sábado, 12 de maio de 2012

Fotos históricas

Fotos: Fontes desconhecidas

Edison Arantes do Nascimento, o Pelé, esteve em Fortaleza para jogar contra o Ceará vestindo a camisa do Santos. Esse seria o milésimo jogo de Pelé pelo clube. No confronto de alvinegros quem se deu bem foi o Vovô, que bateu o Santos por 2 a 1 de virada.

O Ceará saiu perdendo no primeiro tempo com um gol de Pelé, o 1.015º de sua carreira, mas os cearenses voltaram a campo dispostos a virar o placar e, aos 17 minutos da etapa complementar, Samuel empatou. Treze minutos depois Da Costa fez, de cabeça, o gol da virada do Vovô.

"Já estava no finalzinho do jogo, o placar era 1 a 1 porque o Samuel tinha empatado para nós no começo do segundo tempo", contou Da Costa, autor do gol da vitória alvinegra. "A jogada foi assim: Samuel ou Edmar, não lembro direito, meteu uma bola para o Jorge Costa na ponta direita. O Jorge ganhou na carreira do Rildo (lateral esquerdo do Santos), foi à linha de fundo e cruzou. Eu ameacei ir para a marca do pênalti e voltei… O Carlos Alberto subiu, mas eu subi na frente dele e cabeceei, a bola bateu no pau da trave e entrou lá no cantinho. É um gol que guardo comigo até hoje."

Da Costa conta ainda de uma curiosa aposta feita por Paulino Rocha na época. "Eu vou revelar coisa que pouca gente sabe. O Paulino Rocha desceu lá nos vestiários durante o intervalo e me disse: 'Da Costa, eu apostei com o Rolim (torcedor rival), e, se você fizer o gol da vitória, eu lhe dou o dinheiro todinho da aposta.' Pois ele me deu tudo… eram 3 mil cruzeiros, era muito dinheiro na época."

A partida foi realizada em 3 de novembro de 1972 e foi presenciada por um grande número de torcedores, que abarrotaram as arquibancadas do Presidente Vargas, cerca de 35.752 pagantes. (Fonte: Blog do Professor Evaldo e Amigos - 1972 - Ceará vence Santos no jogo mil de Pelé )

1967. Garrincha, Almir e Paulo Dias, com a camisa do Vasco da Gama.
1964 - Pelé de goleiro num jogo contra o Gremio, depois da expulsão de Gilmar
1947. Fluminense, do Rio de Janeiro, em Montevidéu.
1943. Solenidade na sede da Federação Paulista de Futebol.
Estádio da rua Javari, década de 30.
1933. Domingos da Guia no Nacional, de Montevidéu.
1930. Seleção Brasileira na primeira Copa do Mundo, no Uruguai.
1928. Internacional, de São Paulo.
1927. O aviador Sarmento Beires, inaugura oficialmente o estádio do Vasco da Gama, no Rio de Janeiro
1924. Uruguai, campeão olímpico.
1922. Seleção Brasileira no Sul-Americano.
1919. Seleção Brasileira no Sul-Americano.
1914. Seleção Brasileira na Copa Rocca.
1914. Brasil X Exeter City, da Inglaterra, primeiro jogo da Seleção Brasileira.
1911. Time do Rio Cricket.
1910. Time do Fluminense, do Rio de Janeiro.

1908. Clube Rio Cricket

1908. Clube Rio Cricket.
1908. Seleção da Alemanha.
1905. Velódromo.

Os craques bigodudos do São Paulo Athletic e do Paulistano, no campeonato de 1902.
1901. Time do Paulistano.
1901. Despedida do time do Rio Tean, depois de uma excursão a São Paulo.
1901 - Charles Miller da Seleção Paulista contra a Seleção Carioca, no Campo do São Paulo Athletic
1899 - S.C. Internacional e S.C. Germânia, uma das primeiras partidas de futebol disputadas no Brasil.
1896. Olímpiadas de Atenas.
1894. Remadores do Botafogo, no Rio de Janeiro.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

O futebol está de luto

A Mooca, a boêmia e os boleiros estão de luto. Morreu na noite de quarta-feira (2/5) o grande Elídio Ramondi, criador e dono do Elídio Bar, famoso ponto de encontro dos apreciadores de um bom chopp e de quitutes de altíssima qualidade e dos apreciadores da história do futebol. Neto de italianos e palmeirense, Seu Elídio, como era conhecido, fundou o endereço em 1973, na Rua Isabel Dias, uma travessa da Avenida Paes de Barros, em São Paulo, capital.

