quinta-feira, 15 de outubro de 2009

"Coxa" centenário (1)


1970.
1970. Excursão a Europa.
1970.
1969.
1968. Time do Coritiba que enfrentou a Seleção Brasileira.

1967.
1962.
1960. Excursão a Europa.
1960.

1947.

1940.
1938.
1934.

1926.

1918.

1912.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Manifestações de amigos

PESQUISA HISTÓRICA

Muito Obrigado Sr. Nilo Dias! Sua colaboração será de grande utilidade, não tenho nem palavras para lhe agradecer! Espero em breve poder lhe mandar o material publicado!

Lucas Lopes da Cruz

S.C. RETRÔ

Para comemorar os feitos históricos do Santa Cruz F.C. estamos lançando as camisas retrõ do mais querido. o endereço de meu e-mail é
sc_retro@hotmail.com

Willam D.

BRASILEIRÃO

Oi, amigo torcedor. Venha conhecer o blog livre de censura das companhias de mídia sobre futebol no Brasil. Ele é feito para todos os milhares dos nossos usuarios fanaticos. O brasileirão.com está lançando o Você Repórter. Com ele é possível enviar notícias, fotos, videos ou audios relacionadas seu time ou torcida. Você é convidado a criar e publicar notícias na nossa característica única: o Você Repórter foi introduzida para capacitar torcedores e torcidas para relatarem notícias locais para todo o povo a ver. Sua notícia será publicada imediatamente com o seu nome. Você tambem pode criar a pagina do seu time ou torcida local. Este é o melhor fórum social sobre futebol para você expressar suas opiniões.

Bem-vindo!

MEMÓRIAS DO SANTA CRUZ

Saudações Corais, Nilo Dias. Gostei do que vi e voce está de parabéns. Gostaria de convidar você para dar uma olhadinha no meu blog. Procurei colocar mais fotos e menos texto. Inclusive tem jogadores que desconheço o nome, mas todos podem me ajudar.

O endereço é: memoriasdosantacruz.blogspot.com

NOVO BLOG

Oi, Nilo Como vão as coisas aí? Estou te mandando este e-mail para dizer que estou também com um blog na Internet. Onde nele falo coisas sobre esporte, futebol em geral e história. O meu site é http://www.diariodoamaral.blogspot.com/.

Aproveite para comentar, criticar, elogiar ou até me dar sugestões para futuros temas. Não se preocupe com isso, ainda continuarei acompanhando o teu blog, que é muito bom. Até quem sabe me inspire pra fazer futuros artigos.

Um grande abraço

Mário Gayer do Amaral

CENTENÁRIO

Prezado Nilo

Como sabes, sou um apaixonado torcedor do Sport Club Rio Grande (assessor da presidência, conselheiro e com fortes raízes familiares ligadas a instituição).

Durante o Citadino 2009 (presidido por mim) acompanhei e, de certa forma, colaborei com o RioGrandense. Estreitei amizade com os que lutam para mantê-lo vivo e passei, por respeito a isso e amor a Cidade do Rio Grande, a ser, de certa forma, um "torcedor" do "Teimoso".

Faz pouco, fui procurado pelos dirigentes colorados dizendo que em envento programado para comemorar o Centenário, darão a mim a palavra, segundo eles, pela amizade demonstrada a instituição. Pediram que elaborasse "algo a falar".

Com admiração ao trabalho que desenvolves, de resgate à história escarlate, mando o texto que haverei de ler (ou declamar) em homenagem ao rival aniversariante e seus apaixonados, como tu.

Grande Abraço.

Flávio Ennes Cardone

MEMÓRIAS DO SANTA CRUZ

Saudações Corais, Nilo Dias.

