quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

A história das Copas do Mundo


URUGUAI - 1930


Desde os primórdios, quando nem era considerado um esporte sério, o futebol já encantava multidões. Mas o caminho para a realização da primeira Copa do Mundo era cheio de problemas.

No dia 21 de maio de 1904 nasceu a Federação Internacional de Futebol Association ( FIFA). Representantes da França, Bélgica, Dinamarca, Holanda, Suécia e Suíça, elegeram o jornalista francês Robert Guérin como seu primeiro presidente.

No dia 1º de março de 1921, o advogado francês Jules Rimet, de 47 anos, foi eleito presidente da FIFA, posição que ele já ocupava interinamente desde 1918.

Embora a FIFA contasse com apenas 20 países filiados, naquele inicio dos anos 20, um dos projetos mais ambiciosos de Jules Rimet era a realização de um torneio mundial de futebol, independente dos Jogos Olímpicos.

A idéia não era nova, mas o persistente Jules Rimet seria o primeiro a tentar, seriamente, e tirar do papel e levá-la a prática. Depois dos Jogos Olímpicos de 1920, em Antuérpia, a Inglaterra totalmente profissionalizada, se desinteressou pelo torneio olímpico. Isso deu chance a que outros países se destacassem nos gramados.

Em Paris no ano de 1924, os europeus descobriram que também se jogava, e bem, no Novo Continente. O Uruguai e os Estados Unidos representaram as Américas e os uruguaios, com um futebol de extrema habilidade, se sagraram campeões olímpicos. Em 1928 os uruguaios repetiram a dose e se sagraram bicampeões.

No congresso da FIFA em Amsterdã, no dia 26 de maio de 1928, ficou decidido que a Copa seria realizada de quatro em quatro anos. Três anos antes dessa decisão, em 1925, num encontro em Genebra (Suíça), o embaixador do Uruguai para os Países Baixos, Enrique Buero, já manifestara a Jules Rimet o interesse do seu pais em sediar a primeira Copa do Mundo. Até pela falta de concorrente, o Uruguai saiu na frente.

Mas, apesar do interesse manifestado, nada de prático estava sendo feito em Montevidéu naqueles anos. Somente em fevereiro, três meses antes da data marcada para a escolha do país-sede, dois dirigentes do Nacional, José Usera e Roberto Espil, apresentaram a Federação Uruguaia um plano concreto, que incluía a construção de um estádio. Poucos levaram a sério. Muitos duvidavam da viabilidade do projeto.

Cinco países europeus também haviam se apresentado para sediar o mundial no ano seguinte: Itália, Hungria, Holanda, Espanha e Suécia. Os quatro últimos desistiram para apoiar a Itália, que tinha como seu grande incentivador, o ditador Mussolini.

Mas que encantou mesmo foi à proposta financeira dos uruguaios. Além de construir um estádio, eles dispunham pagar todas as despesas de viagem e alimentação dos participantes. E por aclamação, os sul-americanos ganharam a concorrência. A Itália resolveu não participar, o que provocou um efeito dominó.

A FIFA contava com 46 filiados e enviou convites de participação para todos, imaginando, com certo otimismo, que metade responderia “sim”. O Brasil, filiado desde 1923, aceitou, assim como a maioria dos sul-americanos.

Mas, no dia 30 de abril de 1930, data do encerramento das inscrições, nenhum dos 17 representantes da Europa havia aderido. A maioria alegava a crise econômica e a grande distância até o Uruguai. Os uruguaios sabiam que a ausência dessas seleções, consideradas, juntamente com a Inglaterra, as maiores forças do Velho Continente, empobreceria tecnicamente a Copa. Injuriado, o Uruguai ameaçou não só cancelar o mundial como também abandonar a FIFA.

Jules Rimet sentiu que seu sonho de uma festa universal de futebol estava indo por água abaixo e que era preciso reverter à situação. Presidente licenciado da Federação Francesa, ele praticamente, obrigou seu pais a participar. Campeã Olímpica em 1920, a Bélgica foi o segundo país a confirmar sua ida a Montevidéu, graças ao empenho de Jules Rimet.