Na sessão ordinária de quinta-feira (3/5), o vereador professor Claudio Fonseca, líder do PPS e morador da Mooca, pediu à Casa um minuto de silêncio em homenagem ao amigo Elídio.

O bar é um tradicional ponto de encontro de jogadores de futebol, tendo sido frequentado até por Pelé. O Elídio foi também principal locação do filme "Boleiros", de Ugo Giorgetti, e seu proprietário, inclusive, uma das fontes utilizadas pelo diretor para elaborar o roteiro do longa.

O bar é emoldurado por fotografias autografadas na parede, camisas, bolas, chuteiras e, principalmente, as discussões, dão o tom ao ambiente. Como as recordações já não cabiam nas forradas paredes do bar, a casa ganhou há alguns anos um segundo andar, que se transformou em uma espécie de “museu do futebol” particular, onde repousa uma coleção histórica sobre ídolos do esporte e onde cada objeto guarda uma história para contar.

O bar surgiu de uma mercearia, criada no final dos anos 50 pelo pai do “seu’ Elídio” no mesmo imóvel que está até hoje, na qual ele ajudou desde menino e acabou por se tornar um dos maiores inovadores dessa “botecolândia” em que São Paulo se transformou.

Foi nessa mercearia que ele resolveu criar seu próprio modo de cortar a mortadela, de preparar as alheiras, de misturar frutas nas batidas e, principalmente, de servir os petiscos: tudo à vontade, por quilo e no balcão, como ninguém fazia até então.

A inovação caiu imediatamente nas graças da clientela e a casa da família Raimondi foi se tornando mais bar e menos mercearia até que, nos anos 70, aquele que já era conhecido na Mooca como “bar do Elídio” se tornou oficialmente o Elidio Bar.

Um dos destaques é o seu balcão de acepipes, com mais de 120 tipos de petiscos aos fins de semana. O cliente pode se servir à vontade e depois só pagar pelo peso do prato. Tem um pouco de tudo: frios, berinjela, ovo de codorna, cebolas, entre outros. Na frente dele, a parede forrada com dezenas de camisas e fotos antigas contam a história do futebol paulista.

Outra pedida para acompanhar a cerveja gelada são as porções à la carte. Uma das mais famosas é a croquinha, uma sardinha aberta, empanada e frita. Os pratos em destaque são a feijoada, bacalhau grelhado, chuleta e picanha.

O bar não é só o mais tradicional da Mooca mas também um dos mais tradicionais da cidade. Além do bom chope, tirado de uma chopeira alemã, o bar serve o caju amigo, outro clássico de boteco. A Mooca é o bairro mais bairrista que existe e carrega no sotaque o cantado dos primeiros imigrantes italianos e a ginga de Adoniran. Quem mora lá, antes de ser paulistano, é mooquense. E nunca se muda. No máximo, troca de quarteirão.

Todo mooquense tem um segundo time (o primeiro é o Juventus) e se orgulha até mesmo do gol sofrido pelo moleque travesso, considerado o mais belo da carreira de Pelé.



terça-feira, 1 de maio de 2012

O futebol do Piauí


2010. Barras Futebol Clube, de Barras. (Foto: Acervo fotográfico do Barras Futebol Clube)

 
2009. Oeiras Atlético Clube, de Oeiras. (Foto: Acervo fotográfico do Oeiras Atlético Clube)
 
2009. Barras Futebol Clube, da cidade de Barras. (Foto: Acervo fotográfico do Barras Futebol Clube)

 
1995. Associação Atlética Cori-Sabbá, de Floriano. (Foto: Acervo Severino Filho)

1991. Parnahyba Sport Club. (Foto: Acervo fotográfico do Parnayba Sport Club)

 
1990. Parnahyba Sport Club. (Foto: Acervo fotográfico do Parnayba Sport Club)

 
1988. Auto Esporte Clube. (Foto: Acervo Severino Filho)

 
1988. 4 de Julho Esporte Clube. (Foto: Acervo Severino Filho)

