segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Riograndense de Cruz Alta (RS)


Colaboração e Imagens: Lino Ceretta. Pesquisa: Fábio Figueiredo (Jornalista - Postado por Memorial do Esporte em Cruz Alta.

O Grêmio Riograndense Futebol Clube, de Cruz Alta (RS), foi fundado em 30 de julho de 1929. Mandava seus jogos no Estádio Alcides Brasil Silveira Borges, com capacidade para 3.000 pessoas.

O Grêmio Riograndense F.C. conquistou o Campeonato Citadino de Cruz Alta por 13 vezes: 1933, 1934, 1935, 1936, 1937, 1938, 1939, 1940, 1941, 1942, 1945, 1964 e 1965.


Mandava seus jogos no Estádio Alcides Brasil Silveira Borges, com capacidade para 3 mil pessoas.

1979. Em pé: Irani C. Santos - João S. Netto - Banana (técnico) - Ivan - Zico - Indião - Glemarques - José - Milton Felker - Carlos Leal - Tadeu - Naná - Marcos e Paulo Nunes. Agachados: Porto Alegre - Bertuol - Adilson - Bananinha - De Bortolli - Franco - Vanderlei - Libinho Filho e Didi (massagista).

1965. Em pé: Arcanjo - Tupy - Sabará - Julião - Lambari e Cau. Agachados:  Cláudio - Antoninho - Flávio - Da Silva - Enedir e Gostoso.

1964.

1964. Em pé: Nadir Cruz (técnico) - Nico - Carlinhos - Lino - Casquinha e Flávio. Agachados: Erecy - Banana - Cláudio - Honorato e Arcanjo.

1964. Em pé: Sabará - Lino - Casquinha - Arcanjo - Carlinhos e Flávio. Agachados: Erecy - Honorato - Cláudio - Banana e Nico.

1959. Em pé: Cláudio - Hugo - Pedrinho - Lamparina - Pedro e Julião. Agachados: Arcanjo - Picasso - Geninho - Ferriche e Banana.

1952. Em pé: Roseval - Danilo - Castelhano - Alma de Gato - Alberi Pedroso - Sampaio e Sargento Rivalino (técnico). Agachados: Bito - Bibe - Tatu Feio - Ary Leal e Kido.

1951 - Em pé: Siqueira Borges - Ciro - Sampaio - Danilo - Alberi - Carmen (rainha) - Marcondes - Oscar - Castelhano - Russinho e Bibe. Agachados: Bola Sete - Roseval - Quido - Wagner e Joãozinho.

1948. Em pé: Mirandolino Comaru (técnico) - Zequinha - Acosta - Russinho - Peru - Eurico e Gago. Agachados: Leal - Matuzalen - Colombelli - Roseval e Perereca.



1940. Em pé: Epaminondas Vaz (técnico) - Gago - Bibe - Valdomiro - Alberi - Aristides - Marcondes e Ignácio. Agachados: Couto - Miguel Sório - Otto e Banana.



sábado, 6 de fevereiro de 2016

Solis Rodrigues

Fotos: Arquivo pessoal de Solis Rodrigues

Solis Rodrigues, hoje.

1961. Guarany, de Bagé. Em pé: Saul Mugica - Sérgio Cabral - Storneul - Solis Rodrigues - Augusto e o goleiro Éden. Agachados: Ivo Medeiros - Ênio Chaves - Max - Tupanzinho e João Borges.


1960. Time do Guarany, antes de um jogo no Estrela D'Alva. Em pé: Saul Mugica - Silvio - Solis Rodrigues - Danga - Célio e Augusto. Agachados: Euzébio - Ivo Medeiros - Saulzinho - Sérgio Cabral e João Borges.

Solis Rodrigues, capitão do Guarany, de Bagé, com a faixa de tetra-campeão da cidade.


Solis e Max Ravazzi. No meio um mascote do clube.


Guarany. Mortosinha - Adalto - Valter e Aécio. Mortosinha, oriundo do Pelotas, é primo de Mortosa, auxiliar técnico de Luis Felipe Scolari.