Sem pressões nem pedidos especiais, a Iugoslávia decidiu aceitar o convite da FIFA. Apesar do desprezo de muitos países europeus, o Uruguai construiu até um belo estádio e organizou com muito esmero todos os detalhes da grande festa do futebol. (Fonte: Museu dos Esportes)

O único sobrevivente da Copa de 1930

Varallo, quando jogava pelo Boca Juniors. E abaixo, em foto recente.

O ex-atacante argentino Francisco Varallo, último jogador vivo a ter disputado a Copa do Mundo de 1930, completou 100 anos no dia 5 deste mês. “Pancho” Varallo era o jogador mais jovem da seleção de seu país, que caiu para o Uruguai na final do primeiro Mundial.

O veterano nasceu em 5 de fevereiro de 1910 na cidade de La Plata, a 50 km de Buenos Aires. Ídolo do Boca Juniors, foi o recordista de gols pelo clube, com 194 tentos, até que o centroavente Martin Palermo o ultrapassou em 2009.

Varallo começou sua carreira no 12 de Octubre, pequeno time de La Plata, e em 1928 foi contratado pelo Gimnasia y Esgrima. Após a Copa do Mundo, o jogador estreou pelo Boca Juniors, equipe em que ficou até sua aposentadoria, em 1939. Na equipe de Buenos Aires venceu três títulos argentinos, além de conseguir a artilharia de cinco campeonatos. Venceu uma Copa América com a seleção argentina, além do vice do Mundial de 1930.

“Lembro-me nitidamente daquela final. Marcou-me para sempre. Foi um jogo duríssimo, que os uruguaios venceram com prepotência. Nós tínhamos um grande time, mas alguns jogadores relaxaram no segundo tempo e perdemos”, lembra Varallo.

“Todos me perguntam sobre esse jogo. Dizem que eu não deveria jogar por ser muito jovem e inexperiente. De vez em quando prefiro não lembrar do que aconteceu em Montevidéu. Ganhávamos facilmente por 2 X 1 e perdemos por 4 X 2. Eu não conseguia correr por causa de uma lesão no joelho. Me irrita lembrar daquilo”, recorda o jogador.

Entre as várias homenagens organizadas para Varallo, destacam-se a criação do prêmio à “Trajetória e Cavalheirismo”, que leva seu nome. O primeiro foi entregue ao ex-jogador no último dia 12, em La Plata. Ele também dará nome a uma rua da cidade.


Seleção do Uruguai, campeã mundial de 1930. (Fonte: Site "Storie di Calcio)
O francês Jules Rimet, à esquerda, presidente da Fifa entrega o troféu da primeira Copa do Mundo a Raul Jude, presidente da Federação Uruguaia de Futebol. (Fonte: Site "Storie di Calcio)
Uruguai comemora primeiro título mundial. (Fonte: Site "Storie di Calcio)

SEQUÊNCIA DOS GOLS DA GRANDE FINAL

Dorado, Uruguai 1 X 0. (Fonte: Site "Storie di Calcio)
Stabile, 1 X 1. (Fonte: Site "Storie di Calcio)
Peucelle, Argentina 2 X 1. (Fonte: Site "Storie di Calcio)
Cea, 2 X 2.(Fonte: Site "Storie di Calcio)
Iriarte, Uruguai 3 X 2. (Fonte: Site "Storie di Calcio)
Castro, que não tinha um braço, marcou o quarto gol. Placar final: Uruguai 4 X 2 Argentina. Fonte: Livro "Todas as Copas do Mundo", de Orlando Duarte)

Ficha do Jogo final

Data: 30 de Julho de 1930.
Uruguai 4 x 2 Argentina
Gols: Dorado (U). Peucelle (A) e Stabile (A) no primeiro tempo. Cea(U). Iriarte (U) e Castro (U) no segundo tempo.
Juiz: Jean Langenus (Bélgica).
Estádio: Centenário.
Publico estimado: 70 mil torcedores.
Horário: 14 horas.
Uruguai (Campeão); Ballesteros - Nasazzi e Mascheroni - Andrade - Fernandez e Gestido - Dorado
- Scarone - Castro - Cea e Iriarte.
Argentina (Vice): Botasso - Della Torre e Patenoster - Juan Evaristo - Monti e Suarez - Peucelle - Varello - Stabile - Ferreira e Mario Evaristo.