  
1987. Parnahyba Sport Clube. (Foto: Acervo fotográfico do Parnahyba Sport Club)

 
1985. Parnahyba Sport Club. (Foto:Acervo fotográfico do Parnahyba Sport Club)

 
1986. Parnahyba Sport Club. Foto: Acervo fotográfico do Parnahyba sport Club)

 
1985. Piauí Esporte Clube. Em pé: Cícero - Sansão - Toreca - Roberto - Galotti Chicão e Raimundo. Agachados: Vitor - Geraldo - José - Catita - Xavier e Anibal. (Foto: Acervo Severino Filho)

 
1984. River Atlético Clube. Em pé: Valdir - João Carlos - Sansão - Batista - Ubirani e Washington. Agachados: Paulinho Portella - Augusto - Dedé - Mica e Catita. (Foto: Acervo Severino Filho)

 
1982. Parnahyba Sport Club. (Foto: Acervo fotográfico do Parnahyba Sport Club)

 
1982. Auto Esporte Clube. (Foto: Acervo Severino Filho).

 
1978/1979. Piauí Esporte Clube. (Foto: Acervo Severino Filho).

 
1978. Sociedade Esportiva Tiradentes. (Foto: Acervo Severino Filho).

Quinha, grande ídolo do River, do Piaui. Na foto com a camisa do Clube do Remo, de Belém do Pará, onde jogou antes de se transferir para o futebol do Piauí. (Foto: Álbum de Família)

 
1978. River Atlético Clube. (Foto: Acervo Severino Filho).

 
1977. River Atlético Clube. (Foto: Acervo Severino Filho).

 
1977. River Atlético Clube. (Foto: Acervo Severino Filho).

 
1977. Esporte Clube Flamengo.(Foto: Acervo Severino Filho).

 
1976. Esporte Clube Flamengo.(Foto: Acervo Severino Filho).

 
1974. Sociedade Esportiva Tiradentes. (Foto: Acervo Severino Filho).

 
1973. Sociedade Esportiva Tiradentes. (Foto: Acervo Severino Filho).

 
1973. River Atlético Clube. (Foto: Acervo Severino Filho).
 
1973. River Atlético Clube. (Foto: Acervo Severino Filho).

 
1971. Cruzeiro Esporte Clube, de Floriano. Em pé: Baixinho – Hélio – Raimundo – Pompéia - Cesar de Antonio Sobrinho e Carlos Alberto de Honorato. Agachados: Raimundinho – Chinês - João de Filó - Neguinho e Quinto. (Foto: Acervo Severino Filho).

1971. River Atlético Clube. (Foto: Acervo Severino Filho).

 
1971. Esporte Clube Flamengo. (Foto: Acervo Severino Filho).

 
1970. Esporte Clube Flamengo. (Foto: Acervo Severino Filho)..

 
1969. Esporte Clube Flamengo. (Foto: Acervo Severino Filho).

 
1965. River Atlético Clube. (Foto: Acervo Severino Filho).

 
1965. Piauí Esporte Clube. (Foto: Acervo Severino Filho).

 
1965. Amistoso River X Vasco da Gama, do Rio de Janeiro. (Foto: Acervo Severino Filho).

 
1959. Ataque do Esporte Clube Flamengo: Maçarico - Zé Preto - Cristóvão - Bitonho e Bena. (Foto: Acervo Severino Filho).

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1950. River Atlético Clube. (Foto: Acervo Severino Filho).

 
1941. Parnahyba Sport Club. (Foto: Acervo Severino Filho).

 
O saudoso Theresinense, campeão no início do século XX. Em pé: Emídio Cunha (bandeirinha) - José de Abreu - André (goleiro) e Pompom Martins. Na fila do meio: Bené - Raimundo Moura e Bastos. Agachados: Henrique Monteiro - Gerson - Pires de Castro - Arthur e Medeiros. (Foto: Acervo Severino Filho).