Solis Rodrigues e Danúbio, que jogou no Riograndense, de Santa Maria, Internacional, de Porto Alegre e Guarany, de Bagé.

1958. Jogo no Estádio Bebnto Freitas, em Pelotas, contra o Brasil, que terminou emptadao em 0 X 0. Em pé: Silvio - Augusto - Raul Calvet - Solis Rodrigues - Danga e Luis Carlos. Agachados: Camacho - Max - Ivo Medeiros - Saulzinho e João Borges.

Solis Rodrigues, capitão do Guarany, de Bagé, troca flâmulas com o capitão da Seleção do Uruguai, que se preparava para o Campeonato Sul-Americano.

Solis Rodrigues e Silvio Scherer, excelente quarto-zagueiro que vestiu a camisa do Guarany. Depois que encerrou a carreira, Silvio dedicou-se a profissão de técnico de futebol.

Solis Rodrigues, capitão do Guarany, recebendo uma homenagem da direção do E.C. Pelotas, em jogo realizado no Estádio da Boca do Lobo. Atrás de Solis Rodrigues está Sérgio Cabral, um dos maiores jogadores da história do futebol de Bagé. Reparem que o árbitro do jogo era da Associação de Futebol da Argentina (AFA)

1958. Num clássico Ba-Gua. Em pé: Ivan Ravazza - Éden - Solis Rodrigues - Bataclãn - Silvio e Bira. Agachados: Herculano - Max Ravazza - Saulzinho - Ataide Tarouco e Gitinha.

1958. Jogo contra o Nacional, de Montevidéu, que o Guarany venceu por 2 x 1. Em pé: Bira - Solis Rodrigues - Raul Calvet - Éden - Silvio - Bataclãn e o treinador Carlos Calvet. Agachados: Salvador Rubilar (massagista) - Saulzinho - Max - Gitinha - Dadá e Gaiola.

Solis, quando estava no Floriano, de Novo Hamburgo.

Solis, no Floriano, batendo bola em um treino.

Solis Rodrigues, antes de um treino, quando jogava no Floriano, de Novo Hamburgo. A esquerda dele está o grande centroavante Geada, que marcou época atuando pelo Grêmio Portoalegrense. A direita de Solis está Raul Klein, famoso ponta esquerda campeão panamericano pela Seleção Gaúcha que representou o Brasil no Panamericano do México no ano de 1956 e que, depois foi brilhar na Portuguesa de Desportos, de São Paulo.

1955. Quando jogava pelo Riograndense, de Santa Maria.

Solis Rodrigues durante um treino do Armour F.C., de Santana do Livramento. Alinhados em fila indiana: Ramos, Rubens Schoereder, Érico, Augusto, Rico, Solis Rodrigues, Laxixa, Dicá, Bandeira, Atanásio e Caminha (Foto tirada em 29 de abril de 1951)


Solis Rodrigues atuando pelo time juvenil do Armour, de Santana do Livramento, em 1949. Em pé: um dirigente do clube - Américo - Marino - Ferruga - Chara - Ernesto - Coco e outro dirigente. Agachados: Roberto - Valentin - Nenê - Solis Rodrigues e Baiano.


Solis atuando pelo clube amador Bairro Industrial F.C., de Santana do Livramento. Em pé: Élbio - João - Ferruja - Tite - Omar e Ari. Agachados: Honório - Martin - Mito - Antônio e Solis Rodrigues. (Foto tirada em dezembro de 1946, no Estádio do Armour)



quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Caio Vilela (1)


Caio Vilela é jornalista e fotógrafo, nascido no bairro de Pinheiros, em São Paulo, poucas semanas antes da Copa de 1970. Eterno curioso,  percorreu mais de 80 países nos cinco continentes produzindo reportagens sobre os mais variados temas e fotografando o futebol jogado nas ruas, distante dos holofotes dos estádios ou da mídia. 