Os capitães Nazassi e Ferreira, de Uruguai e Argentina, na final. Observem o uniforme do juiz. (Fonte: Livro "Todas as Copas do Mundo", de Orlando Duarte)
Uruguai e Argentina entram em campo para o jogo final. (Fonte: Site "Storie di Calcio)
Preguinho marcou o primeiro gol brasileiro em Mundiais, mas o Brasil caiu na primeira fase. (Fonte: Site "Storie di Calcio)
Seleção do Brasil, que enfrentou a Bolivia.
Time brasileiro no Uruguai.
Tirnanic, destaque do time da Iugoslávia. (Fonte: Site "Storie di Calcio)
Pedro Cea, do Uruguai foi destaque do time e vice-artilheiro da Copa com 5 gols. (Fonte: Site "Storie di Calcio)
Guillermo Stabile, conhecido como "El Filtrador", atacante da Argentina foi o primeiro artilheiro da história das Copas. (Fonte: Site "Storie di Calcio)
Lucien Laurent, da França foi o autor do primeiro gol da história das Copas do Mundo. (Fonte: Site "Storie di Calcio)
Lance do jogo Argentina 2 X 1 França. (Fonte: Site "Storie di Calcio)
Lance do jogo Uruguai X Peru. (Fonte: Site "Storie di Calcio)
Seleção Brasileira que enfrentou a Iugoslávia. (Fonte: Site "Storie di Calcio)

O Brasil levou 24 jogadores.

Osvaldo VELLOSO de Barros (Fluminense); JOEL de Oliveira Monteiro (América); FERNANDO Giudicelli (Fluminense); Alfredo BRILHANTE da Costa (Vasco);ITALIA Luiz Gervasoni (Vasco);ZÈ LUIZ José Luiz de Oliveira (São Cristóvão); OSCARINO Costa da Silva (Ypiranga);IVAN MARIZ (Fluminense); Agostinho FORTES Filho (Fluminense); PAMPLONA Estanislau de Figueiredo (Botafogo); FAUSTO DOS SANTOS Nascimento (Vasco); BENEVENUTO Humberto de Araújo (Flamengo); HERMOGENES Fonseca (América); PREGUINHO João Coelho Neto (Fluminense); NILO Murtinho Braga (Botafogo); BENEDICTO Dantas Moraes Menezes (Botafogo); Carlos Alberto Dobbert de CARVALHO LEITE (Botafogo); RUSSINHO Moacyr de Siqueira Queiroz (Vasco); THEÒFILO Bettancourt Pereira (São CRISTÓVÃO); DOCA Alfredo de Almeida Rego (São Cristóvão); MODERATO Wisintainer (Flamengo); POLY Polycarpo Ribeiro de Oliveira (Americano); MANOELZINHO Manoel de Aguiar (Goitacaz); ARAKEM Abraham Patusca da Silveira (sem time).

COMISSÃO TÉCNICA: Chefe da delegação, Afrânio Antonio da Costa; Secretario,- Horace Wener; Representante junto a FIFA , Sylvio Netto Machado; Cronista, Otavio Antonio da Silva e Sylvio Vasques; Massagista, Ovídio Dionysio do Flamengo; Médicos, Fábio de Oliveira e João Paulo Vinel de Moraes; Arbitro, Gilberto de Almeida Rego; Comissão Técnica, Pindaro de Carvalho Rodrigues e Egas de Mendonça.

