantos outros. Anos inesquecíveis de minha vida.Toca-lhe fogo colorado.