Gostei do que vi e voce está de parabéns. Gostaria de convidar você para dar uma olhadinha no meu blog.Procurei colocar mais fotos e menos texto. Inclusive tem jogadores que desconheço o nome, mas todos podem me ajudar. O endereço é:
memoriasdosantacruz.blogspot.com

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

A.A. Caldense "a Veterana"

Resumo histórico

O futebol, introduzido no Brasil no final do século XIX por um grupo de ingleses residentes em São Paulo, chegou a Poços de Caldas em 1904, com a fundação do Foot-ball Club. Consta que um de seus fundadores, Paulino de Souza, naquela ocasião estudante de medicina da capital paulista, havia trazido uma bola de futebol, objeto desconhecido na vila.

Várias outras agremiações nasceriam no princípio do século XX. Mas alguns desses clubes desapareceram em seguida. Caso do Internacional F.C, que encerrou suas atividades no mês de fevereiro de 1925. Alguns remanescentes destas equipes se uniram naquele ano, formando a Associação Atlética Caldense, clube que hoje é o maior centro esportivo da cidade.

No dia 16 de novembro de 1925, alguns jovens esportistas, chefiados por João de Moura Gavião, reuniram-se na Photografia Selecta, sede provisória do time, situada na avenida Francisco Salles, perto do Hotel Lafaiete, para eleger a primeira diretoria, assim constituída:

João de Moura Gavião – presidente, professor Hugo Sarmento - vice-presidente, Romeu Chiacchio - 1º secretário, Cherubim Borelli - 2º secretário, Caetano Pereira – tesoureiro, Flaminio Maurício – procurador, Octávio Mantovani - diretor esportivo. A Comissão de Sindicância era composta por João de Oliveira Carmo, Antônio Ricci Júnior, Domingos Lamberti, Vitor Fortunato e Adolpho Guetti.

Os tempos iniciais foram difíceis, mas a esforçada associação despertou na mocidade um forte entusiasmo pelo futebol, que se tornava a coqueluche do momento. Sua comissão técnica trabalhou com afinco para que as agremiações possuíssem o melhor plantel da cidade.

Após algumas vitórias, em dezembro de 1925 o novo esquadrão enfrentou o Cruz Vermelha, campeão local. Mas, apesar de bem preparado, devido a uma chuva impertinente que caiu antes do jogo, foi derrotado por 3x2.

Esse revés não desanimou os valentes jogadores e, no ano seguinte, vários encontros amistosos com times de cidades vizinhas consagraram a Veterana nos meios esportivos regionais.

Fora criado o time, porém o grêmio social esportivo denominado Associação Atlética Caldense passou a existir após uma reunião realizada no dia 3 de abril de 1926, com a fusão da Caldense e o Gambrinus F.C. A primeira diretoria eleita foi constituída por: capitão Afonso Junqueira - presidente honorário, Fosco Pardini - presidente efetivo, Ulpiano César Mine - vice-presidente, João de Moura Galvão – tesoureiro, Cherubim Borelli - 1º secretário, Lourenço Batiston - 2º secretário, Hugo Sarmento - orador oficial e Arthur Cherchiai - colaborador. Dois dias depois houve uma reunião de trabalho a fim de colocar em prática o funcionamento da associação.

O falecimento prematuro do fundador João de Moura Gavião em 1927 trouxe o luto para a nascente da associação, que passou algum tempo desanimada e com reduzido ardor para a luta. No entanto, aos poucos o conjunto retomou o ritmo, batalhando com amor e energia para a glória do clube.

Durante a gestão do presidente João Porfírio Bueno Brandão, em 1928, a diretoria resolveu comemorar, daí por diante, a fundação da Caldense no dia 7 de setembro, por ser uma importante data cívica e coincidir com o feriado nacional. Esta determinação foi oficializada em 1943, na presidência de João Coelho da Silva.

No início de sua existência, o clube não possuía nem sede social e nem campo próprio. Existia apenas na cidade o campo do Internacional F.C., no atual jardim fonte luminosa, não havendo arquibancada nem gramado. Os torcedores ficavam em pé e os jogadores tinham que se contentar com um campo pelado e negro.