Uniforme da Seleção Braseileira na Copa de 1930. (Fonte: Site da CBF)

Seleção da Romênia. (Fonte: Site "Storie di Calcio)
Dia da abertura da copa. Desportistas com chapéus e máquinas fotográficas com tripé. *Fonte: Livro "Todas as Copas do Mundo", de Orlando Duarte)

A bola da Copa


A bola utilizada na Copa era chamada de “tiento”, nome pela qual também ficaram conhecidas no Brasil de “tento”. Eram de couro, de cor marrom escuro, com gomos retangulares costurados a mão e um bico para encher a câmara interna, de borracha.

O bico era depois dobrado e colocado para dentro da bola, ficando entre o couro e a câmara. Sé então a abertura era amarrada, como se faz com um cadarço de sapato, com uma estreita tira de couro criando um calombo que não apenas influía na trajetória da pelota como também podiam causar ferimentos.

Por isso, alguns jogadores usavam, gorros reforçados internamente com folhas de jornal. (Arquivos do museu dos esportes)

Estádios da Copa

Estádio Centenário, o principal palco da Copa.(Fonte: Site "Storie di Calcio)
Vista interna do Estádio Centenário. (Fonte: Site "Storie di Calcio)
Uma placa é a última recordação do velho "Estádio Pocitos"
Esquina do antigo "Estádio Pocitos", em Montevidéu, que não existe mais. (Fonte: Wikipedia)

Este estádio foi utilizado principalmente para partidas de futebol do clube proprietário, o Peñarol de 1921 à 1933. Depois foi demolido na década de 30 porque o Peñarol começou a jogar no Estádio Centenário como sua casa de campo, e além que, devido ao aumento da parte urbana da cidade que, literalmente, comeu o campo. O "Pocitos" também foi utilizado na Copa de 1930.

Vista interna do Estádio "Gran Parque Central. (Fonte: Wikipedia, a enciclopédia livre))
Fachada do Estádio "Gran Parque Central", do Clube Nacional de Futbol (foto recente), que foi um dos palcos da Copa. (Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre)
Jogadores da seleção francesa se divertem no navio, a caminho do Uruguai para a disputa do primeiro Mundial. (Fonte: Site "Storie di Calcio)
Embarque da Seleção da França. (Fonte: Site "Storie di Calcio))
Jules Rimet embarca para Montevidéo, no "Conte Verde". (Fonte: Site "Storie di Calcio)

Durante toda a viajem da França ao Uruguai, Jules Rimet não se separou de sua valise nem para ir ao banheiro. Dentro dela estava a preciosa taça de ouro, a Copa do Mundo.

Logo após desembarcar em Montevidéu, ele exibiu pela primeira vez a "Victoire aux ailes d’or" (Vitória com asas de ouro). Com 30 centímetros de altura e pesando 4 quilos (1,8 quilos de ouro maciço), o troféu foi montado sobre um pedestal de lápis azuli. A taça custou 50.000 francos – o equivalente a 14.500 dólares, uma fortuna na época – dinheiro suficiente para comprar uma frota de automóveis Mercedes-Benz.

Foi criada pelo escultor francês Abel Lafleur, funcionário do Museu de Belas Artes de Rodez. Por sorte, Rimet encomendou o trabalho com um ano de antecedência. Lafleur, pouco acostumado a trabalhar com ouro, consumiu mais de sete meses na confecção da peça.

O navio "Conte Verde" tinha um salão de música de majestade e luxo espetaculares. (Fonte: Livro "Todas as Copas do Mundo", de Orlando Duarte)
O navio "Conte Verde", que levou as delegações européias ao Mundial, em rara imagem de 1932 já com as cores da "Italia Flotte Riunite", antes de passar para o "Lloyd Triestino". (Fonte: Livro "Todas as Copas do Mundo", de Orlando Duarte)No dia 20 de junho de 1930, uma sexta feira, o navio italiano “Conte Verde” zarpou de Gênova com a delegação da Romênia a bordo. No dia seguinte, fez escala em Villefranche-sur-Mer, na França, onde embarcaram os franceses e os dirigentes da FIFA, entre eles Jules Rimet.

