domingo, 28 de novembro de 2010

O futebol de Dom Pedrito, minha terra natal


Resumo Histórico

Conhecida como "Capital da Paz", Dom Pedrito é uma comunidade histórica. No início eram índios pampeanos. Em 1770, os espanhóis, liderados por um comerciante de nome Pedro Ansuateguy, magro e alto, que atendia pela alcunha de "Dom Pedrito", morador numa picada dos matos que margeiam o rio Santa Maria, que banha a cidade, começaram a desenvolver o comércio e originaram a povoação.

A região da fronteira era propícia às lutas definidoras da fronteira sul, entre espanhóis e luso-brasileiros. Dom Pedrito foi palco de memoráveis batalhas experimentando os efeitos da Campanha do Prata e da Revolução Farroupilha. A Guerra dos Farrapos que teve início em 1835, só terminou em 1845 seguindo-se então uma fase de progresso.

Por Lei nº 238, de 18 fevereiro de 1852, e a pedido de moradores dos então 3º e 4º distrito de Bagé, foi criada a Capela de Nossa Senhora do Patrocínio, junto ao passo de Dom Pedrito.

No dia 2 de fevereiro de 1854 foi, em conseqüência de ordem do Presidente da Província, demarcado pelo capitão do 1º Regimento de Artilharia, Hermes Ernesto da Fonseca, o lugar onde se devia fundar a povoação e bem assim o terreno para o logradouro público, que teve grande acompanhamento e assistência.

Figurou nesse número o subdelegado do 4º distrito de Bagé, Bernardino Ângelo da Fonseca, cidadão prestimoso que muito concorreu para que fosse decretada a criação do povoado.

Em 18 de novembro de 1856, foi lançada a pedra fundamental para o primeiro templo católico, sendo adquirida por iniciativa dos senhores Delfino Jacinto Pereira, Plácido José Xavier, José Joaquim da Silva e outros, a imagem de Nossa Senhora do Patrocínio, padroeira da paróquia.

No ano seguinte, transferiu-se a imagem para o templo localizado no terreno da atual praça General Osório, sendo que, em 1899, seria essa igreja demolida, levantando-se novo templo na quadra que se defronta com a Praça e onde se encontra até o presente.

Foi elevada à categoria de freguesia em 3 de dezembro do ano de 1859, pela Lei nº. 437, sob o orago de Nossa Senhora do Patrocínio de Dom Pedrito. Após a proclamação da República, foi constituída a Junta Municipal, composta dos Srs. José Pinto de Oliveira Sobrinho, como Presidente, Longuinho Saraiva da Costa e Manuel Torres.

Em 30 de outubro de 1872, pela Lei nº 815, foi elevada à vila, emancipando-se de Bagé a pedido dos moradores, que eram aproximadamente 8 mil e em razão de Dom Pedrito ter promovido a abolição da escravatura antes da Lei Áurea e considerando-se também o desenvolvimento da vila, recebendo o nome oficial de Dom Pedrito.

No ano seguinte, em 02 de abril, instalou-se a Câmara Municipal. A elevação a categoria de cidade foi conferida como honraria em 20 de dezembro de 1888, pela Lei nº 1.720, pelo seu extraordinário progresso.

Dom Pedrito, situa-se na Região Campanha do Rio Grande do Sul, distante 441 quilômetros de Porto Alegre, na Fronteira Oeste, entre os meridianos 54 e 55 (oeste) sobre o paralelo 31, estando a 141 metros do nível do mar, com latitude de -30,5858 e longitude de 54,4023.

O acesso à cidade efetua-se pela BR 293, que corta o município, ligando-se a Bagé a leste e a Santana do Livramento a oeste e ligando-se a São Gabriel, ao norte, pela RS 630.

Dom Pedrito tem como limites: Norte: Rosário do Sul, São Gabriel e Lavras do Sul; Leste: Bagé; Oeste: Santana do Livramento e Sul: República Oriental do Uruguai.