Antes mesmo da fundação do time, os jovens desportistas já tinham escolhido o terreno do “Chalé Procópio” para as atividades futebolísticas dos domingos. A partir de 1926, a Caldense começou a dar os primeiros passos para conseguir a área do coronel Christiano Osório de Oliveira, que naquela ocasião era um enorme brejo, onde a meninada ia caçar rãs.

Em 1929 uma comissão chefiada pelo prefeito Carlos Pinheiros foi a São João da Boa Vista pedir ao coronel Osório a cessão do imóvel.

O terreno, cedido a título precário, foi drenado e cercado de madeira. A partir dos anos 30, foi composta uma arquibancada rústica. Em 1947, a diretoria do presidente José Anacleto Pereira conseguiu da família de Christiano Osório um comando de uso, com o prazo de 20 anos, para as instalações do clube.

As diversas diretorias que se sucederam muito fizeram para o progresso e glória da agremiação, melhorando e iluminando o campo de futebol e iniciando a construção da quadra coberta, permitindo assim a realização de partidas noturnas e o desenvolvimento do esporte especializado.

A sede inicial e provisória do time da Caldense foi a Photographia Selecta, em 1925. Em seguida vários outros endereços: Palacete Cobra, na praça Pedro Sanches, antigo Cassino Gibimba, de 1938 a 1942, no Polietema, na avenida Francisco Salles até 1959, edifício Imperial até 1962 e, finalmente, em 1962 junto ao estádio Christiano Osório, a partir de dezembro de 1962, na gestão do presidente Antônio Megale. A sede social foi obtida no mesmo ano, com a doação oficial da família Osório. Com a posse do imóvel, vários melhoramentos foram realizados pelas diretorias subseqüentes, como a construção da piscina.

Entre 1960 e 1961 o futebol da Veterana ficou famoso nos meios esportistas pela campanha das 57 partidas invictas, o que proporcionou uma onda de entusiasmo entre associados e moradores de Poços de Caldas.

Durante a presidência do Dr. Antonio Megale, em 1962, a Caldense se tornou proprietária do terreno que compreendia o campo de futebol e as demais dependências esportivas, devido à doação definitiva feita por Cristiano Osório de Oliveira Filho, grande desportista e amigo de Poços de Caldas. Essa transação foi realizada graças ao empenho do prefeito David Benedicto Ottoni que, com a aprovação da Câmara Municipal, se comprometeu em troca a proceder o arruamento da chácara Osório pela prefeitura.

Com a posse do imóvel, vários melhoramentos puderam ser executados pelas diretorias subseqüentes, como a construção das piscinas, da sede social, dos ginásios, saunas, etc.

Lutando em seu próprio estádio, que foi durante muitas décadas o palco de memoráveis vitórias do Verdão, e após a edificação das quadras cobertas que possibilitaram a realização dos saudosos Jogos Abertos, a Caldense pôde se destacar nos meios esportivos, tornando-se orgulho dos poços-caldenses de nascimento e de coração.

Com a inauguração do Estádio Municipal Ronaldo Junqueira, em 1979, o campo da Associação Atlética Caldense foi desativado e em seu lugar foram construídas duas quadras de tênis, de peteca, um parque infantil, assim como uma nova piscina para atender o número de associados que a cada ano crescia.

No final da década de 1980, o clube adquiriu, na saída da cidade, uma área de treinamento do futebol profissional, denominada Ninho dos Periquitos. Na década de 1990, foi implantada a biblioteca Oscar Nassif, houve a ampliação da área de lazer com os quiosques construídos e a inauguração da piscina aquecida.

Em 2002, a Caldense conseguiu o maior título de sua historia, conquistando o Campeonato Mineiro. Apesar de uma campanha brilhante e difícil, a equipe verde e branca mostrou toda a capacidade ao lotar o estádio Ronaldão e derrotar o Nacional, levando o nome de Poços de Caldas ao futebol do Estado.

Na gestão do atual presidente, o futebol passou a ser incorporado o ano todo, sendo um sonho realizado pelos torcedores da Veterana. Na sede social aconteceram melhorias, com aquisição de aparelhos de musculação, reformas dos vestiários e, recentemente, com a nova grama do campo de futebol society.