A parada seguinte foi em Barcelona, onde entraram os belgas, que tinham ido de trem até a Espanha. Depois, houve paradas técnicas em Lisboa, na Ilha da Madeira e nas Ilhas Canárias, antes de chegar ao Rio de Janeiro, onde os brasileiros subiram a bordo.

Após dois dias de descanso na cidade, que incluíram uma visita das seleções estrangeiras às Laranjeiras, estádio do Fluminense e uma inesquecível noite nos cabarés cariocas, o Conde Verde zarpou no final da tarde de 2 de julho.

Arakem Patusca, o paulista solitário subiu a bordo em Santos. Depois da Copa, ele declarou ao jornal "Gazeta Esportiva" de São Paulo que a Seleção chegou ao Uruguai dividida em panelinhas.

Segundo ele, os atletas do Fluminense e Botafogo – clubes aristocráticas – na comparação de Vasco, Flamengo e outras – tiveram acomodações mais confortáveis , tanto no navio Conte Verde com no Grande Hotel da Cave Colón, em Montevidéu., gerando um clima ruim entre os jogadores.

Por problemas particulares, o técnico Pindaro de Carvalho e os jogadores Joel e Teófhilo só se juntaram ao grupo uma semana depois. Viajaram para Montevidéu no Almanzora, um transatlântico britânico com capacidade para 1.390 passageiros que fazia a rota de Southampton até o Rio da Prata.

O Congresso da FIFA, em 1930. (Fonte: Livro "Todas as Copas do Mundo", de Orlando Duarte)

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

O Agulha F.C.

A festa 2015 do Agulha F.C. 

Como já é tradição, o Agulha F.C. realiza todos os anos o "Jogo da Amizade" que reúne atletas fundadores. É sempre uma festa muito bonita, pois além do futebol proporciona o reencontra de velhos amigos. O jogo deste ano aconteceu no último dia 12.

Em pé: Emilio - Ademir - Tucão - Celso - Claudecir e Vinholli. Agachados: Zé Eduardo - Washington - Xodó - Cido Brentan e Mingo.

A turma toda reunida.

A confraternização bastante concorrida.

O jogo festivo de 2014

Esse jogo foi realizado no dia 21 de dezembro do ano passado. Eis o time, na ordem: Em pé: Ademir - Odinei - Tucão - Celso - Vinholli e Claudecir. Agachados: Zé Eduardo - Wasghinton - Xodó - Cido Brentan e Marcelo.

Cido Brentan, o "craque" do time. Ao fundo, Wasghinton.

O encontro de amigos em 2013

Em pé: Ademir – Odinei – Dudu – Dirço - Celso e Claudecir. Agaçhados: Zé Eduardo – Washington – Xodó – Cido Brentan e Arnaldo (Macaco)

A tradição continuou em 2012

Em 30/12/2012 o Agulha F.C. entrou em campo novamente, quando disputou mais uma partida amistosa. Na foto abaixo estão: Em pé: Odinei - Ademir - Botao - Dirço - Celso e Claudecir. Agachados: Zé Eduardo - Washington - Xodó - Cido Brentan e Arnaldo.


A festa de 2011 

No dia 18 de dezembro de 2011 foi realizado mais um jogo de futebol envolvendo o Agulha F.C. A equipe venceu por 2 X 1. Na foto. Em pé: Ademir - Odinei - Botão - Dirço - Celso e Marcelo. Agacahados: Zé Eduardo - Washington - Xodó - Cido e Geraldinho.

O Jogo dos 31 anos

Ola amigão bom dia.

Segue em anexo uma foto do Agulha F.C., para voce postar no blog "Museu Virtual do Futebol". No dia 19/12/10 foi feito mais um jogo para comemorar os 31 anos daquele time formado em 1979. O time foi extinto nos anos 80,mas ficou a lembrança e a partir de 2009 todos os anos fazemos um jogo com os mesmos jogadores daquela época.