O município ocupa a quarta área territorial entre os municípios gaúchos com a área total de 5.250 Km² representando 1.931% do estado do Rio Grande do Sul.

A riqueza do município está concentrada na agropecuária, sendo que as propriedades rurais são mais de 1.300, com a criação de bovinos, ovinos e eqüinos, com destaque para a criação de cavalos crioulos. A produção agrícola intensificou-se a partir da década de 40 com a cultura do arroz irrigado.

A atividade predominante atualmente é a indústria do beneficiamento do arroz, constituindo-se em atividade básica de exploração para quase todo o mercado nacional, envolvendo boa qualidade de mão-de-obra.

Dom Pedrito tem um clima temperado úmido, com verões quentes e invernos rigorosos, com grandes geadas. É comum a incidência de ar frio proveniente da República Oriental do Uruguai e Argentina, de origem polar, além do famoso vento Minuano com origem no Prata.

O turismo é o investimento que mais cresce na economia mundial. Milhares de pessoas viajam todos os anos à procura de culturas diversas, novas paisagens, renovação mental e espiritual. Tendo conhecimento que o turismo oxigena a economia local, pois atrai investimentos de toda natureza e multiplica riquezas, é que nossa população está voltando a investir nesta área.

Dom Pedrito aliou beleza das terras com as riquezas de sua história e tradições, principalmente a de bem receber os visitantes. Tanto o poder público como iniciativas particulares buscam divulgar os atrativos do município, estimular a realização de festividades e eventos e aprimorar os serviços existentes. (Fonte: Site "Dom Pedrito Virtual)

E.C. Cruzeiro. Sem identificação.
E.C. Cruzeiro. Sem identificação.
E.C. Cruzeiro. Sem identificação.
E.C. Cruzeiro. Sem identificação.
E.C. Motorista. Sem identificação.
Gaúcho, da Sanga das Piúgas. Sem identificação.
Olaria F.C. Sem identificação.
Olaria F.C. Sem identificação.
Olaria F.C. Sem identificação.
Olaria F.C. Sem identificação.
Esperança. Sem identificação.
1973/1974, E.C. Cruzeiro bi-campeão da cidade. Em pé: Pereca - Marinho - Polaco - Bebeto - Bola Edsom Paz - João Carlos - Elgio - Noé _ Amaral e Mário Nonda Agachados: Mota - Boêmio - Cigano - Veneno e ...
Dirigentes e atletas do E.C. Motorista, confraternizando na sede da Sociedade Riograndense, na década de 1970.
Time da antiga Rádio Ponche Verde (hoje Sulina), com o fardamento do C.C. Ferro Carril, time amador da cidade fundado pelo autor deste blog.
Esperança, 1955. Em pé: Derly - Giba - Sérgio Sallenave - Toninho - Marinho - Blangeo - Mirinha - Sanchez Madrinha e Eremito. Agachados Rubinho - Toco - Inhato...
Eremito e Béco.
Eremito, do Botafogo F.C. e Giba, E.C. Cruzeiro, 1955.
Botafogo F.C., 1955.
Botafogo F.C., 1954. Em pé: Valite - Artur - Marinho - Otáviano - Béco - Gilberto e Henrique Nelson. Agachados: Pancho - Magro - Eremito - Chiquinho e Roberto.
Botafogo F.C., 1954. Em pé: Marinho - Bira - José - Rinél - Béco - Giba e Henrique Nelson. Agachados: Pancho - Chiquinho - Magro - Caginho e Eremito.
Time do Esperança, em 1954. Em pé: Batista - Milton - Gilberto Munhoz - Ediléo e Antônio. Agachados: Roberto Munhoz - Eremito - Giba - Pancho e Anito.
Esperança, 1953. Em pé: Mário Arrué - Eremito - Giba -Adão - Gilberto Munhoz - Wilson Garcez - Ito e Geraldo. Agachados: Ediléo - Marcelino - Marinho - Lauro e Tito.
Botafogo F.C., 1930.