O periquito sempre foi o mascote da Associação Atlética Caldense. No final de 2007, o clube resolveu lançar uma campanha para escolher o nome do simpático mascote.

Durante mais de 40 dias de promoção, 47.695 votos foram computados através de cupons e pela internet. Com 15.662 votos, Periquitão foi eleito o nome do mascote. Em segundo lugar ficou Verdão, que somou 14.218 votos. Veterano terminou na terceira colocação com 12.243 e Campeão foi o quarto lugar com 5.572. Entre os torcedores que votaram no nome Periquitão foi sorteado uma moto 0 km.

Equipe de futebol profissional da Caldense no retorno a primeira divisão do Campeonato Mineiro, em 1986.
Time da Caldense na inauguração do estádio Ronaldo Junqueira (Ronaldão), em setembro de 1979. Em pé: Demilton Vacarelli - Harley de Barros - Paulo César Alencar - Santana - Orlando - Ilair, Olimar, Jânio, Paulo Roberto, Walter, Amilton Vacarelli, Lourenço Ferreira - Neto - José Francisco (técnico). Agachados: gandula Anderson - massagista Ronaldo - Luiz Antônio - Armando - Baiano - Natal - Paulo César - Índio - Basílio e massagista Bolinha



Campeonato Brasileiro , outubro 1979. Capitães Paulo Roberto (Caldense) e Falcão (Internacional de Porto Alegre).
Time da Caldense no estádio Cristiano Osório, em 1978. João Regina - Gilberto Voador - Camilo - Paulo Roberto - Jânio - Orlando - massagista Ronaldo - Augusto - Emílio - Fabinho - Alves e Márcio.
Time da Caldense em setembro de 1971. Em pé: Miguel Zanetti - Nuno - Nogueira - Canhoto e Neto. Agachados: Paulinho - Osmar - Lelo - Ezio e Ganzepe.
Comemoração do Aniversário da Associação Atlética Caldense, em 7 de setembro de 1969. Da esquerda para a direita: Os repórteres Cid Chacon e José Carlos Garutti Salles, Jofre José Ferreira Santos (representando a Câmara Municipal), sua esposa Maria Aparecida Vacarelli Santos e Antônio Megale (presidente do clube). Na mesa: Benigno Gaiga e esposa.
A Campanha das 57 partidas invictas, em 1960. Em 24 de julho de 1960 a Caldense derrotou a Ferroviária de Araraquara (1x0), gol de Eurípedes. Da esquerda para a direita: Décio Alves de Morais - Miguel - Cuca - Zoe - Fubá - Lory - Dusca - Belmiro Fanelli (Gazeta Esportiva) e Walter Pereira. Agachados: Vacarelli - Alfredinho - Marquinhos Pedrinho e Eurípedes.
Palmeiras x Caldense, em 1958.
Registro do pontapé inicial do jogo dado pelo governador de São Paulo, Ademar de Barros, acompanhado por Tino (capitão da Caldense) e Waldemar Fiume (capitão do Palmeiras). Ao fundo (lado direito), Oscar Nassif e o filho Luiz Nassif.
Início da construção do Ginásio Ronaldo Junqueira, em 1957.
Posse de Alfredo Santa Maria como presidente do clube, em janeiro de 1953. Discursando, ao centro, Fosco Pardini. Presença de conselheiros, diretores e sócios. Antiga sede situada à avenida Francisco Salles, 281.
Chegada da grama do “Estádio Chalé Procópio”, em 1949. Na foto: Antolin Rodrigues, Varella, Domingos Lamberti, Décio Alves de Morais e funcionários da prefeitura.