Cido Brentan e o goleiro Botão foram os fundadores do time em 1979. Lembramos quando faziamos rifas para comprar a bola e o uniforme. Este time foi formado porque não tinha lugar no time principal para jogar. Atuavamos todo domingo cedo.


Em pé: Ademir - Odinei - Botão - Dirço - Celso e Claudecir. Agachados: Zé Eduardo - Washington - Xodó - Cido Brentan e Arnaldo.

Um time com história

O amigo Aparecido Brentan, de Agulha, distrito de Fernando Prestes (SP), distante 350 quilômetros da capital enviou uma sequência de bonitas fotos da equipe do Agulha F.C., fundado em 1979 e formada por garotos com idades entre 15 e 16 anos.

Em 2008 e no ano passado, por ocasião dos 30 anos de fundação do clube, os companheiros de infância e juventude conseguiram se reunir e fazer uma festa de confraternização, que foi marcada pela emoção.


No encontro de 2008 os já veteranos atletas do Agulha F.C. vestiram um fardamento igual ao de 1979, no chamado "Jogo da Amizade". Em 2009, na segunda edição do encontro, foi utilizado um novo uniforme.


Festa de 2009. Em pé: Ademir - Odinei - Botão - Dirço - Edmilson - Claudecir e Bassolinho, juíz do jogo. Agachados: Zé Eduardo - Washington - Xodó - Cido Brentan e Zezinho.

A festa de 2008 


No encontro de 2008. Em pé: Ademir - Marcelo - Botão - Dirço - Edmilson e Claudecir. Agachados: Zé Eduardo - Washington - Xodó - Cido Brentan e Arnaldo.

 A primeira formação do Agulha F.C. 


A equipe do Agulha F.C., em 1979, ano da fundação. Em pé: Ademir - Odinei - Botão - Laerte - Edmilson e Claudecir. Agachados: Zé Eduardo - Washington - Xodó - Cido Brentan e Arnaldo.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Manifestações de amigos

Luiz Carlos Knopp disse...

Meu caro Nilo, ao final de 2009, foi lançado o LIVRO DO CENTENÁRIO, um resumo muito rico dos 100 anos de história do E.C. Pelotas. Manda teu endereço em Brasilia, que farei chegar um exemplar até o amigo.

Abração.

Observação: Já recebi o livro, que realmente é algo maravilhoso. Confesso que nunca vi um documento tão rico em qualidade gráfica, se tratando de futebol. Obrigado ao amigo Knopp e parabéns a diretoria desse grande clube que é o E.C. Pelotas.

luiz carlos Knopp:

Só o recebestes, porque merecestes, por todo o apoio não só ao E.C. Pelotas, mas a todo o futebol do interior do RS. Se puderes, divulga-o em teus espaços e para os aureocerúleos do DF.

Abração

O livro custa R$ 100.00. Pode parecer caro, mas não é. Quem quiser adquiri-lo pode entrar em contato com o clube no endereço: E.C. Pelotas - Parque Dom Antônio Zattera, 300 - Centro - Pelotas-RS - CEP: 96015-180

O projeto gráfico é de autoria de um sobrinho meu, Guilherme Tavares: gui.tavares@gmail.com.br

Mario disse...

Parabéns pelo sensacional trabalho, me vem a memória o primeiro jogo de futebol que meu pai me levou. Em 71, Bra-Pel na Boca do Lobo, 2 x 0 pra nós. Eu tinha dez anos. A partir daquele dia, descobri que já nasci azul e amarelo.

Pizani disse...

Ver o Bedeuzinho jovem, que o meu falecido pai sempre falava da habilidade dele, me emociona.

Que os jovens de hoje possam aprender o que é o amor por uma causa: Esporte Clube Pelotas.

Mario Meireles Pizani

Carlos Eduardo disse...

Fantático este blog. A história do lobão é mesmo muito rica.