O resultado é um trabalho rico, autêntico e espontâneo, algo que se sustenta sobre o imprevisto.
Produtos

O trabalho de Caio Vilela pode ser visto em imagens e textos publicados em dezenas de jornais e revistas no Brasil e no exterior, ou nas coleções transformadas nos livros “Futebol sem Fronteiras” (Panda Books, 2009), “África do Sul e Sul da África” (Publifolha, 2010), “Florianópolis” (Publifolha, 2006) e “Um Mundo de Crianças” (Panda Books, 2005).

Suas fotos de futebol em países árabes foram exibidas durante a cerimônia da Fifa que oficializou a realização da Copa do Mundo de 2022, no Catar. 

Outras foram reunidas nas exposições “Ora Bolas!”, no Museu do Futebol, em 2010; “A Bola é um Mundo”, em itinerância nas unidades do Sesc-SP, em 2011 e 2012; “Kora Al Arabia”, no Doha Sports Square, no Catar, em 2010; e “Soccer Without Borders”, na Embaixada Brasileira em Islamabad, Paquistão, em 2010. (Site: www.caiovilela.com.br)

Capa da edição especial do jornal Metro News de 5-1-14, com um ensaio de Caio Vilela com fotos de futebol pela cidade.

Essa é a capa e contra-capa de seu novo livro Strassenfussball, que será lançado na Feira de Frankfurt em outubro próximo pela editora alemã Panorama. O livro traz fotos e curiosidades do futebol de rua em 100 países. Muitas das imagens foram publicadas nesta página de FB ao longo dos últimos cinco anos.

Capa do livro “Onde mora o Futebol”.

Boleiros do bairro Pablo Neruda, em Copiapó, no Chile.

Futebol em quadra pública do bairro Pablo Neruda, em Copiapó, no Chile.

Garotada de Itaquera, São Paulo.

Brincadeira com bola entre estudantes de Aleppo, na Síria.

Crianças jogam a 3.500 metros, durante o recreio em Namche Bazzar.no Nepal.

Pelada em Damasco, na Síria.

Pelada sobre as areias do deserto em Palmyra, na Síria.

Crianças jogam futebol em Marabá, no Pará.

Boleiros na periferia de Salavat, no Bascortostão.

Futebol em Sabantuy, no Bascortostão.

Futebol em campinho rural no Bascortostão.

Em Roma, na Itália.

Bola sobe após cabeceio em campinho na periferia de Porto Alegre.


Em Tânger, no Marrocos.


O pátio da grande mesquita serve de campo para os boleiros de Casablanca,no Marrocos.


Treino de time amador de Tânger, no Marrocos.


Futebol na rua Turi, na Vila Madalena, São Paulo.


Futebol nas ruas de Djenné, no Máli.


Futebol nas ruas de Lomé, no Togo.


Em Cubatão, São Paulo.


Futebol em Valladolid Yucatán, no México.


Futebol na periferia de Kyzyl, República de Tuva, na Sibéria.


Futebol sobre o campo coberto de gelo, em Ushuaia, na Argentina.

Em Granada, na Nicarágua.

Matando no peito, no jogo final de futebol feminino dos Jogos Indígenas de Cuiabá. As índias "Parkatejê" ganharam de 3 X 1 das índias "Bacairí".

Pelada entre indígenas da aldeia "Tekoá Payaú", no pé do Pico do Jaraguá, em São Paulo.

Futebol com o estilo e alegria dos índios Paresí, em Cuiabá-MT.

Mulherada se diverte na praia do Leme, no Rio de Janeiro.

Treino de fim de tarde de time amador em Alto Paraíso, Goiás.

Partida do tradicional time de várzea Guaiauma, debaixo do viaduto Aricanduva na zona leste de São Paulo.

Traves com galhos e bola de borracha em Turiaçu, Maranhão.

Pelada em quadra de tênis, na Universidade de Moscou.

Pelada entre estudantes de Balbek, no Líbano.

Partida entre crianças da etnia "Dogon", no Máli.

Time de molecada em rua de Mopti, à margem do rio Níge, no Mali.

Pelada em Antigua, na Guatemala.

Meninos jogam futebol no centro de Iazd, no Irã.