Reunião da Diretoria e Conselho da Associação Atlética Caldense em 1949, presidida pelo prefeito Miguel Carvalho Dias (com o microfone). À direita: Caio Affonso Junqueira, Aloíso Lobato, Sebastião Pinheiro Chagas, Willian Macedo Martins, Décio Alves de Morais, Alvino Hosken de Oliveira, José Carlos Magalhães, José Anacleto Pereira, Ademar de Souza e Silva, David Paiva Cortês, Walter Carvalho, Chafic Frayha. Em pé: Darci Domenico, Alexandre Xandó, Manoel Gonçalves, não identificado, Renato Santos, Horácio de Paiva, Orfeu, não identificado, Alfredo Lopes, Luiz Souza Moreira, Luiz Duarte, Nicanor Castilho e Sebastião Menelau.
Despedida de Mauro Ramos de Oliveira da Caldense, em 1948. Mauro Ramos de Oliveira juntamente com Júlio Teixeira de Andrade e torcedores deixam o estádio Cel. Cristiano Osório.
Caldense de Mauro Ramos de Oliveira, na década de 1940. Em pé: Esaú - Tino - Amado - Orfeu - Paulo Ferreira - Tião Vacarelli - Julio Teixeira e Pedro Ponce. Agachados: Chavéco - Sila - Maran - Jordão - Mauro Ramos de Oliveira - Tatinho - Saraiva e Hermenegildo.
Posse do 1º Conselho Deliberativo da Associação Atlética Caldense em 29 de outubro de 1943.
Arquibancada do Estádio Cristiano Osório em dia de jogo da Caldense. Década de 40.
O ídolo Arthur Friendereich apitou o jogo entre Caldense e Pernambuco, em 1942, em Poços de Caldas. Na foto: Venício Bertozzi, José Anacleto Pereira, Friendereich, Tenente João Coelho, Oscar Nassif, Sargento Rafael Zarour, Décio Alves de Morais, jornalista e diretores do Pernambuco de Belo Horizonte.
1941. Francisco Consolo, técnico - Júlio Teixeira - Maran - Tatão - Hélio Abreu -Jaime - Lolo - Vitor Cheberle - Hélio Gaiga - Tião Vacarelli - Canjerê e Alemãozinho.
1929. Salles, bandeira - Caetano Lamberti - Atílio Vince - Vitute - não identificado - Luiz Veronesi - Eusébio - Armando - Vince - José - Walter - Moretti e Otávio Mantovani.
1929. Em pé: Danfero Cherchiai,massagista - Cássio Amarante - Cavini - Euzébio - Bernardo - Tatão - José - Mário Xandó e Mário Pavesi. Agachados: Tatu - Egidio - Careca - Caetano e Scassioti.
1928. Renato Santos - Antenor Prezzia - Arthur Messias- Bernardo - Otávio Mantovani - Salvador - Luizinho - Tatão - Caetano Lamberti - Careca - João Gomes - Tatu - Augusto Scassioti - Domingos Lamberti - Novelino Prezzia e João Porphiro Brandão Júnior. Sentado: José Berloffa.

sábado, 12 de setembro de 2009

Futebol da Paraíba (Final)

Resumo histórico

07 de Setembro de 1925, nasce o mais querido da Paraíba

(...)02 de Setembro daquele mesmo ano, em uma quinta-feira, à noite ocorreu uma reunião no clube dos comerciários, onde hoje está localizado o prédio da Associação Comercial, na avenida Floriano Peixoto. Naquela data Antonio Fernandes Bióca, que ficara entusiasmado com o grande número de interessados na proposta, marcara uma reunião formal para o dia 07 de Setembro, com o propósito de oficializar a criação de uma agremiação esportiva em Campina Grande.

Assim, no dia 07 de Setembro de 1925, às nove horas da manhã, compareceram à residência de Bióca, que ficava vizinho ao antigo cine Babilônia, José de Castro, José Eloy Junior, Amélio Leite, Plácido Véras, José Sodré, Zacarias Ribeiro, José Rodolfo, Olívio Barreto, José Casado, Alberto Santos, Osmindo Lima e Luiz Gomes.