Eduardo

SILVIO BASSANI BASSANI (silvio-bassani@hotmail.com

Muito obrigado pela atenção desprendida para comigo, gosto muito de futebol e existem algumas fotos difíceis de encontrar e que a revista Placar nunca publica, pois ela só publica fotos da Editora Abril.

A foto da Inglaterra de 66 a cores que eu achei a Placar nunca publicou, ela só publicou preto e branco, assim como as fotos do Brasil de 58 e 62 que ela também só publicou preto e branco.

É inadmissível que a maior revista de esportes do país não se preocupe em se aperfeiçoar. O senhor sabia que eles não respondem mais minhas mensagens? A Placar só publica as mesmas fotos.

A Argentina de 78 ela só publicou a foto do time base que foi o que não disputou os jogos finais, o Brasil de 58 e 62 só preto e branco, assim como a Inglaterra de 66. As fotos do Inter de 75 e 76, o Palmeiras de 72 e 73, o Atlético Mineiro de 71, ela nunca publicou as fotos dos times que disputaram as finais. Inadmissível, pois as fotos existem.

Outras fotos que nunca vi são o Palmeiras na final do brasileiro de 73 contra o São Paulo e o Cruzeiro no último jogo da Libertadores de 76, ou seja o terceiro jogo contra o River Plate, simplesmente nunca vi publicadas em lugar algum.

Observação: No final de semana eu vou procurar nas revistas que tenho, são muitas. Talvez tenha essas fotos.

nilo dias

SILVIO BASSANI BASSANI (silvio-bassani@hotmail.com

Olha se o senhor puder achar essas fotos eu agradeço. Estou mandando as fotos que eu tenho. O senhor pode ver que a foto da Inglaterra a cores foi tirada após o jogo final. A foto da Alemanha em 74 é com os jogadores cantando o hino. Será que as seleções não tiraram a foto oficial no dia da final?

SILVIO BASSANI BASSANI (silvio-bassani@hotmail.com

Olha Nilo muito obrigado pelas fotos. Cheguei a seguinte conclusão, a Alemanha Ocidental não tirava fotos nessa época com os jogadores em pé e agachados, talvez não fosse tradição do futebol alemão, pois na Copa de 54 eles não tiraram também.

Só pode ser isso não é? Mas as suas fotos estão muito bonitas, muito obrigado, duas delas correspondem ao time alemão de 74. Muito obrigado mais uma vez.

SILVIO BASSANI BASSANI (silvio-bassani@hotmail.com

Pois é Nilo a Holanda de 74 tirou a foto oficial. Acho que realmente a Inglaterra de 66 e a Alemanha de 74 não tiraram fotos oficiais nas finais ou com a mesma escalação da final, uma pena.

Pois até hoje elas nunca foram divulgadas, pois eu nunca vi. Nem no site da FIFA tem, que coisa.

Obrigado pela foto da Holanda de 74. Nilo até hoje também eu nunca vi fotos a cores do Brasil na Copa de 66 a não ser os jogadores cantando o hino contra a Hungria (a cores). O Sr tem alguma foto do Brasil posado na Copa de 66 a cores nas suas revistas?

Até hoje eu só vi foto preto e branco, se tiver o Sr me manda? Obrigado.

SILVIO BASSANI BASSANI (silvio-bassani@hotmail.com

Olá! Por acaso você poderia me dizer se existem as seguintes fotos? Cruzeiro vice brasileiro de 74 - a foto do time a cores no jogo final? Cruzeiro vice brasileiro de 75 - a foto do time a cores no jogo final?

Brian disse...