O anfitrião ficou desanimado com o baixo número de pessoas presentes, diante do público que vira na reunião anterior e pensou até em desistir da empreitada, mas mesmo com o reduzido número de participantes à reunião, a idéia de desistência não prosperou e passou-se a escolher o nome da nova agremiação esportiva, vários nomes surgiram, mais não se chegou a nenhum consenso, pois o intuito era criar algo novo e original, então essa escolha ficou para a próxima reunião, conforme ficou registrado na ata número 07, do Treze Futebol Clube, de 07/09/1925.

Entusiasmados diante da receptividade do público quanto à noticia de que um novo clube de futebol estava surgindo na cidade, os futuros atletas alvinegros marcaram uma segunda reunião, sob a coordenação de Bióca, que fora escolhido como presidente interino, sendo o assunto da pauta a escolha do nome da agremiação. Mais uma vez as idéias foram surgindo, mais nenhuma original, essa agremiação deveria ter um nome diferente de todas as outras já existentes.

Os pontos positivos deste encontro foram o acordo de que o nome do novo clube deveria ser algo original e a definição das cores, que também deveriam ser diferentes dos demais clubes, então Plácido sugeriu o preto-e-branco que para sua surpresa foi logo aceito por todos, quanto ao nome não se chegou a nenhum consenso novamente.

No dia 20 de outubro de 1925, novamente os treze desportistas estavam reunidos na casa de Bióca, discutindo um nome para o clube, que até então era apenas rotulado como uma “sociedade desportiva”, conforme observa a ata de número 03. Em certo instante José Casado levanta-se e conta o número de presentes à reunião e observou que eram treze componentes desde a primeira reunião, então sugeriu duas opções Treze SPORT CLUBE ou TREZE FUTEBOL CLUBE e como a atividade a ser desenvolvida seria o futebol, ficaram com a segunda opção. Nascia ali o mais querido da Paraíba.

Na manhã seguinte, quando a noticia se espalhou pela cidade à população ficou surpresa com a escolha do interessante nome para a agremiação que surgia, mas embora tendo nome exótico nome, o destino do “Galo da Borborema” (expressão de autoria do poeta Murilo Buarque, fazendo alusão ao número 13 no “jogo do bicho”) seria o de voar alto como as águias. Daí no primeiro jogo,o novo clube já contara com torcida junto ao campo de areia.

A História do Treze Futebol Clube – Cronologia

O Treze Futebol Clube surgiu do carinho e da paixão pelo futebol de treze desportistas. Alberto Santos, Osmindo Lima, Olívio Barreto, Zacarias Ribeiro, José Casado, Plácido Véras, José de Castro, José Eloy, José Rodolpho, José Sodré, Amélio Leite, Luiz Gomes e Antônio Bióca reuniram-se naquele dia, na residência do último, com o propósito de fundar uma sociedade esportiva.

O nome foi uma proposição de José Casado, fundamentada no número de sócios que haviam assinado a primeira ata. Já as cores foram propostas por Plácido Véras.
A história do Treze é grandiosa, não podendo ser resumida em poucas palavras. De modo detalhado, em 2006 foi lançado o livro "Treze Futebol Clube: 80 anos de história".

Fotos: Diário da Borborema e Arquivo pessoal de Luciano Jordan.


2008.
2007.
2006.
Em 2005, Lula com a camisa do Treze ao lado de Ronaldo e Cássio Cunha Lima.
2001.
1997.
1995.
1985.
1984.
1983.
1982.
1981.
1978.
1972.
1959.
1958.
Garrincha com a camisa do Treze, em 1958.
Exemplar histórico de 1952.
Estádio Presidente Vargas

Fundado em 17 de março de 1940 o Estádio Presidente Vargas é um dos orgulhos do torcedor Trezeano e um dos maiores patrimônios de um clube de Futebol da Paraiba.
Localizado no Bairro de São José, bairro próximo ao centro de Campina Grande, o Estádio abriga a maioria dos jogos do Treze Futebol Clube no campeonato paraibano e alguns jogos da série C do Campeonato Brasileiro.