Todas as camisas do Cruzeiro são muito bonitas!!! Não acredito que a deste ano seja tão bonita, pois terá o banco BMG e a Ricardo Eletro. E a Rebook continuará fornecendo as camisas!!!

domingo, 31 de janeiro de 2010

Times do Brasil

Vila Isabel F.C., do Rio de Janeiro. (Extinto)




1966. S.E. Perdigão, de Perdigão (SC).
Guarani de Campinas. Em pé: Neneca - Edson - Mauro - Gomes - Miranda e Zé Carlos. Agachados: Capitão - Renato - Careca - Manguinha e Bozó.
C.A. Pastoril, de Governador Valadares.
1961. Bela Vista F.C., de Sete Lagoas (MG).
1929. Clube Atlético Mineiro.
Associação Cultural e Desportiva Potyguar Seridoense, de Currais Novos (RN).
1973. América, de Natal.
1990. ABC, de Natal.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

O América de São José do Rio Preto (Final)

Fotos: Acervo do América F.C.

2006 - Campeão da Copa São Paulo de Juniores.
1999 - Em pé: Jean Elias - Luís Carlos - Reginaldo - Gílson - Zambiasi e Sérgio. Agachados: Luiz Fernando Gomes - Roberto Carlos - Fumagalli - Marcinho e Guilherme.
1996 - Em pé: João Lima - Carlão - Denilson - Leonardo e Neneca. Agachados: Sérgio Araújo - James - Vanderlei - Negão -Berg e Adriano.
1996 - Birigui, fazendo pose de goleiro.
1995 - Em pé: Édson Pezinho - Serginho Carioca - Davi - Marcelão - Roberto Alves e Williams. Agachados: Negão - Dílson - Cléber Arado - Edinan e Élder.
Time de 1994.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

O América de São José do Rio Preto (3)


Fotos: Acervo do América F.C.

1992 - O técnico Joáo Avelino orienta os jogadores Robinho, André Barbosa, Floriano Amaral, Valdeir e Tobias, antes de um treino
1991 - Ponta direita Gil Catanoce.
1988: Em pé: José Luiz Conte (diretor) - Pedro Batista (diretor) - Paulo César Borges - Ademilson - Eraldo - Denilson - Roberto Fonseca e Xande. Agachados: Gil Catanoce - Serrano - Roberto Carlos - Zé Roberto e Márcio Florêncio.
1987: Em pé: Detti - Daniel - Ricardo - Betinho - Jair Neves - Xande - Faíska Miucci e Chico Tripa. Agachados: Izael - Ademilson - Claudinho - Pianelli e Marcelo.
1987 - Campeão da Taça SBS de Juniores, disputada no Japão. Em pé: Júnior - Alemão - Abel - Amaral e Jói. Agachados: Maradona - Baroli - Edgar - Shizuo - Gil Catanoce e Negão.
Time de 1986.
1986 - Copa São Paulo de Juniores. Em pé: Ricardo Moraes - Lécio - Pedrinho - Banana - Fernando - Xande e Altair Moioli (preparador físico). Agachados: Gil Catanoce - Vágner Palamin - Carpegiani - Márcio Florêncio e Elias.
1986 - Atacante Serrano, que atuou pelo América entre 1983 e 1986.
1985 - Em pé: Paulo Cezar Catanoce - Orlando Fumaça - Daniel - Brasinha - Neto e Roberto Fonseca. Agachados: Izael - Amado - Luis Fernando Gaúcho - Toninho e Mané.

1985- Em pé: Brasinha - Amado - Roberto - Ademilson - Barbiroto e Daniel. Agachados: Serrano - Luís Fernando Gaúcho - Roberto Biônico - Toninho e Mané.
1984 - Em pé: Paulo Martins - Nena - Orlando Fumaça - Jorge Lima - Daniel e Paulo César Borges. Agachados: Ilton - Formiga - Tarciso - Toninho e Vilmar.
1983 - Em pé: Vantuir - Ademilson - Brasinha - Valô - Nélio e Dirceu. Agachados: Mazzola - Paulinho Criciúma - Fernando Roberto - Paulo Cezar Catanoce e Toninho.
1982 - Em pé: Ademilson - Suca - Marcus Vinicius - Valô - Miro e Ademir Gomes. Agachados: Marinho - Paulinho Criciúma - Rubão - Rotta e Mazzola.
1981 - O atacante Mazzola disputa a bola com o zagueiro palmeirense Jaime Boni.