Vem sofrendo manutenção constante e reformas em sua infra-estrutura para adequar melhor as instalações a nossa torcida, funcionários, imprensa e todos que ali estejam. A ampliação do número de espaços na arquibancada geral se faz necessário para que possamos ampliar os espaços e a receita com arrecadações com jogos. A Diretoria já iniciou estudos para a ampliação da arquibancada geral, em breve será lançada uma campanha para o erguimento desses espaços.

Infra-estrutura

Capacidade do Estádio: 10.000 pessoas; Capacidade de cabines de imprensa: 6; Capacidade de cadeiras: 500; Capacidade de arquibancadas: 9500; Número de vestiários: 3; Número de banheiros: 7; Número de portões de acesso: 8.


Resumo histórico

Em 12 de Abril de 1915, a nata da sociedade local fundou um clube dançante, o CAMPINENSE CLUBE. Foram fundadores : Elias Montenegro, Dino Belo, Antonio Lima, Sebastião Capiba, João Honório, Horácio Cavalcanti, Manoel Colaço, Luiz Soares, Antonio Cavalcanti, César Ribeiro, Valdemar Candeia, Nhô Campos, Sindô Ribeiro, Severino Capiba, Adauto Belo, Basílio Agostinho de Araújo, José Amorim, Tertuliano Souto, Gumercindo Leite, Martiniano Lins, José Aranha, Alberto Saldanha, Acácio de Figueiredo, Arnaldo Albuquerque, Gilberto Leite, José Câmara, Alexandrino e Adauto Melo.

Como ainda não contava com sede própria, o novo clube passou a funcionar no Colégio Campinense. Detalhe digno de assinalar foi a escolha do nome do novo sodalício. Reuniões e mais reuniões se sucediam e não se chegava a um acordo. Finalmente, o jovem e brilhante advogado Hortênsio Ribeiro, numa “quente” reunião propôs que o clube se chamasse Campinense. Esse nome retratava tudo, inclusive o bairrismo dos seus fundadores. E obteve votação unânime.

O Dr. José Câmara presidiu a diretoria provisória, no entanto, foi eleito o primeiro presidente no ano seguinte. A posse foi solenizada com um jornal falado, o “Campinense Clube”. A solenidade foi no palco do Cine Teatro Apolo, rua Maciel Pinheiro, onde era a Livraria Pedrosa (a velha ).

FUTEBOL

Embora o rubro-negro de Campina Grande tenha começado a trajetória em 1915, sua torcida precisou esperar até 1960 para poder comemorar a conquista de um titulo estadual, em virtude de uma norma que estava em vigor desde 1919, que proibia a existência de um departamento de futebol na estrutura administrativa do clube, e só revogada em 1954. em compensação, a vitória abriu a série do hexacampeonato estadual, feito inédito e até hoje não repetido pelos clubes paraibanos.

O CAMPINESE CLUBE é o maior clube de futebol da Paraíba, tendo a sede social em Campina Grande , no bairro da Bela Vista. Lá também está sendo construido im centro de treinamento. Único Hexacampeão paraibano o Campinense Clube acumula diversos títulos e é carinhosamente chamado pela imprensa paraibana de “Equipe Cartola”.

2008. Time que subiu para a Série B do Brasileiraõ. Em pé: Sergio (aux. Supervisão) - Dorgival(Supervisor) - Rai - Fabiano Silva - Pantera - Ricardo Oliveira - Charles Wagner - Jorge Hipolito (preparador de goleiros). Agachados: Washington - Paulinho Macaiba - Fabio - Elvis - Marquinhos Marabá - Déda (mordomo) e Robério (aux. goleiro).
Campeão Paraibano de 2008.
2004, Campeão Paraibano.
1993, campeão.
1991.

1971/1975 Penta-Campeão.
1960/1966
Equipe de 1954. Em pé: João Pequeno - Wilson - Ribôte - Edilson - Cariri e Zé Souto. Agachados: Luizinho - Itamir - Rimar - Bismarck - Nelson e Wanda.